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	<title>Gustavo Roberto</title>
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		<title>Genealogia dos Defeitos</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Apr 2012 22:52:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Em qualquer ramo, seja ele elétrico, mecânico, civil ou outros, os defeitos não acontecem por acaso e nem de uma hora para outra. Eles nascem na cabeça do projetista, passam para sua prancheta (coisa antiga, hoje é o computador), passam pelo revisor do projeto, depois pela diretoria financeira que poda o que acha dispensável, depois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em qualquer ramo, seja ele elétrico, mecânico, civil ou outros, os defeitos não acontecem por acaso e nem de uma hora para outra. </p>
<p>Eles nascem na cabeça do projetista, passam para sua prancheta (coisa antiga, hoje é o computador), passam pelo revisor do projeto, depois pela diretoria financeira que poda o que acha dispensável, depois pelo comprador do material, pelo executante, pelos fiscais, etc. </p>
<p>Na outra extremidade está o desgraçado do mantenedor sempre com uma espada pairando sobre sua cabeça, pra ser mais elegante, pois peão fala de outro jeito bem menos cortês.</p>
<p>- As situações não previstas pelo projetista ou as que não deu a devida importância ou as que assumiu como um risco podem ser problemáticas ou até desastrosas mais a frente.</p>
<p>- Um material que chegou à obra diferente do que o projetista recomendou, de qualidade inferior ou algo modificado sem consultá-lo,</p>
<p>- Executores mal qualificados, mal informados ou mal treinados, </p>
<p>- Uma obra mal fiscalizada ou com uma fiscalização complacente, etc.</p>
<p>- Tudo isso é suficiente para que muitos problemas sejam produzidos, que tanto podem aparecer nos testes iniciais ou podem aparecer ao longo do tempo devido a fatores como envelhecimento, manutenção e uso, sempre de difícil detecção e difíceis reparos com qualidade tecnicamente aceitáveis.</p>
<p>-  Mas tem outras coisas como o horizonte que geralmente é estabelecido como 30 anos, sem levar em conta que o tempo corre muito mais rápido do que a gente imagina e que situações estruturais são de dificílima intervenção e de reparos mais complicados. </p>
<p>- Não se fazem mais projetistas como antigamente. Hoje tem o computador que é terrivelmente veloz, faz milhares de cálculos sem errar e rápido. Mas todos esquecem que a única coisa que ele não faz é pensar, raciocinar, discernir. Ele apenas toma decisões em função de condições impostas.</p>
<p>A falta de documentação ou a complementação desta como as legendas bem elaboradas e os memoriais técnicos com todas as suas recomendações e até o passo a passo da execução e a orientação do que é indispensável ou imprescindível, hoje em dia nos impressiona. </p>
<p>Aliás reparar ou modificar algo depois de pronto e operando é terrivelmente mais complicado. Dia desses chegou uma pessoa de uma empresa com uma lista de não conformidades com aproximadamente 200 itens, numa subestação elétrica recentemente entregue. Ficou assustado com o tempo solicitado, as condições de desligamento impostas, a complexidade dos serviços e claro o preço.</p>
<p>Abordemos uns casos práticos e fáceis de entender da área civil: Nesse último mês aqui no prédio onde moro estávamos com uns pequenos serviços de manutenção a princípio corriqueiros que seriam resolvidos em 3 dias. Gastamos o mês inteiro e os custos foram de 3 a 4 vezes os inicialmente previstos.  </p>
<p>- A proposta inicial da obra era limpar as caixas de esgotamento sanitário (privadas mais água servida como, lavatórios, tanques e tal), tapar alguns buracos de rato, recuperar as bordas, impermeabilizar e numa delas recuperar dois canos quebrados detectados na obra emergencial anterior 3 meses antes. </p>
<p>- Acabamos descobrindo que quase todos os tubos de 100mm e 75mm que desciam margeando as colunas estavam quebrados (exceto 2) sempre no mesmo lugar, os joelhos. Para isso tivemos que romper a laje de concreto de 100mm do piso da garagem nos pontos necessários, escavar a terra, localizar os locais das avarias, serrar nos locais a serem trabalhados, desobstruir a tubulação cheia de pedras e areia misturadas a gordura, lama, fezes e tal, substituir os joelhos quebrados e em alguns casos pedaços de tubulação quebrados, soterrar, compactar a terra com água, fazer poços de inspeção, recuperar o concreto e acertar todo o piso quebrado. Um serviço de grande envergadura e monstruoso se comparado com o inicialmente proposto. </p>
<p>- Façamos agora uma retrospectiva das ocorrências que levaram a esses serviços: há 3 meses atrás, começou a vazar água de esgoto no quintal do prédio visinho atrás do nosso, fato que gerou queixa na saúde pública. Como havia mais três prédios ninguém sabia de quem era. Todos os síndicos começaram a procurar nos seus e ninguém achou nada logo de imediato, pois parecia estar aparentemente tudo certo. Para eliminar a dúvida, arrancamos o vaso sanitário do banheiro da sala do condomínio, no térreo, local mais próximo do vazamento. Aí tivemos a surpresa: Havia simplesmente um poço de mais de metro de profundidade cheio de água de esgotos. Os dois tubos estavam quebrados nos joelhos e totalmente afastados, com as saída totalmente obstruídas com pedras e areia e todo esgoto derramando pela terra que depois de saturada não absorvia mais, havendo o acúmulo até sair por alguma fresta, já ao nível do solo. Certamente isso vinha de muitos anos, provavelmente logo no início do uso do prédio. </p>
<p>A terra encharcada pesou sobre a tubulação provocando rachadura tambem na chegada da caixa, o que seria assunto para uma obra posterior, a que fizemos agora.</p>
<p>-  A questão então era descobrir a causa da quebra. Inicialmente aventamos a possibilidade de ataque por ratos, no entanto nenhuma evidência objetiva sustentava essa tese, pois os buracos produzidos por roedores são caracteristicamente circulares e roídos. Não era o caso, a evidência ali era mesmo de rachadura nos joelhos. Observamos um desnível acentuado entre o ponto onde se localizavam os joelhos e o de entrada na caixa de esgoto, cerca de 0,6m ou mais numa distancia até ela de aproximadamente 5m. Não foi muito difícil deduzir que a montagem ficou forçando o joelho no sentido de diminuir substancialmente a curva (tentativa de abrir o ângulo do joelho de 90º raio curto. Vale explicar que o ângulo da curva se mede a partir da longitude do tubo, caso contrário uma curva de 45º seria entendida com 135º). Calculando com base nessas medidas seria necessário uma curva de 83,15º o que não existe no mercado. Parece muito pouco tentar abrir o ângulo do joelho (90º) em 6,85º, mas num tubo rígido e de estrutura fraca como os de PVC usados em esgoto o esforço produzido é apreciável, principalmente se considerarmos que depois de uma rachadura e saída da água, a terra molha e pesa sobre o tubo aumentando muito os esforços.</p>
<p>- Na recuperação utilizamos luvas de correr, pois, alem de atender a uma necessidade de montagem, permitiu um alívio dos esforços de torção por possuírem internamente dois anéis de borracha que lhes asseguram a vedação. Um projeto bem elaborado deveria prever essa situação e uma boa fiscalização de obra deveria detectar e bloquear essa condição.</p>
<p>- Essa análise foi suficiente para que ficássemos em alerta para as próximas obras.</p>
<p>- Aproveitando a oportunidade da obra seguinte de substituição dos tubos rachados próximos da caixa de esgoto, resolvemos construir pelo menos uma caixa de passagem na rede geral de esgotos do prédio que permitisse a desobstrução e limpeza desta, corrigindo assim uma parte das não conformidades de projeto e execução dos serviços de conexão do nosso esgoto à rede pública, que eliminou a fossa e o sumidouro. </p>
<p>- Na ocasião desse serviço, utilizaram um projeto sugerido pelo pessoal da prefeitura e ninguém o estudou e o questionou a respeito da falta das caixas de passagem para permitir a limpeza da rede geral interna ao prédio e acabaram construindo o sistema de interligação sem elas, uma falha que pode acarretar sérios transtornos e dificuldades de manutenção, sem falar na aceleração do processo de degradação dos tubos durante as manutenções na tentativa de contornar as dificuldades de execução desta.</p>
<p>- A outra não conformidade foi a desvirtuação do que fora estabelecido no projeto original, onde os esgotos dos vasos sanitários iam primeiro a fossa e depois a água que sobrava ao sumidouro e a rede de águas servidas iam direto ao sumidouro, não havendo a mistura dessas antes desse tratamento. No projeto da interligação a rede pública todas as caixas intermediárias deságuam na rede geral misturando tudo. Isso quer dizer que em caso de baixa vazão por entupimento parcial da rede pública as caixas internas começam a trabalhar em nível mais alto contaminando todas as caixas.</p>
<p>- Quando construímos as caixas de passagem e fomos fazer a limpeza comprovamos que a quantidade de areia e pedras dentro da tubulação era realmente muito grande e deu muito trabalho para conseguir desobstruir.</p>
<p>- Logo na construção da primeira caixa, ao fazer a escavação pra construí-la observamos que estava tudo oco por baixo, principalmente na direção de uma das colunas onde desciam tubos de 75 e 100mm. Cavamos até lá e encontramos os mesmos quebrados. </p>
<p>- Resolvemos fazer mais duas caixas para melhorar o processo de limpeza futura e novamente encontramos mais outros tubos de 75 e 100mm quebrados nos pés das colunas.</p>
<p>- Isso nos deixou em alerta quanto aos tubos restantes. Então, para poupar serviços desnecessários resolvemos jogar bastante água em cada tubo e avaliar sua vazão nas saídas. Percebemos que em uns o volume era mínimo, incompatível com a quantidade jogada e que em outros nem saíam. Então escavamos nos locais de descida, localizamos as avarias, reparamos e fizemos novos testes para comprovar a eficiência dos serviços.</p>
<p>- Fizemos tambem poços de inspeção nas regiões críticas, onde estão os joelhos, para permitir uma inspeção periódica rápida e eficiente e possibilitar reparos localizados sem intervenções desnecessárias. </p>
<p>- Claro, depois veio toda aquela fase de recuperação das áreas degradadas: soterramento, concretagem e acabamento do piso, acerto e recomposição dos bordos das caixas, confecção de novas tampas e identificação das tampas das caixas e tal.</p>
<p>-Analisando friamente os fatos observa-se que todos os problemas foram gerados há muitos anos, na construção do prédio e na construção do sistema de interligação.</p>
<p>Roberto Vasco, 22/04/2012</p>
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		<title>O Colecionador de Dias</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Apr 2012 23:46:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes que você desapareça do mundo, procure de alguma forma deixar sua marca. Faça algo que as pessoas possam lembrar-se da sua existência. Assim como os grandes gênios inventores, escritores, músicos, pintores, cantores, atores, poetas ou simplesmente como os grandes homens ou grandes heróis. Mas faça algo! Se não puder ser um grande homem, seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes que você desapareça do mundo, procure de alguma forma deixar sua marca. </p>
<p>Faça algo que as pessoas possam lembrar-se da sua existência. Assim como os grandes gênios inventores, escritores, músicos, pintores, cantores, atores, poetas ou simplesmente como os grandes homens ou grandes heróis. Mas faça algo! </p>
<p>Se não puder ser um grande homem, seja tão somente um homem com o mínimo de civilidade, afinal, nem todo mundo nasce para ser herói. Se não houvesse quem precisasse de salvamento de que serviriam os heróis. </p>
<p>Diga uma frase bonita. Ensine algum ofício a alguém. </p>
<p>Escreva um artigo, lute pela natureza. </p>
<p>Proteste, conteste. </p>
<p>Proclame suas idéias, não as guarde somente para você, elas podem ser importantes para o mundo. </p>
<p>Não leve para o túmulo todo conhecimento adquirido. </p>
<p>Hipoteque, troque, transmita conhecimento. </p>
<p>Senão, você será apenas um morto, com algum passado e sem nenhum futuro, como alguém que passou pela vida, apenas colecionando dias sem saber o que fazer com eles.</p>
<p>Escrito por meu Tio Cesar Augusto V. Gonçalves, pouco antes do seu falecimento.</p>
<p>PS.: Tio Guto, esteja em paz. Certamente você será de grande utilidade no &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nosso_Lar">Nosso Lar</a>&#8220;.</p>
<p>Abraços !</p>
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		<title>Entrevista para o Visto Americano em São Paulo</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 02:56:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, Esse artigo visa mostrar, todos os passos que precisei executar para obtenção do meu visto Americano. Antes de todos os procedimentos necessários para a obtenção do visto, como eu ainda não tinha passaporte, tive que providenciar um. Para isso entrei no site : http://www.dpf.gov.br/servicos/passaporte/requerer-passaporte Você vai precisar de ler toda a documentação necessária [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal,</p>
<p>Esse artigo visa mostrar, todos os passos que precisei executar para obtenção do meu visto Americano.</p>
<p>Antes de todos os procedimentos necessários para a obtenção do visto, como eu ainda não tinha <strong>passaporte</strong>, tive que providenciar um.</p>
<p>Para isso entrei no site :</p>
<p><a href="http://www.dpf.gov.br/servicos/passaporte/requerer-passaporte">http://www.dpf.gov.br/servicos/passaporte/requerer-passaporte</a></p>
<p>Você vai precisar de ler toda a documentação necessária neste link :</p>
<p><a href="http://www.dpf.gov.br/servicos/passaporte/documentacao-necessaria">http://www.dpf.gov.br/servicos/passaporte/documentacao-necessaria</a></p>
<p>Depois precisará clicar nesse link, para o agendamento da confecção do passaporte :</p>
<p><a href="http://www7.dpf.gov.br/sinpa/inicializacaoSolicitacao.do?dispatch=inicializarSolicitacaoPassaporte&amp;UF=DF&amp;CD_MUNICIPIO=9701&amp;CD_LOTACAO=274">http://www7.dpf.gov.br/sinpa/inicializacaoSolicitacao.do?dispatch=inicializarSolicitacaoPassaporte&amp;UF=DF&amp;CD_MUNICIPIO=9701&amp;CD_LOTACAO=274</a></p>
<p>Depois disso, você precisará pagar a taxa, informada na sua <strong>GRU</strong>. ( São mais ou menos 140 Reais ).</p>
<p>Depois de agendado pelo site da Polícia Federal, você deverá comparecer até a sede para a entrevista do passaporte.</p>
<p>Nessa entrevista do passaporte você precisará levar os documentos relacionados no site .</p>
<p>Nota: <strong>Não adianta chegar lá sem levar todos os documentos mencionados na lista</strong>, caso esteja faltando algum você precisará reagendar e vai gastar mais dinheiro. Caso ocorra algum problema, <strong>jamais tente discutir com o policial, você será preso.</strong></p>
<p>Mais ou menos depois de 1 semana, seu passaporte estará apto a ser retirado, vá a Delegacia de Polícia Federal onde você fez seu passaporte na data e hora marcada e retire.</p>
<p>Com o passaporte na mão, é a hora de fazer os trâmites para obtenção do visto Americano.</p>
<p>E Tudo começa no site :</p>
<p><a href="http://www.visto-eua.com.br/agendamento-web/index.jsp?locale=pt_BR">http://www.visto-eua.com.br/agendamento-web/index.jsp?locale=pt_BR</a></p>
<p>Praticamente no final da página, existe um quadro, com as datas disponíveis mais próximas, escolha uma e vá até o seguinte link :</p>
<p><a href="http://www.visto-eua.com.br/agendamento-web/login.do?task=forwardLoginRequerente&amp;redirect=/requerentes.do">http://www.visto-eua.com.br/agendamento-web/login.do?task=forwardLoginRequerente&amp;redirect=/requerentes.do</a></p>
<p>Lá você vai preencher o seu número de passaporte, data de nascimento e por fim será necessário digitar o código de segurança, que é exibido.</p>
<p>Preencha tudo que lhe for pedido à partir daí e pague o valor do correspondente a aquisição de um crédito. O valor normalmente é de 38 Reais.</p>
<p>Esse crédito te da direito a agendar 1 entrevista no consulado americano.</p>
<p>Ponto Importante : Imprima a página de confirmação com um número de série, ele será imprescindível no dia de sua entrevista. Ví muita gente na fila perdendo tempo e dinheiro por não ter esse formulário impresso devidamente.</p>
<p><img class="alignnone" title="Exemplo de Página de Confirmação" src="http://www.visto-eua.com.br/agendamento-web/images/pt_BR/imagemConfirmacaoAgendamento.gif" alt="" width="535" height="525" /></p>
<p>Observação Importante: Depois de agendado JAMAIS tente mudar a sua data de agenciamento. Caso faça isso, seu crédito ficará inválido e você terá que pagar mais 38 Reais. Eu caí nessa besteira e paguei 2 vezes.</p>
<p>Depois de agendado, precisamos preencher o temido formulário DS-160, ele está disponível para ser preenchido nesse link :</p>
<p><a href="https://ceac.state.gov/genniv/">https://ceac.state.gov/genniv/</a></p>
<p>Vamos as observações importantes :</p>
<p>1) Digitalize a mesma foto 5&#215;7 do seu passaporte para ser usada no preenchimento do DS-160. ( No próprio site, tem um controle de qualidade de foto, que diz se a foto está boa ou ruim, não sei preocupe ).</p>
<p>2) Se você não tiver familiaridade com a língua inglesa, na opção : Select a tooltip linguaje, selecione PORTUGUÊS, vão aparecer várias dicas em português ao você repousar o mouse sobre alguma pergunta.</p>
<p>3) Sempre salve o formulário no botão salvar, a aplicação poderá cair em algum momento, e salvando você tem a possibilidade de fazer upload dela, caso tenha problema</p>
<p>4) Tenha uma impressora quando for fazer o formulário, no final do preenchimento é necessário imprimir o documento.</p>
<p>5)Preencha com muita atenção</p>
<p>Abaixo um modelo de preenchimento, lembrando que algumas coisas não se aplicam a Brasileiros.</p>
<p>Segue mas figuras que achei na internet, que podem ajudar.</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2012/03/ds1601.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2393" title="ds1601" src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2012/03/ds1601-221x300.jpg" alt="" width="221" height="300" /></a></p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2012/03/ds1602.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2394" title="ds1602" src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2012/03/ds1602-221x300.jpg" alt="" width="221" height="300" /></a></p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2012/03/ds1603.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2395" title="ds1603" src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2012/03/ds1603-195x300.jpg" alt="" width="195" height="300" /></a></p>
<p>Guarde o seu formulário DS-160 em um lugar seguro e o leve no dia da entrevista.</p>
<p>Agora precisamos de mais um passo, pagar no Citybank mais próximo a taxa consular, para vistos B1 / B2 ( Negocios / Turismo ) foi de mais ou menos 252 Reais, ou 141 Dólares, conforme o dólar do dia.</p>
<p>No meu caso não havia Citybank em Vitória, Espírito Santo, acabei pagando em São Paulo.</p>
<p>Feito todos esses passos, vamos agora ao TEMIDO dia da entrevista.</p>
<p>Minha entrevista estava marcada para as 07:15, eu sai de casa beirando as 05:00 da manhã, graças ao temido trânsito de São Paulo.</p>
<p>Logo imaginei que 05:00 da manhã era muito cedo, e que seria apenas eu na fila do Consulado Americano em São Paulo, ledo engano, haviam pelo menos 6 pessoas na fila. Chovia no dia e fiquei um tempo do outro lado da rua, até melhorar um pouco a chuva. ( Lembrem de levar guarda-chuva, caso esqueça o seu, sempre haverão vendedores do lado de fora, com preços que variam de 10 a 30 reais no guarda-chuva ).</p>
<p>Conheci 3 pessoas na fila, 2 rapazes e 1 menina que iam estudar fora, todos bem nervosos com a entrevista.</p>
<p>Chegou a hora da entrada, o pessoal da organização pediu para ficar com a folha de confirmação de agendamento, aquela que você fez lá em cima, e tem um código de barras.</p>
<p>Depois disso, todos vão entrando um a um, e a cada parada, eles grampearão no seus documentos, o número do seu Sedex ( Para caso você passe na entrevista, caso não passe, não servirá de nada. ), e sua foto no seu comprovante de agenciamento.</p>
<p>Depois disso, é hora de enfrentar a revista dos seguranças, que normalmente é feita de 3 em 3 pessoas, tudo isso bem rápido.</p>
<p>Passado pelos seguranças vocês irão caminhar até um novo guichê , lá seu passaporte e demais comprovantes ficarão retidos, você vai precisar assinar um papel, e vai ganhar uma senha, que é a sua senha para coleta das digitais.</p>
<p>Detalhe importante, as senhas são completamente aleatórias, uma pessoa que chegou bem atrás de você pode ser que vá para sua frente.</p>
<p>Os números das senhas aparecerão no telão, portanto tenha máxima atenção a ela.</p>
<p>Na hora da senha, existe uma pré-entrevista, você só informa alguns dados. Depois coloca primeiro a mão esquerda, depois a direita e por fim os dois polegares, no leitor biométrico , onde suas impressões são automaticamente coletadas.</p>
<p>Então nesse ponto você estará pronto para sua entrevista com o Oficial consular.</p>
<p>Uma pausa para falar sobre o que levar .</p>
<p>Bem, leve absolutamente TUDO que você puder levar para comprovar que você mora no Brasil, e que tem condições de se manter nos Estados Unidos até a sua volta para o Brasil.</p>
<p>Continuando, o assunto a minha entrevista creio que não durou 20 Segundos. E foi bem assim :</p>
<p>Consul : Olá Bom Dia,<br />
Eu : Bom Dia</p>
<p>Consul : Para onde você pretende ir nos EUA<br />
Eu : Las Vegas</p>
<p>Consul : Fazer o que ?<br />
Eu : Ir a uma conferência de segurança da informação</p>
<p>Consul : Qual a sua profissão<br />
Eu : Analista de Sistemas</p>
<p>Consul : Ok, visto concedido, passe no Sedex<br />
Eu: Obrigado ( Sorrisinho maroto nessa hora <img src='http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  ).</p>
<p>Foi assim, bem rapidinho</p>
<p>As pessoas que conheci na fila também conseguiram passar, muitas foram rejeitadas e saíram de lá chorando, provavelmente não tinham algum documento, ou gaguejaram.</p>
<p>Tenham as respostas na ponta da língua, e contem a verdade.</p>
<p>Bem, por último, só me restou pagar o Sedex aqui para o Espírito Santo, no valor de 43 Reais e aguardar o visto chegar.</p>
<p>Observação : Não marque passagens, hotéis ou qualquer outra coisa, sem o visto ter chegado em sua casa, ele pode não chegar em tempo hábil.</p>
<p>PS.: Lembrando, saiam cedo no dia de sua entrevista, o horário marcado lá na folha não ajuda em muita coisa, já que todos entrarão por ordem de chegada.</p>
<p>Então é isso pessoal, fiquem à vontade para perguntar e postar suas experiências aqui neste blog.</p>
<p>Abraços e espero que tenham gostado.</p>
<p><strong>Atualização : </strong>Ontem, depois de 8 dias úteis, chegou meu visto, com validade para 10 anos !</p>
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		<title>O Relógio-Mosqueteiro</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Mar 2012 23:41:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Há muitos anos atrás (47), fizemos uma gambiarra legal. Somando-se duas necessidades: despertar na hora desejada e espantar os mosquitos, construímos um dispositivo com essa dupla finalidade, o que estou chamando agora de “Despertador-Mosquiteiro que era composto de 3 partes como segue: A campainha era elétrica e constituída de um eletroímã (9) com uma haste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há muitos anos atrás (47), fizemos uma gambiarra legal. Somando-se duas necessidades: despertar na hora desejada e espantar os mosquitos, construímos um dispositivo com essa dupla finalidade, o que estou chamando agora de “Despertador-Mosquiteiro que era composto de 3 partes como segue:<br />
A campainha era elétrica e constituída de um eletroímã (9) com uma haste metálica (10) e de uma peça metálica (8) afixada através de uma haste (7) a outra  haste suporte vertical mais robusta (6) que era afixada num pedestal.</p>
<p>O interruptor que ligava a campainha era constituído do sistema formado pelas peças (3) um peso metálico e (4) uma chapa metálica.</p>
<p>O acionamento do interruptor era constituído de um barbante (2) de algodão que era marrado no ponto de uma espiral (1) espanta mosquito onde fora calculado que a queima ocorreria naquela hora desejada.</p>
<p>O programador de hora era um pedaço de barbante com duas marcas cuja distancia entre elas correspondia ao tamanho da espiral que queimava em meia hora. Ou seja, se a programação ocorresse a meia noite e a hora de despertar fosse às cinco, era medido sobre a espiral dez vezes a medida dessa marca de meia hora do barbante e ali se amarrava o barbante do peso. A espiral era acesa, Quando a queima chegava nesse ponto, o cordel queimava, o peso caía e fechava o contato entre ele e a outra peça metálica e ligava a campainha.<br />
Claro que a precisão estava na dependência de não faltar energia durante a algum período da madrugada. Até que funcionou muito bem.</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2012/03/relogiomosqueteiro1.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2012/03/relogiomosqueteiro1-300x163.png" alt="" title="relogiomosqueteiro" width="300" height="163" class="alignleft size-medium wp-image-2389" /></a>Ver desenho esquemático abaixo.</p>
<p>Roberto Vasco<br />
11/03/2012</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Circuito com resistores Pull Up</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Mar 2012 23:36:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[- Há algum tempo atrás estava bolando um circuitinho simples que serviria como detector de inundação caso alguma bomba estourasse o selo ou vazasse pela gaxeta ou quebrasse algum cano. Serviria tambem para acionar um alarme sonoro quando o flutuante da bóia soltasse e o nível do reservatório inferior subisse muito (A essa altura eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- Há algum tempo atrás estava bolando um circuitinho simples que serviria como detector de inundação caso alguma bomba estourasse o selo ou vazasse pela gaxeta ou quebrasse algum cano. Serviria tambem para acionar um alarme sonoro quando o flutuante da bóia soltasse e o nível do reservatório inferior subisse muito (A essa altura eu já havia obstruído o tubo da ladrão que jogava água fora no subsolo (Um troféu à inteligência de quem criou tal situação) sem ninguém perceber, até chegar aquela conta monstruosa, assim a água transbordava e molhava todo o piso do térreo. Mas se acontecesse durante a noite tambem ninguém veria, daí a necessidade do aviso).</p>
<p>- Ao invés de usar um alarme para cada ponto a minha idéia era usar um circuito único que pudesse detectar vários sensores. Então qualquer dos sensores que atuasse faria o circuito funcionar, ligando um relé em sua saída. Esse relé então faria o serviço de ligar uma buzina, acionar a lâmpada de um sinaleiro localizado num ponto de monitoração a ser definido ou qualquer outro serviço relativo a esse evento.</p>
<p>- Entre as várias possibilidades analisadas, como circuito com transistores, com amplificador operacional ou com portas lógicas, acabei escolhendo o de porta lógica e idealizei uma porta lógica NAND COM 8 ENTRADAS, prevendo acréscimos de futuros pontos de detecção.</p>
<p>- Utilizando a porta lógica NAND, conforme é perceptível na tabela verdade da figura 3 (Aqui só a título de demonstração coloquei apenas 3 entradas, mas a tabela pode ser com qualquer numero), a única maneira do relé ficar desligado é que todas as entradas estejam em “nível lógico 1”. Assim qualquer sensor que atuasse levaria a entrada onde ele estivesse ligado ao “nível lógico 0” e faria a saída ir para o “nível lógico 1”, energizando o relé e fazendo funcionar o alarme.</p>
<p>- Como inicialmente eu só precisava de dois pontos, enquanto ensaiava o circuito num “Protoboard”, fiz o circuito contemplando só as entradas “A” e “B”. Para essas entradas eu coloquei os resistores pull up , conforme é de praxe, para um bom funcionamento. Mesmo assim o circuito ainda ficou instável e o rele de saída ficava “zoando” (energizado com uma pequena tensão residual). Esse ruído aumentava e às vezes o relé até atracava quando aproximava muito a mão ou encostava acidentalmente o dedo em alguma entrada. Nesse ponto eu percebi que havia infringido uma regra básica quando se montam circuitos com várias entradas, ou seja, não deixar nenhum circuito em aberto ou flutuante ou em melhores termos eu deixara de garantir o “nível lógico 1” nas entradas não utilizadas para evitar essa instabilidade. Aí não teve jeito: tive que colocar mesmo os resistores ligando tambem cada porta não usada ao pólo positivo, garantindo esse “nível lógico 1” tambem para essas independente de qualquer coisa.</p>
<p>- Mas existem tambem casos de circuito onde se dá exatamente o contrario, isto é, precisamos garantir o “nível lógico zero” enquanto o “nível lógico 1 não ocorra. Nesse caso o resistor é ligado entre as portas correspondentes e o pólo negativo. Mas nesse caso recebem o nome de pull Down.</p>
<p>- Uma vez definido o circuito e seu funcionamento, era hora de escolher o CI. Optei pelo 4068BMS que é um Cmos 8 Input Nand/and Gate, ou seja um circuito de 8 entradas mas que possui duas saídas uma “direta” e outra “negada” podendo cumprir então as funções AND (E) e NAND (Não E), conforme se conecte o circuito de saída em K ou J respectivamente. Alem disso os circuitos de tecnologia CMOS possuem um baixo consumo, uma ampla gama de tensão de alimentação e no caso específico desse CI tem uma saída que permite ligar direto uma carga um pouco maior, como um pequeno relé. O diodo em antiparalelo com o relé serve para evitar surtos de tensão reversa no desligamento que poderiam avariar o CI. Ver Figuras anexas.</p>
<p>- Agora vamos a parte prática:<br />
Para uma montagem e sem grande preocupação com a estética pode ser usada uma daquelas placas cobreadas padrão com uma configuração semelhante a de um protoboard. A única preocupação é planejar as ligações de tal forma a evitar cruzamentos de fios devido a ação da capacitância no circuito que poderia causar alguma instabilidade pois as entradas são superamplificadas.</p>
<p>Para o sensor até um pedaço de fio rígido com o isolamento de termoplástico serve, mas quem for mais caprichoso e quiser evitar a gambiarra pode confeccionar um sensor mais apropriado, furando um tarugo de polietileno ou epóxi, implantando um pino retirado de uma tomada e deixando uma pontinha de fora para fazer o contato com a água e a parte de conexão de outro lado. Tambem pode colocar tubulação de PVC para passar os fios que vão até os sensores. No desenho a linha tripla logo abaixo dos sensores e aterrada representa a água no piso.</p>
<p>Para acondicionar a montagem pode ser usada tambem uma caixa padronizada de alumínio ou policarbonato. </p>
<p>O acabamento e aquele capricho ficam por conta de cada leitor, o que não é a minha praia. Lembro que há anos, quando montei uma fonte regulada ajustável de 0 a 30VCC, apesar de ser um circuito sofisticado com amplificadores operacionais e transistores de potência na saída, essa ficou muitos meses numa caixa de sapato e eu nem me dava conta dessa feiúra. Foi preciso a minha filha, ainda criança na época, estranhar e exclamar: “ mas numa caixa de sapatos, de papelão e tudo&#8230;! ” para eu me tocar e ir lá comprar uma caixa metálica padronizada. Mesmo assim não ficou esteticamente 100% por fora. Por dentro então nem falo. Na gravura abaixo as figuras 1 e 2 foram copiadas do datasheet e na 3 a figura do datasheet onde acrescentei o restante do circuito.</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2012/03/pullup.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2012/03/pullup-300x182.png" alt="" title="pullup" width="300" height="182" class="alignleft size-medium wp-image-2384" /></a></p>
<p>robertovasco@hotmail.com<br />
11/03/2012</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Aromatizadores, Difusores de Aromas e Sabonetes Artesanais</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Mar 2012 16:10:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Aromatizadores]]></category>
		<category><![CDATA[Difusores de Aromas]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos Artesanais]]></category>
		<category><![CDATA[sabonetes artesanais]]></category>
		<category><![CDATA[venda de sabonetes artesanais]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal, Imagino que vocês, em alguma ocasião precisou de presentear alguém, mas não sabia exatamente com o que, e o post de hoje trata justamente disso. Minha esposa Franciane Stein ( http://aromasdafran.blogspot.com ), tem um blog onde vende, Aromatizadores, Difusores de Aromas e Sabonetes, todos eles artesanais. São diversos tipos de kits, dentre os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal,</p>
<p>Imagino que vocês, em alguma ocasião precisou de presentear alguém, mas não sabia exatamente com o que, e o post de hoje trata justamente disso.</p>
<p>Minha esposa Franciane Stein ( <a href="http://aromasdafran.blogspot.com" title="Aromas da Fran" target="_blank">http://aromasdafran.blogspot.com</a> ), tem um blog onde vende, <strong>Aromatizadores</strong>, <strong>Difusores de Aromas</strong> e <strong>Sabonetes</strong>, todos eles artesanais. </p>
<p>São diversos tipos de <strong>kits</strong>, dentre os quais posso citar :</p>
<p>- Kits para <strong>lembrancinha de casamento</strong> ;<br />
- Kits para o <strong>dia dos namorados</strong> ;<br />
- Kits para o <strong>dia das Mães</strong> ;<br />
- Kits para outras <strong>datas especiais </strong>;<br />
- E <strong>kits que podem ser montados</strong> à gosto do cliente.</p>
<p>Todos eles são feito com produtos são feitos obedecendo os mais <strong>altos padrões de qualidade</strong>.</p>
<p>Recomendo à todos os leitores, que entrem no link ( <a href="http://aromasdafran.blogspot.com/2011/05/novidades-novidades.html" title="Aromas da Fran - Novidades" target="_blank">http://aromasdafran.blogspot.com/2011/05/novidades-novidades.html</a> ) e observem quão bonitos são os kits, e claro, façam seus pedidos.</p>
<p>Comprem, a pessoa que você vai presentear, certamente vai se sentir muito especial</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Resolução do Desafio &#8211; Coruja de TI</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2012/02/25/resolucao-do-desafio-coruja-de-ti/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=resolucao-do-desafio-coruja-de-ti</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Feb 2012 00:42:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Resolução do Desafio &#8211; Coruja de TI Obrigado ao Oscar, por participar da solução]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2012/02/DESAFIO_coruja.pdf">Resolução do Desafio &#8211; Coruja de TI</a></p>
<p>Obrigado ao Oscar, por participar da solução <img src='http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Magazine Franciane</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2012/02/12/magazine-franciane/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=magazine-franciane</link>
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		<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 13:23:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, Recentemente minha esposa fundou sua loja no Facebook. A loja é filiada ao Magazine Luiza, ou seja, ao comprar alguma coisa na loja da minha esposa, você estará comprando no Magazine Luiza. Atualmente a loja tem 60 produtos variados, a maioria deles voltado para mulheres. Aqui está o endereço : http://apps.facebook.com/magazinevoce/franciane Se você pensa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal,</p>
<p>Recentemente minha esposa fundou sua loja no Facebook.</p>
<p>A loja é filiada ao Magazine Luiza, ou seja, ao comprar alguma coisa na loja da minha esposa, você estará comprando no Magazine Luiza.</p>
<p>Atualmente a loja tem 60 produtos variados, a maioria deles voltado para mulheres.</p>
<p>Aqui está o endereço : <a title="Magazine Luiza" href="http://apps.facebook.com/magazinevoce/franciane" target="_blank">http://apps.facebook.com/magazinevoce/franciane</a></p>
<p>Se você pensa em dar algo de presente à alguém, dê uma passada por lá.</p>
<p>Abraços !</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Resolvendo o desafio de esteganografia da Clavis</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2012/01/26/resolvendo-o-desafio-de-esteganografia-da-clavis/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=resolvendo-o-desafio-de-esteganografia-da-clavis</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 14:59:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Baixar o PDF com a resolução Desafio_Clavis]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Baixar o PDF com a resolução<br />
<a href='http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/Desafio_Clavis.pdf'>Desafio_Clavis</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Aviso aos navegantes &#8211; Novo formato do blog</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2012/01/20/aviso-aos-navegantes-novo-formato-do-blog/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=aviso-aos-navegantes-novo-formato-do-blog</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 16:55:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Leitores, Agora vocês podem acessar o conteudo deste blog à partir de seus dispositivos móveis. Caso não gostem do formato novo ao ler em seu dispositivo móvel, basta desabilitar o plugin, no rodapé da página. Abraços !]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Leitores,</p>
<p>Agora vocês podem acessar o conteudo deste blog à partir de seus dispositivos móveis.</p>
<p>Caso não gostem do formato novo ao ler em seu dispositivo móvel, basta desabilitar o plugin, no rodapé da página.</p>
<p>Abraços !</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Resistência de Aterramento &#8211; Dúvidas.</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2012/01/12/2344/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=2344</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2012/01/12/2344/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 11:10:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Ref: (ABNT: NBR5410, NBR5419, NBR15749), (CELG: NTC60) Outro dia tentando responder a uma consulta técnica senti que compliquei mais do que ajudei ao leitor, talvez pela sua falta de conceitos técnicos específicos, necessários a compreensão. No fim das contas fui inquirido nos seguintes termos: “&#8230; Onde eu coloco as pontas de prova do aparelho medidor”? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ref: (ABNT: NBR5410, NBR5419, NBR15749), (CELG: NTC60) </p>
<p>Outro dia tentando responder a uma consulta técnica senti que compliquei mais do que ajudei ao leitor, talvez pela sua falta de conceitos técnicos específicos, necessários  a compreensão.</p>
<p>No fim das contas fui inquirido nos seguintes termos: “&#8230; Onde eu coloco as pontas de prova do aparelho medidor”?</p>
<p>Pergunta difícil de responder em poucas palavras, afinal não é tão simples como pegar um resistor qualquer, conectar as pontas de prova de um multiteste nas suas extremidades e ler o valor na tela do mesmo. Seria necessário primeiro saber exatamente o que se pretende medir, qual a finalidade do aterramento, o tipo de aparelho e o método utilizado na medição.</p>
<p>De fato o assunto é mesmo bastante complexo, envolve muitos conceitos e definições prévias alem de conhecimentos específicos da área de eletrotécnica e até mesmo muitos profissionais da área de eletricidade sem vivência nesse assunto específico sentem muita dificuldade e apanham muito mesmo, quanto mais um leigo ou um profissional novo ou não praticante nessa área.</p>
<p>Nesse artigo, vou discutir alguns tópicos, mostrar algumas normas e regulamentos e tecer alguns comentários, longe, no entanto da pretensão de esgotar o assunto, aliás, muito pelo contrário, é um incentivo para que as pessoas interessadas consultem as normas e livros específicos sobre o assunto e vejam na íntegra todo o assunto.</p>
<p>Antes de começar efetivamente o assunto é necessário fazer considerações importantes que valem não só aqui, mas para todas as áreas de conhecimento:</p>
<p>a- Para qualquer assunto ou atividade técnica, existem normas e regulamentos técnicos formulados por associações técnicas nacionais e internacionais, regulamentações de agencias reguladoras dos governos federais, estaduais e municipais, exigências legais, normas das empresas concessionárias de energia elétrica e normas internas de cada empresa.</p>
<p>b- Cada norma trata de um assunto específico e embora existam várias bem parecidas é necessário que se leia com atenção seu título para ter certeza que realmente aquela é a norma certa para o caso considerado. Já vi muita gente se referenciando a norma errada por essa desatenção.</p>
<p>c- É muito importante que se leia logo no início, no item “Objetivos”, para se ter certeza onde a norma se aplica, onde não se aplica, o que ela contempla, o que não contempla, o que ela não garante, quais as outras condições que ela orienta que sejam atendidas e quais as outras  normas envolvidas de algum modo no mesmo assunto, que devem ser tambem consultadas.</p>
<p>Falemos agora sobre o tema <strong>ATERRAMENTO ELÉTRICO</strong>.</p>
<p>Existem muitos livros específicos onde toda a teoria e procedimentos de projeto, instalação e medição são abordados e muitas normas, cada um no seu enfoque, abrangendo alguma parte, a qual regulamenta e orienta.</p>
<p>Nessa matéria tomo como referencia as seguintes normas e livro:</p>
<p><strong>NBR5410:1997</strong> – Instalações elétricas de baixa tensão</p>
<p><strong>NBR5419:2005</strong> – Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas</p>
<p><strong>NBR15749:2009</strong> – Medição de resistência de aterramento e de potenciais na superfície do solo em sistemas de aterramento</p>
<p><strong>NTC35 – CELG</strong> – Critérios de projetos de rede de distribuição subterrânea.</p>
<p><strong>NTC60 – CELG</strong> – Critérios de projetos e procedimentos para execuções de aterramentos em redes aéreas e subestações de distribuição</p>
<p><strong>LIVRO</strong>: Visacro Filho, Sivério.Aterramentos elétricos: Conceitos básico, Técnicas de medição e instrumentação, Filosofias de aterramento.São Paulo:Artliber editora.2002.</p>
<p><strong>Consultas</strong> – Na maioria das consultas as pessoas procuram saber: Qual é o valor mínimo da resistência de aterramento, como se efetua a medição, quais os parelhos usados ou porque não se pode usar simplesmente um multiteste.</p>
<p><strong>Valor mínimo</strong></p>
<p>A ABNT &#8211; NBR 5419-2005 – proteção de estruturas contra descargas atmosféricas diz: O valor de resistência de aterramento do SPDA não pode ser superior a 10 ohms. Para a medição, devem haver caixas de inspeção onde se possa desconectar a descida ( a medição deve ser feita com a descida desconectada do aterramento ).</p>
<p>A CELG – NTC35 &#8211; Critérios de projetos de rede de distribuição subterrânea diz:</p>
<p>O valor da resistência de terra deve ficar em torno de 10 ohms, em qualquer época<br />
do ano.</p>
<p>O livro Aterramentos elétricos de Silvério Visacro Filho, página 51 esclarece a questão:</p>
<p>“É difícil estabelecer qual é o valor razoável de RT de uma forma absoluta, isso depende da aplicação do aterramento, de fatores técnicos e econômicos.</p>
<p>É comum encontrar resistência de aterramento de valor menor que 5 Ohms para instalações elétricas de grande porte e de valores na faixa de 40 a 400 Ohms na redes de distribuição de energia elétrica.</p>
<p>Alguns autores consideram condenáveis resistências de aterramento superiores a 25 Ohms.”</p>
<p>Aplicações dos aterramentos – No mesmo livro citado acima são relacionadas 7 aplicações de aterramentos para:</p>
<p><strong>Sistema de alimentação(subestação)</strong> &#8211; proteção do pessoal contra os efeitos da corrente de curto circuito.</p>
<p><strong>Sistemas de proteção contra descargas atmosféricas</strong> – SPDA, Prover um caminho de baixa impedância para a corrente de descarga, no seu percurso preferencial em direção ao solo (constituído pelos cabos do sistema de proteção).</p>
<p><strong>Para sistemas de alta freqüência</strong> &#8211; Minimizar os efeitos de interferência associados a irradiação na faixa de alta freqüência, como aqueles oriundos do sistema de telecomunicações ou da ocorrência de fenômenos rápidos como descargas atmosféricas.</p>
<p><strong>Para descargas eletrostáticas</strong> &#8211; Evitar o acúmulo de cargas nos componentes condutivos do sistema.</p>
<p><strong>Para condutor de Terra de segurança</strong> – Assegurar a ligação para a terra de todas as partes metálicas do sistema, expostas ao contato de pessoal.  </p>
<p><strong>Para condutor de terra</strong> – Conectar os corpos metálicos do sistema (que podem ser energizados em caso de falha) com o ponto que fecha o loop do circuito que alimenta essa eventual falta.</p>
<p><strong>Para terra de referência</strong> – Construir uma referencia de potrencial para equipamentos sensíveis, sendo, portanto posicionado no potencial nulo (terra remoto).</p>
<p><strong>Como se efetua a medição?</strong></p>
<p>Aqui é preciso definir exatamente o que se quer medir: Resistividade do solo, Resistência do eletrodo de aterramento, ou resistência dos condutores de proteção, pois cada um desses possui um conceito diferente. A norma ABNT- NBR5410:1997 – Instalações elétricas de baixa tensão, a respeito dos dois últimos itens diz textualmente:</p>
<p>7.3.4.2 – Medição da resistência do eletrodo de aterramento</p>
<p>A medição da resistência de aterramento quando prescrita deve ser realizada com corrente alternada e por um dos métodos seguintes:</p>
<p>a) &#8211; Utilizando aparelho convencional (Terrômetro) e dois eletrodos auxiliares independentes, alinhados quando existir espaço adequado.</p>
<p>b) – utilizando amperímetro e voltímetro com injeção de corrente.</p>
<p>Nota: O anexo “D” fornece a descrição de um método de medição e as condições a serem atendidas.</p>
<p>7.3.4.4 – Medição da resistência dos condutores de proteção</p>
<p>7.3.4.4.1 &#8211; A verificação consiste na medição da resistência R entre qualquer massa e o ponto mais próximo da ligação equipotencial principal.</p>
<p>Recomenda-se que as medições sejam realizadas com uma fonte com tensão em vazio entre  4 e 24 V em corrente alternada, ou em corrente contínua com corrente de ensaio de no mínimo 2 A.. (Nesse caso particular pode ser corrente contínua).</p>
<p>A resistência R deve ser menor ou igual a Uc/It, onde Uc é a tensão de contato presumida e It é a corrente que assegura a atuação do dispositivo de proteção dentro do tempo estabelecido na tabela 20.</p>
<p>Aqui é possível notar que: a) existem métodos de medição, b) existem aparelhos específicos, ou seja um multímetro comum na escala de resistência não serve. Podemos ,no entanto, utilizá-lo na escala CA para medir a tensão CA nos pontos indicados no método. Alem disso temos que usar a fonte de CA conforme orienta o item da norma.</p>
<p>As razões são simples: As corrente de medição dos multímetros são CC e muito baixas e os resultados das medições nessas condições podem ficar errados por causa das possíveis interferências. A esse respeito tambem muitos aparelhos de medição próprios trabalham em freqüências diferentes às da rede de distribuição e bem mais elevadas que estas. Alem disso a corrente contínua se usada na medição pode causar reações eletroquímicas entre os eletrodos e os componentes do solo, polarizando-os e com isso produzindo erros nas leituras .</p>
<p>Esquemas da medições</p>
<p>Conforme ABNT-NBR5410, anexo D, fig.23.</p>
<p>Ver figura abaixo:</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/image002.gif"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/image002-300x227.gif" alt="" title="image002" width="300" height="227" class="alignleft size-medium wp-image-2345" /></a></p>
<p>Medição de Resistividade do solo &#8211; Método Wenner –</p>
<p>Conforme citado na norma CELG-NTC 60, consiste na utilização de 4 eletrodos, 2 de corrente e dois de potencial, onde uma corrente I é injetada e uma diferença de potencial é medida., obtendo-se assim um valor de resistência “R”, o qual deve ser interpretado como a resistência do solo em uma profundidade igual a separação entre os elétrodos.</p>
<p>O valor da resistividade é calculado pela seguinte expressão:</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/image004.gif"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/image004-300x110.gif" alt="" title="image004" width="300" height="110" class="alignleft size-medium wp-image-2346" /></a></p>
<p>A figura a seguir ilustra o esquema:<br />
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/image006.gif"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/image006-300x196.gif" alt="" title="image006" width="300" height="196" class="alignleft size-medium wp-image-2347" /></a></p>
<p>Medir a resistividade do solo é útil em projeto elétrico, quando se precisa determinar a quantidade de eletrodos ou até fazer o tratamento químico do solo.</p>
<p>Medição do potencial de toque &#8211;  Conforme citado na norma CELG-NTC 60, o potencial de toque é a diferença de potencial entre um objeto metálico aterrado ou não e um ponto da superfície do solo separado por uma distância horizontal equivalente ao alcance normal do braço de uma pessoa, considerado igual a um metro. Ver na figura a seguir o esquema de medição.</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/image008.gif"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/image008-300x198.gif" alt="" title="image008" width="300" height="198" class="alignleft size-medium wp-image-2348" /></a></p>
<p>Medição do potencial de passo –  Conforme citado na norma CELG-NTC 60, o potencial de passo é a diferença de potencial entre dois pontos da superfície do solo separado pela distância de um passo de uma pessoa, considerado igual a um metro. Veja na figura a seguir o esquema de medição:</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/image010.gif"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/image010-300x193.gif" alt="" title="image010" width="300" height="193" class="alignleft size-medium wp-image-2349" /></a></p>
<p>As medições dos potenciais de toque e de passo tambem podem ser realizadas com pesos para reproduzir melhor a situação de choque numa pessoa. Para isso se utiliza 2 pesos de 35Kg cada ( simulando uma pessoa de 70Kg) e duas resistências, uma de 1000 Ohms (simulando a resistência de um corpo humano) e outra de 3000 Ohms.</p>
<p>Terrômetro Alicate &#8211;  Existem telurímetros, tambem conhecidos como terrômetros, de 3 terminais, de 4 terminais e de alicate. Os dois primeiros foram comentados acima. Quanto ao terrômetro do tipo alicate, precisamos ficar atentos quanto a sua aplicação, pois não serve para todos os casos. Analisemos o esquema abaixo</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/image012.gif"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/image012-300x140.gif" alt="" title="image012" width="300" height="140" class="alignleft size-medium wp-image-2350" /></a></p>
<p>Vejamos abaixo a explicação sobre o princípio de funcionamento:</p>
<p>A fonte do instrumento injeta a corrente senoidal Ic de amplitude conhecida e na faixa de frequência de 1500Hz na espira colocada sobre um núcleo de material magnético. Tal corrente gera um fluxo magnético de mesma frequência que atravessa a superfície determinada pelo contorno do circuito que contem a resistência cujo valor se deseja conhecer. A variação de fluxo em relação ao tempo determina a indução de uma força eletromotriz (fem) no circuito. A quantificação desta é imediata a partir dos parâmetros do instrumento.</p>
<p>Conforme explica o livro “o terrometro alicate só pode ser usado para medir a resistência de aterramento nos casos em que existe naturalmente um circuito fechado incluindo tal resistência.</p>
<p>Nesse caso, o solo fecha o circuito constituído pelas diversas hastes (ou pequenos aterramentos) juntas aos postes, interligadas através do fio terra.</p>
<p>O aparelho não se aplica em medições nas quais se tem um circuito aberto como no aterramento de uma malha de subestação ou no aterramento específico de um sistema de proteção contra descargas com uma única descida.</p>
<p><strong>Terminologia</strong> – em qualquer estudo técnico é muito importante conceituar os termos para uniformizar a linguagem, fugir de falsas interpretações e com isso evitar erros grosseiros. Assim incluo nesse trabalho algumas definições tomadas como referência à norma CELG-NTC60, que por sua vez atende as normas ABNT-NBR5456 – Eletricidade geral – Terminologia e ABNT – NBR5460 – Eletrotécnica e eletrônica – Sistemas elétricos de potência – Terminologia e a várias outras citadas no escopo da NTC60. Ver abaixo:</p>
<p><strong>DEFINIÇÕES:</strong> conforme a norma CELG – NTC60: Essa norma, como é praxe se referencia a várias outras, conforme apresenta em seu conteúdo. Confira em:</p>
<p><a href="http://celgd.celg.com.br/arquivos/dadosTecnicos/normasTecnicas/NTC60.pdf">http://celgd.celg.com.br/arquivos/dadosTecnicos/normasTecnicas/NTC60.pdf</a></p>
<p><strong>Aterramento</strong> – Ligação intencional de parte eletricamente condutiva à terra, através de um sistema de aterramento.</p>
<p><strong>Condutor de aterramento (rabicho)</strong> – Condutor ou elemento metálico, que faz a ligação elétrica entre uma parte de uma instalação que deve ser aterrada e o eletrodo de aterramento.</p>
<p><strong>Circuito Terra</strong> – Circuito elétrico formado pelos componentes responsáveis pelo escoamento da corrente de falta fase-terra (ou de uma fração da mesma) para o solo.</p>
<p><strong>Corrente de falta</strong> – Corrente que flui de um condutor para outro e/ou para a terra, no caso de uma falta e no local desta. No texto a corrente de falta é a corrente de curto circuito assimétrica Fase-Terra.</p>
<p><strong>Corrente de interferência (em medições de aterramento)</strong> – Qualquer corrente estranha ao processo de medição capaz de influenciar seus resultados.</p>
<p><strong>Corrente de malha</strong> – Parcela da corrente de falta dissipada pela malha de aterramento para o solo.</p>
<p><strong>Eletrodo de aterramento</strong> – Condutor enterrado no solo, eletricamente ligado a ele, ou condutor embutido em concreto que, por sua vez, está em contato com o solo através de uma grande área.</p>
<p><strong>Eletrodo natural de aterramento</strong> – Elemento condutor ligado diretamente à terra, cuja finalidade original não é de aterramento, mas que se comporta naturalmente como um eletrodo de aterramento. (Obs. Do Autor do artigo: cano d’água (metálico) enterrado, Peça metálica enterrada, etc.)</p>
<p><strong>Falta elétrica</strong> – Contato ou arco acidental entre partes sobre potenciais diferentes e/ou de uma ou mais dessas partes para a terra, num sistema ou equipamento elétrico energizado.</p>
<p><strong>Haste de aterramento</strong> – Eletrodo de aterramento constituído por uma haste rígida cravada no solo.</p>
<p><strong>Malha de aterramento</strong> – conjunto de condutores nus, interligados e enterrados no solo.</p>
<p><strong>Potenciais perigosos</strong>  – Potenciais que pode provocar danos quando aplicados ao elemento tomado como referência.</p>
<p><strong>Potencial transferido</strong> – Valor do potencial transferido para um ponto remoto de um dado sistema de aterramento.</p>
<p><strong>Resistência de aterramento ( de um eletrodo)</strong> – Resistência Ôhmica entre o eletrodo de aterramento e o terra de referência .</p>
<p><strong>Resistividade aparente do solo</strong> – Valor da resistividade resultante da avaliação das condições locais e do tratamento estatísticos dos resultados de diversas medições de resistividade do solo para um dado espaçamento efetuada numa determinada área ou local e que possa ser considerado como representativo das características elétricas do solo.</p>
<p><strong>Resistividade elétrica do solo ( Resistividade do solo)</strong> – Resistência entre faces opostas do volume de solo, consistindo de um cubo homogêneo e isótropo cuja aresta mede uma unidade de comprimento.</p>
<p><strong>Tensão máxima do sistema de aterramento</strong> – Tensão máxima que um sistema de aterramento pode atingir relativamente ao terra de referência, quando da ocorrência de injeção de corrente para o solo.</p>
<p><strong>Tensão de passo</strong> – Diferença de potencial entre dois pontos da superfície do solo separado pela distância de um passo de uma pessoa, considerado igual a um metro.</p>
<p><strong>Tensão de toque</strong> – Diferença de potencial entre um objeto metálico aterrado ou não e um ponto da superfície do solo separado por uma distância horizontal equivalente ao alcance normal do braço de uma pessoa, considerado igual a um metro.</p>
<p><strong>Terra</strong> – Massa condutora do solo num dado local ou, por extensão, uma massa metálica a ele ligada permanentemente.</p>
<p><strong>Terra de referência</strong> – Região do solo suficientemente afastada da zona de influência de um eletrodo ou sistema de aterramento, tal que a diferença de potencial entre dois quaisquer de seus pontos, devido a corrente que circula pelo eletrodo para a terra, seja desprezível. É uma superfície praticamente equipotencial que se considera como ponto zero para referência de tensões elétricas.</p>
<p>Finalizo aqui este artigo, pois apesar de escolher apenas alguns tópicos e comprimi-los ao máximo, ainda ficou extenso.</p>
<p>robertovasco@hotmail.com – 08/01/2012</p>
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		<item>
		<title>Resistência de Isolamento de Cabos &#8211; Dúvidas</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 10:49:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Algumas das normas ABNT que regem ensaios de cabos elétricos são: - NBR7286(Cabos de potência com isolação extrudada de borracha etilenopropileno (EPR) para tensões de 1 kV a 35 kV &#8211; Requisitos de desempenho), - NBR7288 (cabos de potência com isolação sólida extrudada de cloreto de poli vinila-PVC- ou polietileno(PE) para tensões de 1KV ) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas das normas ABNT que regem ensaios de cabos elétricos são:</p>
<p>- NBR7286(Cabos de potência com isolação extrudada de borracha etilenopropileno<br />
(EPR) para tensões de 1 kV a 35 kV &#8211; Requisitos de desempenho), </p>
<p>- NBR7288 (cabos de potência com isolação sólida extrudada de cloreto de poli vinila-PVC- ou polietileno(PE) para tensões de 1KV )</p>
<p>Outro dia, numa troca de e-mails em função de uma consulta apareceram algumas dúvidas com respeito aos cálculos dos valores de resistência de isolamento em função das medidas obtidas com o megohmetro e os cálculos que a norma indica. A norma diz:<br />
<br />
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/image001.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/image001-300x116.png" alt="" title="image001" width="300" height="116" class="alignleft size-medium wp-image-2337" /></a><br />
</p>
<p>- A dúvida era se depois de calcular o valor de Ri da forma indicada pela norma acima precisava multiplicar pelo comprimento do cabo dado em metros para representar o valor em Ohms.Km.</p>
<p>- Na primeira vez eu intuitivamente e pelo que sempre observei na prática disse que não e estava certo, mas a dúvida permaneceu.</p>
<p>- Insistindo na consulta, mostrou-me os cálculos com os valores multiplicados.  Apressado como estava e com a cabeça em outros compromissos, sem pensar direito, cometi a bobagem de dizer que estava razoável o cálculo. Não estava. </p>
<p>- Não demorou muito e foi retornada a consulta com mais dúvida ainda e em condições piores, pois com o resultado da medição multiplicado pela distância em metros convertido em Kilometro o valor caía drasticamente e o cabo novo e recém instalado ficava condenado por isolamento abaixo do que a norma disse.</p>
<p>- Nesse ponto, retornei a leitura pausada da norma para que não escapasse nenhum detalhe importante.<br />
</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/image003.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2012/01/image003-300x96.png" alt="" title="image003" width="300" height="96" class="alignleft size-medium wp-image-2338" /></a></p>
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		<title>Troll Face no Facebook</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 19:42:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Aqui estão os códigos de imagens de troll, no facebook : [[171108522930776]] [[164413893600463]] [[218595638164996]] [[189637151067601]] [[129627277060203]] [[227644903931785]] [[100002752520227]] [[105387672833401]] [[100002727365206]] [[224812970902314]]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui estão os códigos de imagens de troll, no facebook :</p>
<p>[[171108522930776]]<br />
[[164413893600463]]<br />
[[218595638164996]]<br />
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[[129627277060203]]<br />
[[227644903931785]]<br />
[[100002752520227]]<br />
[[105387672833401]]<br />
[[100002727365206]]<br />
[[224812970902314]]</p>
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		</item>
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		<title>Ensaios de motor de 12 pontas &#8211; Parte II</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/12/19/ensaios-de-motor-de-12-pontas-parte-ii/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ensaios-de-motor-de-12-pontas-parte-ii</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/12/19/ensaios-de-motor-de-12-pontas-parte-ii/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 15:37:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gustavoroberto.blog.br/?p=2322</guid>
		<description><![CDATA[ESCLARECIMENTOS - Primeiramente cabe aqui um esclarecimento sobre a proposição do método utilizando nos testes 110VCA ao invés de 9VCC. Consideremos primeiro os três princípios básicos do eletromagnetismo de forma bem simples: 1- Se um condutor for percorrido por uma corrente elétrica, aparece em torno dele um campo magnético. 2- Se este condutor do item [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>ESCLARECIMENTOS</strong></p>
<p>- Primeiramente cabe aqui um esclarecimento sobre a proposição do método utilizando nos testes 110VCA ao invés de 9VCC.</p>
<p>Consideremos primeiro os três princípios básicos do eletromagnetismo de forma bem simples:</p>
<p>1-    Se um condutor for percorrido por uma corrente elétrica, aparece em torno dele um campo magnético.</p>
<p>2-    Se este condutor do item 1 , acima, estiver sob influencia de um campo magnético o mesmo ficará sujeito a uma força. Claro, os dois campos magnéticos reagirão e haverá a força de atração ou repulsão.</p>
<p>3-    Se um condutor estiver em presença de um campo magnético variável, aparecerá nas suas extremidades uma diferença de potencial. Claro que essa ddp tambem será variável.</p>
<p>Essas idéias são suficientes para explicar de forma bastante elementar o funcionamento de bobinas, motores e transformadores.</p>
<p>Agora consideremos um circuito constituído numa série onde temos uma bateria, um interruptor e uma bobina e outra bobina enlaçada pelo fluxo desta. Ver figura:<br />
<br />
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/image002.gif"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/image002-300x106.gif" alt="" title="image002" width="300" height="106" class="alignleft size-medium wp-image-2325" /></a><br />
<br />
Quando se liga o interruptor estabelece-se uma corrente que produz um fluxo que abraça a bobina. Esse fluxo é crescente e induz uma f.e.m na outra bobina abraçada por esse fluxo, tambem crescente.</p>
<p>Quando se desliga, por aquele princípio do item 1, a bobina está sob influencia do seu próprio campo magnético, então haverá um fluxo decrescente. Então a f.e.m induzida na outra bobina terá um sentido oposto, até se extinguir.</p>
<p>Isso não é hipotético, mas perfeitamente palpável, visível na tela de um osciloscópio que esteja monitorando o sinal dessa bobina.</p>
<p>Em outras palavras o que temos é uma variação de fluxo em duas direções opostas, ou seja, um cresce de zero a um máximo e o outro logo a seguir do máximo a zero. Então pelo terceiro principio que citamos acima, essa bobina está produzindo um campo magnético variável e outra bobina que esteja sobre sua influência terá em suas extremidades uma força eletromotriz induzida ou simplesmente tensão que tambem será variável pois o campo que produziu tambem era variável.</p>
<p>Assim com uma bateria que possui corrente contínua e um interruptor que fecha e abre continuamente conseguimos fazer um transformador funcionar, como é o caso das bobinas dos carros, onde o interruptor é o platinado.</p>
<p>No caso do uso da bateria temos dois problemas que causam imprecisão:</p>
<p>a-     Perceber a posição máxima que o ponteiro atingiu. Isso só se resolveria usando um tipo de medidor que possui um ponteiro sem retorno levado pelo ponteiro normal, de modo que fica memorizado mecanicamente a posição máxima que ele chegou, o que não é facilmente encontrável.</p>
<p>b-    O repique do interruptor que causa instabilidade e faz variar muito o valor da tensão ou até inverter o sentido, dando um valor falso. Isso decorre porque um contato não fecha perfeitamente logo no início, ver figura:<br />
<br />
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/image004.gif"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/image004-300x71.gif" alt="" title="image004" width="300" height="71" class="alignleft size-medium wp-image-2326" /></a><br />
<br />
Com um interruptor de boa qualidade como o platinado de carro, com uma área de contato razoável, Liga metálica do contato de baixa resistividade, pressão de contato forte e sistema de acionamento bastante regular esse efeito é bastante minimizado.</p>
<p>No entanto fazendo essa operação manualmente, encostando fios ou com interruptor de má qualidade, acionado irregularmente esse efeito piora muito.</p>
<p>Se o que queremos é produzir variação de fluxo com o objetivo de induzir tensão em outra bobina, podemos fazer com muito mais segurança e estabilidade utilizando tensão alternada, como aquela que temos nas nossas casas.</p>
<p>A tensão alternada, cresce de zero ao máximo, decresce do máximo a zero, depois de zero ao máximo no sentido inverso e desse máximo negativo até zero. Então é só ligar ao primário do transformador e obter uma tensão no secundário cujo valor depende da relação de espiras e das características do circuito magnético.</p>
<p>Como a tensão alternada que dispomos é relativamente estável em termos de frequência mas varia a tensão conforme as cargas que são ligadas e desligadas, precisamos usar um estabilizador.</p>
<p>É uma boa escolha utilizar a tensão alternada pela simplicidade, comodidade e precisão.</p>
<p>Como eu não tinha no momento um estabilizador as leituras não ficaram muito precisas, mas deu pra deduzir o que precisava.</p>
<p>No nosso caso o primário é a bobina escolhida e os secundários cada uma das outras onde estamos medindo. </p>
<p><strong>ESTUDO DAS TENSÕES MEDIDAS X DISPOSIÇÃO DAS BOBINAS</strong></p>
<p>Agora vamos a outras considerações importantes para explicar os valores da tensões medidas, na verdade o “ X ” da questão.</p>
<p>Novamente precisamos recorrer aos ensinamentos do eletromagnetismo e do bobinador que informou a disposição das bobinas ao longo do pacote magnético.</p>
<p>Primeiramente consideremos que os testes foram executados com o motor montado (o rotor inserido no estator). Esse rotor é do tipo gaiola, que equivale a um conjunto de bobinas curtocircuitadas, como se fosse um aro.</p>
<p>Quando ele está submerso num campo magnético variável, a tensão nele induzida provoca a circulação de uma alta corrente que por sua vez produzirá um campo magnético variável de direção oposta a corrente que o produziu, segundo a lei de Lenz. Outra bobina que esteja sob a influencia desse campo terá uma força eletromotriz induzida (tensão) em suas extremidades.</p>
<p>Observemos na figura abaixo que as tensões induzidas de maior valor são a das bobinas adjacentes a que foi aplicado a tensão, certamente por estarem sob influencia do campo magnético desta, de certa forma como se fizesse parte dela, devido a proximidade entre elas. Essas praticamente não nos interessam muito devido a isso. Ou talvez, considerando a bobina onde a tensão está aplicada como primário, estas seriam enrolamentos que fazem parte do primário, ou mais duas bobinas do primário.<br />
<br />
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/image006.gif"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/image006-300x140.gif" alt="" title="image006" width="300" height="140" class="alignleft size-medium wp-image-2327" /></a><br />
<br />
Agora vamos para as bobinas do lado oposto. A que está no lado diametralmente oposto possui uma tensão maior do que as que estão adjacentes a esta. Para explicar, recorramos novamente ao eletromagnetismo:</p>
<p>Pelos ensinamentos do eletromagnetismo a bobina cujo plano é perpendicular às linhas de fluxo magnético é a que terá maior tensão. Essa tensão decresce a medida que esse plano gira se afastando desta posição até zerar completamente quando o plano estiver paralelo às linhas de fluxo magnético. Ver figura:<br />
<br />
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/image008.gif"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/image008-300x119.gif" alt="" title="image008" width="300" height="119" class="alignleft size-medium wp-image-2328" /></a><br />
<br />
Aqui o campo magnético da bobina onde a tensão foi aplicada, induziu na bobina curtocircuitada do rotor, que gerou seu campo magnético e por sua vez induziu na outra bobina em frente onde medimos.<br />
<br />
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/image010.gif"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/image010-300x103.gif" alt="" title="image010" width="300" height="103" class="alignleft size-medium wp-image-2329" /></a><br />
</p>
<p><strong>CONCLUINDO:</strong></p>
<p>Então como dissemos anteriormente, das bobinas do lado oposto a que possui um plano perpendicular às linhas de força, o plano vermelho da figura, possui uma tensão maior do que as outras  adjacentes, planos das demais cores na figura, que formam ângulos menores que noventa graus em relação às linhas de força.</p>
<p>Fica explicado então, a luz dos ensinamentos do eletromagnetismo, porque o valor da tensão na bobina que forma o par não é a máxima nem a mínima, mas um valor médio.</p>
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		<title>Ensaio de Motor 12 pontas</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 15:16:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de várias consultas que me fizeram, tive dúvidas. Fui procurar na oficina, ninguém sabia algo convincente. Encontrei um método proposto no site abaixo e resolvi ensaiar. Confiram na pesquisa abaixo. EQUIPAMENTO: {Motor WEG, 2,2KW, 3CV, 1785rpm, 60Hz, 12 pontas} OBJETIVO: Com todas as pontas sem marcação, numerá-las numa seqüência tal que seja possível fazer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de várias consultas que me fizeram, tive dúvidas. Fui procurar na oficina, ninguém sabia algo convincente. Encontrei um método proposto no site abaixo e resolvi ensaiar. </p>
<p>Confiram na pesquisa abaixo. </p>
<p><strong>EQUIPAMENTO:</strong><br />
{Motor WEG, 2,2KW, 3CV, 1785rpm, 60Hz, 12 pontas}</p>
<p><strong>OBJETIVO:</strong><br />
Com todas as pontas sem marcação, numerá-las numa seqüência tal que seja possível fazer os fechamentos para 220/380/440/760V.</p>
<p>- O site { <a href="http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080728055046AAqJqYl">http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080728055046AAqJqYl</a> } descreve um método que resumindo é o seguinte:</p>
<p>1- Identificar os pares de fios que correspondem a uma bobina testando continuidade.</p>
<p>2- Identificar o par de cada bobina do seguinte modo: escolher uma bobina e conectar o miliAmperímetro analógico de zero central. Em cada uma das outras, uma de cada vez, conectar uma bateria de 9V, ligando e desligando o circuito. Aquela que der a deflexão maior será o par. Marcar a primeira com 1 e 4 e a segunda com 7 e 10, (polaridade à confirmar). Repetir esse procedimento para os outros pares.</p>
<p>3- Determinar a polaridade das bobinas que formam o par, usando o seguinte procedimento: Na bobina onde o amperímetro está ligado, escolha o fio que está ligado à entrada do aparelho como início de bobina e à saída deste como final. Repita os testes do item 2. Se o ponteiro do aparelho defletir para o negativo, o condutor ligado para o positivo é inicio de bobina, caso contrario é fim de bobina. Repetir as operações para os outros grupos, fazer a numeração e depois os fechamentos para cada tensão e testar.</p>
<p><strong>ENSAIO COM O MÉTODO INDICADO</strong><br />
Foi verificado que a deflexão máxima do ponteiro depende do bom contato elétrico no momento em que encosta. Testando várias vezes o valor nunca é igual. Conforme o repique as vezes o ponteiro tenta ir para o lado contrario depois volta para o outro lado. Verificado tambem que o valor médio quando se liga e desliga rápido e constantemente depende alem do bom contato, da freqüência com que se pisca. Se alguem conseguiu, parabéns. Eu não consegui. Assim os resultados das leituras são imprecisos e confusos. </p>
<p><strong>MÉTODO PROPOSTO</strong><br />
Devido as dificuldades encontradas no ensaio acima e de se conseguir um miliAmperímetro analógico de zero central, propusemos aplicar uma tensão 110VCA em uma das bobinas e medir tensão nas outras, pois o que se espera ao ligar e desligar uma fonte CC numa bobina é produzir nesta uma variação de fluxo que permitirá medir nas outras bobinas uma FEM induzida, onde baseado na informação do método apresentado a maior delas seria obtida na que for o par desta. Usamos um multímetro digital na escala CA.<br />
Para determinar a polaridade propusemos ligar em série com o voltímetro digital um diodo e posicioná-lo para a escala CC. Se o parelho indicar um sinal “negativo (-) ” antes da leitura o inicio de bobina será a que esta ligado o anodo do diodo.</p>
<p><strong>INÍCIO DOS TESTES COM O MÉTODO PROPOSTO<br />
</strong>Desligado o motor e ocultado as marcações e embaralhado os fios.</p>
<p>Afixados os fios com fita crepe sobre uma prancheta.</p>
<p>Testado continuidade  e separado os pares.</p>
<p>Energizado o primeiro par com 110VCA e medido tensão CA em cada um dos outros pares e anotado numa planilha. </p>
<p>A seguir descobertas as marcações para verificar a correspondência entre as marcações aleatória e padrão.</p>
<p>Energizado cada par com 110VCA e medido a tensão VCA nos outros, desta vez com a marcação padrão.</p>
<p>Abaixo estão na sequência correspondente:</p>
<p>Primeira linha: Numeração padrão </p>
<p>Segunda linha: Numeração aleatória<br />
<br />
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/Captura-de-tela-2011-12-19-às-12.58.29.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/Captura-de-tela-2011-12-19-às-12.58.29-300x194.png" alt="" title="Captura de tela 2011-12-19 às 12.58.29" width="300" height="194" class="alignleft size-medium wp-image-2310" /></a></p>
<p>Análise:<br />
<br />
- Aplicando-se 110VCA para 1+4 da marcação aleatória, a maior medida recaiu em 2+5.</p>
<p>- Na marcação padrão seria 10+7 e 8+11. Como na verdade o par de 10+7 seria 1+4, a afirmação de que o par correto corresponde a maior medida, não funcionou.</p>
<p>- Analisando as duas outras linhas tambem se observam as discrepâncias.</p>
<p>- Fazendo o mesmo tipo de análise na tabela feita com a marcação padrão, tambem se observa o mesmo tipo de problema. </p>
<p>- A única possível coerência é que as leituras dos pares corretos são praticamente iguais </p>
<p>- Outra coisa que se nota é que o valor não é o maior nem o menor, mas o médio, conforme se vê na primeira tabela. Mesmo assim a imprecisão das medidas torna o método menos seguro e exige muito critério para observar e chegar a essa conclusão.</p>
<p><strong>COMENTÁRIO:</strong><br />
Todos dois métodos se mostraram inconclusivos, Tanto o teste indicado quando o teste alternativo proposto em sua substituição.</p>
<p><strong>PESQUISA:</strong><br />
Como nenhum dos dois métodos funcionou, passado a buscar informações a respeito da disposição das bobinas para esclarecer e complementar as afirmações do método proposto no site que diz:</p>
<p>“(Você tem de ter em mente que um motor de dose pontas tem os mesmos três jogos de bobinas que um motor de seis pontas, a diferença é que cada bobina é cortada ao meio e cada pedaço suporta uma ddp de 220V). Então podemos dizer que a bobina na posição U tem um par de enrolamentos por exemplo a bobina com os condutores 1 e 4 é complementada pela bobina com condutores de numero 7 e 10,&#8230;)”.  </p>
<p>A primeira dúvida de quem lê é se as duas bobinas ficam alojadas na mesma ranhura, ou em ranhuras diferentes e sendo assim em que posição estaria, uma vez que tudo isso influenciaria nas medidas. Isso é uma dúvida cruel que precisa ser esclarecida para possibilitar algum tipo de análise e possivelmente a proposição de outro método.<br />
Pela entrevista que fiz com um bobinador bastante experimentado, essas bobinas não estão dentro da mesma ranhura nem nas ranhuras adjacentes, mas num ponto diametralmente oposto, ou seja, a metade do bobinado 1+4, 2+5 e 3+6 está de um lado e a outra metade, 7+10. 8+11 e 9+12 do lado oposto. </p>
<p>Ver desenhos seguintes:</p>
<p>
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/Captura-de-tela-2011-12-19-às-13.10.46.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/Captura-de-tela-2011-12-19-às-13.10.46-300x180.png" alt="" title="Captura de tela 2011-12-19 às 13.10.46" width="300" height="180" class="alignleft size-medium wp-image-2311" /></a></p>
<p>- Na parte superior do desenho apresentamos doze grupos de bobinas para motor trifásico de 12 pontas, com as respectivas interligações.</p>
<p>- Na parte de baixo, figura mais a esquerda, a posição das bobinas que se complementam.</p>
<p>- Na figura abaixo mais a direita um padrão particular desse bobinador, porem não é um padrão universal e não é garantido que todos os bobinadores sigam, o que representa uma dificuldade para quem queira abrir o motor, desamarrar os fios e seguir para descobrir a numeração. </p>
<p>- Muitas vezes com o rotor extraído e aplicando tensão numa bobina eles precisam usar uma bússola para definir a bobina procurada.<br />
- Fica meio confuso e só um bobinador experiente é capaz de fazer isso com mais segurança. </p>
<p><strong>CONCLUSÃO:</strong> </p>
<p>- O valor não é o maior nem o menor, mas o médio, conforme se vê nas tabelas. </p>
<p>- O método proposto poderá ser utilizado, mas é fundamental que se faça uma criteriosa análise como essa assinalada sobre a primeira tabela. </p>
<p>- Nunca é demais lembrar que a estabilidade da fonte de tensão VCA é importantíssima.</p>
<p>- Mesmo assim a imprecisão das medidas torna o método menos seguro e exige muito critério para observar e chegar a essa conclusão. </p>
<p>FOTO das pontas do motor separadas. A numeração de baixo é a padrão.<br />
<br />
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/Captura-de-tela-2011-12-19-às-13.12.15.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/12/Captura-de-tela-2011-12-19-às-13.12.15-300x137.png" alt="" title="Captura de tela 2011-12-19 às 13.12.15" width="300" height="137" class="alignleft size-medium wp-image-2312" /></a></p>
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		<title>Cantata de Natal &#8211; Sesi &#8211; Jardim da Penha &#8211; 29 de Novembro</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 14:58:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Minha filha Nathália na Cantata de Natal Agora em Inglês Espero que gostem]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minha filha Nathália na Cantata de Natal <img src='http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/-68kdFeAa_I" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Agora em Inglês <img src='http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/cyFWWLSqjRQ" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Espero que gostem <img src='http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>O que é Like a Boss</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 23:21:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[expressão like a boss]]></category>
		<category><![CDATA[like a boss]]></category>
		<category><![CDATA[o que é like a boss]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal, Esta é uma pequena nota. Tenho visto uma nova moda na internet, Fazer tudo like a boss . Esta expressão signfica : Fazer algo como um chefe. Ou seja, de maneira arrogante, etc. Sem mais !]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal,</p>
<p>Esta é uma pequena nota.</p>
<p>Tenho visto uma nova moda na internet, Fazer tudo <strong>like a boss</strong> . </p>
<p>Esta expressão signfica : <strong>Fazer algo como um chefe</strong>.</p>
<p>Ou seja, de maneira arrogante, etc.</p>
<p>Sem mais  !</p>
]]></content:encoded>
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		<title>StaySafePodcast 42 com Gustavo Roberto &#8211; JBoss e Projeto Muffin</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/11/02/staysafepodcast-42-com-gustavo-roberto-jboss-e-projeto-muffin/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=staysafepodcast-42-com-gustavo-roberto-jboss-e-projeto-muffin</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 22:05:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, Esses dias participei do podcast http://www.staysafepodcast.com.br e falei sobre os seguintes assuntos : - Jboss - Projeto Muffin Para quem quiser escutar, segue o link http://www.staysafepodcast.com.br/?p=457 Espero que gostem Abraços !]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal,</p>
<p>Esses dias participei do podcast <a href="http://www.staysafepodcast.com.br">http://www.staysafepodcast.com.br</a> e falei sobre os seguintes assuntos :</p>
<p>- Jboss<br />
- Projeto Muffin</p>
<p>Para quem quiser escutar, segue o link <a href="http://www.staysafepodcast.com.br/?p=457">http://www.staysafepodcast.com.br/?p=457</a></p>
<p>Espero que gostem <img src='http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Abraços !</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>System Of a Dilma</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/10/26/system-of-a-dilma/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=system-of-a-dilma</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/10/26/system-of-a-dilma/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 12:15:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/OS3Lh6vc1ts" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Amigo no campo de batalha</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/10/13/amigo-no-campo-de-batalha/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=amigo-no-campo-de-batalha</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 01:59:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[- &#8220;Meu amigo não voltou do campo de batalha, senhor. Solicito permissão para ir buscá-lo.&#8221; &#8211; Disse um soldado ao seu tenente. - &#8220;Permissão negada.&#8221; &#8211; Replicou o oficial. &#8220;Não quero que arrisque a sua vida por um homem que provavelmente está morto!&#8221;. O soldado, ignorando a proibição, saiu,e uma hora mais tarde regressou, mortalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- &#8220;Meu amigo não voltou do campo de batalha, senhor. Solicito permissão para ir buscá-lo.&#8221; &#8211; Disse um soldado ao seu tenente.</p>
<p>- &#8220;Permissão negada.&#8221; &#8211; Replicou o oficial. &#8220;Não quero que arrisque a sua vida por um homem que provavelmente está morto!&#8221;.</p>
<p>O soldado, ignorando a proibição, saiu,e uma hora mais tarde regressou, mortalmente ferido, transportando o cadáver de seu amigo.</p>
<p>O oficial estava furioso&#8230;<br />
- &#8220;Já tinha lhe dito que ele estava morto!!! Agora eu perdi dois homens. Diga-me: valeu a pena trazer um cadáver?&#8221;</p>
<p>E o soldado, moribundo, respondeu:<br />
- &#8220;Claro que sim, senhor! Quando o encontrei ele ainda estava vivo e pôde me dizer&#8230;&#8221;tinha certeza que você viria!&#8221;"</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Isto é para os loucos</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/10/12/isto-e-para-os-loucos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=isto-e-para-os-loucos</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/10/12/isto-e-para-os-loucos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 03:36:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Isto é para os loucos, os desajustados, os rebeldes, os criadores de caso, os que são peças redondas nos buracos quadrados. Os que vêem as coisas de forma diferente, eles não gostam de regras, e eles não tem nenhum respeito pelo status-quo. Você pode citá-los, discordá-los, glorificá-los, ou difamá-los, a única coisa que você não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Isto é para os loucos, os desajustados, os rebeldes, os criadores de caso, os que são peças redondas nos buracos quadrados.</p>
<p>Os que vêem as coisas de forma diferente, eles não gostam de regras, e eles não tem nenhum respeito pelo status-quo.</p>
<p>Você pode citá-los, discordá-los, glorificá-los, ou difamá-los, a única coisa que você não pode fazer é ignorá-los, porque eles mudam as coisas, eles inventam, eles imaginam, eles curam, eles exploram, eles criam, eles inspiram, eles empurram a raça humana para frente.</p>
<p>Talvez eles tenham que ser loucos.</p>
<p>Como você pode olhar para uma tela em branco e ver uma obra de arte ou sentar em silêncio e ouvir uma música jamais composta, ou olhar para um planeta vermelho e ver um laboratório sobre rodas ?</p>
<p>Enquanto alguns nos vêem como loucos, nos vemos gênios, por que as pessoas que são loucas o suficiente para achar que podem mudar o mundo, são as que de fato mudam.</p>
<p>Texto escutado no <a href="http://jovemnerd.ig.com.br/podpress_trac/web/56645/3/nerdcast_280_steve_jobs.zip">Nerdcast 280</a> nos primeiros minutos. Inspirador !</p>
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		<title>Ensinamentos de Steve Jobs</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/10/09/ensinamentos-de-steve-jobs/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ensinamentos-de-steve-jobs</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/10/09/ensinamentos-de-steve-jobs/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 01:08:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Clique na imagem para ampliar. &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/302218_1963451096961_1563362838_31522083_444204450_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-2281 alignnone" title="302218_1963451096961_1563362838_31522083_444204450_n" src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/10/302218_1963451096961_1563362838_31522083_444204450_n-249x300.jpg" alt="" width="249" height="300" /></a></p>
<p>Clique na imagem para ampliar.</p>
<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Essa é a sua vida</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/08/29/essa-e-a-sua-vida/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=essa-e-a-sua-vida</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 15:35:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Faça o que você ama, e faça com frequência. Se você não gosta de alguma coisa, mude-a. Se você não gosta do seu trabalho, se demita. Se você não tem tempo suficiente, deixe de assistir TV. Se você está procurando pelo amor na sua vida, pare; Ele vai estar esperando por você quando começar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faça o que você ama, e faça com frequência.</p>
<p>Se você não gosta de alguma coisa, mude-a.</p>
<p>Se você não gosta do seu trabalho, se demita.</p>
<p>Se você não tem tempo suficiente, deixe de assistir TV.</p>
<p>Se você está procurando pelo amor na sua vida, pare; Ele vai estar esperando por você quando começar a fazer as coisas que você ama.</p>
<p>Pare de analisar demais, todas as emoções são lindas.</p>
<p>Quando comer, aprecie cada última mordida.</p>
<p>A vida é simples.</p>
<p>Abra sua mente, seus braços e coração para coisas e pessoas novas.</p>
<p>Pergunte a próxima pessoa que vir qual a paixão dela, divida com essa pessoa seus sonhos mais inspirados.</p>
<p>Viaje com frequencia; se perder vai ajuda-lo a se encontrar.</p>
<p>Algumas oportunidades só surgem uma vez, aproveite-as.</p>
<p>Vida é sobre as pessoas que você conhece e as coisas que você cria com elas, então saia e comece a criar alguma coisa.</p>
<p>A vida é curta.</p>
<p>Viva seu sonho e compartilhe sua paixão.</p>
<p><strong>Manifesto Holstee</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>As pedras do Rio Jordão</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 13:44:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Há alguns anos, sempre estava envolvido com essa ou aquela pesquisa na área de manutenção elétrica industrial. Ali aparecia não só coisas da eletricidade propriamente dita, mas tambem coisas relativas aos materiais aplicados aos mais diversos tipos de equipamentos. Extensivamente tambem testava outras coisas, até mesmo por mera curiosidade. Talvez por necessidade, ou por conservar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns anos, sempre estava envolvido com essa ou aquela pesquisa na área de<br />
manutenção elétrica industrial. Ali aparecia não só coisas da eletricidade propriamente<br />
dita, mas tambem coisas relativas aos materiais aplicados aos mais diversos tipos de<br />
equipamentos. Extensivamente tambem testava outras coisas, até mesmo por mera<br />
curiosidade.</p>
<p>Talvez por necessidade, ou por conservar um hábito que adquiri quando trabalhei num<br />
laboratório químico, sempre produzia ensaios bastante curiosos que chamavam muita<br />
atenção aos que observavam e talvez por não compreenderem as razões, julgavam que<br />
houvesse um que de loucura. Mas na verdade os resultados das experiências forneciam<br />
respostas que provavelmente não se conseguiriam de outra forma, como algumas que<br />
contei na minha apostila “Casos de manutenção elétrica”.</p>
<p>Mas vamos à história:</p>
<p>Por causa das considerações que fiz acima, minha mesa e meu armário viviam cheios de<br />
amostras dos mais diversos materiais: Sólidos, líquidos, pastosos, pó, pedras, etc.</p>
<p>Numa determinada ocasião um colega bastante gozador me perguntou sobre algumas<br />
pedras que estavam sobre a mesa, certamente tentando maquinar alguma piada ou fazer<br />
alguma molecagem, conforme as respostas que eu desse. Sabendo disso, entrei no clima<br />
da brincadeira e respondi que eram as pedras do Rio Jordão. Rimos bastante e a coisa<br />
pareceu ficar por aí.</p>
<p>Dias depois fiquei sabendo que aparecera uma senhora funcionaria da limpeza<br />
queixando-se de dor de cabeça e pedindo que se alguem tivesse um analgésico, que<br />
fizesse o favor de lhe ceder. Ninguém tinha.</p>
<p>O colega gozador tentando curá-la por auto sugestão pegou aquelas pedras e disse<br />
pra ela que eram do rio Jordão, onde Cristo foi batizado e por isso teria propriedades<br />
curativas, capazes de eliminar suas dores, etc.</p>
<p>Dias depois apareceu outra querendo tocar as pedras, porque soube que a sua colega<br />
havia sido curada por esse método. O rapaz não estava na hora, mas eu logo entendi<br />
o que tinha acontecido e de quem foi a brilhante idéia. O Gozador vinha chegando e<br />
aproveitei para dizer à senhora na presença dele que tudo não passava de brincadeira e<br />
que se fosse mesmo necessário eu estava disposto dar uma saída ali na rua na hora do<br />
almoço que já se aproximava e comprar os comprimidos e que ela deveria procurar o<br />
posto médico para avaliar melhor.</p>
<p>Aproveitei tambem para exigir que o colega parasse com aquela brincadeira, ainda que<br />
tivesse achado os efeitos positivos e a intenção nobre, antes que a coisa se alastrasse e<br />
ficasse fora de controle. Para se ter a idéia de como essas coisas funcionam, a primeira<br />
senhora não aceitou a idéia da brincadeira e disse que as pedras poderiam não ser<br />
do rio Jordão, mas a verdade é que a curaram e por isso deveriam possuir alguma<br />
propriedade que nem nós sabíamos e que a brincadeira foi só mais um sinal para que<br />
as utilizássemos. Não tive outra alternativa a não ser jogar as pedras fora quando e<br />
onde ninguém visse e falar a todos que não tinha mais pedra nenhuma por ali, nem<br />
qualquer outra peça, objeto ou produto sólido ou líquido capaz de curar alguem. Claro<br />
seria muito perigoso e difícil de explicar depois, caso alguem pegasse escondido<br />
alguma amostra líquida e ingerisse, ou tentasse fazer algum tipo de chá usando qualquer<br />
daqueles materiais. O melhor mesmo seria acabar com tudo aquilo e quando precisasse<br />
ir ao laboratório mais próximo. Assim foi feito.</p>
<p>Afinal o nosso povo é tão carente de tantas coisas e tão mal atendido que tende a<br />
acreditar em qualquer coisa capaz de resolver seus problemas e não raramente caem nas<br />
mãos de inescrupulosos aproveitadores que acabam as explorando.</p>
<p>robertovasco@hotmail.com</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Primeiro programa para Android</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/08/28/primeiro-programa-para-android/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=primeiro-programa-para-android</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/08/28/primeiro-programa-para-android/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 01:30:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Android]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento para Android]]></category>
		<category><![CDATA[Primeiro Programa para Android]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, Recentemente adquiri um Samsung Galaxy 5 . Por vários motivos ele me pareceu ser o celular que eu precisava, mas o principal motivo é que ele usa o sistema Android . Como bom fuçador, instalei várias ferramentas, testei vários programas, mas percebia que ainda faltava uma coisa. Escrever meu primeiro programa para Android. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal,</p>
<p>Recentemente adquiri um <strong><a title="Samsung Galaxy 5" href="http://www.samsung.com/br/consumer/cellular-phone/cellular-phone/smartphones/GT-I5500YKBZTO/index.idx?pagetype=prd_detail" target="_blank">Samsung Galaxy 5</a></strong> . Por vários motivos ele me pareceu ser o celular que eu precisava, mas o principal motivo é que ele usa o sistema <strong><a title="Página do Android" href="http://www.android.com/" target="_blank">Android</a></strong> .</p>
<p>Como bom fuçador, instalei várias ferramentas, testei vários programas, mas percebia que ainda faltava uma coisa. Escrever meu primeiro programa para <strong>Android</strong>.</p>
<p>Comecei as pesquisas e rapidamente cheguei ao <strong><a title="App Inventor" href="http://www.appinventorbeta.com/learn/tutorials/" target="_blank">AppInventor</a></strong> , para começar a usá-lo você deverá ter uma conta no <strong><a title="Google" href="http://www.google.com.br" target="_blank">Google</a></strong>. Como tenho conta no <strong><a title="Gmail" href="http://www.gmail.com" target="_blank">Gmail</a></strong> , bastou logar, e começar a ler sobre o assunto. E fiz a minha primeira aplicação para Android. Me deparei com algumas dúvidas pontuais, porém nada que um pouco de pesquisa não resolvesse.</p>
<p>Agora vamos ao que interessa !</p>
<p>Em primeiro lugar devemos configurar nosso computador para começarmos a programar. As recomendações são as sequinte :</p>
<p><strong>Sistema Operacional</strong></p>
<ul>
<li><strong>Macintosh</strong> (with Intel processor): Mac OS X 10.5, 10.6</li>
<li><strong>Windows</strong>: Windows XP, Windows Vista, Windows 7</li>
<li>GNU/<strong>Linux</strong>: Ubuntu 8+, Debian 5+</li>
</ul>
<p><strong>Navegadores</strong></p>
<ul>
<li><strong>Mozilla Firefox</strong> 3.6 ou maior ( Se você por acaso utilizar o NoScript, por favor, desabilite-o. Caso você não saiba do que se trata, não faça nada <img src='http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  )</li>
<li><strong>Apple Safari</strong> 5.0 ou maior</li>
<li><strong>Google Chrome</strong> 4.0 ou maior</li>
<li><strong>Microsoft Internet Explorer</strong> 7 ou maior</li>
</ul>
<p><strong>Teste sua configuração do Java</strong></p>
<ul>
<li>Para testar sua configuração do <strong>Java</strong>, clique no seguinte link : <strong><a title="Teste seu Java nesta URL" href="http://www.java.com/en/download/help/testvm.xml" target="_blank">http://www.java.com/en/download/help/testvm.xml</a></strong></li>
<li>Para testar o Java AppInventor, clique no seguinte link : <strong><a title="Java AppInventor" href="http://appinventor.googlelabs.com/ode/JWSTest/AppInvJWSTest.html" target="_blank">http://appinventor.googlelabs.com/ode/JWSTest/AppInvJWSTest.html</a></strong></li>
</ul>
<p><strong>Instale o AppInventor</strong></p>
<ul>
<li>Para fazer suas aplicações no Mac, use este link: <strong><a title="Setup para Mac" href="http://www.appinventorbeta.com/learn/setup/setupmac.html" target="_blank">http://www.appinventorbeta.com/learn/setup/setupmac.html</a></strong></li>
<li>Para fazer as suas aplicacações no Linux, use este link: <a title="Setup para Linux" href="http://www.appinventorbeta.com/learn/setup/setuplinux.html" target="_blank"><strong>http://www.appinventorbeta.com/learn/setup/setuplinux.html</strong></a></li>
<li>Para fazer as suas aplicações no Windows, use este link: <strong><a title="Setup para Windows" href="http://www.appinventorbeta.com/learn/setup/setupwindows.html" target="_blank">http://www.appinventorbeta.com/learn/setup/setupwindows.html</a></strong></li>
</ul>
<p><strong>Hardwares Compatíveis</strong></p>
<ul>
<li>Google: Nexus One, Nexus S</li>
<li>Motorola: Droid, Droid X, Droid Incredible</li>
<li><strong>T-Mobile</strong>: G1</li>
<li><strong>HTC</strong>: Incredible, Hero, Desire</li>
</ul>
<p><strong>Configurando seu Hardware</strong></p>
<ul>
<li>De um toque na tela, na opção Home</li>
<li>De um toque na opção Menu, depois Settings e por fim Applications</li>
<li>Deixe a opção Unknow Softwares habilitada.</li>
</ul>
<p>Veja a figura abaixo, para um exemplo mais claro.</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/08/unknownsources.png"><img class="size-full wp-image-2257 alignleft" title="unknownsources" src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/08/unknownsources.png" alt="" width="333" height="493" /></a></p>
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<li>De um toque em Desenvolvimento</li>
<li>Esteja certo que o Debug de USB esteja ligado, conforme podemos ver na figura abaixo.</li>
</ul>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/08/usbdebugging.png"><img class="size-full wp-image-2258 alignleft" title="usbdebugging" src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/08/usbdebugging.png" alt="" width="333" height="493" /></a></p>
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<p>Por último, conecte seu dispositivo ao PC e responda Ok para a pergunta que ele te fizer <img src='http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Com tudo isso acima funcionando, é hora de começarmos a brincadeira.</p>
<p>Vamos agora criar o nosso tão esperado primeiro projeto. O nome do meu projeto ficou &#8220;gato_da_nathalia&#8221; , em homenagem a minha filha linda <img src='http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/08/gato_da_nathalia.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-2259" title="gato_da_nathalia" src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/08/gato_da_nathalia-300x142.png" alt="" width="300" height="142" /></a></p>
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<p>( Clique na figura para ampliar )</p>
<p>Vamos montar um passo a passo, para que sua tela fique semelhante a minha, conforme figura anterior.</p>
<p>Faça o download dos seguintes ítens para seu projeto:</p>
<ul>
<li><strong><a title="Foto do gato" href="http://www.appinventorbeta.com/learn/tutorials/hellopurr/HelloPurrAssets/kitty.png" target="_blank">Foto do gato</a></strong></li>
<li><a title="Miado do gato" href="http://www.appinventorbeta.com/learn/tutorials/hellopurr/HelloPurrAssets/meow.mp3" target="_blank"><strong>Miado do gato</strong></a></li>
</ul>
<p>Execute os seguintes passos:</p>
<ul>
<li>Clique e selecione Screen1, na aba da direita, em Title, defina um título para sua aplicação, no meu caso ficou, &#8220;O Gato da Nathália &#8220;</li>
<li>Clique e arraste o componente Image, para o Viewer ( parte do centro ), agora na aba da direita, clique em Image, então uma caixa vai abrir. Selecione a figura do gato que você baixou.</li>
<li>Clique e arraste o componente Label, para o Viewer ( parte do centro ), agora na aba da direita, clique em Text, e defina um texto, que deverá ficar abaixo da foto de sua aplicação. No meu caso ficou &#8221; Gato da Nathália&#8221;</li>
<li>Clique e arraste o componente Button, para o Viewer ( parte do centro ), agora na aba da direita, clique em Text, e defina o texto para o botão de sua aplicação. No meu caso ficou &#8221; Toque aqui para miar &#8220;</li>
<li>Clique e arraste o componente Sound, que fica na aba Media, para o Viewer ( parte do centro ), agora na aba da direita clique em Source, vai aparecer uma caixa de seleção, clique e selecione o som que você baixou para a aplicação. Note que o componente Sound, ficará na parte de baixo do Viewer, já que este componente não será visto pelos usuários da aplicação.</li>
</ul>
<p>Com todos esses passos definidos, vamos ao código propriamente dito. ( Eu particularmente achei fantástica a forma que o Google inventou para pessoas mais leigas poderem fazer códigos. Mais uma vez, parabéns ao Google pela inovação. )</p>
<p>Clique em &#8220;Open the Box Editor&#8221;. Ele fica no canto superior direito, caso tenha dúvidas, veja a figura abaixo.</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/08/openeditor.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-2262" title="openeditor" src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/08/openeditor-300x55.png" alt="" width="300" height="55" /></a></p>
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<p>Após clicarmos em Open the Blocks Editor, um arquivo será carregado para seu computador, então veremos a seguinte tela</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/08/blockseditor.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-2263" title="blockseditor" src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/08/blockseditor-300x190.png" alt="" width="300" height="190" /></a></p>
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<p>Agora vamos construir o código propriamente dito.</p>
<p>Clique na aba My Blocks, no menu a esquerda.</p>
<p>Selecione Button1</p>
<p>Clique e arraste a figura verde contendo o texto &#8220;when Button1.Click do&#8221; ,  para o campo ao lado, conforme figura abaixo</p>
<p>Clique em Sound1</p>
<p>Clique a arraste a figura roxa escrita &#8220;call Sound1.Play&#8221; para dentro da figura verde, de forma que elas se encaixem.</p>
<p>Se tudo correu bem seu block editor deverá estar semelhante a figura abaixo e a aplicação já deverá estar aparecendo em seu dispositivo.</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/08/blockseditorwithblocks.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-2264" title="blockseditorwithblocks" src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/08/blockseditorwithblocks-300x214.png" alt="" width="300" height="214" /></a></p>
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<p>Agora retorne a parte Web do desenvolvimento, e clique no menu a direita de Open the Blocks Editor. Neste menu você poderá fazer o download de suas aplicações para o dispositivo, para o pc e mostrar um código de barras.</p>
<p>Bem, com isso vocês tem uma aplicação sem utilidade, porém sua primeira aplicação para Android.</p>
<p>Caso vocês queiram que eu continue com os tutorias, basta colocar nos comentários.</p>
<p>Bem, espero que tenham gostado e que eu tenha ajudado a vocês a se aventurarem no interessante mundo das aplicações para Android.</p>
<p><strong>Este documento foi fortemente baseado nos textos do site : <a title="App Inventor Learn" href="http://www.appinventorbeta.com/learn/tutorials/index.html">http://www.appinventorbeta.com/learn/tutorials/index.html</a></strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Pandas à vista !</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/08/26/pandas-a-vista/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=pandas-a-vista</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Aug 2011 01:18:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente observei em meu blog, um aumento relevante no número de visitantes, achei estranho, mas fui pesquisar o porquê. Ultimamente eu estava meio afastado das pesquisas e escritas nos bloques, devido a restrições impostas pela minha ex-empresa, então não sabia bem o que poderia ter acontecido de novo. Então comecei a ler sobre uma melhoria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente observei em meu blog, um <strong>aumento relevante no número de visitantes</strong>, achei estranho, mas fui pesquisar o porquê.</p>
<p>Ultimamente eu estava meio afastado das pesquisas e escritas nos bloques, devido a restrições impostas pela minha ex-empresa, então não sabia bem o que poderia ter acontecido de novo. Então comecei a ler sobre uma melhoria no algorítimo que o Google estava fazendo, com a finalidade de atrair tráfego de qualidade. O nome da melhoria é <strong>Google Panda</strong>.</p>
<p>O que o <strong>Google Panda</strong> faz realmente, eu não sei, nem sei se meus sites estão preparados para ele, mas até onde andei pesquisando, ele previne link farms e técnicas blackhats ( proibidas ).</p>
<p>Uma coisa é certa, tudo o que o <strong>Google</strong> faz é para permitir uma melhor experiência on-line com seus usuários.</p>
<p>Muito provável que a ferramenta <strong>Google Panda</strong>, venha trazer uma grande melhoria no quesito navegação, e com certeza uma melhoria na qualidade dos conteúdos exibidos.</p>
<p>Não sei quanto a vocês, mas eu, diversas vezes me deparei com conteúdos sem a menor relevância, e creio que o <strong>Google Panda</strong> passe a prevenir isto.</p>
<p>Enfim, seja bem vindo <strong>Google Panda</strong> !</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Bombas Cavalo de Pau</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/08/12/bombas-cavalo-de-pau/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=bombas-cavalo-de-pau</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/08/12/bombas-cavalo-de-pau/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Aug 2011 02:42:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gustavoroberto.blog.br/?p=2240</guid>
		<description><![CDATA[Em artigos anteriores publicados nesse blog abordamos alguns artigos como: Conjugado, Conjugado x Potência, Inércia da carga x Tempo de aceleração, aplicação I, Aplicação II e Aplicação III. Nesses três últimos foram apresentados os casos de ventiladores, bombas e compressores cujos conjugados e momentos de inércia diferem bastante o que influencia no tempo de aceleração. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Em artigos anteriores publicados nesse blog abordamos alguns artigos como: Conjugado, Conjugado x Potência, Inércia da carga x Tempo de aceleração, aplicação I, Aplicação II e Aplicação III.</p>
<p style="text-align: left;">Nesses três últimos foram apresentados os casos de ventiladores, bombas e compressores cujos conjugados e momentos de inércia diferem bastante o que influencia no tempo de aceleração. Na tabela abaixo temos um resumo das considerações feitas lá.</p>
<p style="text-align: left;">Em síntese, o tempo de aceleração varia porque o conjugado médio varia e porque a curva conjugado x velocidade de rotação é uma característica própria de cada tipo de carga, como: Constante, Linear, Quadrático, Hiperbólico.<br />
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/08/Screen-shot-2011-08-12-at-11.36.04-PM.png"><img class="size-full wp-image-2241" title="Screen shot 2011-08-12 at 11.36.04 PM" src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/08/Screen-shot-2011-08-12-at-11.36.04-PM.png" alt="" width="404" height="234" /></a><br />
- Agora, falemos de um outro tipo de carga cujo conjugado é conhecido como não definido. Uma característica marcante desse tipo é que o conjugado não está relacionado com a velocidade.</p>
<p style="text-align: left;">Façamos uma análise simples do caso abaixo:</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;">
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/08/BOMBAS-CAVALO-DE-PAU_html_m28e84dfb.png"><img class="size-full wp-image-2242" title="BOMBAS CAVALO DE PAU_html_m28e84dfb" src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/08/BOMBAS-CAVALO-DE-PAU_html_m28e84dfb.png" alt="" width="593" height="225" /></a></p>
<p style="text-align: left;">- A figura acima idealiza um sistema onde existe uma peça sustentada por uma haste solidária a um eixo giratório que é acionado por uma polia grande, que se comunica por correias V a outra polia menor que é finalmente acoplada ao eixo de um motor de acionamento. A peça então vai girar. Para facilitar a análise estão numerados 4 dos pontos por onde a peça passa.</p>
<p style="text-align: left;">Essa peça será representada pelo seu peso.</p>
<p style="text-align: left;">Considerando-se o numero 1 como o ponto de partida (zero grau) e o sentido de giro marcado pela seta é possível perceber que durante a subida, percurso entre 1 e 3, ocorre uma variação no momento que é igual a força vezes a distância.</p>
<p style="text-align: left;">A distancia é o tamanho da haste, que é fixa, mas a força representada pelo peso varia conforme o ângulo que o peso faz com a horizontal. No caso da figura, na posição 2 a força resultante é máxima, o próprio peso (P). Nas outras posições a força resultante é tanto menor quanto mais se aproxime de 1 e 3.</p>
<p style="text-align: left;">
- Com um pouco mais de abstração é possível perceber que na posição 1 o esforço de torção do eixo é zero. A medida que começa girar a esforço vai crescendo de modo que quando chega a posição 2 é máximo. Depois da posição 2, vai caindo até chegar no 3 quando o esforço de torção do eixo é zero oura vez.</p>
<p style="text-align: left;">
- Da posição 3 até retornar a posição 1 observa-se um fenômeno interessante: Ao invés de consumir energia para fazer um esforço de torção no eixo, o sistema começa a devolver energia devido a ação da gravidade sobre o peso, sendo máximo na posição 4. Em outras palavras, entre 1 e 3 o conjugado resistente é subtraído do conjugado motor e entre 3 e 1 é somado.<br />
- O gráfico senoidal na parte esquerda da figura representa essa situação.</p>
<p style="text-align: left;">
- Até aqui essa explanação foi só para explicar de modo simples a situação de conjugado não definido.</p>
<p style="text-align: left;">
- Na prática isso acontece de modo bastante parecido em equipamentos que precisam transformar um movimento rotativo num alternativo (Vai e Vem). È o caso do “Tear”, aquela maquina constituída de um conjunto de serras diamantadas para fatiar blocos de mármore e granito que se movimentam de modo similar ao de um serrote comum.</p>
<p style="text-align: left;">É o caso tambem dos equipamentos conhecidos como “Bomba Cavalo de Pau” utilizados na extração de petróleo do solo, onde a bomba que fica no fundo do poço, de 800 a 3000m de profundidade e é movimentada por um conjunto de hastes emendadas por rosqueamento até a superfície onde está o acionamento que faz um movimento alternativo (para cima e para baixo). Podemos representar a variação do conjugado como as curvas mencionadas acima.</p>
<p style="text-align: left;">
- É oportuno lembrar que essas curvas não são senoides perfeitas como possa aparecer à primeira vista. Elas podem estar deslocadas para cima ou para baixo, ou podem ter amplitudes diferentes em cada sentido,conforme idealizam as figuras.<br />
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/08/BOMBAS-CAVALO-DE-PAU_html_6c837379.png"><img class="size-full wp-image-2243" title="BOMBAS CAVALO DE PAU_html_6c837379" src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/08/BOMBAS-CAVALO-DE-PAU_html_6c837379.png" alt="" width="748" height="374" /></a><br />
- Na verdade as curvas são meramente representativas, unicamente para se ter uma idéia da forma como o conjugado varia, ou seja, alem das curvas mostradas acima haveria muitas curvas desse tipo, características de cada equipamento, sua parte mecânica, situação da carga face as condições operacionais, etc.</p>
<p style="text-align: left;">
Há algum tempo atrás fiz uma visita técnica a uma aplicação de bombas cavalo de pau cujo sistema era acionado por um motor elétrico alimentado por inversores de freqüência.</p>
<p style="text-align: left;">
Com alimentação do motor por um inversor de freqüência essa situação de consumo e devolução de energia fica bastante perceptível, constituindo-se inclusive numa dificuldade para ajustes dos parâmetros que definem os desarmes por sub-tensão e sobretensão.</p>
<p style="text-align: left;">
- Em outras palavras no momento da subida do contrapeso há um consumo grande da energia armazenada no banco de capacitores do Link CC, fazendo o valor da tensão deste baixar muito. Na descida do contrapeso, quando o sistema devolve energia ocorre exatamente o contrario, ou seja, um aumento muito grande no valor da tensão do link CC. Se estes níveis máximos e mínimos de tensão esbarrar nos definidos pelos parâmetros escolhidos, ocorrem os desarmes do equipamento por sub e sobre tensão.</p>
<p style="text-align: left;">
- Essas situações podem realmente acontecer, caso o sistema mecânico esteja com o desbalanceamento muito alem do permitido por deficiências mecânicas ou operacionais.</p>
<p style="text-align: left;">
Essas e muitas outras considerações sobre ajustes, análise de problemas, soluções e vários outros estão num trabalho escrito de aproximadamente 75 páginas que elaborei sobre o assunto, intitulado “Bombas Cavalo de Pau e inversores de freqüência, dificuldade de ajuste do inversor à dinâmica do sistema”.</p>
<p style="text-align: left;">
Quem quiser ver o equipamento em movimento acesse o site a seguir e veja o vídeo, do site: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=cJ5H31zP8r8&amp;feature=related">http://www.youtube.com/watch?v=cJ5H31zP8r8&amp;feature=related</a></p>
<p>Fonte:<br />
INVERSORES DE FREQUENCIA X BOMBA CAVALO DE PAU, Dificuldade de ajuste do Inversor à dinâmica do sistema, Roberto Vasco, 06/2011. Robertovasco@hotmail.com</p>
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		<title>Vitor Belfort x Yoshihiro Akiyama &#8211; UFC 133</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Aug 2011 11:38:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[ufc133]]></category>
		<category><![CDATA[Vitor Belfort x Yoshihiro Akiyama]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/XByg3n3DQgY" frameborder="0" width="425" height="349"></iframe></p>
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		<title>Surge Teste</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/07/28/surge-teste/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=surge-teste</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2011 19:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[surge teste]]></category>

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		<description><![CDATA[Até alguns anos atrás, quando se precisava testar um motor, os teste mais utilizados eram a medição de resistência de isolamento com um megôhmetro e a medição da resistência Ôhmica das bobinas para atestar o equilíbrio entre os entre os conjuntos de bobinas para detectar um possível curto entre espiras. Esses testes são ótimos para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Até alguns anos atrás, quando se precisava testar um motor, os teste mais utilizados eram a medição de resistência de isolamento com um megôhmetro e a medição da resistência Ôhmica das bobinas para atestar o equilíbrio entre os entre os conjuntos de bobinas para detectar um possível curto entre espiras.</p>
<p>Esses testes são ótimos para a finalidade que se propõe, mas não são apropriados para detectar defeitos entre espiras ou entre fases.</p>
<p>Hoje em dia o teste que vem sendo cada vez mais utilizado é conhecido como <span style="text-decoration: underline;">SURGE TESTE .</span></p>
<p>Um aparelho de teste oferecido ao mercado pela “Baker Instrument, uma empresa do grupo SKF” é apresentado em alguns modelos, como: ST103A, ST106A, ST112A ST203A, ST206A e ST212A.  Esses aparelhos possuem duas funções básicas: O Teste HiPot e o Teste de surto ou Surge Teste, conforme já foi batizado pelo nosso linguajar técnico. Essas funções permitem, através de testes não destrutivos, a realização de vários testes, importantes para atestar a conformidade dos motores, bobinas e outros dispositivos de dois terminais, descobrir os tipos de defeitos que apresentam e propor as soluções adequadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Os testes de Hipot são semelhantes a aqueles que normalmente se fazem para cabos elétricos, ou seja aplica-se uma tensão relativamente alta que se pode ir variando crescentemente, monitorando-se a corrente de fuga e interrompendo o teste logo que essa comece a aumentar muito mais acentuadamente, mas bem antes do ponto de ruptura do isolamento.</p>
<p>- O Surge Teste é outro tipo de teste, que detecta a a indutância da bobina e apresenta numa tela a forma de onda de resposta quando essa bobina é submetida a um sinal pulsante. Como pode testar duas bobinas simultaneamente, permite que se possa comparar suas formas de onda e verificar se estão idênticas. Quando essa comparação informa que as três bobinas de um motor trifásico estão idênticas o motor é considerado bom.</p>
<p>- Princípio de funcionamento:</p>
<p>- Surtos de tensão bem curtos ou pulsos, ( daí o nome “Surge” ), são aplicados à bobina e produzem um campo eletromagnético nesta. Como se sabe, os pulsos são seqüência de sinais “ligado-desligado”. No intervalo de tempo entre o “desliga” e o próximo “liga”, acontece o conhecido fenômeno do eletromagnetismo: a bobina, cuja alimentação foi desligada, está mergulhada no seu próprio campo magnético, que está caindo, mas ainda não foi extinto, então aparecerá nos seus terminais uma tensão proporcional a essa variação.</p>
<p>- Alem disso, o circuito equivalente da bobina sendo testada é uma bobina, que representa a indutância do enrolamento de fios e um capacitor que representa a capacitância interna do aparelho de medição.</p>
<p>- Uma bobina e um capacitor em paralelo é um circuito conhecido como tanque, muito discutido quando se estuda o assunto osciladores.</p>
<p>- Um circuito tanque quando submetido a um pulso fornece como sinal de resposta uma onda senoidal amortecida, ou seja, começa com uma amplitude máxima e esta vai decaindo até a completa extinção, como a da figura seguir:</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/07/image002.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2226" title="image002" src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/07/image002.jpg" alt="" width="544" height="159" /></a></p>
<p>- A forma de onda observada durante um surge teste é diretamente relacionada à indutância da bobina. ( Existem outros fatores, mas a indutância é o principal ).</p>
<p>- A freqüência da onda é determinada pela fórmula:</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/07/image004.jpg"><img class="size-full wp-image-2227 alignleft" title="image004" src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/07/image004.jpg" alt="" width="530" height="46" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Essa fórmula implica em que quando a indutância diminui a freqüência aumenta.</p>
<p>- O surge teste pode detectar um defeito entre espiras que seja devido a um baixo isolamento.</p>
<p>- Se a tensão for maior do que a rigidez dielétrica do isolamento da espira, uma ou mais espiras podem ser curtocircuitadas e ficar fora do circuito, o que diminui o número de espiras, reduz a indutância e aumenta a freqüência da forma de onda amortecida para o aparelho medir.</p>
<p>- A tensão ou amplitude dessa onda é tambem reduzida devido a queda da impedância da bobina com o defeito entre espiras, que é determinada pela fórmula a seguir:</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/07/image006.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2228" title="image006" src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/07/image006.jpg" alt="" width="501" height="48" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Onde a corrente ( i ) varia de acordo com os pulsos no tempo ( t ).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Quando um isolamento entre bobinas é deficiente, ocorre um arco elétrico de baixa energia e uma mudança na indutância.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Quando isso acontece a forma de onda torna-se instável, podendo deslocar-se rapidamente para esquerda e direita e retornar a posição original.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- A redução na indutância ocorre devido a: Defeitos entre espiras, entre fases, fechamento interno incorreto, conexões abertas, etc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- O surge teste é muito usado tambem para testar isolamento entre espiras de bobinas ou bobinados singelos ou únicos, como: bobinas comuns, bobinas de partida e parada, bobinados com conexões múltiplas (multitaps).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- O surge teste serve tambem para comparar novas bobinas com bobinas padrão e atestar sua conformidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Os motores trifásicos ilustram perfeitamente a idéia do teste de comparação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Um motor trifásico típico é projetado para ser fabricado com três bobinas idênticas. Assim o resultado de teste em cada uma das três fases deve ser igual. Se existe alguma diferença, uma ou mais fases pode conter um defeito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Uma diferença qualquer numa bobina, como: mais ou menos espiras, isolação rompida, orientação, erros de fechamento, etc, resultaria numa forma de onda diferente durante o surge teste. Essas diferenças são muitas vezes devido a problemas no bobinado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- O aparelho realiza o teste mostrando simultaneamente as ondas de dois Surge Testes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Quando mostradas simultaneamente, pode acontecer duas situações:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Aparecimento de uma única onda na tela, devido as duas ondas estarem perfeitamente sobrepostas. Nesse caso, as indutâncias das três fase são iguais. Em outras palavras, possuem o mesmo numero de espiras, isolação, orientação, etc, e são consideradas boas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Se aparecem ondas distintas ou até mesmo pequenas separações, as indutâncias das fases sob teste não são iguais e provavelmente existe um defeito em uma das bobinas ou existe alguma outra causa para essa diferença de indutâncias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Mas existe uma exceção que é quando ocorre um fenômeno conhecido como acoplamento devido o rotor estar montado dentro do estator, isto é há um acoplamento eletromagnético, fazendo o rotor parte do circuito. Nesse caso a diferença apresentada não deve ser interpretada como erro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>- Ver figuras comparativas de formas de onda para os dois casos citados acima:</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/07/image008.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2229" title="image008" src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/07/image008.jpg" alt="" width="566" height="197" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ver fotos das conexões de estator e motor montado para testes:</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/07/image010.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2230" title="image010" src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/07/image010.jpg" alt="" width="567" height="273" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aplicação: O aparelho consegue realizar vários testes como: Testes de isolamento, Polarização, degrau de tensão e Surge teste em Motores trifásicos de indução, Transformadores, motores síncronos e geradores, motores de rotor bobinado, Campo e armadura de motores CC, Motores montado no campo, fechados em triangulo ou estrela, Estatores de motores trifásicos, bobinas singelas quaiquer, bobinas de solenóides, de partida e parada, etc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="center"><strong>Fonte: SURGE TESTE E HIPOT – MANUAL DE USUÁRIO</strong></p>
<p align="center"><strong><em>Tradução do original: Roberto Vasco – 07/2011, <a href="mailto:robertovasco@hotmail.com">robertovasco@hotmail.com</a></em></strong></p>
<p align="center"><strong><em>                                                                                                                    27/07/2011</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/07/image002.jpg"><br />
</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Wanderlei Silva vs. Chris Leben &#8211; UFC 132</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jul 2011 14:23:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
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		<category><![CDATA[chris Leben]]></category>
		<category><![CDATA[ufc132]]></category>
		<category><![CDATA[wanderlei silva]]></category>

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		<description><![CDATA[Shit happens]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/z3VAuT6U1tY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Shit happens <img src='http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' />  </p>
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		<title>Impressora USB como LPT1</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Jul 2011 01:58:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Computação]]></category>
		<category><![CDATA[impressora]]></category>
		<category><![CDATA[impressora usb lpt1]]></category>
		<category><![CDATA[lpt1]]></category>
		<category><![CDATA[usb]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, Para você que tem uma impressora USB, e precisa que ela se comporte como LPT1, aí vai um dica bastante simples e funcional, que vai fazer você deixar de gastar muitos reais com programas milagrosos. Para ele funcionar como LPT1 faça o seguinte : - Vá em compartilhar impressoras e compartilhe - Coloque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal,</p>
<p>Para você que tem uma impressora USB, e precisa que ela se comporte como LPT1, aí vai um dica bastante simples e funcional, que vai fazer você deixar de gastar muitos reais com programas milagrosos.</p>
<p>Para ele funcionar como LPT1 faça o seguinte :</p>
<p>- Vá em compartilhar impressoras e compartilhe<br />
- Coloque um nome nela, por exemplo lx300<br />
- Vá ao iniciar > executar e digite lá cmd<br />
- Digite hostname e anote o resultado, vamo supor que apareça PC1</p>
<p>Então faça a seguinte mágica.</p>
<p>Ainda no cmd digite :</p>
<p>net use lpt1 \\pc1\lx300 /persistent:yes</p>
<p>Onde, </p>
<p>pc1 = nome do seu pc<br />
lx300 = nome de compartilhamento da sua impressora<br />
/persistent:yes = é para impressora permanecer como LPT1 assim que seu pc for reiniciado.</p>
<p>Bem, com isso, você poderá imprimir normalmente  &#8220;usando LPT1&#8243;</p>
<p>Viu como foi fácil !</p>
<p>Espero que tenham gostado ! </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Minha filha dançando quadrilha &#8211; SESI &#8211; Jardim da Penha</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Jun 2011 01:06:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[jardim da penha]]></category>
		<category><![CDATA[quadrilha]]></category>
		<category><![CDATA[sesi]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/h7R4GMHhKKw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Berimbau &#8211; Por Vinícius de Moraes</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/06/12/berimbau-por-vinicius-de-moraes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=berimbau-por-vinicius-de-moraes</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/06/12/berimbau-por-vinicius-de-moraes/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 12 Jun 2011 21:08:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Capoeira]]></category>
		<category><![CDATA[berimbau]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[vincius de moraes]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem é homem de bem Não trai! O amor que lhe quer Seu bem! Quem diz muito que vai Não vai! Assim como não vai Não vem!&#8230; Quem de dentro de si Não sai! Vai morrer sem amar Ninguém! O dinheiro de quem Não dá! É o trabalho de quem Não tem! Capoeira que é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem é homem de bem<br />
Não trai!<br />
O amor que lhe quer<br />
Seu bem!<br />
Quem diz muito que vai<br />
Não vai!<br />
Assim como não vai<br />
Não vem!&#8230;</p>
<p>Quem de dentro de si<br />
Não sai!<br />
Vai morrer sem amar<br />
Ninguém!<br />
O dinheiro de quem<br />
Não dá!<br />
É o trabalho de quem<br />
Não tem!<br />
Capoeira que é bom<br />
Não cai!<br />
E se um dia ele cai<br />
Cai bem!&#8230;</p>
<p>Capoeira me mandou<br />
Dizer que já chegou<br />
Chegou para lutar<br />
Berimbau me confirmou<br />
Vai ter briga de amor<br />
Tristeza camará&#8230;</p>
<p>Se não tivesse o amor (2x)<br />
Se não tivesse essa dor (2x)<br />
E se não tivesse o sofrer (2x)<br />
E se não tivesse o chorar (2x)<br />
Melhor era tudo se acabar (2x)</p>
<p>Eu amei, amei demais<br />
O que eu sofri por causa de amor ninguém sofreu<br />
Eu chorei, perdi a paz<br />
Mas o que eu sei é que ninguém nunca teve mais&#8230;<br />
Mais do que eu</p>
<p>Capoeira me mandou<br />
Dizer que já chegou<br />
Chegou para lutar<br />
Berimbau me confirmou<br />
Vai ter briga de amor<br />
Tristeza camará&#8230;</p>
<p>O homem que diz &#8220;dou&#8221;<br />
Não dá!<br />
Porque quem dá mesmo<br />
Não diz!<br />
O homem que diz &#8220;vou&#8221;<br />
Não vai!<br />
Porque quando foi<br />
Já não quis!<br />
O homem que diz &#8220;sou&#8221;<br />
Não é!<br />
Porque quem é mesmo &#8220;é&#8221;<br />
Não sou!<br />
O homem que diz &#8220;tou&#8221;<br />
Não tá<br />
Porque ninguém tá<br />
Quando quer</p>
<p>Coitado do homem que cai<br />
No canto de Ossanha<br />
Traidor!<br />
Coitado do homem que vai<br />
Atrás de mandinga de amor&#8230;</p>
<p>Vai! Vai! Vai! Vai!<br />
Não Vou!<br />
Vai! Vai! Vai! Vai!<br />
Não Vou!<br />
Vai! Vai! Vai! Vai!<br />
Não Vou!<br />
Vai! Vai! Vai! Vai!<br />
Não Vou!&#8230;</p>
<p>Que eu não sou ninguém de ir<br />
Em conversa de esquecer<br />
A tristeza de um amor<br />
Que passou<br />
Não!<br />
Eu só vou se for prá ver<br />
Uma estrela aparecer<br />
Na manhã de um novo amor&#8230;</p>
<p>Amigo sinhô<br />
Saravá<br />
Xangô me mandou lhe dizer<br />
Se é canto de Ossanha<br />
Não vá!<br />
Que muito vai se arrepender<br />
Pergunte pr&#8217;o seu Orixá<br />
O amor só é bom se doer<br />
Pergunte pr&#8217;o seu Orixá<br />
O amor só é bom se doer&#8230;</p>
<p>Vai! Vai! Vai! Vai!<br />
Amar!<br />
Vai! Vai! Vai! Vai!<br />
Sofrer!<br />
Vai! Vai! Vai! Vai!<br />
Chorar!<br />
Vai! Vai! Vai! Vai!<br />
Dizer!&#8230;</p>
<p>Que eu não sou ninguém de ir<br />
Em conversa de esquecer<br />
A tristeza de um amor<br />
Que passou<br />
Não!<br />
Eu só vou se for prá ver<br />
Uma estrela aparecer<br />
Na manhã de um novo amor&#8230;</p>
<p>Vai! Vai! Vai! Vai!<br />
Amar!<br />
Vai! Vai! Vai! Vai!<br />
Sofrer!<br />
Vai! Vai! Vai! Vai!<br />
Chorar!<br />
Vai! Vai! Vai! Vai!<br />
Dizer!&#8230;(2x)</p>
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		<item>
		<title>Indução evoluiu para curto circuito</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Jun 2011 11:44:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[curto circuito]]></category>
		<category><![CDATA[eletericidade]]></category>
		<category><![CDATA[indução]]></category>

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		<description><![CDATA[No artigo anterior “Considerações de projeto” comentei um caso real que foi detectado e resolvido: “&#8230; se um cabo singelo carregado passa por um furo numa chapa metálica, a periferia do furo se comporta como uma espira curtocircuitada onde será desenvolvida uma fem que fará circular uma corrente alta e produzirá calor suficiente para degradar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No artigo anterior “Considerações de projeto” comentei um caso real que foi detectado e resolvido: “&#8230; se um cabo singelo carregado passa por um furo numa chapa metálica, a periferia do furo se comporta como uma espira curtocircuitada onde será desenvolvida uma fem que fará circular uma corrente alta e produzirá calor suficiente para degradar o isolamento do próprio cabo que passa por ali, culminando com curtos circuitos. Isso é um caso real que já aconteceu várias vezes em vários circuitos de força e não parou de acontecer até que se rasgasse uma abertura suficiente para passar os 3 cabos das fases juntos e a certa distancia das bordas.” Contemos agora essa história.<br />
Numa subestação de baixa tensão com tensão de força de 440V, foi adicionado um painel onde fora montado dois circuitos alimentadores de equipamentos que funcionavam para a mesma função, não simultaneamente. Cerca de duas semanas depois ocorreu um curto circuito que carbonizou boa parte dos circuitos ali montados.<br />
- Como o equipamento era vital para a produção trataram de providenciar o mais rápido possível a recuperação do painel e todos os seus circuitos e colocar em operação logo que ficou pronto. Até então não se sabia exatamente qual a causa daquela ocorrência, pois o painel era novo, bem como todos os materiais empregados e havia sido aprovado nos ensaios de resistência de isolamento e em todos os testes durante o comissionamento. Alem disso estava tudo queimado dificultando a verificação.<br />
- Sempre aparece alguem mais curioso que não se conforma com a ausência ou insuficiência de explicações. Assim, quando finalmente começou a operar com carga, uma dessas pessoas resolveu vigiar mais de perto e observar mais detidamente o conjunto de equipamentos durante sua operação, ao longo de certo tempo, Assim começou a notar uma quase imperceptível mudança de coloração nos cabos alimentadores, na região adjacente ao transpasse desses pela chapa metálica do fundo do painel, logo nos primeiros dias. Curioso apalpou com os dedos aquela região e percebeu que estavam quentes demais, mas afastando-se daquele ponto estavam em temperatura ambiente.<br />
- Imediatamente comunicou o fato e começaram a analisar a causa do aquecimento e logo chegaram a única conclusão possível. Não tenho aqui imagens termográficas. Aliás naquela época não havia por perto equipamentos sofisticados como os de hoje, mas o pessoal já possuía cabeça e sabiam usá-la. Conhecimentos técnicos, discernimento, capacidade de observar, analisar, concatenar dados e sintetizar já existiam desde os primórdios da manutenção, de modo que a falta de equipamentos sofisticados era compensada em igual medida por muito esforço, inteligência e espírito de pesquisa.<br />
Analisando os dados do caso:<br />
Na verdade é muito simples: Num condutor percorrido por uma corrente elétrica, aparece um campo magnético em torno dele. Se esse campo magnético varia como ocorre em corrente alternada o campo tambem varia. Numa bobina ou mesmo uma espira sob influencia desse campo aparecerá uma fem (Força eletromotriz induzida). Claro, estamos falando do princípio que faz um transformador funcionar.<br />
No presente caso o primário é o próprio cabo que alimenta o circuito. O circuito secundário é uma espira curtocircuitada constituída pela periferia do furo da chapa por onde o cabo transpassa.<br />
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/06/INDUÇÃO-EVOLUIU-PARA-CURTO-CIRCUITO_html_1e2c97d2.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/06/INDUÇÃO-EVOLUIU-PARA-CURTO-CIRCUITO_html_1e2c97d2-300x45.png" alt="" title="INDUÇÃO EVOLUIU PARA CURTO CIRCUITO_html_1e2c97d2" width="300" height="45" class="aligncenter size-medium wp-image-2197" /></a></p>
<p>Se o circuito dessa espira for fechado, circulará corrente. Se fechado em curto circuito como é o caso citado acima a corrente será elevada e a energia se dissipará em forma de calor. Então a análise do fato observado levou a única conclusão possível conforme foi dito acima. O curto circuito para a massa e entre fases foi ocasionado por deficiência no isolamento do cabo, causado pela degradação térmica da camada isolante deste, devido a alta temperatura alcançada nessa região que por sua vez foi conseqüência do aquecimento na periferia do furo na chapa de aço por onde os cabos transpassavam. É notável o encadeamento de causas e efeitos e como um fenômeno natural como a indução eletromagnética culmina num curto circuito. A resposta é relativamente simples: como os fenômenos não mudam temos que criar condições necessárias e suficientes para minimizar ou neutralizar seus efeitos danosos.<br />
No presente caso algumas medidas possíveis foram pensadas:<br />
Alargar os furos até 3 ou 4 vezes o diâmetro dos cabos e centralizá-los de modo a afastá-los da fonte de calor.<br />
Fazer um furo único e suficiente para passar ao mesmo tempo todos os cabos organizados em trifólio, com o fim de neutralizar o campo eletromagnético resultante eliminando esse aquecimento por causa da indução.<br />
Rasgar uma janela na região onde os cabos passam e mantê-los o mais centralizados possível, completando o espaço vazio da chapa com uma chapa isolante de fibra de vidro. Ver figuras.<br />
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/06/INDUÇÃO-EVOLUIU-PARA-CURTO-CIRCUITO_html_2452c45f.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/06/INDUÇÃO-EVOLUIU-PARA-CURTO-CIRCUITO_html_2452c45f-300x105.png" alt="" title="INDUÇÃO EVOLUIU PARA CURTO CIRCUITO_html_2452c45f" width="300" height="105" class="aligncenter size-medium wp-image-2198" /></a></p>
<p>Pela praticidade, facilidade de execução no local e tempo a ser despedido na tarefa, optou-se pela alternativa “c”. Como a medida surtiu um excelente efeito foi tomada como referencia para novos casos semelhantes de montagem de circuito de força em painéis.</p>
<p>Essa historinha baseada em fatos reais que aconteceram, foram analisados e resolvidos apesar de muito simples, traz em suas entrelinhas conhecimentos específicos de eletrotécnica que sempre ajudam na análise e solução de problemas. Mas a coisa não fica por aí, na verdade é apenas aquele fiapinho de linha do tapete que se puxado pode desmanchá-lo todo. Nos dias de hoje existem outras implicações em torno dessa história. Podemos citar duas que tambem se encadeiam:<br />
- A primeira é uma séria não conformidade, pois as normas técnicas hoje proíbem esse tipo de montagem.<br />
- Os painéis de força recomendados para as subestações devem ser os do tipo CCM dotados de gavetas totalmente estanques onde cada circuito de força é alojado separadamente, alem de atender a vários outros detalhes como permitir que a gaveta seja totalmente removível, que possa ser afastada do barramento de modo a seccionar completamente o circuito de força mas fique com o do comando ligado e em condições de ser acionado para testes simulados sem a carga. Devem permitir ligar e desligar o disjuntor de alimentação do circuito de força externamente por acionamento de mecanismo isolado e permitir o rearme das proteções tambem por acionamento externo totalmente isolado eletricamente dos componentes internos. Deve ser dotado de mecanismos de bloqueio e intertravamento de modo que o circuito de força só seja ligado após a gaveta estar totalmente inserida e que desarme se for tentado retirar a gaveta estando o circuito ligado. Todas as conexões de força e comando devem possuir acoplamento tal que não fique nenhuma abertura, para garantir a estanqueidade.<br />
- A razão é simples: quando ocorre um curto circuito, uma radiação ultravioleta muito intensa provoca a ionização do ar circundante que se torna excelente condutor de eletricidade tornando o meio totalmente condutor e disseminando o curto circuito. Alem disso a geração de calor intenso provoca o derretimento das partes metálicas que não raramente produz respingos metálicos à sua volta.<br />
- Nessas condições, quando os circuitos de força são montados em painéis não estanques (abertos dos lados, em cima e embaixo) o ar ionizado vai se propagando e o curto circuito sendo disseminado e generalizado, podendo queimar uma subestação inteira devido a um curto em apenas um circuito de força.<br />
- A segunda mexe diretamente no bolso. A primeira coisa que uma seguradora faz antes de propor as condições do seguro é contratar uma empresa certificadora cujos engenheiros e técnicos fazem uma inspeção minuciosa a fim de atestar a conformidade das instalações com as normas técnicas e ou relatar não conformidades importantes que precisam ser corrigidas. O relatório que produzem serve de base para discussão e negociação entre as partes.<br />
- É claro que numa instalação totalmente não conforme como a montagem de circuitos de força em painéis abertos como o caso citado ou superpopulação de cabos sobre um bandejamento ou montagens desarrumadas que acarretem efeitos indesejáveis entre muitas outras, leva a seguradora a aumentar muito o preço do seguro sob a presunção de que o risco é muito maior e que em caso de sinistros os danos serão tremendamente maiores e o dinheiro a ser reembolsado ao cliente na mesma medida.</p>
<p>robertovasco@hotmail.com – 12/06/2011</p>
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		<title>Considerações Técnicas em Projeto</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jun 2011 17:15:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[considerações]]></category>
		<category><![CDATA[considerações técnicas em projetos]]></category>
		<category><![CDATA[projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[- Ao projetar um equipamento, inúmeras considerações técnicas são analisadas com o objetivo de decidir a respeito de segurança, consumo de energia, limitações impostas pelas características técnicas dos produtos a serem produzidos ou tratados, etc. - Os projetistas possuem métodos de trabalho fundamentado em critérios técnicos a serem observados e atendidos, que vão desde ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- Ao projetar um equipamento, inúmeras considerações técnicas são analisadas com o objetivo de decidir a respeito de segurança, consumo de energia, limitações impostas pelas características técnicas dos produtos a serem produzidos ou tratados, etc.</p>
<p>- Os projetistas possuem métodos de trabalho fundamentado em critérios técnicos a serem observados e atendidos, que vão desde ao atendimentos de todas as normas técnicas envolvidas, até os mínimos detalhes que normalmente passariam despercebidos mas que podem fazer a diferença, seja em custos, segurança e prazos de entrega.</p>
<p>- Dentre os vários critérios úteis à concepção e desenvolvimento do projeto podemos citar: Os 5W e 1H e os 6M:</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/06/CONSIDERAÇÕES-EM-PROJETOS_html_m3373ab1b.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/06/CONSIDERAÇÕES-EM-PROJETOS_html_m3373ab1b-300x68.png" alt="" title="CONSIDERAÇÕES EM PROJETOS_html_m3373ab1b" width="300" height="68" class="aligncenter size-medium wp-image-2193" /></a></p>
<p>- No artigo anterior “Degradação térmica” alguns tópicos remetem a considerações de projeto importantes ao caso. Analisando algumas das frases contidas nesse artigo podemos facilmente chegar às considerações de projeto que foram feitas para atender a vários quesitos:</p>
<p>1 &#8211; Alterar as características químicas ou físicas de um produto, tornando-o impróprio ao uso a que se destina ou até mesmo inviabilizando totalmente o seu uso.</p>
<p>- Nesse ponto, pesando algumas possíveis considerações técnicas provavelmente feitas por quem projetou a estufa, resolvi não fazer e respeitar o tempo e o desenvolvimento de temperatura conforme sugeria o circuito da estufa</p>
<p>2 &#8211; Degradar tambem pode ser entendido como estragar, caso o processo seja irreversível.</p>
<p>3 &#8211; A degradação térmica é um tipo específico ocasionado por ação da temperatura, seja por choque térmico, caracterizado pela variação brusca de temperatura, que pode ter um efeito imediato, seja por repetidos processos de aquecimento e resfriamentos, causando sucessivas dilatações e contrações na estrutura do material causando fadiga que pode deixá-lo quebradiço ou ressecado fazendo perder algumas propriedades que originalmente possuía.</p>
<p>4 &#8211; No momento que o operador acionou o comando ocorreu um curto circuito na parte superior e começou a sair fumaça.</p>
<p>5 &#8211; O sistema de aquecimento da estufa é composto de 16 grupos de resistências de cerca de 2,26KW cada um, divididos em dois circuitos e localizados de tal forma que nas laterais esquerda e direita ficavam dois grupos na frente e dois mais atrás &#8230;</p>
<p>6 &#8211; Quando é dado partida no sistema os dois circuitos são acionados. Passados 12 minutos um dos circuitos é desligado por um relé temporizador. Quando a temperatura alcança o valor escolhido, em torno de 120 a 150 graus, o relé controlador começa a controlar essa temperatura dentro de uma pequena faixa de variação, ligando e desligando o circuito que ficou programado para funcionar.</p>
<p>7 &#8211; Equilíbrio de carga por fase.</p>
<p>8 &#8211; O melhor fio que consegui para executar o serviço foi um com classe de isolamento de 180 ºC, que os revesti com espaguete de fiberglass e na região do transpasse da carenagem passei outro espaguete mais grosso reunindo tolos eles para conferir maior resistência mecânica e proteção.</p>
<p>9 &#8211; As emendas foram feitas com conectores daqueles aparafusáveis para aperto do condutor.</p>
<p>10 &#8211; Nos primeiros 12 minutos, com os dois circuitos ligados a temperatura ambiente interna chegou em poucos minutos a 78ºC, depois baixou ate 76 quando um dos circuitos foi desligado e depois voltou a subir lentamente de modo que depois de 40 minutos ainda estava com 87ºC.</p>
<p>11 &#8211; Grande quantidade de peças e quantidade de energia para aquecer a massa existente é bastante grande.</p>
<p>12 &#8211; O que poderíamos fazer para elevar mais rápido no inicio de marcha seria eliminar a ação do temporizador, by-passando seu contato de modo a manter o circuito auxiliar pelo dobro ou triplo do tempo se necessário até alcançar uma temperatura maior.</p>
<p>13 &#8211; Então porque não fazemos isso?</p>
<p>14 &#8211; A questão é que eu não conhecia a temperatura crítica do esmalte dos fios magnéticos nem do verniz aplicado na impregnação.</p>
<p>15 &#8211; Geralmente os sistemas de aquecimento são projetados de forma a produzirem uma curva de aquecimento de tal forma que contemplem esse detalhe, então, na região adjacente à temperatura crítica, a elevação de temperatura em relação ao tempo é muito menor que na região anterior e posterior.</p>
<p>16 &#8211; Considerações parecidas tambem são feitas a respeito do material que é inserido no forno ou estufa: Nunca se pega um corpo frio e coloca no ambiente totalmente aquecido. Ou se coloca dentro do ambiente e o aquece gradativamente ou existe algum processo que permite a inserção gradativa ou em zonas menos quente até a total inserção.</p>
<p>17 &#8211; Muitos fornos industriais de processo contínuo possui um forno relativamente comprido, com várias zonas de temperatura diferente e possuem carros que transladam dentro dele com velocidade adequada, carregando as peças a serem aquecidas.</p>
<p>18 &#8211; Costuma haver um processo parecido para o resfriamento.</p>
<p>19- recolocamos as chapas do interior que haviam sido removidas</p>
<p>ANALISANDO:<br />
- Pela citação 1 vemos que existe uma preocupação fundamental em executar o trabalho que é preciso sem alterar as características e ou propriedades físicas e químicas do produto que está sendo produzido ou tratado. Quando não se sabe exatamente as considerações feitas em projeto e porque, deve-se respeitar estritamente as condições estabelecidas como seguras.</p>
<p>- Pela citação 2, sabe-se que muitas alterações são danos irreversíveis.</p>
<p>- Pela citação 3 percebe-se que os danos tanto podem acontecer por choque térmico como por fadiga, ambos causados pelo efeito da temperatura, ainda que de modo diferente.</p>
<p>- A citação 4 tambem é interessante com respeito a alguns cuidados. No caso analisado, se houvesse material combustível na região adjacente ao curto circuito, certamente teria ocorrido um incêndio. Ali, apesar de estar tudo à volta incandescente, não houve porque o material existente no local era lã de rocha. Como o equipamento fica ligado durante a noite sem ninguém por perto, um pequeno incêndio pode propagar-se e produzir conseqüências catastróficas. A fumaça teria sido provavelmente da queima do isolamento de plástico anti-chama que fica abaixo da camada de fiberglass, mais alguma matéria orgânica de poeira e umidade do ar condensada.</p>
<p>- A citação 5 tambem é intrigante pois a primeira vista os cálculos de energia gasta durante o tempo citado, não fecham com a variação de temperatura naquele período. Ou seja: Se considerarmos um grupo de resistores totalizando 36KW por determinado tempo e compararmos com 2000Kg de Ferro mais 2000Kg de Cobre de calor específico 0,11 e 0,094 respectivamente, dentro de uma estufa alimentada com esses resistores, considerando a relação M.C. Δt = E(joule), a temperatura atingida no tempo que ficar ligado não bate com a calculada. Isso remete a idéia de enormes perdas devido a causas diversas, entre elas a ventilação ou exaustão, procedimento operacional imprescindível. É claro que sempre fica aquela idéia de que tudo pode ser melhorado e que possivelmente estudos mais aprofundados poderiam levar a otimização do projeto em termos de dispêndio de energia.</p>
<p>- A Citação 6 tambem é muito interessante porque remete a uma idéia de um procedimento operacional que permite ao sistema de aquecimento evitar o choque térmico devido ao chegar em determinada temperatura, começar a aumentar numa taxa bem inferior a anterior, fazendo a temperatura aumentar muito vagarosamente a partir daí.</p>
<p>- A frase do item 7 tambem reflete uma condição que pode ser proveitosa, desejável e até recomendável em alguns casos. Isso pode ser útil em termos de coordenação de proteções, dimensionamento de bitolas de cabos. Tambem pode ser considerado que num sistema trifásico equilibrado, estando as correntes equalizadas e os cabos juntos e arrumados em trifólio, a resultante de campos magnéticos em torno do conjunto é praticamente nula. Em alguns casos, a presença de campos magnéticos ao redor de um cabo pode ter efeitos indesejáveis. Por exemplo: se um cabo singelo carregado passa por um furo numa chapa metálica, a periferia do furo se comporta como uma espira curtocircuitada onde será desenvolvida uma fem que fará circular uma corrente alta e produzirá calor suficiente para degradar o isolamento do próprio cabo que passa por ali, culminando com curtos circuitos. Isso é um caso real que já aconteceu várias vezes em vários circuitos de força e não parou de acontecer até que se rasgasse uma abertura suficiente para passar os 3 cabos das fases juntos e a certa distancia das bordas.</p>
<p>- A citação 8 tambem é interessante porque reflete uma preocupação com o material adequado ao trabalho que será realizado em determinado ambiente e sob determinadas condições. Reflete ainda a preocupação com um reforço no isolamento térmico de cada condutor e tambem de todo o conjunto nas regiões mais críticas.</p>
<p>- A frase do item 9 fala sobre uma condição que sempre tem que se ter muito cuidado. Às vezes é preferível ter um barramento onde todos os cabos do mesmo circuito estejam conectados, num painel de distribuição local ou mesmo no painel de origem a fim de evitar emendas que podem representar numa sequência: maus contatos, aquecimentos e rompimentos.</p>
<p>- No item 11 percebe-se que a questão é de dimensionamento, que conforme já comentamos acima deve levar em conta todas as perdas.</p>
<p>- As citações de 12 a 15 são questões importantes que acontecem no dia a dia da manutenção onde algumas vezes são cometidos alguns abusos, não raramente assumindo riscos a respeito dos quais muitas vezes se desconhece. Muitas burlas de procedimentos e condições de segurança não tiveram um final feliz em termos de segurança pessoal e patrimonial. Muitas vezes sabe-se o que deveria ser feito para burlar determinada condição. Mas é preciso conhecer os riscos envolvidos, saber se vale a pena corrê-los e decidir sensatamente. Claro, todas as condições de projeto contemplam algo importante mesmo que quem analise a primeira vista não perceba o que é, para que e porque.</p>
<p>- Nos itens 16 a 18 constam uma preocupação que muitos não conhecem ou não se dão conta de sua importância, que em alguns casos é vital.</p>
<p>- No item 19 menciona um detalhe que no caso de estufas é tremendamente importante. À frente dos grupos de resistores sempre tem que haver uma chapa metálica para evitar a incidência direta da onda de calor nas peças que forem colocadas internamente, alem de equalizar a distribuição de calor interno. Já vi peças queimarem-se dentro de uma estufa por causa disso e por falha do sistema sensor/controlador de temperatura.</p>
<p>- Apesar de não terem sido citados, os sensores de temperatura devem ser protegidos contra danos e os relés controladores que recebem os sinais desses devem estar operando perfeitamente. È comum colocar uma segurança adicional, como um termostato com a temperatura acima da do controle máximo para desligar o sistema alimentador caso o controle de temperatura falhe.</p>
<p>Enfim, cada projeto possui inúmeros detalhes a serem considerados. Falamos aqui de um “minimorum”.</p>
<p>10/06/2011 – robertovasco@hotmail.com<br />
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		<title>Degradação Térmica &#8211; 2</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jun 2011 00:18:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[Degradação Térmica]]></category>

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		<description><![CDATA[- Já publiquei um artigo específico sobre aceleração da degradação térmica de cabos elétricos, tomando como fonte um trabalho de estudo e solução de um caso real que foi vencedor de um evento técnico da Abraman-ES, ver site: (http://www.abraman.org.br/index.php?option=com_content&#038;view=article&#038;id=108:1o-colocado-aceleracao-da-degradacao-do-isolamento-de-cabos-em-paralelo-&#038;catid=79:21o-congresso-brasileiro-de-manutencao-2006&#038;Itemid=68 ). Quem for sócio conseguirá baixar o trabalho completo em arquivo pdf. - Degradar é um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- Já publiquei um artigo específico sobre aceleração da degradação térmica de cabos elétricos, tomando como fonte um trabalho de estudo e solução de um caso real que foi vencedor de um evento técnico da Abraman-ES, ver site: (<a href="http://www.abraman.org.br/index.php?option=com_content&#038;view=article&#038;id=108:1o-colocado-aceleracao-da-degradacao-do-isolamento-de-cabos-em-paralelo-&#038;catid=79:21o-congresso-brasileiro-de-manutencao-2006&#038;Itemid=68">http://www.abraman.org.br/index.php?option=com_content&#038;view=article&#038;id=108:1o-colocado-aceleracao-da-degradacao-do-isolamento-de-cabos-em-paralelo-&#038;catid=79:21o-congresso-brasileiro-de-manutencao-2006&#038;Itemid=68</a> ). Quem for sócio conseguirá baixar o trabalho completo em arquivo pdf.</p>
<p>- Degradar é um termo que significa alterar as características químicas ou físicas de um produto, tornando-o impróprio ao uso a que se destina ou até mesmo inviabilizando totalmente o seu uso. Em alguns casos essa degradação é de certa forma reversível, se  os efeitos puderem ser tratados por algum processo químico ou físico, como decantação, filtração, adição de algum produto que reaja com o agente degradante e permita num segundo momento aplicar um processo físico como o mencionado para reaproveitamento ou recuperação.  </p>
<p>Degradar tambem pode ser entendido como estragar, caso o processo seja irreversível.</p>
<p>- A degradação térmica é um tipo específico ocasionado por ação da temperatura, seja por choque térmico, caracterizado pela variação brusca de temperatura, que pode ter um efeito imediato, seja por repetidos processos de aquecimento e resfriamentos, causando sucessivas dilatações e contrações na estrutura do material causando fadiga que pode deixá-lo quebradiço ou ressecado fazendo perder algumas propriedades que originalmente possuía. Alem disso aparecem efeitos secundários como aumento da porosidade, acelerações de processos químicos, como oxidações, formação de outros produtos contaminantes, aumento e redução de massa, etc e efeitos terciários decorrentes desses. Enfim, a variedade é enorme e cada caso é um caso.</p>
<p>- Semana passada, tive que fazer uma análise de um caso desses e decidir como proceder. Uma estufa para secagem de motores e cura de verniz isolante apresentou um problema: No momento que o operador acionou o comando ocorreu um curto circuito na parte superior e começou a sair fumaça. O pessoal desligou e me chamou para avaliar o que ocorrera e resolver o mais rápido possível, pois havia cerca de 10 estatores de motores de tamanhos diversos, desde carcaça 100 até 315, todos com igual urgência devido aos prazos de entrega assumidos com os clientes. </p>
<p>- O sistema de aquecimento da estufa é composto de 16 grupos de resistências de cerca de 2,26KW cada um, divididos em dois circuitos e localizados de tal forma que nas laterais esquerda e direita ficavam dois grupos na frente e dois mais atrás conforme figura: (vista de cima).<br />
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/06/DEGRADAÇÃO-TÉRMCA_html_122fb610.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/06/DEGRADAÇÃO-TÉRMCA_html_122fb610.png" alt="" title="DEGRADAÇÃO TÉRMCA_html_122fb610" width="711" height="353" class="aligncenter size-full wp-image-2187" /></a></p>
<p>- Quando é dado partida no sistema os dois circuitos são acionados. Passados 12 minutos um dos circuitos é<br />
desligado por um relé temporizador. Quando a temperatura alcança o valor escolhido, em torno de 120 a 150 graus, o relé controlador começa a controlar essa temperatura dentro de uma pequena faixa de variação, ligando e desligando o circuito que ficou programado para funcionar.</p>
<p>- Verifiquei na região onde ocorreu o curto e constatei que dois grupos montados na mesma plataforma lateral tiveram seus cabos completamente seccionados e os cabos não eram marcados. Como o dano ocorrera exatamente na região do orifício da carenagem onde passavam os cabos, ficava difícil uma emenda naquele lugar, alem de ter que fazer mais uma mais adiante. Resolvi então substituir o lance de cabos dos bornes dos resistores até uma boa distancia depois do orifício e fazer uma emenda só do lado de fora aos cabos alimentadores. Nesse ponto foi necessário fazer um levantamento para saber quem era quem e a qual circuito era ligado. Examinando os fios partidos no lado do alimentador foi possível entender que num dos cabos estavam ligados dois condutores numa fase e dois na outra. No outro cabo. Dois condutores numa fase, um numa outra e um na restante. Claro, isso permitiu deduzir que a metade daquele banco de resistores da parte dianteira direita era ligado a um circuito alimentador e a outra metade ao outro. Apenas o equilíbrio de carga por fase não era perfeito, pois no primeiro caso as cargas estavam ligadas só entre duas fases. Ver figura do circuito de um dos bancos, o da direita dianteiro. Os outros são parecidos:<br />
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/06/DEGRADAÇÃO-TÉRMCA_html_741f5953.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/06/DEGRADAÇÃO-TÉRMCA_html_741f5953.png" alt="" title="DEGRADAÇÃO TÉRMCA_html_741f5953" width="629" height="298" class="aligncenter size-full wp-image-2188" /></a></p>
<p>O melhor fio que consegui para executar o serviço foi um com classe de isolamento de 180 ºC, que os revesti com espaguete de fiberglass e na região do transpasse da carenagem passei outro espaguete mais grosso reunindo tolos eles para conferir maior resistência mecânica e proteção. As emendas foram feitas com conectores daqueles aparafusáveis para aperto do condutor. Concluído as ligações e aprovados os testes recolocamos as chapas do interior que haviam sido removidas para o serviço nos resistores e partimos para os ensaios de evolução da temperatura. A temperatura foi inicialmente escolhida em 120ºC e dado partida no sistema. Nos primeiros 12 minutos, com os dois circuitos ligados a temperatura ambiente interna chegou em poucos minutos a 78ºC, depois baixou ate 76 quando um dos circuitos foi desligado e depois voltou a subir lentamente de modo que depois de 40 minutos ainda estava com 87ºC. O companheiro que esteve junto estranhou aquele comportamento. Eu que nunca perco a mania de conjecturar teorizei: Provavelmente, devido a estufa ter ficado muito tempo desligada e estar com uma grande quantidade de peças a quantidade de energia para aquecer a massa existente é bastante grande. O que poderíamos fazer para elevar mais rápido no inicio de marcha seria eliminar a ação do temporizador, by-passando seu contato de modo a manter o circuito auxiliar pelo dobro ou triplo do tempo se necessário até alcançar uma temperatura maior. Então porque não fazemos isso?Disse. </p>
<p>- Nesse ponto, pesando algumas possíveis considerações técnicas provavelmente feitas por quem projetou a estufa, resolvi não fazer e respeitar o tempo e o desenvolvimento de temperatura conforme sugeria o circuito da estufa.</p>
<p>- A questão é que eu não conhecia a temperatura crítica do esmalte dos fios magnéticos nem do verniz aplicado na impregnação. Geralmente os sistemas de aquecimento são projetados de forma a produzirem uma curva de aquecimento de tal forma que contemplem esse detalhe, então, na região adjacente à temperatura crítica, a elevação de temperatura em relação ao tempo é muito menor que na região anterior e posterior. </p>
<p>- Observado a curva de aquecimento verifica-se um degrau ou dois caso haja duas zonas críticas. Na primeira fase do aquecimento a curva tem uma inclinação bem maior, enquanto na zona crítica bem menor, ou seja a curva muda de direção.</p>
<p>- Já vi um caso onde a curva de aquecimento de um forno que trabalhava até 1200ºC , tinha uma inclinação de 45º até a faixa próxima de 600ºC, considerada crítica para o refratário. Entre 600 e 650ºC inclinava cerca de 15º , aumentava depois e por volta de 800º reduzia outra vez a inclinação. Com isso, é claro, o tempo que gastava para subir de 600 a 650º era muito superior ao das outras faixas. </p>
<p>- Considerações parecidas tambem são feitas a respeito do material que é inserido no forno ou estufa: Nunca se pega um corpo frio e coloca no ambiente totalmente aquecido. Ou se coloca dentro do ambiente e o aquece gradativamente ou existe algum processo que permite a inserção gradativa ou em zonas menos quente até a total inserção. </p>
<p>- Muitos fornos industriais de processo contínuo possui um forno relativamente comprido, com várias zonas de temperatura diferente e possuem carros que transladam dentro dele com velocidade adequada, carregando as peças a serem aquecidas. Costuma haver um processo parecido para o resfriamento.</p>
<p> &#8211; Pois é gente, alem dos conhecimentos técnicos da eletricidade, às vezes o técnico tem que sacar alguma coisa a mais que adquiriu pela convivência com gente de outras áreas e observação do trabalho deles.  </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vagas para Analista Linux &#8211; Vitória &#8211; Espírito Santo</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/05/23/vagas-para-analista-linux-vitoria-espirito-santo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=vagas-para-analista-linux-vitoria-espirito-santo</link>
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		<pubDate>Tue, 24 May 2011 00:28:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Analista Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Vagas]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, A empresa onde trabalho está em crescimento, sendo assim, estamos precisando contratar mais alguns analistas. O candidato deverá se encaixar no seguinte perfil: - Conhecimentos de Linux - Segurança da Informação de uma forma geral - Anti-vírus - Firewalls, IDP, etc. - Conhecimentos em produtos Symantec será um diferencial Para concorrer a vaga, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal,</p>
<p>A empresa onde trabalho está em crescimento, sendo assim, estamos precisando contratar mais alguns analistas. </p>
<p>O candidato deverá se encaixar no seguinte perfil:</p>
<p>- Conhecimentos de Linux<br />
- Segurança da Informação de uma forma geral<br />
- Anti-vírus<br />
- Firewalls, IDP, etc.<br />
- Conhecimentos em produtos Symantec será um diferencial</p>
<p>Para concorrer a vaga, favor enviar um email com o currículo para gustavorobertux at gmail dot com</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sabonetes Artesanais e Aromatizadores</title>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2011 14:56:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[aromas]]></category>
		<category><![CDATA[aromas da fran]]></category>
		<category><![CDATA[essências]]></category>
		<category><![CDATA[essências calmantes]]></category>
		<category><![CDATA[essências para meditação]]></category>
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		<category><![CDATA[sabonetes]]></category>
		<category><![CDATA[sabonetes artesanais]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal, Não sei se vocês já conhecem, mas gostaria de apresentá-los ao Aromas da Fran, que pode ser acessado no endereço http://aromasdafran.blogspot.com . Aromas da Fran, é o site onde eu sempre compro sabonetes artesanais e aromatizadores para dar de presente. A atendente é muito prestativa, e muito correta em seus prazos, sempre todas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal,</p>
<p>Não sei se vocês já conhecem, mas gostaria de apresentá-los ao <a href="http://aromasdafran.blogspot.com"><strong>Aromas da Fran</strong></a>, que pode ser acessado no endereço <a href="http://aromasdafran.blogspot.com">http://aromasdafran.blogspot.com</a> .</p>
<p><a href="http://aromasdafran.blogspot.com">Aromas da Fran</a>, é o site onde eu sempre compro <strong>sabonetes artesanais</strong> e <strong>aromatizadores</strong> para dar de <strong>presente</strong>.</p>
<p>A atendente é muito<strong> prestativa</strong>, e muito correta em seus prazos, sempre todas as mercadorias <strong>chegaram perfeitas</strong> até seu destino.</p>
<p>Se você está sem idéia para datas comemorativas, como <strong>dia dos namorados</strong>, <strong>dia das mães</strong>, quer fazer uma <strong>lembrancinha para o nascimento</strong> de seus filhos ou quer presentar a sua esposa com algo diferente, acho que o <a href="http://aromasdafran.blogspot.com">Aromas da Fran</a> é lugar ideal.</p>
<p>No site tem diferentes tipos de <strong>essências</strong>, cada um com uma função, por exemplo: existem <strong>essências calmantes</strong>, <strong>essências para meditação</strong> e vários outras finalidades.</p>
<p>Enfim, é um site <strong>recomendado</strong>, espero que gostem</p>
<p>Abraços !</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Meu Incoformismo</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/05/06/meu-incoformismo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=meu-incoformismo</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/05/06/meu-incoformismo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 May 2011 15:06:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[incoformismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal, Este é mais um post aleatório sobre meus pensamentos. E hoje falarei sobre meu incoformismo. Primeiro, a pesquisa do verbete na Wikipédia : Inconformismo : Atitude de não seguir o que está socialmente estabelecido, não corresponder às expectativas dos outros, o que pode implicar críticas, punições ou até marginalizações. Estive conversando com várias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal,</p>
<p>Este é mais um post aleatório sobre meus pensamentos. E hoje falarei sobre meu incoformismo.</p>
<p>Primeiro, a pesquisa do verbete na Wikipédia :</p>
<p><strong>Inconformismo :</strong> Atitude de não seguir o que está socialmente estabelecido, não corresponder às expectativas dos outros, o que pode implicar críticas, punições ou até marginalizações.</p>
<p>Estive conversando com várias pessoas sobre crescimento pessoal e profissional e descobri que a maioria delas querem somente esquentar a cadeira do trabalho. Revoltante !</p>
<p>Num desses papos, com um determinado cidadão ele solta a pérola :</p>
<p>- Aprender mais para que ? Os mais novos já nascem sabendo tudo ! Vamos ficar aqui parados e segurar nossos empregos que é a melhor coisa que podemos fazer, não acha ? </p>
<p>Absolutamente não ! Sou extremamente à favor do desenvolvimento pessoal / profissional .</p>
<p>Pessoas que não tem objetivos à seguir não podem ser plenamente satisfeitas. Ou podem ?</p>
<p>Voltando ao inconformismo, estou escrevendo esse post, porque estou com muita vontade de ir à um congresso em Las Vegas, e várias pessoas já vieram me falar para eu <strong>parar de pensar tão grande</strong> e que eu não vou conseguir ir. Mal sabem eles que sou um cara bastante persistente quando quero algo. </p>
<p>Não me conformo com a idéia de não correr atrás das coisas, ou ainda com a idéia &#8220;As coisas sempre foram assim por aqui !&#8221;.</p>
<p>Com certeza vou atrás desse desejo de ir para o congresso, e quando eu voltar, certamente pessoas estarão com um imenso nó na garganta por eu ter conseguido e dirão que sou louco, por ter ido.</p>
<p>E eles, o que fizeram ? Nada, nem tentaram !</p>
<p>Então fragmentando o verbete temos :</p>
<p><strong>Atitude de não seguir o que está socialmente estabelecido</strong></p>
<p>Não quero somente um emprego. Quero ter um emprego e correr atrás do reconhecimento e desenvolvimento pessoal. </p>
<p>O socialmente estabelecido é : Tenha um emprego e fique nele por vários anos esquentando a cadeira, não aprenda nada, não se desenvolva. </p>
<p>Mas lembrem-se, um dia você poderá ser demitido e tudo aquilo que você deixou de aprender, porque os mais novos já sabiam, com certeza te fará falta.</p>
<p><strong>Não corresponder às expectativas dos outros, o que pode implicar críticas, punições ou até marginalizações.</strong></p>
<p>Não quero corresponder a expectativas dos outros, quero superá-las, e vou conseguir ! </p>
<p>Como aguentarei corresponder a uma expectativa de ficar sentado em sua cadeira, somente obedecendo ordens, sem contestar nada ?</p>
<p>Conteste tudo o que achar que deve, pergunte, debata, não seja um simples recebedor de ordens.</p>
<p>Serei criticado por isso ? Sim, positivamente !</p>
<p>Serei punido / maginalizado por isso ? Só se não souber se expressar !</p>
<p>Então leitores, sejam incoformados, persigam objetivos, que suas vidas farão muito mais sentido.</p>
<p>Abraços à todos !</p>
<p>Fontes de pesquisa</p>
<p>Wikipédia, verbete : Incoformismo<br />
<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inconformismo">http://pt.wikipedia.org/wiki/Inconformismo</a></p>
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		</item>
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		<title>Viagem para Las Vegas &#8211; O passaporte</title>
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		<pubDate>Wed, 04 May 2011 19:27:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Defcon]]></category>
		<category><![CDATA[Las Vegas]]></category>
		<category><![CDATA[Passaporte]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, Esse post inaugura uma possível série de posts, onde tentarei chegar em Las Vegas, Nevada &#8211; USA Nesse primeiro post, falarei sobre o processo para obtenção do passaporte. Os documentos necessários para a confecção do seu primeiro passaporte são : - Carteira de Identidade ( a minha não serviu, porque eu era muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal,</p>
<p>Esse post inaugura uma possível série de posts, onde tentarei chegar em Las Vegas, Nevada &#8211; USA</p>
<p>Nesse primeiro post, falarei sobre o processo para obtenção do passaporte.</p>
<p>Os documentos necessários para a confecção do seu primeiro passaporte são :</p>
<p>- Carteira de Identidade ( a minha não serviu, porque eu era muito novo na foto, então prevaleceu a habilitação);</p>
<p>- CPF;</p>
<p>- Título Eleitoral;</p>
<p>- Comprovante(s) de voto das últimas eleições;</p>
<p>- Comprovante de quitação do serviço militar obrigatório, caso seja homem;</p>
<p>- Guia de Recolhimento da União.</p>
<p>Aqui está o link com todas as documentações necessárias, caso você queira mais informação &#8211; <a href="http://www.dpf.gov.br/servicos/passaporte/documentacao-necessaria/documentacao-para-passaporte-comum/documentacao-para-passaporte-comum">http://www.dpf.gov.br/servicos/passaporte/documentacao-necessaria/documentacao-para-passaporte-comum/documentacao-para-passaporte-comum</a> .</p>
<p><strong>Solicitação da emissão do passaporte</strong></p>
<p>Para poder solicitar o seu passaporte, você deverá acessar este link <a href="http://www7.dpf.gov.br/sinpa/inicializacaoSolicitacao.do?dispatch=inicializarSolicitacaoPassaporte&#038;UF=DF&#038;CD_MUNICIPIO=9701&#038;CD_LOTACAO=274">http://www7.dpf.gov.br/sinpa/inicializacaoSolicitacao.do?dispatch=inicializarSolicitacaoPassaporte&#038;UF=DF&#038;CD_MUNICIPIO=9701&#038;CD_LOTACAO=274</a> . </p>
<p>Preencha todos os dados corretamente, caso erre algum dado, seu passaporte não poderá ser validado.</p>
<p>Depois de tudo preenchido,á até a aba de Local de Atendimento e agende a sua ida a Polícia Federal.</p>
<p>Pague a guia de recolhimento &#8211; GRU.</p>
<p>Vá até o posto da Polícia Federal, não esqueça em hipótese nenhuma, alguns dos documentos solicitados.</p>
<p><strong>O dia de tirar o passaporte</strong></p>
<p>O que mais me impressionou no serviço de obtenção do passaporte é que, o pessoal da Polícia Federal respeita muito a questão de horário. As coisas andaram bastante rápido, desde a minha chegada a Polícia Federal, até minha entrada na sala para confecção do documento. Inclusive, fui atendindo até antes do previsto, graças a rapidez so serviço.</p>
<p><strong>A entrevista</strong></p>
<p>Só me perguntado apenas 2 coisas, se eu era casado e se meu nome havia mudado. Simples ! </p>
<p>Durante a entrevista o atendente olha seus documentos, eles coletam suas digitais num equipamento próprio e depois tiram sua foto. </p>
<p>Depois disso, é pedido para que você confirme os dados que estão na tela, novamente leia tudo, qualquer erro no passaporte o torna inválido.</p>
<p>Para os apressados, você não recebe nenhum número de protocolo, tem que esperar mesmo o passaporte chegar, para você conhecer o seu número de passaporte. Eu pensei que já sairía de lá com o número do passaporte, para poder dar entrada no meu visto americano, mas infelizmente, não deu. <img src='http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Depois da entrevista, você poderá consultar o andamento da sua documentação no site <a href="http://www7.dpf.gov.br/sinpa/jsp/consultarSituacao/consultaSituacaoSolicitacao.jsp">http://www7.dpf.gov.br/sinpa/jsp/consultarSituacao/consultaSituacaoSolicitacao.jsp</a></p>
<p>Por último, pegue seu passaporte onde você o fez. O passaporte demora cerca de 1 semana para ser entregue.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Análise Forense &#8211; Foto de Osama Bin Laden Morto</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/05/02/analise-forense-foto-de-osama-bin-laden-morto/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=analise-forense-foto-de-osama-bin-laden-morto</link>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2011 11:58:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análise Forense]]></category>
		<category><![CDATA[bin laden morto]]></category>
		<category><![CDATA[Dead]]></category>
		<category><![CDATA[osam bin laden is dead]]></category>
		<category><![CDATA[Osama Bin Lade]]></category>
		<category><![CDATA[osama bin laden morto]]></category>
		<category><![CDATA[osama morto]]></category>

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		<description><![CDATA[Aproveitando o hype do momento, Osama Bin Laden is Dead, resolvi fazer uma análise forense das foto principal, a fim de detectar possíveis fraudes na foto. Eu use para issue o site http://www.errorlevelanalysis.com/ mecionado anteriormente na matéria sobre UFO&#8217;s do Egito. Eis que o resultado foi bem interessante. Bem vamos a figura: Explicação do resultado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aproveitando o hype do momento, Osama Bin Laden is Dead, resolvi fazer uma análise forense das foto principal, a fim de detectar possíveis fraudes na foto.</p>
<p>Eu use para issue o site <a href="http://www.errorlevelanalysis.com/">http://www.errorlevelanalysis.com/</a> mecionado anteriormente na matéria sobre UFO&#8217;s do Egito. Eis que o resultado foi bem interessante.</p>
<p>Bem vamos a figura:</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/Screen-shot-2011-05-02-at-8.38.32-AM1.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/Screen-shot-2011-05-02-at-8.38.32-AM1.png" alt="" title="osama bin laden dead" width="199" height="550" class="aligncenter size-full wp-image-2169" /></a></p>
<p>Explicação do resultado</p>
<p>Fazendo uma análise rápida dos resultados, podemos dizer que :</p>
<p>- A análise primária mostra que provavelmente ela foi salva em programas como Adobe Photoshop ;</p>
<p>- Ela foi salvada várias vezes, em possíveis, horas diferentes ;</p>
<p>- Foram usados os testes de ELA na foto, para podermos detectar possíveis modificações ;</p>
<p>- Os testes somente provam que ela foi salva várias vezes e por vários programas diferentes, o que não quer dizer que trata-se de uma foto manipulada.</p>
<p>Bem, isso são apenas testes feitos por computador, não por peritos, o que pode comprometer os resultados aqui postados. </p>
<p>A análise em inglês, feita quando enviei a imagem, pode ser vista neste site : <a href="http://www.errorlevelanalysis.com/permalink/c2aa415/">http://www.errorlevelanalysis.com/permalink/c2aa415/</a></p>
<p>Abraços e espero que tenham gostado !</p>
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		<title>Segurança X Qualidade Total X Utopia</title>
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		<pubDate>Sun, 01 May 2011 20:21:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[- Nos artigos anteriores sobre segurança fizemos uma abordagem menos comum sobre segurança, exortando os agentes de segurança a tornarem-se mestres ao invés de feitores e culminando com uma proposta educacional. Logo a seguir falamos sobre programas educacionais de sucesso e que quem pretendesse chegar lá tinha que trabalhar duro e um longo e pedregoso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- Nos artigos anteriores sobre segurança fizemos uma abordagem menos comum sobre segurança, exortando os agentes de segurança a tornarem-se mestres ao invés de feitores e culminando com uma proposta educacional. Logo a seguir falamos sobre programas educacionais de sucesso e que quem pretendesse chegar lá tinha que trabalhar duro e um longo e pedregoso caminho a seguir. Isso não é tudo.</p>
<p>- Eu tenho a certeza de que muitos acharam distante da realidade e mesmo uma utopia. Claro, qualquer grande empreendimento é uma utopia até conseguirmos chegar lá.</p>
<p>- Felizmente eu tambem fiz algumas afirmações dizendo que era preciso muito trabalho, muita perseverança e muita paciência para suportar os revezes que fatalmente acontecem para não desistir. Disse tambem que os programas que deram certo foram institucionais. Na verdade só deram certo por causa disso. </p>
<p>- Esse é o tema de hoje: Segurança x qualidade total x Utopia.<br />
Novamente algumas afirmações são pertinentes:<br />
 A segurança existe sob vários enfoques e pouca gente a abordou como quesito de qualidade, mas em todos os programas que deram certo essa abordagem foi religiosamente seguida.</p>
<p>- Nem a ilha de utopia de Thomas Morus era tão perfeita, havia servos, escravos, etc. Isso é uma realidade, qualquer coisa estupenda quando finalmente alcançada está longe de ser perfeita. De fato, segundo a teoria japonesa “Kaisen” tudo pode e deve ser melhorado. Na prática, a implantação da qualidade total corrobora com essa idéia e com aquela de que a perseverança é um fator fundamental para se chegar a começar a dar os primeiros frutos. </p>
<p>- Quem já vivenciou isso já ouviu muitas vezes o termo “Empresa serrote”, admitindo-se que os dentes do serrote representam um gráfico do andamento do programa ao longo do tempo, ou seja começa-se a campanha, as coisas começam a melhorar (a subida dos dentes do serrote) e depois de algum tempo começam a voltar o que era antes da campanha ( a descida dos dentes do serrote), o que mostra que as campanhas devem ser constantes e são necessários mecanismos de manutenção. O segredo é diminuir o máximo a amplitude entre os picos e os vales até a completa estabilização mantendo-se o crescimento, ou seja, cair o menos possível a cada vez.</p>
<p>- O que muitos que a princípio criticam as coisas por acharem Utopia não se dão conta é que a história da humanidade está repleta de utopias que se tornaram realidades e essas tambem não chegaram lá por mero acaso: foi por ousadia e persistência de alguns malucos visionários e por necessidades prementes que deram o ultimato no homem, coisas do tipo: “Tarde demais para voltar atrás” ou então: “Não há alternativa, ou faz ou está liquidado”, entre outras. As grandes empresas se enquadraram nessas, principalmente na segunda. </p>
<p>- Quem já assistiu aquele documentário sobre a construção do canal de Panamá sabe disso: em determinado momento havia um impasse técnico devido ao desnível entre os oceanos Atlântico e Pacífico. Seria necessário algo como subir uma escada. Ora navios não sobem escadas. Além do mais havia outros grandes problemas como epidemias como a febre amarela, até então de origem e tratamento completamente desconhecidos, ataques de feras e de tribos indígenas que custaram a vida de legiões de pessoas e serviam de desestímulo e de elevação de custos. Ou seja: em situação normal, era hora de desistir, pois aquilo nunca daria certo, era algo inatingível, uma utopia. No entanto, não havia mais como voltar atrás, parar tudo e justificar a fabulosa quantidade de dinheiro investido, o que já estava servindo a debates políticos e troca de acusações. Ou seja: tinha mesmo que ir em frente, nem que tivesse que apelar para a mágica de fazer navios subirem escadas. O resultado todos conhecemos: foram concebidas as “ Eclusas” e os navios acabaram de certa forma subindo escadas mesmo e atravessando de um oceano para o outro. Na época era uma idéia estapafúrdia. Assim mais uma utopia deixou de sê-la. </p>
<p>- Agora falemos da questão Qualidade Total e que para alcançá-la são necessários vários quesitos, para mostrar finalmente como a segurança, tornou-se condição sine qua non. </p>
<p>- Com o advento da Globalização percebeu-se que os principais concorrentes que antes eram seus visinhos de porta passaram a estar em qualquer lugar do mundo. Na época isso ainda era meio nebuloso e até meio vazio. A realidade de hoje não deixa mais dúvidas. Quem não conhece a invasão dos produtos Chineses em nosso mercado e de muitos países. É impossível competir. Eles conseguem colocar seus produtos aqui a preços inferiores que os nossos de fabricação. Isso independente da sua posição geográfica. Estão literalmente do outro lado a cerca de12 horas de fuso horário.</p>
<p>- Lembro-me que na época da obtenção da certificação ISO9000, a empresa onde trabalhei precisava demonstrar formalmente sua qualidade total mediante criteriosas auditorias realizadas por empresas especializadas e acreditadas internacionalmente para essa finalidade, para obter o certificado das primeiras unidades fabris, seus processos produtivos, seus sistemas de controle para finalmente garantir que seus produtos possuíam qualidade assegurada. </p>
<p>- É claro que isso não aconteceu da noite para o dia. A primeira fase da implantação tinha um minucioso e criterioso calendário e deveria durar dez anos.</p>
<p>- Qualidade total era coisa nova e ninguém tinha por aqui e havia poucos ao longo do mundo. Nossas referências eram o Japão, Os Estados Unidos da América e poucos países da Europa.</p>
<p>- Transformar a mentalidade de então, tremendamente resistente às mudanças e atingir os níveis mínimos requeridos em tão pouco tempo era um empreendimento nada fácil, exigindo um gigantesco programa educacional contemplando vários assuntos e aplicados a vários níveis. Em circunstancias ditas normais até então, era mesmo uma utopia, mas essa acabou deixando de sê-la.</p>
<p>- Claro que estamos falando de um programa institucional, onde cada um em particular era chamado a sua responsabilidade pelo sucesso do empreendimento e onde o número um de cada diretoria, departamento, setor, seção ou equipe tambem fosse o numero 1 na implantação do programa em sua área. Isso exigia tambem a contratação de consultorias externas para auxiliar nos treinamentos e claro, um enorme investimento financeiro.</p>
<p>- Na época, foi idealizado que a Qualidade Total fosse composta de cinco quesitos básicos representados pela sigla QCAMS, cujas letras significavam: Qualidade, Custos, Atendimento, Moral e Segurança. A parte ambiental estava implícita no Q de qualidade, pois os poluentes são considerados subprodutos do processo produtivo.  É claro que cada um desses está interligado com os demais afetando-se mutuamente. </p>
<p>No nosso assunto sobre segurança, por exemplo, uma falha na Segurança gera Custos adicionais e desnecessários ou o desperdício de recursos,que afeta o Moral de uma equipe, pode aumentar os prazos de entrega do serviço afetando então a questão Atendimento, a Qualidade do produto produzido e conseqüentemente a Qualidade Total.</p>
<p>Voltando um pouco ao assunto da implantação e de tudo que foi necessário em termos estratégicos, táticos e operacionais, resumirei em poças palavras essa história:</p>
<p>- No plano estratégico, por exemplo, a empresa estabeleceu como meta trabalhar em tudo o que fosse necessário, Comprometer-se incondicionalmente com o andamento do programa até a sua conclusão, explicitar formal e claramente a sua missão e seus objetivos, estabelecer um calendário detalhado e cumprir fielmente cada etapa e investir todos os recursos necessários: Humanos, materiais e financeiros. </p>
<p>- Fazer tudo isso acontecer em todos os níveis desde a presidência e o conselho diretor até o chão de fábrica, não é uma tarefa muito fácil. Como já mencionei antes o choque de mentalidade é estupendo, a resistência é imensa, o volume de tarefas extenuante, o compromisso com os resultados desafiador, os reveses são muitos, os resultados não são palpáveis nem perceptíveis a curto prazo ou entre uma etapa e outra. Só se nota alguma melhora comparando com vários degraus abaixo.</p>
<p>Voltando a questão Utopia, para as empresas menores que não tem dinheiro para investir em qualidade total essa visão poderia continuar válida. Mas a coisa não é bem assim: hoje as grandes empresas que obtiveram o certificado tambem têm que comprar os produtos e contratar os serviços de empresas certificadas. Assim quem não se adequar acaba perdendo seus melhores clientes e empurrado para fora do mercado e condenado a fechar as portas em médio prazo. </p>
<p>Sabendo dessas dificuldades as Grandes Empresas associadas às Entidades governamentais, à Federação das indústrias e outros órgão estabeleceram programas como o Prodfor entre outros para alavancar o desenvolvimento de fornecedores de produtos e serviços e em parceria com escolas profissionalizantes prover segundo as necessidades do mercado os devidos cursos. </p>
<p>Alem do mais exigências legais representadas principalmente pelos artigos da CLT e das NRs, corroborados com as exigências dos contratos de serviço com as grandes empresas, tem estimulado as empresas um pouco menores a investir cada vez mais em segurança.</p>
<p>Sem desmerecer as outras estamos considerando aqui grandes empresas conforme o ranking classificatório mostrado nos anuários de economia da Conjuntura econômica, Estadão, Valor, Federações das indústrias e outras, baseado nos balanços oficiais das empresas onde são tomados alguns índices como Patrimônio Líquido, </p>
<p>Faturamento anual, Número de empregados, fatia de mercado e outros.</p>
<p>Roberto Vasco – robertovasco@hotmail.com	01/05/2011 </p>
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		<title>Lyoto Machida vs. Randy Couture &#8211; UFC 129</title>
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		<pubDate>Sun, 01 May 2011 12:52:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Below, the sequence where, Randy Couture was knocked out. http://sportv.globo.com/extra/Noite-de-vitorias-brasileiras-no-UFC-129.shtml]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Below, the sequence where, Randy Couture was knocked out.</p>
<p><a href="http://sportv.globo.com/extra/Noite-de-vitorias-brasileiras-no-UFC-129.shtml">http://sportv.globo.com/extra/Noite-de-vitorias-brasileiras-no-UFC-129.shtml</a></p>
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		<title>Segurança &#8211; Programas Educacionais de Sucesso</title>
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		<pubDate>Sun, 01 May 2011 12:34:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[No artigo anterior sobre segurança abordei a Segurança com enfoque na educação e propus que os agentes de segurança agissem como mestres. Falei algo sobre alguns princípios educacionais e sobre conhecimentos de Andragogia e o uso de várias ferramentas de trabalho que ela propõe. - Nesse artigo, menciono alguns programas educacionais de sucesso e apresento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No artigo anterior sobre segurança abordei a Segurança com enfoque na educação e propus que os agentes de segurança agissem como mestres. </p>
<p>Falei algo sobre alguns princípios educacionais e sobre conhecimentos de Andragogia e o uso de várias ferramentas de trabalho que ela propõe.</p>
<p>- Nesse artigo, menciono alguns programas educacionais de sucesso e apresento três casos reais, dos vários que deram certo.</p>
<p>- Mas antes eu preciso dizer que trabalho de segurança é sacerdócio, paciência e perseverança para não desanimar ante os muitos revezes que fatalmente acontecerão. È como dizia um colega de uma empresa que visitei expert em programas dessa natureza: “seu eu fosse escrever sobre as coisas que deram certo, gastaria duas ou três páginas, mas se tivesse que escrever as que não deram, provavelmente escreveria um livro”.</p>
<p>- Preciso dizer tambem que todos esses programas estão inclusos nas determinações das NRs conforme já comentamos e os trabalhos mencionados abaixo estão perfeitamente enquadrados nos artigos, parágrafos ou incisos de várias NRs.</p>
<p>- Afirmo tambem que todos esse programas são totalmente participativos e em alguns os próprios funcionários gerenciam suas atividades e seus chefes imediatos e outros gerentes pares deles ou superiores entram como facilitadores e provedores para garantir o sucesso, o que geralmente ocorre. Os funcionários são incentivados com reconhecimentos formais, premiação com viagens para apresentar seus trabalhos em congressos afins, onde concorrem inclusive a prêmios. O ganho é estupendo em todos os sentidos.</p>
<p>O programa dos 5Ss tem um enfoque comportamental e atende a várias NRs. Sua implantação é árdua e os resultados não são imediatos, tem que insistir muito, trabalhar duro na divulgação e nos programas internos, corroborados pelas auditorias internas, setoriais e externas, que servem de feedback dos conhecimentos aplicados, tanto em termos qualitativos como quantitativos.</p>
<p>O programa de CCQ, Ciclos de Controle de Qualidade, tem um enfoque no desenvolvimento de trabalhos executados com o uso de ferramentas da qualidade, como: </p>
<p>Diagramas de causa e efeito, histogramas, MASP(Método de Análise e Solução de problemas) entre outros. È totalmente participativo, os funcionários gerenciam todas as fases dos projetos a serem escolhidos, trabalhados e implementados e os gerentes entram como facilitadores e provedores como já foi dito anteriormente. Alem disso, todos os trabalhos tem aplicação imediata no dia a dia da empresa, atendem cem por cento às orientações das NRs e como conseqüências revertem-se em benefício dos próprios trabalhadores. </p>
<p>O nível de participação é ótimo e o sucesso garantido, mas nem porisso deixa de ser árduo seu processo de instalação, principalmente no que tange ao imediatismo das pessoas, que conforme já mencionei em artigo anterior e em matéria que já publiquei, querem saber logo quantas conchas de feijão acrescentarão ao seu prato. Ou então estão com seus espíritos armados como (Isso é coisa da empresa, Querem nos controlar, Fazer o nome nas nossas costas, É pura perda de tempo) ou tem aquele desanimo: “Não vai dar certo”.</p>
<p>Falemos então de alguns trabalhos executados dentro do programa de CCQ, que tiveram absoluto sucesso, foram premiados em apresentações e o mais importante: Reverteu-se em benefício para todos os trabalhadores da área, como tudo o que atende as NRs.</p>
<p>Trabalho 1- DISPOSITIVO DE COLOCAÇÃO E RETIRADA DE CARGA NA ESTUFA. Atendeu a NR9(prevenção de riscos ambientais),NR11(Transporte, movimentação, armazenagem e manuseio), NR12(Máquinas e equipamentos) e NR17(ergonomia), principalmente.</p>
<p>- Numa grande oficina elétrica era freqüente o serviço de manutenção em motores de 4000 KW ou 5.435 CV. Depois de desmontados e lavados precisavam ser colocados na estufa, Depois de secos, retirados para os serviços de manutenção. Uma vez concluídos, eram impregnados e novamente precisavam ser inseridos na estufa e depois retirados. </p>
<p>Alguns desses motores, mesmo depois de separados rotor e estator pesavam várias toneladas, o que exigia o esforço de vários homens para empurrar ou puxar o carro que continha a carga.</p>
<p>Depois desse trabalho tudo mudou: Apenas um homem apertando o botão de um controle remoto colocava e retirava a carga na estufa. O custo foi surpreendentemente baixo, pois as peças e dispositivos alem de não serem muito caros, foram conseguidos na própria oficina ou até na sucata. A maquinaria usada na execução dos trabalhos era da própria oficina, O projeto e mão de obra da própria equipe. O benefício foi enorme para a empresa e para os empregados.</p>
<p>Trabalho 2 – DISPOSITIVO DE EXAUSTÃO PARA O INPREGNADOR</p>
<p>Atende a NR9(Prevenção de riscos ambientais), NR12(Máquinas e equipamentos), NR33(Segurança e saúde em espaços confinados), NR23(proteção contra incêndios) e 24(Condições sanitárias e conforto nos locais de trabalho), principalmente.</p>
<p>Na mesma oficina , o impregnador ficava dentro dessa, cujo volume de ar interno era enorme devido as suas dimensões e os exaustores faziam muito mais barulho do que realmente esgotavam o ar contaminado com solventes, de modo que eram constantes os casos de Leucopenia detectados pelos exames de sangue dos funcionários, do incômodo causado pelo cheiro forte e pelo barulho, Os assédios da fiscalização ostensiva dos sindicalistas e entidades governamentais e dos enormes custos para o projeto e implementação de uma obra definitiva que atendessem às exigências.</p>
<p>Esse impregnador é um grande tanque que possui tampa e até dispositivo para fazer vácuo, onde os motores são mergulhados no verniz por algum tempo. Antes de colocar na estufa, que tambem tem exaustão, precisam ser escorridos para evitar o desperdício e a contaminação do meio ambiente. Essa operação leva cerca de 15 a 20 minutos, o que faz necessário uma boa exaustão.</p>
<p>Tudo isso melhorou muito depois do trabalho que consistiu em fabricar uma coifa de chapas de alumínio e uma tubulação do mesmo material vazando a parede lateral onde foi adaptado um pequeno e mais silencioso ventilador. O rendimento foi ótimo pois como os vapores foram dirigidos por sucção logo acima até a coifa ele não se espalhava mais no ambiente. Sendo tambem pequeno o volume de ar a ser drenado e canalizado com uma tubulação, o pequeno e silencioso ventilador foi suficiente para realizar o trabalho. </p>
<p>Os custos tambem foram surpreendentemente baixos, se comparados então com o projeto definitivo proposto, era baratíssimo.</p>
<p>O ganho para a empresa e para os seus funcionários foi enorme e a satisfação, elevadora do moral da equipe tambem.</p>
<p>Trabalho 3 – SISTEMA GERENCIADOR DE ORDENS DE SERVIÇO PARA DESCONGESTIONAR A OFICINA ELÉTRICA.<br />
Atendeu a NR11(Transporte, movimentação, armazenagem e manuseio) e NR12 (Máquinas e equipamentos), entre outras.</p>
<p>A mesma oficina já estava à beira da insolvência em termos de execução dos serviços requeridos pelos cliente. O backlog (dívida de serviços) já andava em quinze semanas e tendia a aumentar cada vez mais. Em outras palavras, se parasse de chegar serviços para fazer seriam necessárias quinze semanas para concluir tudo.</p>
<p>Havia um complicador especial que contribuía substancialmente para agravar o problema: os motores e transformadores que chegavam já ocupavam um exagerado espaço interno e não havia nem como aumentar o número de funcionários porque não haveria lugar para mais bancadas de trabalho.</p>
<p>Embarcando nos conhecimentos oriundos do programa dos 5Ss, e particularmente nos dois primeiros: Senso de Utilização e Senso de Ordenação, concluíram que lugar de peças é no almoxarifado. O que não serve, descarta-se. O que serve esporadicamente não deve estar ali, mas guardado em algum lugar fácil de ser encontrado e retirado, Só deve estar ali o que vai ser usado imediatamente ou trabalhado, naquele caso, e deve estar ordenado e limpo. Realmente tudo foi baseado nisso.</p>
<p>- O trabalho consistiu no seguinte. Em contato com o cliente interno, o funcionário responsável pelo recebimento auxiliado pelo programador e os especialistas das áreas envolvidas, quando necessário, definia rapidamente o nível de prioridade. Só entravam na oficina os itens de emergência e os de urgência que coubessem dentro da disponibilidade de execução imediata. Nas demais prioridades, somente os papéis se deslocavam. </p>
<p>Os motores e transformadores iam direto ao almoxarifado com um dígito do código de estoque indicando material a recuperar. A programação era feita. Quando ia efetivamente ser trabalhado, requisitavam o material ao almoxarifado, recuperavam e devolviam com um dígito no código que indicava material recuperado.</p>
<p>- Depois de concluído o trabalho, a oficina se transformou completamente. Criou-se mais espaço para o trabalho, facilitou enormemente a limpeza, as áreas de circulação foram desimpedidas e ficaram com a largura mínima das faixas respeitadas, diminuiu o risco de acidentes, facilitou a movimentação de peças no interior sem incomodar as pessoas nem deslocá-las do seu posto de trabalho, melhorou o visual do ambiente, o que diminuiu o stress.</p>
<p>Como já disse, educar é um trabalho árduo e alem das qualidades dos envolvidos conforme mencionei é preciso ser institucional. Tem que haver apoio total da empresa e de seus gerentes que na implantação dos programas devem ter total comprometimento e cada uma na sua área de responsabilidade ser o responsável número 1 pelo andamento e sucesso do programa.</p>
<p>Conforme os casos reais que citei acima, é possível chegar lá, mas devemos estar preparados para percorrer um longo e pedregoso caminho.</p>
<p>Roberto Vasco &#8211; 27/04/2011 &#8211; robertovasco@hotmail.com</p>
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		<title>Apóstolos e Hipócritas &#8211; Segurança no Trabalho</title>
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		<pubDate>Sun, 01 May 2011 12:27:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma proposta educacional Caso real: Numa grande empresa alguns fatos sobre relações interpessoais podiam ser observados. Exponho a seguir dois casos reais em poucas palavras na área da segurança. 1- Um gerente ao notar o incômodo que sua presença causava a um trabalhador devido a sua fiscalização ostensiva, a ponto de prejudicar o rendimento do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma proposta educacional</p>
<p>Caso real: Numa grande empresa alguns fatos sobre relações interpessoais podiam ser observados. Exponho a seguir dois casos reais em poucas palavras na área da segurança.</p>
<p>1- Um gerente ao notar o incômodo que sua presença causava a um trabalhador devido a sua fiscalização ostensiva, a ponto de prejudicar o rendimento do trabalho, acabou dizendo que era pago para observar, vigiar, fiscalizar de perto e recomendar punição se necessário. O trabalhador já agoniado respondeu: então não precisava contratar um técnico especializado. Sairia muito mais barato contratar um guarda.</p>
<p>2- Numa determinada área era por assim dizer o ninho dos sindicalistas. Os que não eram delegados eram sindicalizados e ativistas prontos a chamar os delegados e diretores, dos mais intransigentes, que entendendo que a segurança é um direito do trabalhador, faziam essa fiscalização e cobrança ostensiva, afinal a segurança é um direito do trabalhador e portanto achavam que esse papel lhes cabia e qualquer fiapo que aparecesse, faziam questão de puxar ao máximo até onde desse e fazer disso um cavalo de batalha.</p>
<p>De modo geral é sempre assim que acontece: sempre o direito é seu e o dever é do outro; o direito de fiscalizar e cobrar ostensivamente são seus e a obrigação de atender incondicionalmente é do outro.</p>
<p>È claro que muitos casos não tiveram um final feliz. Via de regra sempre terminavam em animosidades, ressentimentos, demissões, litígios na justiça, pleiteando gordas indenizações, pressões internas e em resposta pressões sindicais. Cada parte citava as partes das leis e das NRs que lhes eram favoráveis e ocultavam as outras que favoreciam a outra parte. Aliás as NRs repetem as disposições legais da CLT.</p>
<p>Examinemos a questão à luz da NR1:</p>
<p>O artigo 1.4.1define o que cabe ao DRT fiscalizar e cobrar. O artigo 1.7 e 1,8 definem o que cabe à empresa e ao trabalhador cumprirem, respectivamente. Ou seja: Deveres de cada uma das partes.</p>
<p>A parte punitiva, por assim dizer, tambem é de parte a parte como rezam os artigos seguintes:</p>
<p>1.8.1 Constitui ato faltoso a recusa injustificada do empregado ao cumprimento do disposto no item anterior. (Alteração dada pela Portaria n.º 06, de 09/03/83)</p>
<p>1.9 O não-cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente. (Alteração dada pela Portaria n.º 06,<br />
de 09/03/83).</p>
<p>Novamente na NR6 que trata dos EPIs, os artigos 6.6 e 6.7 definem as responsabilidades do empregador e do trabalhador.</p>
<p>O jogo de forças, a disputa de poder e outras animosidades criam ANTAGONISMOS, a ponto do técnico de segurança ser visto como o inimigo que está constantemente demonstrando força e ameaçando de punição. Por parte do empregador ou seu preposto agente de segurança, os empregados estão sempre sendo vistos como os relapsos e faltosos passíveis de punição.</p>
<p>ISSO É EXATAMENTE O CONTRÁRIO DO QUE RECOMENDA A NR4, ONDE DETERMINA QUE SEJAM PARCEIROS, FALANDO EM ENTROSAMENTO CONSTANTE COM AS CIPAS:</p>
<p>4.13 Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho deverão manter entrosamento permanente com a CIPA, dela valendo-se como agente multiplicador, e deverão estudar suas observações e solicitações, propondo soluções corretivas e preventivas, conforme o disposto no subitem 5.14.1. da NR 5. (Alterado pela Portaria SSMT n.º 33, de 27 de outubro de 1983)</p>
<p>As próprias CIPAS, definidas na NR5 representam tambem parceria por serem formadas de representantes dos empregados e empregadores.</p>
<p>As NRs devem ser ferramentas de trabalho desses parceiros. Ressaltamos a importância tambem das NRs: 9 ( Prevenção de riscos ambientais), 10 (Segurança em eletricidade industrial), 11 (Transporte, movimentação e armazenagem de materiais), 12 (Máquinas e equipamentos) entre outras.</p>
<p>Voltando ao primeiro caso, os dois tinham razão:</p>
<p>O funcionário da segurança recebeu a incumbência do patrão de agir exatamente como ele falou e as ameaças de punição e as próprias punições serviriam de evidências objetivas em casos de irem as barras dos tribunais, de que o patrão avisou, ameaçou e puniu e mesmo assim não teve jeito.</p>
<p>O trabalhador respondão tambem falou a verdade: Se for para exercer a lei da chibata, é mais barato contratar um guarda para obrigar a cumprir as determinações.</p>
<p>MAS O MAIS RACIONAL MESMO É A PARCERIA dita na NR4-4.13:</p>
<p>Os engenheiros e técnicos de segurança devem ser antes de tudo pedagogos, como sugere a NR4, artigo 4.12 incisos e,f,g que diz:</p>
<p>e) manter permanente relacionamento com a CIPA, valendo-se ao máximo de suas observações, além de apoiá-la, treiná-la e atendê-la, conforme dispõe a NR 5;</p>
<p>f) promover a realização de atividades de conscientização, educação e orientação dos trabalhadores para a prevenção de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais, tanto através de campanhas quanto de programas de duração permanente;</p>
<p>g) esclarecer e conscientizar os empregadores sobre acidentes do trabalho e doenças ocupacionais, estimulando-os em favor da prevenção.</p>
<p>O pedagogo é um mestre e a única maneira de ensinar é dar o exemplo e vivenciar o próprio ensinamento. A punição é secundária e pode inclusive deseducar, pois os presídios estão cheios, as delegacias abarrotadas e o contribuinte lamentavelmente tem que arcar com a construção de cada vez mais presídios e a criminalidade só aumenta. </p>
<p>Claro que isso não é uma crítica ao pessoal da área de segurança pública, afinal qualquer um de nós na posição deles estaria fazendo o mesmo no intuito de tirar os infratores das ruas para proteger o cidadão, pois as mudanças necessárias não acontecerão a curto prazo.</p>
<p>A tarefa de educar é árdua e persistente, um sacerdócio mesmo.</p>
<p>EU PROPONHO AQUI QUE SEJA UM ANDRAGOGO. A Andragogia é a pedagogia especializada no ensino de adultos. Quem quiser obter maiores informações consulte os sites seguintes:</p>
<p>1 -http://ferdantas.wordpress.com/2009/05/11/pedagogia-x-andragogia-%E2%80%93-comparacoes/</p>
<p>2- http://www.andragogia.com.br</p>
<p>Apesar de não constar no quadro comparativo, sabemos tambem que devido a sua experiência prévia e seu senso utilitário o adulto é imediatista, contestador e se ele na pirâmide de Maslow, estiver no estágio fisiológico, como ocorre muitas vezes, ele em ultima instância vai querer saber quantas conchas de feijão o conhecimento novo é capaz de acrescentar ao seu prato ( Ver artigo”Pirâmide de Maslow” que escrevi nesse blog na categoria blog).</p>
<p>Uma punição para um adulto pode ter vários efeitos: Ele pode usar como um pretexto para tomar uma decisão de mudar para um emprego que já está em vista e que esteja em dúvida em aceitar, Pode estar em dificuldades financeiras, muitas dívidas e ver na demissão uma entrada de recursos imediatos: salário do mês, 13º, férias, seguro desemprego, etc. </p>
<p>Quando é alguem calculista ou orientado por alguem que o seja, estando ressentido pode constituir um advogado e exigir indenizações, pode denunciar algo nos sindicatos ou no órgão fiscalizador governamental, etc.</p>
<p>Em contrapartida existem todos aqueles recursos citados no quadro(ver sites indicados), que podem e devem ser usados como ferramentas no trabalho educacional.</p>
<p>A melhor sugestão é começar sendo honesto, mostrando que está consciente dos deveres de ambas as partes, que a empresa está sendo fiscalizada e fazendo a parte dela e que faz parte dessas obrigações prover o material exigido e cobrar do funcionário seu uso, conforme NR6, 6.6.1, a e b, lendo em voz alta esse artigo da norma ou pedindo a alguem do grupo que o faça. È importante envolver as pessoas para aumentar a participação.</p>
<p>Sempre que comunicar alguma exigência nova citar o artigo da NR, se possível lendo em voz alta para a equipe ou pedindo que alguem o faça, durante a palestra diária de segurança.</p>
<p>Comentar sobre cada um dos itens importantes que estão sendo fiscalizados, à luz dos artigos das NRs,</p>
<p>Estabelecer regras claras a respeito do exercício da fiscalização e citar porque e para que é feita.</p>
<p>Se tiver que comunicar ou dar satisfação de algo, faça em público.</p>
<p>Se tiver que repreender chame em particular.</p>
<p>Se fizer uma promessa, cumpra.</p>
<p>Se for consultado, não deixe questões em aberto, se não puder ser na hora, traga a resposta depois.</p>
<p>Conversas informais nos momentos de lazer, pausa do cafezinho, etc, são ótimas para sentir o estado de ânimo, alem de nos momentos lúdicos as barreiras de proteção estar mais suaves, espíritos desarmados e a conversa fluir com menos reservas. Aproveite esses momentos para captar fatos ou situações que possam auxiliar no trabalho educacional.</p>
<p>Se alguem te comunicar algo, de atenção, verifique sua importância e providencie.</p>
<p>Lembre-se sempre do CHA do aprendizado: (Conhecimentos, Habilidades, Atitudes), </p>
<p>Tente avaliar esses quesitos periodicamente, como uma maneira de medir a eficiência do ensino.</p>
<p>Diga frases de efeito usando artigos das NRs e comente a seguir, tendo sempre em mãos uma cópia das NRs para ler e comentar. Exemplos:</p>
<p>A NR11 estabelece especial atenção aos cabos de aço, cordas, etc</p>
<p>A NR11 estabelece que os operadores de equipamentos de transporte motorizado deverão ser habilitados.</p>
<p>A NR12 diz que as áreas de circulação devem ser mantidas permanentemente desobstruídas.</p>
<p>Conforme a NR1, constitui ato faltoso a recusa injustificada do cumprimento das regras estabelecidas.</p>
<p>Estabeleça metas educacionais e trabalhe duro para cumpri-las.</p>
<p>Finalmente traga para junto de si os funcionários de modo que seja um partícipe ao invés de mero expectador e comece ele mesmo a se sentir-se responsável e praticante, assumindo a segurança como causa própria, até porque é o primeiro a ser beneficiado.</p>
<p>Tanto a chibata como o convencimento sobre a doutrina conseguem cada um a sua maneira chegar a um objetivo. Mas existe uma enorme diferença no ser humano que se produz. A educação pelo convencimento produz APÓSTOLOS e pela chibata, HIPÓCRITAS.</p>
<p>O Apóstolo assume a doutrina como causa própria e objetivo de vida, faz o certo porque sabe que é certo e evita o errado porque sabe que é errado. Alem de tudo é um multiplicador, aquele que se encarrega de divulgar a doutrina.</p>
<p>O Hipócrita é aquele que faz o certo pensando em receber o grande prêmio ou evita o errado, preocupado em evitar o grande castigo. Esse nunca aprende. Só pratica o que precisa enquanto está sendo vigiado.</p>
<p>Roberto Vasco, 27/04/2011 &#8211; robertovasco@hotmail.com</p>
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		<title>Motores CC de excitação composta &#8211; Parte 2</title>
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		<pubDate>Sun, 01 May 2011 12:22:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Problemas nos motores Quando o motor é aberto para manutenção interna podem aparecer casos como a inversão de interpólos, problemas como o deslocamento da linha neutra, problemas com o porta escovas, problemas nas escovas como: alinhamento, pressão, numero e distribuição das escovas, Problemas no comutador como: mica alta, etc. Alguns procedimentos simples ajudam em caso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Problemas nos motores</p>
<p>Quando o motor é aberto para manutenção interna podem aparecer casos como a inversão de interpólos, problemas como o deslocamento da linha neutra, problemas com o porta escovas, problemas nas escovas como: alinhamento, pressão, numero e distribuição das escovas, Problemas no comutador como: mica alta, etc.</p>
<p>Alguns procedimentos simples ajudam em caso de dúvidas futuras sobre onde o problema teve origem e conseqüentemente na atribuição de responsabilidades que influem em glosas no pagamento e pontuação de qualidade de serviços.</p>
<p>Para nos situarmos no assunto, vejamos na figura a seguir um motor em corte esquemático:</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/MOTORES-CC-DE-EXCITAÇÃO-COMPOSTA-PARTE-2-4_html_m4fc3cd2f.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/MOTORES-CC-DE-EXCITAÇÃO-COMPOSTA-PARTE-2-4_html_m4fc3cd2f-300x138.png" alt="" title="MOTORES CC DE EXCITAÇÃO COMPOSTA-PARTE 2-4_html_m4fc3cd2f" width="300" height="138" class="aligncenter size-medium wp-image-2149" /></a></p>
<p>Analisemos alguns erros e procedimentos de análise e correção:</p>
<p>1- Erros de ligações, de fixações e posicionamento de peças: Um dos procedimentos é fotografar cada detalhe inspecionado, mencionando tais fotos no relatório de inspeção inicial e adicionar todo esse material no relatório final que é encaminhado ao cliente.</p>
<p>Muitas empresas exigem isso formalmente em cláusulas contratuais. Conhecendo-se alguns conceitos técnicos básicos como os que apresentamos no artigo anterior, parte 1, é possível mediante alguns ensaios determinar com mais certeza.</p>
<p>É recomendável que ao ensaiar se utilize um reostato ou uma fonte CC variável de modo que se possa partir com a tensão bem baixa e aumentar de vagar até a rotação nominal. </p>
<p>Nunca esquecer que as fontes devem estar devidamente protegidas contra curtos circuito e sobrecorrente instantânea para em caso desses desarmar com segurança protegendo o próprio motor em teste e o circuito de alimentação. È importante tambem ter algum dispositivo variador de carga, tal que se possa levar a corrente até a nominal. Lembrar que as improvisações que se fazem na hora do aperto são sempre perigosas e todo cuidado é pouco para evitar acidentes.</p>
<p>2- Inversão de inter pólos: Inversão de inter pólos podem provocar sérios problemas de faiscamento que são potencializados com o aumento da corrente devido à carga e do aumento da velocidade devido ao aumento da tensão. Assim nos teste é importante, como mencionamos acima, partir sem carga e com tensões bem baixas para evitar danos. </p>
<p>Conceitos importantes: </p>
<p>A Fmm do enrolamento de armadura, tambem chamada de Reação da Armadura possui dois efeitos indesejáveis:</p>
<p>- Redução líquida do fluxo de campo (Efeito desmagnetizante da reação de armadura devido a magnetização transversal que resulta em decréscimo na densidade de fluxo no entreferro sob uma metade do pólo e acréscimo sobre a outra metade.</p>
<p>- Comutação mais difícil para a corrente de armadura.</p>
<p>O efeito de reação de armadura pode ser eliminado através dos ENROLAMENTOS DE COMPENSAÇÃO E INTERPÓLOS.</p>
<p>Os enrolamentos de compensação são encaixados em ranhuras na face polar dos pólos principais e devem ter uma polaridade oposta ao do enrolamento de armadura com os quais são ligados em série.</p>
<p>Os interpolos situam-se entre os pólos principais. “A polaridade de cada pólo de comutação é a mesma do pólo que o segue na rotação” MARTIGNONI Alfonso.Máquinas elétricas de corrente contínua. Editora Globo.Porto Alegre.Rio Grande do Sul.1971. </p>
<p>Ver figura abaixo:</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/MOTORES-CC-DE-EXCITAÇÃO-COMPOSTA-PARTE-2-4_html_61a58e5e.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/MOTORES-CC-DE-EXCITAÇÃO-COMPOSTA-PARTE-2-4_html_61a58e5e-281x300.png" alt="" title="MOTORES CC DE EXCITAÇÃO COMPOSTA-PARTE 2-4_html_61a58e5e" width="281" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-2150" /></a></p>
<p>No desenho a seguir, do manual da WEG, os bornes dos interpólos são B1 e B2.</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/MOTORES-CC-DE-EXCITAÇÃO-COMPOSTA-PARTE-2-4_html_m5de5e155.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/MOTORES-CC-DE-EXCITAÇÃO-COMPOSTA-PARTE-2-4_html_m5de5e155-300x231.png" alt="" title="MOTORES CC DE EXCITAÇÃO COMPOSTA-PARTE 2-4_html_m5de5e155" width="300" height="231" class="aligncenter size-medium wp-image-2151" /></a></p>
<p>Uma das maneiras de comprovar essa polaridade com o motor aberto é utilizar uma bússola cuja agulha ao ser orientada num sentido para um pólo pode ser comparada com o sentido que indicou no outro ao ser percorrido por uma determinada corrente resultante de uma tensão CC aplicada a estes.</p>
<p>Sem abrir o motor é possível perceber alimentando o motor, levando-o até a rotação nominal e simulando uma carga de valor equivalente a nominal e observar se há ou não o centelhamento. </p>
<p>Claro que aqui está se presumindo que os outros fatores que provocam centelhamento estejam descartados.</p>
<p>3- Problemas com a linha Neutra: Esses podem tambem causar bastante centelhamento que é tanto maior quanto maior for o desajuste. Existem vários métodos para verificar e ajustar. Apresento a seguir dois deles:</p>
<p>AJUSTE DE LINHA NEUTRA método empírico de grande praticidade para verificar se o motor está fora de sua linha neutra. Consiste em folgar os parafusos de fixação do porta escovas, aplicar uma tensão CC reduzida na armadura, cerca de 15 a 20 % da tensão nominal, por um breve tempo, porque a corrente fica altíssima. </p>
<p>Se o motor tiver tendência a girar para algum sentido ele estará fora da linha neutra. </p>
<p>Para encontrar a linha neutra, desloca-se um pouco o porta-escovas no sentido contrario à tendência de giro e repete-se a aplicação da tensão CC e a observação do movimento. </p>
<p>Quando se aplicar a tensão e não houver mais nenhum movimento, nessa posição será a linha neutra, então fixa-se o porta escova nessa posição pelo aperto dos parafusos.</p>
<p>“AJUSTE DE LINHA NEUTRA &#8211; Método simplificado:</p>
<p>1- Utilizar apenas uma escova positiva e uma escova negativa, com a face de contato em ângulo de modo a toca somente uma escova por vez.</p>
<p>2- Conectar ao terminal das escovas um voltímetro de zero central (-5 a +5VCC)</p>
<p>3- Usar uma fonte DC para alimentar o campo.</p>
<p>4- Conectar e desconectar a fonte do campo. Se existir deflexão da agulha do voltímetro, deslocar o conjunto das duas escovas até que a deflexão seja zero. Esse é o ponto de linha neutra.</p>
<p>OBS: A corrente máxima de excitação durante o teste deve ser de 25% da corrente nominal.</p>
<p>LOPES Paulo Tarcísio Fialho. Eng.Eletricista.Manutenção de máquinas elétricas rotativas.ABRAMAN Associação Brasileira de normas técnicas-Regional E.S.1972.”</p>
<p>4- Problemas com o porta escovas:</p>
<p>Na verdade o porta escovas é uma parte de um sistema que compreende : Escovas, Porta-escovas e comutador.</p>
<p>As escovas trabalham dentro dos porta-escovas e são pressionadas contra o comutador ou anel coletor através de molas ou dedos de pressão. Devem deslizar livremente dentro do porta-escova, para tanto deve haver uma folga adequada, medida em (micra), definida em tabela conforme a cota nominal dessa em (mm).</p>
<p>A folga recomendada entre o porta escovas e o comutador deve estar em torno de 2 a 3 mm, em toda a superfície do mesmo, ou seja em qualquer posição que o giro o coloque.</p>
<p>A inspeção e medidas corretivas se necessário são baseadas na observação, medição e comparação com essas medidas.</p>
<p>5- Problemas com as escovas: As escovas são fabricadas a partir de grafite granulado puro ou adicionado a cobre, chumbo e outros metais em dosagens adequadas e prensadas à pressões elevadas de forma a produzir um corpo sólido que tem algumas características como dureza, queda de tensão e outros, adequados ao trabalho onde está sujeito à variáveis como: dureza do comutador, velocidade periférica, densidade de corrente, condições ambientais e facilidade de formação da “patina”.</p>
<p>No projeto, o fabricante define em função dos dados mencionados acima o tipo de escovas adequado ao equipamento e se confirma ou se faz os devidos ajuste no período de instalação e inicio de funcionamento. No entanto “não é rara a necessidade de sua troca em razão de suas condições operacionais, corrente de carga, umidade, ataque por agentes químicos, etc.”</p>
<p>“A patina é uma película composta de grafite, óxido de cobre e vapor d’água que é depositada no comutador por ação eletroquímica. È formada pelo contato deslizante da escova sobre o comutador e pela corrente elétrica entre a escova e o comutador”.(LOPES<br />
Paulo Tarcísio Fialho. Eng.Eletricista.Manutenção de máquinas elétricas rotativas.ABRAMAN Associação Brasileira de normas técnicas-Regional E.S.1972.” ).</p>
<p>Esse assunto é bastante extenso, mas de um modo geral “As condições exigidas para um bom funcionamento da comutação pode ser resumido em seis pontos: Ausência de centelhamento, Uniformidade do filme (película ou patina) na superfície do comutador, Mínimo desgaste do comutador e trabalho silencioso.”</p>
<p>6- “Excentricidade do comutador e desnivelamento da superfície: Os valores recomendados estão na tabela abaixo: (Medias em micrometro).</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/Screen-shot-2011-05-01-at-9.07.03-AM.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/Screen-shot-2011-05-01-at-9.07.03-AM-300x60.png" alt="" title="Screen shot 2011-05-01 at 9.07.03 AM" width="300" height="60" class="aligncenter size-medium wp-image-2152" /></a></p>
<p>7- Barras salientes: Geralmente ocasionadas quando o motor é mantido parado com a tensão ligada o que causa aquecimento e conseqüente dilatação. As barras saliente batem irregularmente nas escovas produzindo faiscamento, queima e avaria na superfície do comutador. Nos casos mais graves podem despedaçar as escovas e piorar muito a situação, recozendo o cobre da lâmina e até deixando-a solta, o que com o aumento da velocidade acaba se desprendendo pela força centrífuga.<br />
8- Micas salientes: A mica é um isolante entre as lâminas. Sua profundidade deve ser entre 1 e 1,5mm em relação a parte mais alta (superfície do coletor). Micas niveladas ou mais altas causam faiscamento. São ocasionadas por desgaste normal do comutador durante a operação, quando há a perda do cobre ou após um serviço de usinagem do comutador. A providência requerida é o serviço chamado de rebaixamento de mica seguido de quebra de quinas, utilizando-se as ferramentas apropriadas.<br />
Existem recomendações específicas para os serviços de usinagem, que não falaremos aqui.<br />
9- Alinhamento das escovas: As escovas devem ser alinhadas paralelamente às lâminas do comutador e devem ser montadas em pistas paralelas e eqüidistantes. Sempre que seja necessário deslocamento de escovas, deve-se deslocar lateralmente o porta escovas e manter um mesmo número de escovas positivas e negativas em uma mesma pista.<br />
10- Assentamento das escovas: Esse procedimento serve para garantir o contato de toda a superfície da escova com o comutador. O serviço é feito atritando-se a superfície da escova contra uma superfície abrasiva (Lixa d’água) posicionada sobre a superfície do comutador. ”<br />
(LOPES Paulo Tarcísio Fialho. Eng.Eletricista.Manutenção de máquinas elétricas rotativas.ABRAMAN Associação Brasileira de normas técnicas-Regional E.S.1972.” ).</p>
<p>O assunto é bem longo e complexo e o objetivo do artigo é dar apenas algumas dicas. Quem quiser se aprofundar pode recorrer aos livros sobre o assunto e aos documentos citados abaixo:</p>
<p>WEG.DT3.Divulgação tecnológica.Características e especificações de motores de corrente contínua.2.4.Construção e ligação.1972.</p>
<p>LOPES Paulo Tarcísio Fialho. Eng.Eletricista.Manutenção de máquinas elétricas rotativas.ABRAMAN Associação Brasileira de normas técnicas-Regional E.S.1972.</p>
<p>http://www.siemens.com.br/medias/FILES/2910_20060505141908.pdf</p>
<p>MARTIGNONI Alfonso.Máquinas elétricas de corrente contínua.Editora Globo.Porto Alegre.Rio Grande do Sul.1971.</p>
<p>Fonte: A.E.TITZGERALD,CHARLES KINGSLEY JR,STEPHEN D. UMANS, Máquinas elétricas.</p>
<p>Google livros, http://books.google.com.br .</p>
<p>Na parte 3 falaremos sobre as curvas características. Até o próximo artigo.</p>
<p>Roberto Vasco- 24/04/2011 &#8211; robertovasco@hotmail.com</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Motores CC de excitação composta</title>
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		<pubDate>Sun, 01 May 2011 12:02:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Eliminando dúvidas da hora do sufoco – Parte 1 Quem já trabalhou em área de manutenção elétrica onde são aplicados motores elétricos de excitação composta sabe que muitas vezes ao serem estes retirados para serviços de manutenção, quase sempre no retorno os mesmos não funcionam devido à problemas de várias ordens inseridos no ato da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eliminando dúvidas da hora do sufoco – Parte 1</p>
<p>Quem já trabalhou em área de manutenção elétrica onde são aplicados motores elétricos de excitação composta sabe que muitas vezes ao serem estes retirados para serviços de manutenção, quase sempre no retorno os mesmos não funcionam devido à problemas de várias ordens inseridos no ato da manutenção por razões diversas, geralmente por erro ou vacilo de alguem, que nem sempre se lembra de tê-los cometido e às vezes até afirmam veementemente que não os cometeram e até tentam apresentar algumas provas ou justificativas. </p>
<p>Como são vários os envolvidos nos trabalhos fica muito difícil saber onde e com quem o erro se originou, de modo que até descobrir, a perda principalmente em Homem.hora é tremendamente grande, isso quando não ocorrem danos materiais ou acidentes. </p>
<p>Alem disso, raciocinar, analisar e lembrar-se de considerações técnicas na hora do sufoco com a produção reclamando seu equipamento que é a única condição faltante para por toda a fábrica em marcha, o tempo vencido e o cansaço do trabalho em horários já estendidos não é nada fácil.</p>
<p>Nessa hora, possuir alem de gente competente, desenhos elétricos confiáveis, informações corretas e procedimentos de ensaios adequados são de grande valia.</p>
<p>Vamos dividir os problemas em três grupos:</p>
<p>- Problemas nos circuitos de acionamento na subestação. Para esses casos existem ensaios específicos na subestação elétrica, inclusive acionando algum outro equipamento equivalente a este com o mesmo circuito do equipamento defeituoso mostrando que funciona.</p>
<p>- Problemas nos equipamentos acionados pelos motores. Aqui é preciso ter cuidado pois as vezes alguem afirma que o equipamento roda com a mão de tão leve que está, mas se ocorreu algum problema que alterou o momento de inércia um defeito de elevação exagerada da corrente só aparecerá com o aumento da velocidade, ou seja, durante a aceleração, principalmente nos casos de máquinas de conjugado quadrático, alem de outros problemas mais simples que podem ser verificados por simples inspeção e medidas.</p>
<p>- Problemas nos motores<br />
Aqui podem aparecer problemas diversos que suscitam ensaios igualmente específicos a cada caso. Quando o motor é aberto para manutenção interna podem aparecer casos como a inversão de inter pólos, problemas como o deslocamento da linha neutra, problemas com o porta escovas, problemas na escovas como: alinhamento, pressão, numero e distribuição das escovas, Problemas no comutador como: mica alta, etc.<br />
MAS NÃO SÃO RAROS TAMBEM AS SIMPLES INVERSÕES DE LIGAÇÕES NAS CAIXAS DE BORNES devido a deficiências de marcação ou perda delas e remarcação desavisada ou mesmo devido até a uma distração ou vacilo ocasionada pelo próprio cansaço. </p>
<p>Geralmente esses problemas só são perceptíveis com carga, de modo que ensaios na bancada não surtirão muito efeito, a menos que de algum modo simulem essa condição.</p>
<p>ESSE É O TEMA DE NOSSO ARTIGO DE HOJE.</p>
<p>Para nos situarmos no assunto, recordemos algumas considerações técnicas como as que estão abaixo, retiradas do livro Máquinas Elétricas de Corrente Contínua do autor Alfonso Martgnoni:</p>
<p>1-“Nos motores de excitação composta o fluxo magnético é produzido em parte pelo circuito de excitação em derivação e em parte pelo de excitação em série.<br />
Neste ponto lembramos que esse tipo de excitação pode ser Adicional ou diferencial, conforme a explicação a seguir:</p>
<p>2-“Quando os dois circuitos produzem fluxos concordes estes se somam e o motor é chamado de motor de excitação composta adicional&#8230;”</p>
<p>“ Quando os dois circuitos produzem fluxos em oposição, o fluxo resultante é obtido da diferença entre os mesmos e a máquina é chamada de motor de excitação composta diferencial.”</p>
<p>3-“Desejando-se inverter a rotação do motor composto SEM ALTERAR AS CARACTERÍSTICAS DE FUNCIONAMENTO DO MESMO, é preciso inverter a corrente no induzido, sem alterar o sentido da corrente nos dois enrolamentos indutores..” ( MARTIGNONI Alfonso.Máquinas elétricas de corrente contínua.Editora Globo.Porto Alegre.Rio Grande do Sul.1971 ).</p>
<p>Vejamos tudo isso resumido nos desenhos abaixo e seus comentários:<br />
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/MOTORES-CC-DE-EXCITAÇÃO-COMPOSTA-1_html_7dc213ee.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/MOTORES-CC-DE-EXCITAÇÃO-COMPOSTA-1_html_7dc213ee-300x197.png" alt="" title="MOTORES CC DE EXCITAÇÃO COMPOSTA-1_html_7dc213ee" width="300" height="197" class="aligncenter size-medium wp-image-2144" /></a></p>
<p>A SITUAÇÃO MAIS CONFUSA QUE SE OBSERVA E QUE SEMPRE PRODUZEM DÚVIDAS É COM RESPEITO AOS FECHAMENTOS:</p>
<p>1- Para mudar as ligações de Adicional para diferencial</p>
<p>2- Para mudar de sentido de giro, de horário para anti-horário.<br />
Isso porque todas essas mexem nos mesmos bornes, onde a ordem das ligações é fundamental e um erro complica tudo.</p>
<p>Baseado na informação (1), temos os desenhos da parte superior.</p>
<p>Como geralmente os motores em ligação diferencial não possuem aplicação prática, devemos deixá-los sempre fechados para Adicional ou marcá-los muito bem para evitar confusões quando for necessário desligar para manutenção. </p>
<p>De preferência deixar um desenho plastificado dentro da caixa de bornes e até fotografar antes de desfazer as ligações para dirimir dúvidas futuras.</p>
<p>Procedimentos corretos como o que segue tambem ajudam:</p>
<p>1- Fixa-se o (F) para ser ligado ao pólo negativo e deixa-se o positivo para ser ligado ao (A) e fecha-se o (E) com (B) ou então Fecha-se o (E) com (A) e liga-se o positivo no (B) conforme o sentido de giro seja horário ou anti-horário.<br />
O importante é que os sentidos dos fluxos sejam os mesmos nos campos série e paralelo, como citado na informação acima exposta.</p>
<p>Observa-se pelo desenho que só a polaridade da armadura é trocada, a dos campos permanecem, ao mudar somente o sentido de rotação.</p>
<p>Para evitar confusões, nos motores que possuem caixa de bornes, esses são dispostos numa configuração tal, que para mudar o sentido de rotação basta mudar de posição a chapinha metálica de fechamento, onde o E fica entre o (A) e o (B), como indica a parte inferior da figura.</p>
<p>Às vezes o equipamento a ser acionado é reversível o que exige que o motor deva mudar seu sentido de giro a qualquer momento que seja necessário, mediante uma simples operação, como apertar botões de comando. A sugestão do desenho a seguir é útil:</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/MOTORES-CC-DE-EXCITAÇÃO-COMPOSTA-1_html_291291bd.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/05/MOTORES-CC-DE-EXCITAÇÃO-COMPOSTA-1_html_291291bd-300x160.png" alt="" title="MOTORES CC DE EXCITAÇÃO COMPOSTA-1_html_291291bd" width="300" height="160" class="aligncenter size-medium wp-image-2145" /></a></p>
<p>O circuito acima é apenas uma idéia básica. Faltam os intertravamentos entre C3 e C4 entre outros. Notar tambem que aqui a alimentação do campo ficou independente e assim foi necessário um reostato para adequar a tensão de campo. </p>
<p>O controle de aceleração é feito pela armadura, o que pode ser feito de várias formas. Aqui denominei unicamente por acionamento CC. Nos equipamentos mais modernos como os conversores CA/CC Não é necessário esse circuito de reversão, pois ele faz tudo, alem de acelerar, tambem pode fazer reversão, alem de muitos outros recursos.</p>
<p>Assim a observação mais importante é:</p>
<p>NUNCA PERMUTAR ENTRE (E) E (F), POIS ASSIM ESTARÁ MUDANDO O SENTIDO DO FLUXO NO CAMPO SÉRIE QUE FICARÁ EM OPOSIÇÃO AO SENTIDO DO CAMPO PARALELO E PORTANTO MUDANDO DE ADICIONAL PARA DIFERENCIAL.</p>
<p>Na parte 2, falaremos sobre ensaios que podem ser feitos quando ocorrem casos como os comentados acima e análise dos resultados, que levarão a descoberta de cada tipo de problema.</p>
<p>Como as necessidades básicas são as mudanças de sentido de rotação e de aceleração da máquina, algumas considerações são úteis nesse sentido. Tambem as características conjugado x velocidade, típicas da operacionalidade e funcionalidade de cada máquina, tambem são assuntos importantes, mas isso é tema para outros artigos.</p>
<p>robertovasco@hotmail.com</p>
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		<title>Frases Feitas</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 13:23:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[As frases feitas, tambem conhecidas como clichês, podem parecer bonitas a primeira vista, mas por serem ditas quase sempre fora do contexto original, passam a ter significados até mesmo adversos daqueles onde foram usados pela primeira vez, numa determinada situação. Existe uma enorme quantidade dessas e muitas vezes alguem tentando se passar por erudito começa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As frases feitas, tambem conhecidas como clichês, podem parecer bonitas a primeira vista, mas por serem ditas quase sempre fora do contexto original, passam a ter significados até mesmo adversos daqueles onde foram usados pela primeira vez, numa determinada situação. Existe uma enorme quantidade dessas e muitas vezes alguem tentando se passar por erudito começa a soltar essas frases, muitas até em latim ou outra língua, para impressionar mais ainda, sem saber ao certo a sua origem, nem se esta se aplica corretamente ao assunto em questão.</p>
<p>Nesse artigo tomo três exemplos dos vários que pesquisei para analisar e comentar.</p>
<p>O primeiro se refere a celebre frase atribuída a Shakespeare, no seu livro Hamlet, no ato 1, cena 5, onde o príncipe dinamarquês Hamlet teria dito a Horácio: “Há mais mistérios entre o céu e a terra do que supõe a nossa vã filosofia”. Essa frase possui várias versões parecidas com variação de uma ou outra palavra. Ora, Shakespeare nunca disse isso, ou pelo menos dessa forma. O que foi feito na verdade foi juntar pelo menos três falas do diálogo e construir uma frase. No quadro abaixo reproduzi um trecho do autor Daniel Monge, em forma de figura para manter a originalidade, a graça e a clareza da argumentação, em sinal de respeito e congratulações ao autor. Pelo que pesquisei a quantidade de usos dessa frase é imensa e sempre é citada possivelmente na esperança de obter maior credibilidade.</p>
<p>Figura 1- Trecho do texto original do autor mencionado.<br />
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/04/Frases-feitas_html_m26adf530.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/04/Frases-feitas_html_m26adf530-300x277.png" alt="" title="Frases feitas_html_m26adf530" width="300" height="277" class="aligncenter size-medium wp-image-2140" /></a></p>
<p>O segundo exemplo refere-se a algo ainda mais absurdo: Aquela frase que muitos gostam de repetir para justificar as falácias e tentar angariar a credibilidade, onde está escrito: “A Voz do povo é a voz de Deus”, que muitos fazem questão de repetir em Latim para ficar mais pomposo: “ Vox Populi, Vox Dei”.</p>
<p>Particularmente nunca aceitei essa frase absurdamente indigna por uma razão muito simples: O povo, sendo um ser impessoal e, portanto irresponsabilizavel, não possui nenhum compromisso com a verdade nem com as conseqüências danosas de sua afirmações. Por isso é pérfido, maledicente, caluniador e injurioso. Portanto é um insulto a Deus fazer esse tipo de comparação, ou seja: uma blasfêmia. Muita gente me criticou por isso, achando que a frase tinha algum valor religioso, por ter sido escrita em latim e ter algo a ver com a igreja católica. Terrível engano. Felizmente pesquisando o caso percebi que não estava errado e nem estava sozinho nessa opinião. Vejam a brilhante análise feita no artigo que está abaixo em forma de figura para manter a graça e a clareza, Igualmente em sinal de respeito e homenagem ao autor.</p>
<p>Figura 2 – Trecho do artigo mencionado acima.<br />
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/04/Frases-feitas_html_277d212e.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/04/Frases-feitas_html_277d212e-300x229.png" alt="" title="Frases feitas_html_277d212e" width="300" height="229" class="aligncenter size-medium wp-image-2141" /></a></p>
<p>O terceiro exemplo é uma frase que está escrita na primeira epístola do apóstolo Paulo aos coríntios (1 Cor.1-25):</p>
<p>“ &#8230;Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens&#8230;”</p>
<p>Ora, dita sem examinar todo o contexto tambem soa como uma blasfêmia. Imaginem o grande apóstolo e evangelizador, responsável por firmar o cristianismo como uma religião independente do judaísmo que lhe deu origem e com isso universalizar a salvação, a ponto de ser intitulado o apostolo dos gentios, ter ofendido a Deus com palavras nada elegantes e até insolentes. Creio que nas dificuldades de tradução do hebraico para o grego e deste para o latim e depois para as outras línguas, muitas palavras tiveram seus sentidos originais deturpados. Aliás, varias frase desse apóstolo apresentam esse tipo de interpretação que tornam até mesmo discutíveis sobre o ponto de vista filosófico e que suscitam uma boa exegese que resultem em explicações convincentes.</p>
<p>Realmente examinando o conteúdo da epístola percebe-se que Paulo faz um desabafo ao mesmo tempo em que contesta aos ouvintes discordantes, porque esses possuem seus interesses que precisam ser atendidos de imediato e tudo que passa disso é entendido como loucura ou sinal de fraqueza. No versículo 22 ele diz: </p>
<p>“Os judeus pedem milagres, os gregos reclamam sabedoria”. No versículo seguinte diz: “Mas nós pregamos cristo crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os pagãos” e no versículo 24: “Mas para os eleitos, quer judeus, quer gregos, força de deus e sabedoria de Deus”.<br />
Ou seja, na verdade ele não afirmou que era loucura de Deus, mas exatamente o contrário: Os homens é que achavam que era loucura a verdadeira sabedoria.</p>
<p>Roberto Vasco – robertovasco@hotmail.com<br />
17/04/2011</p>
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		<title>Salubridade e Fator Pessoal</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 13:13:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Salubridade]]></category>

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		<description><![CDATA[Em várias análises de acidentes nas quais participei ou tive acesso onde ficou caracterizado o ATO INSEGURO como fator principal, algumas vezes ficou explícito a influência do fator pessoal por ser esta uma causa conhecida, comprovada ou admitida pelo próprio acidentado ou responsável direto pelo o acidente. Em raras oportunidades foi apenas aventada sua hipótese [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em várias análises de acidentes nas quais participei ou tive acesso onde ficou caracterizado o ATO INSEGURO como fator principal, algumas vezes ficou explícito a influência do fator pessoal por ser esta uma causa conhecida, comprovada ou admitida pelo próprio acidentado ou responsável direto pelo o acidente. </p>
<p>Em raras oportunidades foi apenas aventada sua hipótese e em muitas não foi considerado e nem mesmo pesquisado sua possibilidade, o que é uma falha, por perder-se a oportunidade de identificar causas até mesmo nunca imaginadas e que sempre estão presentes no dia a dia e quase ninguém se dá conta. </p>
<p>Analisando mais detalhadamente percebe-se que seja lá qual for a origem, o tipo ou a forma como se manifestam, todas as sub-causas e causas que desembocam no efeito FATOR PESSOAL, tendem a se resumir numa única palavra: SALUBRIDADE, pois o Fator pessoal é algo inerente a pessoa do acidentado ou provocador do acidente e é caracterizado por toda e qualquer coisa capaz de desviar a atenção, tirar a concentração ou inibir e até impedir totalmente o raciocínio, ainda que por um lapso de tempo, que em certos casos podem ser demasiadamente grandes.</p>
<p>Na figura abaixo procurei resumir num diagrama de causas e efeitos bem simples em termos de detalhes mas suficientes para se elucidar o tema.</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/04/Fator-pessoal_html_m346e1ad.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/04/Fator-pessoal_html_m346e1ad-300x202.png" alt="" title="Fator pessoal_html_m346e1ad" width="300" height="202" class="aligncenter size-medium wp-image-2137" /></a></p>
<p>De imediato, duas conclusões são possíveis:</p>
<p>A primeira é que de uma forma ou de outra essas causas são interdependentes, ou seja, uma determina a outra ou influencia na outra.</p>
<p>A segunda é uma boa notícia: muitas delas podem ser trabalhadas e resolvidas no dia a dia, até com ATITUDES simples e sem ônus, outras com custos muito baixos e algumas exigem algum investimento mas podem compensar e até se pagar em pouco tempo por resultar tambem em AUMENTO DE PRODUTIVIDADE pelo conforto produzido e REDUÇÃO DE CUSTOS por EVITAR OS DESPERDÍCIOS e evitar os acidentes.</p>
<p>Façamos uma breve análise de cada uma das causas citadas:</p>
<p><strong>Ergonomia:</strong></p>
<p><strong>Uma cadeira muito baixa ou muito alta</strong> para quem a utiliza pode produzir dores lombares e desvios de coluna que sempre resultam em dores que incomodam muito e até impedem a realização de um trabalho de boa qualidade.</p>
<p><strong>A falta de apoio para os pés</strong> para quem trabalha sentado muito tempo pode provocar inchaço nas pernas, problemas circulatórios e dores.</p>
<p><strong>Trabalho acocorado</strong> causa um problema circulatório nos membros inferiores, pois as pernas estão dobradas e pressionadas com o peso do corpo. Alem disso, levantar rapidamente dessa posição quase sempre causa vertigens e até desmaios, que dependendo do caso, da tarefa ou do local, pode ser fatal.</p>
<p><strong>Esforços e movimentos repetitivos</strong> podem produzir problemas circulatórios, nevralgias, fadiga muscular e nervo motor e até incapacitar para o trabalho naquela função. Muitos têm sido os casos de afastamento por esse motivo e até questões indenizatórias na justiça por esse fator que parece simples e em muitos casos imperceptível, até o dia em que se manifesta.</p>
<p><strong>Preocupações:</strong> É um ditado popular, que todo mundo tem a obrigação de sair de casa e deixar seus problemas atrás da porta. Um ditado nada sábio, pois o ser humano não é algo como um equipamento onde se possa ligar e desligar ou mesmo inibir alguma função indesejada. Na verdade o sujeito tenta, mas fica latente em seu subconsciente, pronto a vir a tona sempre que algo desencadeie e as vezes nos momentos mais inadequados. As causas mais conhecidas são dívidas, casos de doença na família, escola dos filhos, entre outras.</p>
<p><strong>Distúrbios na saúde:</strong> Várias são as causas de mau estar, incômodos e dores. Quase sempre estão inter-relacionados com outros fatores como ergonomia e outros. Os mais freqüentes são: Dor de cabeça, dor de dente, dor nas costas e dor de barriga. Os casos de dores são extremamente nocivos ao desenvolvimento de qualquer trabalho. Em muitos casos, insistir é provocar acidentes ou causar prejuízos.</p>
<p><strong>Relações interpessoais:</strong> As causas incluídas nesse tipo tambem roubam a atenção e a capacidade de raciocinar. As mágoas e ressentimentos, o desejo de vingança ou de simplesmente sumir quase sempre ficam sendo remoídas na cabeça do afetado por esses incômodos sendo até mesmo equivalentes as dores em seus efeitos danosos. As mais corriqueiras são: Problemas no lar, como: Brigas conjugais e aborrecimentos com os filhos. Problemas no trabalho como: desentendimento com algum companheiro ou com os superiores e até mesmo problemas na rua como: desavença com visinhos ou brigas de trânsito.</p>
<p><strong>Distúrbios ambientais:</strong> Vários desses já ficaram caracterizados nas análises de acidentes como condições inseguras, mas tambem estão incluídos nos casos de fator pessoal a medida que afetam o humor e a atenção do ser humano. Os casos mais relatados são os excessos de: calor, frio, ruído, odores fortes e os níveis de iluminação inadequados ao ambiente ou a tarefa a ser desenvolvida. È perceptível que muitas dessas situações podem ser resolvidas com atitudes simples ou algum investimento que na maioria dos casos se paga em pouco tempo.</p>
<p><strong>Métodos de trabalho inadequados:</strong> Muitos têm sido os casos de acidentes ou afastamento do trabalho para tratamento de conseqüências desses métodos. Pegar um peso acima do recomendado para a capacidade física, suspender alguma peça de forma errada, Utilizar marretadas ao invés de equipamentos próprios, usar a força bruta ao invés de guindastes e outros equipamentos próprios para levantamento de peças pesadas, utilizar ferramentas inadequadas a uma tarefa ou fabricar ferramentas sem conhecimento da tecnologia apropriada ou as conseqüências do uso de material inadequado, são alguns dos exemplos mais freqüentes nos acidentes e quase acidentes já ocorridos.</p>
<p><strong>CASOS RESOLVIDOS DE DISTÚRBIOS AMBIENTAIS.</strong><br />
Alguns casos reais de acidentes sobre os quais escrevi possuem várias dessas causas incluídas. Cada um dessas causas preenche várias folhas escritas e seria proibitivo tentar falar tudo de uma vez. Assim escolhi alguns <strong>casos relativos a distúrbios ambientais</strong> que após analise e recomendações levadas a sério foram resolvidas, cada um de um modo característico nos aspectos administrativos e de custos.</p>
<p><strong>Falta de água gelada e banheiros</strong>, principalmente em áreas industriais e serviços móveis e temporários, hoje são resolvidos de forma mais amigável e até estabelecidos em cláusulas contratuais de serviços na execução de obras.</p>
<p><strong>Calor excessivo</strong> no interior da subestações de energia elétrica. Hoje com o advento dos PLCs e equipamentos eletrônicos sensíveis ao calor, nos projetos de instalação desses já são previstos como equipamentos coadjuvantes, mas essenciais ao bom funcionamento, ficando seus custos já previstos no projeto e fornecidos nos pacotes de instalação.</p>
<p><strong>Ruídos excessivos:</strong> Foram identificados e resolvidos dois casos diferentes mediante estudos identificadores das fontes ruidosas e suas causas, providências necessárias, execução e rastreio pós execução para a comprovação da eficácia. Num desses casos o ruído era devido ao trabalho dentro de uma grande oficina. Foi estudado detalhadamente por técnicos conhecedores das tarefas e ficou resolvido graças a mudança nos métodos de trabalho. Em um segundo caso era uma oficina onde o ruído era mesmo inerente ao desenvolvimento das tarefas e inevitáveis e num terceiro, uma área operacional com várias bombas de vácuo, compressores e sopradores, cujo funcionamento produzia ruídos e vibrações muito acima dos permitidos, apesar das providencias já antevistas nos projetos originais. Esse caso ficou resolvido com duas medidas: confinamento do ambiente e revestimento das paredes e teto com lã de rocha. Exigiu tambem melhora nas portas que eram imensas para permitir a movimentação de equipamentos para deslocamento de peças retiradas na manutenção. As suas trancas robustas especialmente projetadas tambem foram revistas. Num dos casos exigiu uma abertura tipo comporta bipartida no teto, igualmente forrada com lã de rocha.</p>
<p><strong>Iluminação inadequada:</strong> esse caso ficou resolvido com um estudo contendo medições de níveis de iluminamento e adequação desses às exigências das normas pela instalação de mais lâmpadas ou refletores onde foi necessário.</p>
<p><strong>Odores fortes:</strong> Alguns casos foram resolvidos com exaustão do ambiente com uma quantidade requerida de exaustores.</p>
<p>Mas o caso mais interessante que encontrei foi a de um trabalho de um <strong>GRUPO DE CCQ</strong> de uma oficina elétrica pelas seguintes características: Participação direta dos empregados na iniciativa, estudo, coordenação e execução do projeto de solução, Ataque direto à fonte produtora do odor nocivo, projeto otimizado permitindo a utilização de um único exaustor de tamanho bem reduzido e tubulação tambem reduzida, fazendo maximizar a redução de ruídos e reduzir enormemente os custos.</p>
<p>Esse mesmo grupo tambem produziu entre muitos outros, um trabalho onde antes se usavam no mínimo quatro homens para colocar um carro com peças dentro de uma estufa e depois uma única pessoa sem nenhum esforço, com apenas um controle remoto nas mãos colocava e retirava o carro. Os custos do projeto foram surpreendentemente pequenos. Esses grupos eram nota 10 em trabalhos inéditos super interessantes e úteis, na realização de projetos otimizados com custos mínimos, Na participação da solução de problemas e principalmente na valorização do ser humano.</p>
<p>O que é marcante nesses casos de distúrbios que causam desconforto e culminam em fatores pessoais causadores de acidentes e outros prejuízos e que hoje felizmente tem sido resolvidos a contento estão relacionados a <strong>VALORIZAÇÃO DO SER HUMANO.</strong> Antigamente se alguem pleiteasse uma água gelada ou pelo menos fria, limpa e confortável de ser ingerida, Ou se queixasse do calor de um ambiente ou de um cheiro que incomodasse ou mesmo de uma iluminação inadequada, quase sempre era criticado, ridicularizado ou até mesmo tido como agitador, ficando mau visto e na lista para a demissão na próxima oportunidade ou no primeiro erro que cometesse. Isso era até mesmo um problema cultural ou até mesmo religioso, sendo entendido que o trabalho era mesmo algo enfadonho ou penoso ou até mesmo um castigo onde se devesse “ganhar o pão com o suor do rosto”, como consta no Genesis. Em outras palavras o trabalho só teria valor se fosse assim. É emblemático o caso das subestações. Quando era por causa do ser humano, não podia, não havia verba, era um investimento sem retorno e mais um dilúvio de razões. </p>
<p>Quando os equipamentos sofisticados exigiram como condição para um bom funcionamento, foi instalado sem discussão. Infelizmente são muitos os casos.</p>
<p>O ser humano não é valorizado, é material de consumo, o mercado está cheio, se sair um tem trinta querendo entrar e pronto a se sujeitar a qualquer coisa.</p>
<p>Nós temos que entender que a <strong>AUTO-ESTIMA</strong> tambem é uma questão de salubridade. O ser humano desvalorizado perde a auto-estima, não se importa de andar com as roupas sujas e mal cheirosas, com a higiene pessoal nem coletiva, urina em qualquer lugar ou não se preocupa com a limpeza dos banheiros, joga lixo no chão ou fora dos recipientes adequados e acaba se alienando e ficando a margem da sociedade. </p>
<p>Alem disso a falta de auto-estima é terrível. Faltarão os três pilares religiosos, sustentáculo moral do homem. Alguem que não se goste, certamente não gostará do próximo e então tambem não amará a Deus. </p>
<p>Será alguem marginalizado e nocivo a sociedade.</p>
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		<title>Resolvendo o cubo mágico.</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Mar 2011 20:43:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é o vídeo onde eu resolvo um cubo mágico que estava meio debilitado. Em tempo, eu lubrifiquei o cubo, agora ele está muito mais rápido, breve um novo vídeo =)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este é o vídeo onde eu resolvo um cubo mágico que estava meio debilitado.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/cmu6kcnLguU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Em tempo, eu lubrifiquei o cubo, agora ele está muito mais rápido, breve um novo vídeo =) </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Carta aberta aos Teresenses</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Mar 2011 18:34:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[IMPRESSÕES DE UM ASSÍDUO VISITANTE - Há mais de trinta anos passo meu feriado de carnaval em Santa Teresa-ES, alem de fortuitamente vir outras vezes, sem contar a minha história de vida, quando passei várias vezes durante a infância e juventude, o que me trouxe uma ligação afetiva, tornando-me praticamente um cidadão Teresense. - Nesse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>IMPRESSÕES DE UM ASSÍDUO VISITANTE</strong></p>
<p>- Há mais de trinta anos passo meu feriado de carnaval em Santa Teresa-ES, alem de fortuitamente vir outras vezes, sem contar a minha história de vida, quando passei várias vezes durante a infância e juventude, o que me trouxe uma ligação afetiva, tornando-me praticamente um cidadão Teresense.</p>
<p>- Nesse carnaval de 2011, fiquei hospedado no Hotel Pierazzo, no centro. </p>
<p>- Pesarosamente tive uma constatação perturbadora: O tráfego pesado com muitos caminhões, caçambas e carretas pelas ruas do centro faz trepidar e balançar as paredes dos prédios da região, o que explica as sérias rachaduras nas paredes deixando todos apreensivos. </p>
<p>- Alarmado saí às ruas para averiguar e constatei que o problema atinge todos os imóveis da região. </p>
<p>- Lamentavelmente se nada for feito dentro em breve começarão a ocorrer desmoronamentos e a perda de todo o conjunto arquitetônico que caracteriza a colonização Italiana e outras pelos imigrantes europeus há dois séculos.</p>
<p>- Em tom de desabafo fiz esse mesmo comentário a algumas pessoas e a informação que obtive foi que já se proibiu há algum tempo, mas a situação recomeçou tempos depois e perdura até hoje, deixando a sensação de que não vale a pena lutar, pois nunca resulta numa solução definitiva.</p>
<p>- Creio que percebo a raiz desse problema: É inócua uma proibição quando não se oferece uma via alternativa.  Em outro sentido essa expressão via alternativa conduz a possível solução: Construção de uma via capaz de desviar do centro o tráfego pesado.</p>
<p>- Reconheço que isso não é nada fácil, pois exige pesados investimentos que num primeiro momento possivelmente exceda a capacidade do erário público municipal, alem de outros complicadores técnicos e políticos. </p>
<p>- Esse é o momento de dar as mãos: povo, personalidades políticas, religiosas, entidades civis organizadas, escolas, governo do estado, patrimônio histórico nacional e quem mais possa contribuir.</p>
<p>- Certamente a ação a ser implementada deve começar pela mobilização popular capitaneada pela comunidade doméstica e comercial do centro histórico da cidade, região mais afetada. </p>
<p>- Essa mobilização popular será de grande utilidade para respaldar as autoridades públicas municipais que sentir-se-ão mais fortificadas para enfrentar as árduas tarefas de buscar apoio político estadual, federal e até internacional, interessados na preservação histórica, seja na forma de doações, financiamentos, parcerias ou quaisquer outras, que resultem nos recursos financeiros necessários aos estudos técnicos, projetos e execução das obras. </p>
<p>- Seja essa carta, ainda que no plano das idéias, a primeira contribuição, que sinceramente espero que se frutifique no amor que os Teresenses tem pela sua cidade.</p>
<p>João Roberto Vasco Gonçalves, 13/03/2011</p>
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		<title>Momento cultural e coincidência literária</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/03/12/momento-cultural-e-coincidencia-literaria/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=momento-cultural-e-coincidencia-literaria</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/03/12/momento-cultural-e-coincidencia-literaria/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 12 Mar 2011 20:59:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Passei o período de carnaval no meu tradicional refúgio carnavalesco, em Santa Teresa-ES, uma cidade de montanhas a oitenta e dois quilômetros a noroeste da Capital Vitória onde moro. Fiquei hospedado num hotel no centro. A coincidência literária foi que estava lendo e lá concluí o livro “ Canaã” escrito por Graça Aranha, um escritor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Passei o período de carnaval no meu tradicional refúgio carnavalesco, em Santa Teresa-ES, uma cidade de montanhas a oitenta e dois quilômetros a noroeste da Capital Vitória onde moro. Fiquei hospedado num hotel no centro.</p>
<p>A coincidência literária foi que estava lendo e lá concluí o livro “ Canaã” escrito por Graça Aranha, um escritor do princípio do século passado em que algumas cenas se passam exatamente ali naquela cidade. Foi mais ou menos como estar inserido no cenário, embora depois de tantos anos a paisagem ter sido mudada substancialmente.</p>
<p>O livro fala da colonização européia, especificamente a alemã naquela época e do pensamento orgulhoso dos imigrantes a respeito da superioridade de sua raça e da categoria inferior que imaginavam a respeito dos brasileiros, segundo eles mestiços incapazes de atividades intelectuais e despreparados para governar e por isso sempre discutiam a possibilidade deles mesmo fazer isso e tornar uma nova Europa relegando aos nativos a subserviência. </p>
<p>Claro que se refere a aqueles aventureiros oportunistas decididos a fazer fortuna rápida a qualquer custo, o que não foi o caso da maioria dos colonos, ou seja, isso era só uma diminuta faceta do todo. </p>
<p>A colonização estrangeira por aqui e creio que em todo o Brasil é permeada de muitas dificuldades, promessas não cumpridas dos governantes, privações de todo o gênero, abandono à própria sorte e até espoliação. Inclusive o próprio livro a menciona no final em uma das cenas. </p>
<p>Voltando a Santa Teresa, percebe-se que na sua região central a influencia da colonização italiana é preponderante, embora nas redondezas tambem existam a dos Alemães, Pomeranos, Tiroleses e vários outros.</p>
<p>Roberto Vasco – robertovasco@hotmail.com </p>
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		<title>Resolvendo o cubo mágico &#8211; Primeira Cruz</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Mar 2011 01:46:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cubo Mágico]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá pessoal, nessa série ensinarei como resolver o cubo mágico. Espero que gostem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal, nessa série ensinarei como resolver o cubo mágico. Espero que gostem.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/kZeP43A_C1A?hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/kZeP43A_C1A?hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>我想成為富人喜歡李彥宏</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Mar 2011 20:17:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[想擁有很多錢像李彥宏，等待職位此網站 Caros leitores, este é apenas um teste, se você não for chinês, ignore.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>想擁有很多錢像李彥宏，等待職位此網站</p>
<p>Caros leitores, este é apenas um teste, se você não for chinês, ignore. <img src='http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Bebê engasgado, saiba aqui o que fazer</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Mar 2011 15:36:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bebês]]></category>
		<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[bebes engasgados]]></category>
		<category><![CDATA[engasgado]]></category>

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		<description><![CDATA[- Mantenha o bebê de bruços em seu antebraço. Apóie a cabeça e a mandíbula com sua mão. Sente ou ajoelhe-se e apóie seu braço sobre a coxa ou o colo; - Aplique até cinco batidas nas costas com o calcanhar de sua mãe livre entre as escápulas do bebê. - Se o objeto não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- Mantenha o bebê de bruços em seu antebraço. Apóie a cabeça e a  mandíbula com sua mão. Sente ou ajoelhe-se e apóie seu braço sobre a  coxa ou o colo;</p>
<p>- Aplique até cinco batidas nas costas com o calcanhar de sua mãe livre entre as escápulas do bebê.</p>
<p>- Se o objeto não for eliminado após as cinco batidas, vire o bebê de  costas. Afaste ou abra as roupas da parte anterior do tórax da vítima,  somente se puder fazer isso rapidamente. Se for necessário, comprima o  tórax do bebê através das roupas;</p>
<p>- Aplique até cinco compressões torácicas usando dois dedos da mãe  livre para comprimir sobre o osso esterno (apóie a cabeça e o pescoço da  vítima e segure o bebê com a mão e o braço, repousando o antebraço  sobre seu colo ou coxa);</p>
<p>- Alterne a sequência de batidas nas costas e cinco compressões até o  objeto ser removido ou o bebê conseguir respirar, tossir ou chorar.</p>
<p>A Sociedade Brasileira de Pediatria dá as seguintes recomendações para evitar que as crianças engasguem:</p>
<p>- Não ofereça alimentos a crianças menores de 4 anos sem amassar e desfiar as fibras.</p>
<p>- Não deixar pedaços de alimentos no prato, principalmente os arredondados.</p>
<p>- Os seguintes alimentos são de risco potencial para a aspiração:  sementes, amendoim, castanha, nozes, milho, feijão, pedaços de carne e  queijo, uvas inteiras, salsicha, balas duras, pipoca e chiclete.</p>
<p>- Mantenha os seguintes itens da casa longe do alcance de crianças  menores de 4 anos: balões, moedas, bolinha de gude, brinquedos com peças  pequenas, bolas pequenas, botões, baterias esféricas de aparelhos  eletrônicos, canetas com tampa removível.</p>
<p>- Insista para que as crianças comam à mesa, sentadas. Evite  alimentá-las enquanto correm, andam, brincam ou estão rindo. Não deixe  as crianças deitarem com alimento na boca.</p>
<p>- Supervisione sempre a alimentação de crianças pequenas.</p>
<p>- Fique atento às crianças mais velhas. Muitos acidentes ocorrem quando  irmãos ou irmãs oferecem objetos ou alimentos perigosos para os  menores.</p>
<p>- Siga a recomendação da embalagem dos brinquedos, com relação à idade ideal para aquisição.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Milagre da Vida &#8211; Albert Einstein</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 21:50:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Pode ser que um dia deixemos de nos falar&#8230; Mas, enquanto houver amizade, Faremos as pazes de novo. Pode ser que um dia o tempo passe&#8230; Mas, se a amizade permanecer, Um de outro se há-de lembrar. Pode ser que um dia nos afastemos&#8230; Mas, se formos amigos de verdade, A amizade nos reaproximará. Pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pode ser que um dia deixemos de nos falar&#8230;<br />
Mas, enquanto houver amizade,<br />
Faremos as pazes de novo.</p>
<p>Pode ser que um dia o tempo passe&#8230;<br />
Mas, se a amizade permanecer,<br />
Um de outro se há-de lembrar.</p>
<p>Pode ser que um dia nos afastemos&#8230;<br />
Mas, se formos amigos de verdade,<br />
A amizade nos reaproximará.</p>
<p>Pode ser que um dia não mais existamos&#8230;<br />
Mas, se ainda sobrar amizade,<br />
Nasceremos de novo, um para o outro.</p>
<p>Pode ser que um dia tudo acabe&#8230;<br />
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,<br />
Cada vez de forma diferente.<br />
Sendo único e inesquecível cada momento<br />
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.</p>
<p>Há duas formas para viver a sua vida:<br />
Uma é acreditar que não existe milagre.<br />
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.</p>
<p>Albert Einstein</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Universo é Finito ou Infinito</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 23:59:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[O Post anterior Deus Existe ?, foi para o ramo da física teórica e acabou gerando um comentário interessante : Recentemente li um livro com esse título &#8220;Deus existe?&#8221; , que foi o resultado de um debate público diante de um auditório lotado. O debate foi promovido e mediado por um judeu, dono de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Post anterior <a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/02/23/deus-existe/"><strong>Deus Existe ?</strong></a>, foi para o ramo da física teórica e acabou gerando um comentário interessante :</p>
<blockquote><p>
Recentemente li um livro com esse título &#8220;Deus existe?&#8221; , que foi o resultado de um debate público diante de um auditório lotado. O debate foi promovido e mediado por um judeu, dono de uma revista. Seus palestrantes convidados foram Youssef Hatzinger, prefeito da congregação para a doutrina da fé(Hoje o papa Bento XVI) e o outro um renomado filósofo ateu. A discussão foi acalorada apesar de ter sido com muita classe. Debateram, argumentaram, analisaram a fundo e no final ninguem baixou a cabeça como aquele professor da estória citada. Ou seja ninguem ficou convencido de nada, cada um saiu com a sua opinião firme. Quem quiser ler o livro tem que ter paciência porque conversa de filósofo rende. Mas o mais interessante é ficar com a consisão do Einstem. <strong>Aliás o Einstem tambem afirmou que o universo é finito. Como ele chegou a essa conclusão eu não sei, mas deve ter sobrado muita conta.rsrs</strong> (sic)</p></blockquote>
<p>Ao observar a teoria de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Einstein">Einstein</a>, podemos dizer então que :</p>
<blockquote><p>Por definição, o universo é tudo o que nossos sentidos permitem experimentar, ao menos em princípio. Assim, ele faria exceção a sua regra de inserimento.</p></blockquote>
<p> Retirado do documento <a href="http://www.ift.unesp.br/users/helio/pEr.html">http://www.ift.unesp.br/users/helio/pEr.html</a></p>
<p>Numa visão superficial minha, creio que seja algo como : Você tem um pote com várias bolinhas de gude, as bolinhas estão inseridas no pote, que por sua vez está inserido no armário, que por sua vez está inserido na cozinha, que está inserida no apartamento&#8230; E por aí vai.</p>
<p>Sendo assim, o fim tende a ser o limite do próximo estágio, ou seja, pensando desta forma, o universo tem realmente fim.</p>
<p>A Física teórica é muito interessante.</p>
<p>Pois bem senhores, atirem as suas opiniões.</p>
<p>Abraços !</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Deus existe ?</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 17:29:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava navegando pelo blog do Paulino Michelazzo, e me deparei com este post ( que contém um vídeo ), bastante interessante http://www.michelazzo.blog.br/2011/02/23/criancas-criancas/ Segue o texto referente ao vídeo : Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim desafiou seus alunos com esta pergunta: “Deus criou tudo o que existe?” Um aluno [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava navegando pelo blog do Paulino Michelazzo, e me deparei com este post ( que contém um vídeo ), bastante interessante <a href="http://www.michelazzo.blog.br/2011/02/23/criancas-criancas/">http://www.michelazzo.blog.br/2011/02/23/criancas-criancas/</a></p>
<p>Segue o texto referente ao vídeo :</p>
<p>Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim desafiou seus alunos com esta pergunta:<br />
“Deus criou tudo o que existe?”</p>
<p>Um aluno respondeu valentemente:<br />
“Sim, Ele criou.”</p>
<p>“Deus criou tudo?”<br />
Perguntou novamente o professor.<br />
“Sim senhor”, respondeu o jovem.</p>
<p>O professor respondeu,<br />
“Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal? Pois o mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau?”</p>
<p>O jovem ficou calado diante de tal resposta e o professor, feliz, se regozijava de ter provado mais uma vez que a fé era um mito.</p>
<p>Outro estudante levantou a mão e disse:<br />
“Posso fazer uma pergunta, professor?”</p>
<p>“Lógico.” Foi a resposta do professor.</p>
<p>O jovem ficou de pé e perguntou:<br />
“Professor, o frio existe?”</p>
<p>“Que pergunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?”</p>
<p>O rapaz respondeu:<br />
“De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é a ausência de calor. Todo corpo ou objeto é susceptível de estudo quando possui ou transmite energia, o calor é o que faz com que este corpo tenha ou transmita energia.<br />
O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor”</p>
<p>“E, existe a escuridão?”<br />
Continuou o estudante.<br />
O professor respondeu: “Existe.”</p>
<p>O estudante respondeu:<br />
“Novamente comete um erro, senhor, a escuridão também não existe. A escuridão na realidade é a ausência de luz.<br />
A luz pode-se estudar, a escuridão não!<br />
Até existe o prisma de Nichols para decompor a luz branca nas várias cores de que está composta, com suas diferentes longitudes de ondas.<br />
A escuridão não!<br />
Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz.<br />
Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim?<br />
Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz presente”</p>
<p>Finalmente, o jovem perguntou ao professor:<br />
“Senhor, o mal existe?”</p>
<p>O professor respondeu:<br />
“Claro que sim, lógico que existe, como disse desde o começo, vemos estupros, crimes e violência no mundo todo, essas coisas são do mal.”</p>
<p>E o estudante respondeu:<br />
“O mal não existe, senhor, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência do bem, é o mesmo dos casos anteriores, o mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus.<br />
Deus não criou o mal.<br />
Não é como a fé ou como o amor, que existem como existem o calor e a luz.<br />
O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente em seus corações.<br />
É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz.”</p>
<p>Por volta dos anos 1900, este jovem foi aplaudido de pé, e o professor apenas balançou a cabeça permanecendo calado…</p>
<p>Imediatamente o diretor dirigiu-se àquele jovem e perguntou qual era seu nome?</p>
<p>E ele respondeu:<br />
“ALBERT EINSTEIN.”</p>
<p>Realmente as crianças nos surpreendem !</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Anauê</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 15:04:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta expressão em tupi-guarani significa &#8220;você é meu parente&#8221;. Fim !]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta expressão em tupi-guarani significa &#8220;você é meu parente&#8221;.</p>
<p>Fim !</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sanando dúvidas &#8211; Relé Falta de Fase</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Feb 2011 18:13:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Eletricidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho recebido algumas consultas sempre com a mesma dúvida a respeito de como usar o relé falta de fase. Para proteger motores trifásicos. Alguns perguntam: As três fases entram no relé falta de fase. E a saída para o motor como é que fica? Ou seja, imaginam algo como se esse rele falta de fase [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho recebido algumas consultas sempre com a mesma dúvida a respeito de como usar o relé falta de fase. Para proteger motores trifásicos. Alguns perguntam: As três fases entram no relé falta de fase. E a saída para o motor como é que fica? Ou seja, imaginam algo como se esse rele falta de fase ficasse em série com o motor, possivelmente entre o disjuntor e o motor. Nunca imaginam que exista um circuito com mais alguns componentes.</p>
<p>Vamos esclarecer:</p>
<p>1. As Três Fase L1, L2 E L3 Só Entram No Relé Falta De Fase. Não Há Saída De Fases Para Ligar Motor Ou Qualquer Outra Coisa.</p>
<p> 2. A numeração restante, como: 11-12-14, ou 21-22-24, ou 15-16-18 são correspondentes às ligações aos contatos de um micro relé interno ao relé falta de fase. São esses contatos que serão utilizados num circuito de comando para fazer o desligamento do circuito de força quando faltar uma ou mais fases.</p>
<p>3.  Na figura abaixo, por exemplo a primeira superior esquerda, vemos: L1, L2 e L3 são onde entram as três fases. Os contatos do relé interno são:11-C = comum, 12-NF = Normalmente fechado, 14-NA = Normalmente aberto.</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/02/Falta-de-fase-dúvidas_html_m3cd8ac6.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/02/Falta-de-fase-dúvidas_html_m3cd8ac6-300x295.png" alt="" title="Falta de fase-dúvidas_html_m3cd8ac6" width="300" height="295" class="aligncenter size-medium wp-image-2084" /></a></p>
<p>Esse rele de proteção contra a falta de fases funciona assim: Quando se energiza o relé com as três fases o relé auxiliar interno a ele atraca, ou seja: O contato normalmente fechado abre e o contato normalmente aberto fecha.</p>
<p>Se faltar uma ou mais fases, esse relé interno volta a condição inicial de antes de ser energizado com as três fases, ou seja: O contato normalmente fechado volta a fechar e o contato normalmente aberto volta a abrir.</p>
<p>Essa é a situação utilizada para a proteção. Mas aí entra a outra afirmação:</p>
<p>- O relé falta de fase não trabalha sozinho, ele sempre precisa de atuar sobre o comando de um circuito de força, por exemplo em série com a bobina de um contator que liga as três fases.</p>
<p>Vamos dar um exemplo prático:<br />
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/02/Falta-de-fase-dúvidas_html_743a2a02.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/02/Falta-de-fase-dúvidas_html_743a2a02-300x194.png" alt="" title="Falta de fase-dúvidas_html_743a2a02" width="300" height="194" class="aligncenter size-medium wp-image-2085" /></a></p>
<p>É claro que o relé falta de fase tem que ser especificado para a tensão da rede de alimentação.</p>
<p>A bobina do contator tambem tem que ser especificada. No Caso idealizei que a alimentação era de 220VCA e especifiquei uma bobina de 220VCA. Se fosse 380 ou 440VCA poderia continuar sendo 220VCA porem deveria ser usado um transformador de comando para adequar a tensão.</p>
<p>O contator tem que ser especificado conforme a potência do motor.</p>
<p>O relé térmico deve ser especificado conforme a potência do motor e feito o ajuste na sua corrente nominal.</p>
<p>robertovasco@hotmail.com</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/02/21/sanando-duvidas-rele-falta-de-fase/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>As pessoas vivem para sonhar.</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/02/17/as-pessoas-vivem-para-sonhar/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=as-pessoas-vivem-para-sonhar</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 15:49:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[O vídeo fala por sí !]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O vídeo fala por sí !<br />
<iframe title="YouTube video player" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/vksdBSVAM6g" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Uêba : Os Melhores Links, gostei e recomendo</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/02/07/ueba-os-melhores-links-gostei-e-recomendo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ueba-os-melhores-links-gostei-e-recomendo</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/02/07/ueba-os-melhores-links-gostei-e-recomendo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 21:09:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, Há tempos eu não gostava tanto de um site, como gostei do Uêba. Para os que querem conhecer o site, o endereço dele é este : http://ueba.com.br/ . Isso não é nenhum publieditorial, jabá ou afim é que gostei mesmo Primeiro, eles tem um envio de links bastante objetivo, e que não precisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal,</p>
<p>Há tempos eu não gostava tanto de um site, como gostei do <a href="http://ueba.com.br/">Uêba</a>. Para os que querem conhecer o site, o endereço dele é este : <a href="http://ueba.com.br/">http://ueba.com.br/</a> .</p>
<p>Isso não é nenhum publieditorial, jabá ou afim é que gostei mesmo <img src='http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Primeiro, eles tem um envio de links bastante objetivo, e que não precisa se cadastrar para poder enviar, isso já aumentou, e muito, minha aceitação quanto ao site, afinal nada melhor do que não precisar se cadastrar para enviar links. Você até pode colar o selo deles no seu blog ou site, mas se não quiser não precisa, simples assim. </p>
<p>Mas se mesmo assim, você quiser se cadastrar é fácil e rápido. Eu não lembrava, mas já era cadastrado por lá, relembrei assim que tentei fazer o cadastro <img src='http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Outra coisa que achei muito atrativa no Uêba, foi o programa de parceiria deles, extremamente bem pensado, uma coisa bem feita e que eu realmente não via faz muito tempo.</p>
<p>Já testei outros sites para envio de links, mas percebi que eles queriam apenas meu e-mail, para quem sabe vendê-lo para alguma lista de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Spam">SPAM</a>.</p>
<p>Também curti os caras no <a href="http://www.facebook.com">Facebook</a>, assim como curti o sistema de envio de links, realmente os idealizadores deste site estão de parabéns.</p>
<p>Agora, a melhor de todas as coisas que vieram deste site para mim, foram as visitas, é muito bom ter visitas orgânicas, geradas por pessoas, e não por um robô de busca qualquer.</p>
<p>Bem, parabéns ao Uêba e seus idealizadores.</p>
<p>E pessoal, se quiseren um lugar realmente bacana para divulgar seu link, vá para o Uêba, e divulgue por lá, você vai se surpreender com o resultado.</p>
<p>Abraços à todos !</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dois e Dois são &#8230;</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/02/06/dois-e-dois-sao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=dois-e-dois-sao</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/02/06/dois-e-dois-sao/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 06 Feb 2011 17:39:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro dia estive lendo sobre essa intrigante pergunta que alguns preferem usar como “pegadinha”: “dois e dois são: ? Já vi muita gente espirituosa sair com evasivas geniais. Uma famosa cronista contou que ao ser abordada com esse tipo de pergunta, diante de uma platéia, contou uma fábula, cada um julgou conforme seus próprios conceitos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia estive lendo sobre essa intrigante pergunta que alguns preferem usar como “pegadinha”: “dois e dois são: ?</p>
<p>Já vi muita gente espirituosa sair com evasivas geniais. Uma famosa cronista contou que ao ser abordada com esse tipo de pergunta, diante de uma platéia, contou uma fábula, cada um julgou conforme seus próprios conceitos, todo mundo acabou rindo e pronto.</p>
<p>Mas vamos lá, um pouco da útil cultura inútil:</p>
<p>- 2 e 2 pode ser dito assim mesmo, ou seja dois e dois,</p>
<p>- 2 e 2 pode ser 22, dito vinte e dois se os algarismos forem escritos seguidamente,</p>
<p>- 2 e 2 pode simplesmente não existir se o assunto se referenciar a um sistema matemático de base 2, onde o algarismo 2 simplesmente não existe, ou seja só existe 0 e 1, sendo a quantidade de duas unidades representada então por 10.</p>
<p>- 2 e 2 pode ser 4, se esse “e” significar uma operação de adição e se a referencia for a um sistema matemático de base 10, que é o que normalmente usamos, ou seja 2+2=4,</p>
<p>- 2 e 2 pode ser 11, se esse “e” significar uma operação de adição e se for referenciada a um sistema matemático de base 3, ou seja 2+2=11.</p>
<p>Ih! Agora complicou, vamos esclarecer:</p>
<p>Todo o sistema numérico possui necessariamente uma base que representa o número de algarismos que ele contem. Assim, o sistema mais conhecido, que normalmente usamos no dia a dia é o de base 10, ou decimal, porque possui 10 algarismos, contando com o zero, ou seja:<br />
0,1,2,3,4,5,6,7,8,9.</p>
<p>Mas existem outros bastante difundidos e utilizados principalmente com o advento da informática, que são conhecidos como binário, de base 2, octal, de base 8 e hexadecimal de base 16. pode ficar meio complicado para o nosso dia a dia mas para a eletrônica e informática é ótimo.</p>
<p>Matematicamente tudo pode se referir a qualquer base. Nesse caso é necessário que se escreva em decimal o número que representa uma quantidade na base decimal seguido de um algarismo subscrito (tambem em sistema decimal) que identifique a base matemática ele se refere. Tomando o exemplo das operações acima citadas, escreveríamos:<br />
210 +210 = 410  ou<br />
23 +23 = 113  ou<br />
22 +22 = 102  ou (isso se dissermos que dois decimal representado na base binária se representa por 22 , caso contrario nem existe e não há como escrever 2, pois como já mencionamos nessa base só existe 0 e1).</p>
<p>Ih, complicou de novo. Esclareçamos, escrevendo as bases com todos os seus algarismos:</p>
<p>Base 10(decimal): 0,1,2,3,4,5,6,7,8,9<br />
Base 2(binária): 0,1<br />
Base 3: 0,1,2<br />
Base 4: 0,1,2,3</p>
<p>&#8230;<br />
&#8230;</p>
<p>Base 8 (octal): 0,1,2,3,4,5,6,7<br />
Base 16(hexadecimal): 10,1,2,3,4,5,6,7,8,9,A,B,C,D,E,F</p>
<p>Tomando aquele caso onde 23 +23 = 113 , temos que esclarecer escrevendo uma seqüência de números na base decimal e na base 3 e comparando-as:</p>
<p>Ver tabela:</p>
<p>Base10</p>
<p>0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14<br />
Base 3</p>
<p>0 1 2 10 11 12 20 21 22 100 101 102 110 111 112</p>
<p>É só comparar as quadriculas inferiores e superiores. Assim a quantidade de quatro peças pode ser representada pelo algarismo 4, se a referência for a base 10 ou ser representada por 11 se a referência for a base 3.</p>
<p>É claro que por convenção quando não se especifica a base, subtende-se que seja a base 10, então não é necessário nenhum numero subscrito informando a base.</p>
<p>Ih! Fundiu a sua máquina pensante? Você ainda não viu nada. rsrs</p>
<p>robertovasco@hotmail.com</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>UFC 216 &#8211; Knock Out Belfort</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/02/06/ufc-216-knock-out-belfort/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ufc-216-knock-out-belfort</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/02/06/ufc-216-knock-out-belfort/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 06 Feb 2011 16:43:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/0795T9lvsSw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Análise forense de fotografias digitais e UFO do Egito</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/02/02/analise-forense-de-fotografias-digitais-e-ufo-do-egito/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=analise-forense-de-fotografias-digitais-e-ufo-do-egito</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Feb 2011 00:01:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Open Source]]></category>
		<category><![CDATA[análise forense]]></category>
		<category><![CDATA[UFO]]></category>
		<category><![CDATA[ufo do egito]]></category>

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		<description><![CDATA[As últimas notícias sobre o Egito, me fizeram escrever errado o Título do post, mas agora que já está assim, que fique assim, e viva o SEO ! Olá Pessoal, Navegando pela internet hoje, pude me deparar com um vídeo no Youtube, que seria sobre um possível UFO . O vídeo reproduzo logo abaixo : [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>As últimas notícias sobre o Egito, me fizeram escrever errado o Título do post, mas agora que já está assim, que fique assim, e viva o SEO !<br />
</strong><br />
Olá Pessoal, </p>
<p>Navegando pela internet hoje, pude me deparar com um vídeo no Youtube, que seria sobre um possível <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/UFO">UFO</a> .</p>
<p>O vídeo reproduzo logo abaixo :</p>
<p><iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="640" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/dwp_WHFhA4A" frameborder="0" allowFullScreen></iframe></p>
<p>Incrível não ?</p>
<p>Bem, houveram bastante análises de céticos, e eles usaram uma ferramenta bastante interessante para analisar alguns momentos do vídeo. É onde começa nosso post de hoje. Onde falaremos sobre forense em fotos digitais.</p>
<p>Hoje estou aqui para comentar sobre mais uma de muitas ferramentas fantásticas, escritas com software livre, e que pode ser usada para fazer perícia de fotografias digitais.</p>
<p>A ferramenta trabalha da seguinte forma, ela faz análise de vários níveis que podem representar erros em toda a imagem. Por exemplo, áreas que receberam mais brilho, ou foram recortadas e mais uma infinidade de coisas que podem ser observadas em fotos digitais.</p>
<p>Mais profundamente, a ferramenta trabalha com níveis de erros conhecidos, previamente catalogados, então em 95 por cento dos casos, a ferramenta consegue detectar mudanças.</p>
<p>A ferramenta é basicamente construida usando Python, mais precisamente Python Image Library e a libjpeg.</p>
<p>O site da ferramenta é <a href="http://www.errorlevelanalysis.com/">http://www.errorlevelanalysis.com/</a> . </p>
<p>Lá você poderá submeter fotos à análises, basta hospedar a foto em algum lugar.</p>
<p>Faça um teste, modifique uma foto sua e a envie, para você perceber como a ferramenta trabalha. Eu particularmente achei bastante interessante.</p>
<p>Agora, voltando ao assunto do vídeo, realmente várias coisas impressionam, com por exemplo, várias pessoas estarem filmando ao mesmo tempo. </p>
<p>Mas isso pode denotar fraude também. </p>
<p>Agora o que intriga bastante são as luzes emitidas pelo UFO, e a subida depois que o UFO desce até a linha do horizonte.</p>
<p>Agora, acompanhando a visão dos céticos, eles sugeriram estes links :</p>
<p><a href="http://www.errorlevelanalysis.com/permalink/8fe9a86/">http://www.errorlevelanalysis.com/permalink/8fe9a86/</a></p>
<p><a href="http://www.errorlevelanalysis.com/permalink/440aedf/">http://www.errorlevelanalysis.com/permalink/440aedf/</a></p>
<p><a href="http://www.errorlevelanalysis.com/permalink/440aedf/">http://www.errorlevelanalysis.com/permalink/b9249a4/</a></p>
<p>Onde, se realmente, usarmos a ferramenta do site, poderemos observar, que a luminosidade dos objetos foram alteradas, ou ainda, luzes que não existiam, foram plantadas lá de propósito.</p>
<p>Bem, aí está o post, espero que gostem, e comentem.</p>
<p>Abraços !</p>
<p>PS.: Peguem as fotos dos seus amigos, brinquem de detetive, e percebam onde ele usou o Photoshop. Por exemplo para encolher uma barriga, ou aumentar alguns músculos.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Nunca estrague o sonho de uma criança</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/02/01/nunca-estrague-o-sonho-de-uma-crianca/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=nunca-estrague-o-sonho-de-uma-crianca</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/02/01/nunca-estrague-o-sonho-de-uma-crianca/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Feb 2011 00:04:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, Nesta semana que passou, em Domingos Martins, ocorreu a SommerFest, que é a festa do Verão da Alemanha, e como a cidade é de colonização alemã, nada mais justo em comemorarem também o Verão. A Festa estava bem animada, regada a bastante cerveja e bebidas em geral, e também danças e comidas típicas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal,</p>
<p>Nesta semana que passou, em Domingos Martins, ocorreu a SommerFest, que é a festa do Verão da Alemanha, e como a cidade é de colonização alemã, nada mais justo em comemorarem também o Verão.</p>
<p>A Festa estava bem animada, regada a bastante cerveja e bebidas em geral, e também danças e comidas típicas alemãs, além dos shows de algumas bandas que vieram de fora do Espírito Santo.</p>
<p>Como eu tinha ido para cidade, resolvi junto com minha família dar umas voltas pela festa.</p>
<p>No Sábado, depois de ter ido à casa do meu cunhado e colocado 150 kg de esterco no jardim e nas plantas dele, era hora de voltar para casa e matar a fome, tomei banho, esperei o pessoal se arrumar, e fomos comer cachorro quente. Gigante por sinal. Não demoramos na rua este dia e fomos para casa.</p>
<p>No outro dia, tinha combinado com minha esposa de almoçarmos cedo, para evitar o trânsito na descida da serra. Então fomos ao restaurante.</p>
<p>Minha esposa colocou a comida da minha filha, a dela, depois coloquei o meu, self-service é o que há <img src='http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Estou comendo, observando o movimento, quando entra no restaurante um indivíduo com uns 2 metros de altura, com uma barba branca enorme, cabeludo, e usando óculos. Eu conhecia o cara.</p>
<p>Eu notei que a minha filha ficara encantada com o sujeito, de repente, ela olha para mim e fala.</p>
<blockquote><p>
Pai, olha alí o Papai Noel
</p></blockquote>
<p>Eu sem pensar nas consequencias respondi à ela.</p>
<blockquote><p>Não filha, não é Papai Noel, é um amigo de Papai</p></blockquote>
<p>A fisionomia da minha filha mudou na mesma hora. O que era um olhinho brilhando de alegria, virou um olhinho com uma lagriminha.</p>
<p>Nem é preciso dizer que fiquei com muita dó do acontecimento, e rapidamente concertei.</p>
<p>Filha, não conta para ninguém, é Papai Noel sim, só que ele está ali, sem a roupa dele, para as crianças não perceberem.</p>
<p>O sorriso voltou a brotar no rostinho dela novamente, e cochichamos algumas besteiras.</p>
<p>Quando o senhor saiu do restaurante, ela disse, tchau Papai Noel. E sorriu para mim.</p>
<p>Bem, esse post vem alertar para o seguinte, não estrague a magia que existe na cabeça das crianças, com coisas como: Papai Noel não existe ou Papai Noel morreu ou ainda Papai Noel sou eu, porque eu te dou presente.</p>
<p>Deixem que elas vivam com a magia dos personagens, até que aprendam a saber diferenciar quem é o Papai Noel e o homem barbudo e cabeludo.</p>
<p>Aqui termino esse post, espero que gostem !</p>
<p>Abraços !</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ferramentas para Blogs</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/01/30/ferramentas-para-blogs/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ferramentas-para-blogs</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/01/30/ferramentas-para-blogs/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 30 Jan 2011 21:36:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje conheci um site bacana, o http://www.ferramentasblog.com/. Com certeza é uma ótima leitura para blogueiros, bastante coisa por lá, vale a pena conferir. Abraços !]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje conheci um site bacana, o <a href="http://www.ferramentasblog.com/">http://www.ferramentasblog.com/</a>.</p>
<p>Com certeza é uma ótima leitura para blogueiros, bastante coisa por lá, vale a pena conferir.</p>
<p>Abraços !</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/01/30/ferramentas-para-blogs/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pirâmide de Maslow</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/01/24/piramide-de-maslow/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=piramide-de-maslow</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/01/24/piramide-de-maslow/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Jan 2011 20:47:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gustavoroberto.blog.br/?p=2052</guid>
		<description><![CDATA[Mais uma história do fundo do meu baú: Estava eu acompanhando a minha filha numa mini viagem desportiva escolar numa cidade a cerca de cem quilômetros a noroeste de Vitória-ES. Era uma competição intermunicipal que era realizada naquela cidade. Para atender ao evento fora fretado um ônibus para levar aquela agitada turminha cheia de energia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma história do fundo do meu baú:</p>
<p>    Estava eu acompanhando a minha filha numa mini viagem desportiva escolar numa cidade a cerca de cem quilômetros a noroeste de Vitória-ES. Era uma competição intermunicipal que era realizada naquela cidade. Para atender ao evento fora fretado um ônibus para levar aquela agitada turminha cheia de energia que não parava quieta um minuto sequer.</p>
<p>A competição estava muito animada e os vencedores não cabiam em si de satisfação com suas vitórias e suas preciosas medalhas.</p>
<p>Diante daquela euforia do “Eu ganhei, eu ganhei!” o motorista do ônibus observou e interessou-se a princípio pelo fato e curioso perguntou o que se ganhava ali. Quando lhe disseram que ganhava uma medalha, o prezado leitor não imagina a expressão de espanto, seguido de decepção e desânimo que ele fez. Ele não conseguia entender como as pessoas despendiam tanto tempo e dinheiro para no final ganhar uma medalha que apesar de dourada não era de ouro.</p>
<p>Aí eu me lembrei de um relato que li se não me falha a memória num livro originalmente escrito por Heródoto, o grande historiador da antiguidade. </p>
<p>Segundo seu registro, quando Xerxes o rei dos Persas sitiou Atenas, procurou saber de que se ocupavam os gregos naquele ano, ao que lhes responderam que era com as olimpíadas onde eram disputados muitos torneios de várias modalidades em honra aos deuses do Olimpo e que cada vencedor era agraciado com uma coroa feita de ramos de oliveira. Um dos generais ouvindo o relato ficou indignado achando aquilo depreciativo, chegando a exclamar: Mas que gente é essa que vamos atacar que não cuida de seus interesses e se esforçam extremamente para obter uma coroa de ramos de oliveira, se recusando a levar a sério. Xerxes, o repreendeu, pois compreendeu direitinho a situação, porque enquanto pagava a peso de ouro um exército de mercenários, os gregos lutavam pelo amor a pátria e a causa. Afinal não era por mera coincidência de que afirmavam na época que um soldado grego valia por cinco dos dele. O raciocínio do general era meio simplista, pois se ele e seus soldados viviam das pilhagens, atacarem alguem cujos tesouros eram ramos de oliveiras definitivamente não seria um bom negócio.</p>
<p>    Bem, voltando aos nossos dias e ao caso do motorista, que tinha a idéia parecida com a do general da história acima, na verdade a pergunta do motorista de “quanto se ganha” poderia ser simplificada em quantas conchas de feijão ou quantas colheres de arroz isso tudo é capaz de acrescentar à minha mesa. Ou talvez como é possível transformar esse ganho imediatamente em comida. Claro, se a resposta não fosse satisfatória, não se poderia levar a sério ou nada daquilo tinha valor.</p>
<p>    Em outros termos estamos falando da “Hierarquia de necessidades de Maslow”. Esse pesquisador definiu um conjunto de cinco necessidades estratificadas e inseridas dentro de uma pirâmide. Na primeira camada logo na base estão as necessidades fisiológicas como comer, beber, dormir, excretar, sexo, etc. Uma vez estando essas satisfeitas o sujeito passaria a se preocupar com as necessidade da segunda camada, logo acima: Segurança pessoal e familiar tanto em termos de integridade física como tambem um emprego, um plano de saúde, um seguro de vida e qualquer outra que de uma certa sensação de segurança. Satisfeitas essas necessidades passaria a se preocupar com as da camada superior: Amor, afeição, ser aceito numa comunidade, num clube, etc. Depois dessas vem mais uma camada: A necessidade de estima, de reconhecimento por um trabalho, etc. Finalmente no topo da pirâmide a auto realização. Esses estudos podem ser encontrados em vários sites como: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hierarquia_de_necessidades_de_Maslow">http://pt.wikipedia.org/wiki/Hierarquia_de_necessidades_de_Maslow</a></p>
<p>Essa idéia de hierarquia de necessidades se enquadra em vários aspectos da vida sócio-econômica. Por exemplo: se houver uma oferta de vários cursos de vários ramos de conhecimentos diferentes, quem estiver ainda no fisiológico preferirá um que mais rapidamente possa ser transformado em comida ou em outras necessidades básicas.</p>
<p>Quanto ao resto dirão: isso não enche barriga de ninguém. Da mesma forma se puder ser convertido em comida, mas demorar meses ou anos tambem não satisfará.</p>
<p>Uma coisa é certa: se o sujeito estiver de estomago vazio e estiver lutando desesperadamente para colocar comida na mesa, não adianta vir com qualquer outro assunto diferente desse propósito que ele não vai nem dar atenção.</p>
<p>    Hoje, alem de se preocupar com hierarquia de necessidades, adotaram-se indexadores numéricos mais palpáveis como o IDH, obtidos por cálculos bastante complexos e critérios que levam em conta o índice de educação, a longevidade e a renda per capita, possuindo cada um desses sub critérios  para avaliação.<br />
Informações sobre esse IDH podem ser pesquisadas em vários sites como: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dndice_de_Desenvolvimento_Humano">http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dndice_de_Desenvolvimento_Humano</a></p>
<p>                    robertovasco@hotmail.com</p>
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		<title>Uma questão de exegese</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Jan 2011 23:16:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Remexendo a velha arca da memória lembrei-me das profusas e intensas contestações juvenis. Claro, o jovem é assim mesmo: impetuoso, contestador e não aceita o que lhe ensinam, a menos que seja absolutamente evidente e de preferência com provas materiais palpáveis. Uma das maiores fontes de contestação era a bíblia. Por serem muitos versículos escritos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Remexendo a velha arca da memória lembrei-me das profusas e intensas contestações juvenis. Claro, o jovem é assim mesmo: impetuoso, contestador e não aceita o que lhe ensinam, a menos que seja absolutamente evidente e de preferência com provas materiais palpáveis.</p>
<p>Uma das maiores fontes de contestação era a bíblia. Por serem muitos versículos escritos numa linguagem metafórica, muitas coisas escapavam ao correto entendimento. Para quem não sabe o significado de metáfora aí vai um texto de dicionário: “Figura de linguagem que consiste na transferência da significação própria de uma palavra para outra significação, em virtude de uma comparação subentendida”. Aí é claro, se tomarmos um termo literalmente corremos o risco de caminhar no terreno do absurdo.</p>
<p>Para exemplificar, vou enunciar uma dessas questões debatidas naquela época. Quando alguem citou Jo12,24, ou seja o versículo 24 do capítulo 12 do evangelho segundo João, que diz: “Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto”, a contestação foi garantida. </p>
<p>Tomando ao pé da letra o raciocínio do jovem era bem simples: A semente só germina porque não morre e ninguem precisa ser um cientista para provar isso: basta cozinhar um feijão, milho ou qualquer semente e plantar para verificar que matando a semente ela não germina, ou seja seria um absurdo uma semente morta germinar e produzir novos frutos.</p>
<p>Era tudo uma questão de exegese (interpretação do texto) e um pouco de filosofia. No caso esse morrer era passar de um estado de existência a outro, ou seja morrer enquanto semente e passar a existir como uma nova planta. Como não é possivel existir ao mesmo tempo em dois estados diferentes, tem que morrer em um estado para existir em outro. </p>
<p>Claro que em certa medida isso escapa a comprrensão pois a morte física no sentido da perda da vida no presente caso não ocorre. É quase uma metamorfose, a vida continua em outra forma, mas a essência permanece. Muita gente não gosta desse raciocínio porque perde um pouco o encanto do ensino religioso. Realmente isso parece meio complicado e eu nem cogito de aqui mergulhar fundo no terreno da metafísica para não complicar ainda mais.	</p>
<p>Como esse versículos, existem muitos que exigem uma exegese e algum conhecimento filosófico para entender melhor a questão. E ainda diziam que não era preciso muita bagagem, como dizia um canto de igreja, para seguir uma religião, ou seja, era só aceitar o que foi dito e ficar por isso mesmo, mas para os jovens, contestadores como eles só, isso é impraticável.</p>
<p>Um das frase mais bonitas e poéticas que já vi sobre isso era uma de Michel Quoist que dizia “ Se queres encontrar o teu Deus não se preocupe em decifrar enigmas, basta olhar as copas das arvores ou no meio da rua onde estão crianças a brincar&#8230;”</p>
<p>Isso funciona muito bem para grupos primitivos como os índios (de épocas atrás) onde simplesmente acreditavam num Deus e o viam manifestar-se atrvás da natureza como a terra, a água, o fogo, os trovões, etc e simplesmente respeitavam e veneravam. Para estudar e professar uma religião mais sofisticada culturalmente, onde as doutrinas foram escritas a partir de textos procedentes de várias culturas e épocas diferentes, sofreram traduções de umas línguas para outras, etc, essa questão não é tão simples assim.</p>
<p>O problema é que a necessidade de uma exegese pode dar origem a várias interpretações diferentes.</p>
<p>robertovasco@hotmail.com , 22/01/2011.		</p>
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		<title>Humanus Genus</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Jan 2011 23:07:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Remexendo no meu exíguo baú de recordações encontrei umas anotações de 43 anos atrás sobre uma pesquisa que fazia na época onde havia uma referencia à Humanus Genus, na verdade uma pergunta a respeito do seu autor. Naquela época não havia computador e tinhamos que recorrer à bibliotecas as quais associávamos. Hoje é moleza, nós [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Remexendo no meu exíguo baú de recordações encontrei umas anotações de 43 anos atrás sobre uma pesquisa que fazia na época onde havia uma referencia à Humanus Genus, na verdade uma pergunta a respeito do seu autor. </p>
<p>Naquela época não havia computador e tinhamos que recorrer à bibliotecas as quais associávamos. Hoje é moleza, nós entramos nos sites de procura digitamos o que é preciso saber e colhemos as respostas direto das fontes originais ou outras confiáveis e vamos nos aculturando.</p>
<p>Naquela época a anotação passou batida, como se dizem e evidentemente eu não li o documento, nem o procurei. Aliás naquela época dos governos militares não era uma boa idéia ler em público livros sérios, principalmente alguns mais polêmicos, contestadores, criticas às condições sociais, políticas, econômicas, etc. ou que contivessem temas mesmo que fossem cômicos, sobre fatos do regime político adotado. </p>
<p>A censura era pesada. Notícias então só escutando estações estrangeiras num rádio de ondas curtas que tinham programas em português e espanhol. </p>
<p>O meu rádio Transglobe de Philco de 9 faixas de onda está ali no cantinho dele, aposentado, mas ainda funciona bem. Livros didáticos, só os aprovados pelo sistema que houvessem passado pelos filtros da censura. Romances de autores nacionais e estrangeiros, dependia muito sobre o que falavam e como falavam. Encíclicas papais e outros documentos tambem dependiam do assunto e a forma da abordagem. </p>
<p>Rerum Novarum e outras do tipo, nem pensar. As três últimas encíclicas de Bento XVI são aguinha com açúcar perto dessas.</p>
<p>Hoje temos tudo ao alcance da mão para pesquisar sobre tudo e poucos aproveitam. Às vezes eu fico pensando como essa juventude de hoje perde tanto tempo com jogos eletrônicos e perdem a oportunidade de usufruir dessa facilidade cultural que os dias atuais oferecem. </p>
<p>Só a título de informação para quem não sabe:</p>
<p>A Humanus Genus é uma encíclica publicada em 1884 pelo Papa Leão XIII fazendo duras críticas às idéias e princípios adotados pela maçonaria e os naturalistas que contestavam a autoridade da igreja católica e a falta de legitimidade da Santa Sé para se intrometer em assuntos de estado entre outras coisas. Bem, é preciso levar em conta a época e o contexto histórico em que foi publicada. Só lendo mesmo para entender as razões de cada parte.</p>
<p>A Rerum Novarum  fala sobre as condições difíceis dos trabalhadores e inclusive apóia e até sugere a idéia de que estes se organizem em sindicatos para a defesa de seus direitos e de maneira geral cuidar de seus interesses. Na época criou certo desconforto e críticas por ser considerada de cunho socialista e incitar à mobilização, embora o mesmo Papa em uma encíclica anterior a estas, a Quod Apostolici Muneris,  tenha descido a ripa no comunismo e socialismo. </p>
<p>Mais uma vez entra a questão do exame da época e do contexto histórico de então.</p>
<p>Bem, quem quiser ler fique a vontade, é só digitar no Google e escolher a publicação em português no site do vaticano.</p>
<p>Fico por aqui.	robertovasco@hotmail.com </p>
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		<title>Novo Blog sobre Macs</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Jan 2011 15:09:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, Estou com um novo blog, agora somente sobre Mac e seu mundo. Gostaria que todos conhecessem o Maçã Mordida onde teremos, dicas, macetes, reviews dentre outros. Será um prazer vê-los por lá. Um abraço !]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal, </p>
<p>Estou com um novo blog, agora somente sobre Mac e seu mundo. Gostaria que todos conhecessem o <a href="http://www.macamordida.com.br">Maçã Mordida</a> onde teremos, dicas, macetes, reviews dentre outros.</p>
<p>Será um prazer vê-los por lá.</p>
<p>Um abraço !</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Apostila Concurso Tribunal de Justiça e outros</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 00:02:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vendo apostila digital com 351 megas de audios, resumos, provas e gabaritos, por apenas 35 R$ ( Trinta e Cinco Reais ). Para comprar, entre em contato comigo enviando um e-mail para gustavorobertux@gmail.com , ou deixando um comentário aqui no blog. Depois que você fizer o depósito em minha conta, colocarei sua apostila num lugar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vendo <strong>apostila digital</strong> com 351 megas de <strong>audios, resumos, provas e gabaritos</strong>, por apenas 35 R$ ( Trinta e Cinco Reais ).</p>
<p>Para comprar, entre em contato comigo enviando um e-mail para <a href="mailto:gustavorobertux@gmail.com">gustavorobertux@gmail.com</a> , ou deixando um comentário aqui no blog.</p>
<p>Depois que você fizer o depósito em minha conta, colocarei sua apostila num lugar onde apenas você terá a senha. O processo é bem seguro.</p>
<p>Segue o resumo do material :</p>
<p>Linguagem Juridica<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
- Descomplicando a linguagem juridica<br />
- Manual Linguagem Juridico Judiciaria</p>
<p>Audio Sobre Leis<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br />
- Administrativo<br />
- Constitucional<br />
- Penal<br />
- Processual Civil<br />
- Processual Penal</p>
<p>Ortografia<br />
&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
- Reforma Ortografica</p>
<p>Provas de varios concursos<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br />
Agente de Fiscalizacao Financeira (administracao geral) &#8211; TC<br />
Agente de Fiscalizacao Financeira II &#8211; TRT_PB<br />
Agente de Fiscalizacao Financeira I &#8211; TCE_SP<br />
Agente de Pesquisa &#8211; IBGE<br />
Agente de Policia &#8211; ESTADO_DF<br />
Agente de Policia Federal &#8211; MJ_PF_2002<br />
Agente de Policia Federal &#8211; MJ_PF_2004<br />
Agente de Policia Federal &#8211; MJ_PF<br />
Agente Fiscal &#8211; ESTADO_PI<br />
Agente Judiciario &#8211; TJ_AM<br />
Agente Legislativo I &#8211; CAMARA DE OURO PRETO<br />
Agente Legislativo II &#8211; CAMARA DE OURO PRETO<br />
Agente Notarial &#8211; ESTADO_RJ<br />
Agente Notarial &#8211; TJ_AM<br />
Agente Penitenciario2 &#8211; ESTADO_DF<br />
Agente Penitenciario &#8211; ESTADO_AP<br />
Agente Penitenciario &#8211; ESTADO_DF<br />
Agente Penitenciario &#8211; SSP_AP<br />
Agente Tecnico Administrativo &#8211; CREA_RJ<br />
Agente Tributario &#8211; ESTADO_MT<br />
Agente Tributario &#8211; ESTADO_PI<br />
Agente Vistor &#8211; PREF. SAO PAULO<br />
Analista (administrativa) &#8211; MPU<br />
Analista (antropologia) &#8211; MPU<br />
Analista (arqueologia) &#8211; MPU<br />
Analista (arquiteto) &#8211; MPU<br />
Analista (arquivologia) &#8211; MPU<br />
Analista (Biologo) &#8211; MPU<br />
Analista (contador) &#8211; MPU<br />
Analista (controle Interno) &#8211; MPU<br />
Analista de Desenvolvimento &#8211; SERPRO<br />
Analista de Financa e Controle Externo &#8211; TCU<br />
Analista de Financa e Controle &#8211; SFC<br />
Analista de Financa e Controle &#8211; STN<br />
Analista de Financas &#8211; BACEN<br />
Analista de Financas &#8211; BANESE<br />
Analista de Financas e Controle (desenvolvimento instit.) &#8211;<br />
Analista de Financas e Controle (economia-financeira) &#8211; STN<br />
Analista de Informacao (telematica) &#8211; DATAPREV<br />
Analista de Marcas &#8211; INPI<br />
Analista de Sistemas &#8211; CEASA_MG<br />
Analista de Sistemas &#8211; CONAB<br />
Analista de Sistemas &#8211; CVM<br />
Analista de Sistemas (desenvolvimento) &#8211; BNDES<br />
Analista de Sistemas (desenvolvimento) &#8211; MPE_PA<br />
Analista de Sistemas (desenvolvimento) &#8211; PRODAM_SP<br />
Analista de Sistemas (desenvolvimento) &#8211; SERPRO<br />
Analista de Sistemas &#8211; ELETROBRAS<br />
Analista de Sistemas &#8211; ESTADO_TO<br />
Analista de Sistemas (grande porte) &#8211; ELETROBRAS<br />
Analista de Sistemas (LDA III) &#8211; IPLAN_RJ<br />
Analista de Sistemas (micro II) &#8211; IPLAN_RJ<br />
Analista de Sistemas (micro I) &#8211; IPLAN_RJ<br />
Analista de Sistemas (O &#038; M) &#8211; MPE_AM<br />
Analista de Sistemas (programador) &#8211; ASS. LEGISLATIVA_SP<br />
Analista de Tecnologia da Informacao &#8211; UFT<br />
Analista de Telecomunicacoes &#8211; PRODAM_SP<br />
Analista do Tesouro &#8211; SEFAZ_AM<br />
Analista (economista) &#8211; MPU<br />
Analista em Reforma e Desenvolvimento Agrario &#8211; INCRA<br />
Analista (engenheiro civil) &#8211; MPU<br />
Analista (estatistico) &#8211; MPU<br />
Analista Fazendario &#8211; PREF. CONTAGEM<br />
Analista Financeiro &#8211; BADESC<br />
Analista Financeiro (credito) &#8211; BADESC<br />
Analista (geografo) &#8211; MPU<br />
Analista (geologo) &#8211; MPU<br />
Analista Judiciario (administracao de banco de dados) &#8211; TRT_<br />
Analista Judiciario (administracao de redes) &#8211; TRT_AM<br />
Analista Judiciario (administracao de redes) &#8211; TRT_PR<br />
Analista Judiciario (administrativa) &#8211; TRT_SP<br />
Analista Judiciario (administrativa) &#8211; TST<br />
Analista Judiciario (analista de sistemas) &#8211; TRE_AL<br />
Analista Judiciario (analista de sistemas) &#8211; TRE_AM<br />
Analista Judiciario (analista de sistemas) &#8211; TRE_CE<br />
Analista Judiciario (analista de sistemas) &#8211; TRE_MG<br />
Analista Judiciario (analista de sistemas) &#8211; TRE_RJ<br />
Analista Judiciario (analista de sistemas) &#8211; TRE_RN<br />
Analista Judiciario (analista de sistemas) &#8211; TRE_RS<br />
Analista Judiciario (analista de sistemas) &#8211; TRE_SC<br />
Analista Judiciario (biblioteconomia) &#8211; TRT_PI<br />
Analista Judiciario (biologo) &#8211; TJ_MA<br />
Analista Judiciario (cardiologista) &#8211; TJ_MA<br />
Analista Judiciario (comunicacao social) &#8211; TJ_MA<br />
Analista Judiciario (contabilidade) &#8211; TRE_AM<br />
Analista Judiciario (contabilidade) &#8211; TRT_AM<br />
Analista Judiciario (contabilidade) &#8211; TRT_MS<br />
Analista Judiciario (contador) &#8211; TJ_MA<br />
Analista Judiciario (contador) &#8211; TRE_ES<br />
Analista Judiciario (contador) &#8211; TRE_MG<br />
Analista Judiciario (estatistica) &#8211; TRF 1<br />
Analista Judiciario (estatistico) &#8211; TJ_MA<br />
Analista Judiciario (execucao de mandados) &#8211; STM<br />
Analista Judiciario (execucao de mandados) &#8211; TRT_MS<br />
Analista Judiciario (execucao de mandados) &#8211; TRT_PA<br />
Analista Judiciario (execucao de mandados) &#8211; TRT_PB<br />
Analista Judiciario (execucao de mandados) &#8211; TRT_PI<br />
Analista Judiciario (execucao de mandato) &#8211; TRT_MTS<br />
Analista Judiciario (execucao de mandato) &#8211; TRT_RN<br />
Analista Judiciario (executor de mandados) &#8211; TRF 1<br />
Analista Judiciario (judiciaria) &#8211; TRE_SC<br />
Analista Judiciario (judiciaria) &#8211; TRF 1<br />
Analista Judiciario (judiciaria) &#8211; TRF 4<br />
Analista Judiciario (judiciaria) &#8211; TRF 5<br />
Analista Judiciario (judiciaria) &#8211; TRT_AL<br />
Analista Judiciario (judiciaria) &#8211; TRT_AM<br />
Analista Judiciario (judiciaria) &#8211; TRT_BA<br />
Analista Judiciario (judiciaria) &#8211; TRT_CE<br />
Analista Judiciario (judiciaria) &#8211; TRT_DF<br />
Analista Judiciario (judiciaria) &#8211; TRT_MG<br />
Analista Judiciario (psicologo-clinico) &#8211; TRF 3<br />
Analista Judiciario (psicologo-trabalho) &#8211; TRF 3<br />
Analista Judiciario (psicologo) &#8211; TRE_SP<br />
Analista Judiciario (psiquiatria) &#8211; TRE_RJ<br />
Analista Judiciario (psiquiatria) &#8211; TRE_SP<br />
Analista Judiciario (psiquiatria) &#8211; TRF 4<br />
Analista Judiciario (psiquiatria) &#8211; TRT_PR<br />
Analista Judiciario (redes) &#8211; TJ_MA<br />
Analista Judiciario (redes) &#8211; TRT_PB<br />
Analista Judiciario (taquigrafia) &#8211; TRE_AC<br />
Assistente Juridico III &#8211; MEC<br />
Assistente Juridico &#8211; TJ_AC<br />
Assistente Social &#8211; ASS. LEGISLATIVA_SP<br />
Assistente Social &#8211; ASS. LEGISLATIVA_TO<br />
Assistente Social &#8211; CASA DA MOEDA<br />
Auditor Administrativo (financeiro) &#8211; BADESC<br />
Auditor Advogado &#8211; ESTADO_ES<br />
Auditor Analista de Sistemas &#8211; ESTADO_ES<br />
Auditor Contabil &#8211; ESTADO_ES<br />
Auditor Contabil &#8211; TCE_PI<br />
Auditor Contabil &#8211; TCE_SE<br />
Auditor de Contas Publicas &#8211; TCE_PE<br />
Auditor &#8211; MPE_RO<br />
Auditor &#8211; TCE_MG<br />
Auditor &#8211; TCE_PI<br />
Auxiliar Administrativo &#8211; CREA_RJ<br />
Auxiliar Administrativo &#8211; FENIG_RJ<br />
Auxiliar Administrativo (financeiro) &#8211; BADESC<br />
Auxiliar Administrativo &#8211; MPE_RO<br />
Auxiliar Administrativo (operacoes) &#8211; BADESC<br />
Auxiliar Administrativo &#8211; PREF. GUARULHOS<br />
Auxiliar Administrativo &#8211; TJ_CE<br />
Auxiliar Administrativo &#8211; UEMG<br />
Auxiliar Contabil Financeiro &#8211; PREF. SAO JOSE_CE<br />
Auxiliar de Cartorio &#8211; CGJ_RJ<br />
Auxiliar de Enfermagem &#8211; PREF. GUARULHOS<br />
Auxiliar de manutencao e conservacao &#8211; ASS. LEGISLATIVA_TO<br />
Auxiliar de Marcas &#8211; INPI<br />
Auxiliar de Nutricao &#8211; MPE_MG<br />
Auxiliar de Patentes &#8211; INPI<br />
Auxiliar de Perito Criminal &#8211; ESTADA_AP<br />
Auxiliar de Perito Criminal &#8211; SSP_AP<br />
Auxiliar de Processamentos de Dados &#8211; PREF. SAO JOSE_CE<br />
Auxiliar de Quimica &#8211; MPE_MG<br />
Auxiliar de reprografia &#8211; ASS. LEGISLATIVA_TO<br />
Auxiliar de Sala de Aula &#8211; PREF. FLORIANÃ“POLIS<br />
Auxiliar de Servicos de Campo &#8211; SEPO_MA<br />
Auxiliar de servicos gerais e telefonia &#8211; PREF. MANAUS<br />
Auxiliar de Servicos Gerais &#8211; TJ_CE<br />
Auxiliar de Taquigrafia &#8211; PREF. GUARULHOS<br />
Auxiliar Fiscal de Tributos &#8211; PREF. LAJES<br />
Auxiliar Judiciario (artes graficas) &#8211; TRT_MTS<br />
Auxiliar Judiciario ( assistente de servicos gerais) &#8211; TRT_P<br />
Auxiliar Judiciario (atendente) &#8211; TRT_DF<br />
Auxiliar Judiciario (auxilio de servicos gerais) &#8211; TRT_PI<br />
Auxiliar Judiciario (capintaria) &#8211; TRF 1<br />
Auxiliar Judiciario &#8211; CGJ_RJ<br />
Auxiliar Judiciario (conservacao) &#8211; TRT_AL<br />
Auxiliar Judiciario (conservacao) &#8211; TRT_BA<br />
Auxiliar Judiciario (conservacao) &#8211; TRT_MTS<br />
Auxiliar Judiciario (eletricidade e comunicacao ) &#8211; TRF 1<br />
Auxiliar Judiciario (motorista) &#8211; TJ_MA<br />
Auxiliar Judiciario (servicos graficos) &#8211; TRF 1<br />
Auxiliar Judiciario (telefonista) &#8211; TJ_MA<br />
Auxiliar Judiciario &#8211; TJ_AC<br />
Auxiliar Judiciario &#8211; TJ_AM<br />
Auxiliar Judiciario &#8211; TJ_MA<br />
Auxiliar Judiciario &#8211; TRE_RJ<br />
Auxliar Judiciario (administrativa) &#8211; TRT_PE<br />
Auxliar Tecnico Administrativo &#8211; PREF. SAO PAULO<br />
Bacharel em Direito &#8211; TCE_ES<br />
Bacharel em Letras &#8211; ELETROBRAS<br />
Bibliotecario &#8211; ASS. LEGISLATIVA_SP<br />
Bibliotecario &#8211; BHTRANS<br />
Bibliotecario &#8211; BNDES<br />
Bibliotecario &#8211; CASA DA MOEDA<br />
Bibliotecario &#8211; CEFET_SC<br />
Bibliotecario &#8211; CONAB<br />
Bibliotecario (documentalista) &#8211; UFT<br />
Bibliotecario &#8211; FPET_SP<br />
Bibliotecario &#8211; INFRAERO<br />
Bibliotecario (ingles) &#8211; INPI<br />
Bibliotecario &#8211; IPJB<br />
Bibliotecario &#8211; MPE_RO<br />
Bibliotecario &#8211; PREF. CONTAGEM<br />
Bibliotecario &#8211; PREF. MANAUS<br />
Bibliotecario &#8211; PREF. SAO PAULO<br />
Bibliotecario &#8211; SEAD_AM<br />
Bibliotecario &#8211; TCE_PE<br />
Biologo &#8211; INFRAERO<br />
Biologo &#8211; INPI<br />
Biologo &#8211; IPJB<br />
Biologo &#8211; MPE_RO<br />
Biologo &#8211; PREF. NITEROI_RJ<br />
Biologo &#8211; PREF. QUEIMADOS_RJ<br />
Biologo &#8211; PREF. SAO PAULO<br />
Bombeiro Militar &#8211; ESTADO_PA<br />
Cabo da Policia Militar &#8211; ESTADO_DF<br />
Ciencias Humanas &#8211; IBGE<br />
Cirugiao Geral &#8211; IPSEMG<br />
Clinico Geral &#8211; IPSEMG<br />
Comissario de Justica &#8211; CGJ_RJ<br />
Comissario de menores &#8211; TJ_MA<br />
Comunicacao Social &#8211; SEAD_AM<br />
Consultor de Cerimonial &#8211; ASS. LEGISLATIVA_TO<br />
Consultor Legislativo (Administracao Publica) &#8211; SENADO FEDER<br />
Consultor Legislativo (Comunicacao e Informacao) &#8211; SENADO FE<br />
Consultor Legislativo (Direito Comercial) &#8211; SENADO FEDERAL<br />
Consultor Legislativo (Direito Constitucional) &#8211; SENADO FEDE<br />
Consultor Legislativo (Direito do Trabalho) &#8211; SENADO FEDERAL<br />
Consultor Legislativo (Direito Penal) &#8211; SENADO FEDERAL<br />
Consultor Legislativo (Economia &#8211; Agricultura) &#8211; SENADO FEDE<br />
Consultor Legislativo (Economia &#8211; Desenvolvimento) &#8211; SENADO<br />
Contador &#8211; AGER_MT<br />
Contador &#8211; ASS. LEGISLATIVA_TO<br />
Contador &#8211; BNDES<br />
Contador &#8211; CAMARA DE OURO PRETO<br />
Contador &#8211; CASA DA MOEDA<br />
Contador &#8211; CEASA_M<br />
Contador &#8211; CRF_PA<br />
Contador &#8211; EAFS_SC<br />
Contador &#8211; ELETROBRAS<br />
Contador &#8211; ESTADO_TO<br />
Contador &#8211; FENIG_RJ<br />
Contador &#8211; INPI<br />
Contador &#8211; IPJB<br />
Contador &#8211; MPE_MG<br />
Contador &#8211; MPE_PA<br />
Contador &#8211; MPE_RO<br />
Contador &#8211; MPU_RJ<br />
Contador &#8211; PETROBRAS_2004<br />
Contador &#8211; PETROBRAS<br />
Contador &#8211; PREF. NITEROI<br />
Contador &#8211; PREF. QUEIMADOS_RJ<br />
Contador &#8211; SEAD_AM<br />
Contador &#8211; TCE_PI<br />
Contador &#8211; TJ_AC<br />
Contador (tributario) &#8211; BADESC<br />
Contador &#8211; TRT_ES<br />
Contador &#8211; UFT<br />
Controlador de Movimentacao e Transporte &#8211; PETROBRAS<br />
Defensor Publico &#8211; 2 Categoria &#8211; UNIAO<br />
Defensor Publico da Uniao &#8211; DPU<br />
Defensor Publico &#8211; ESTADO_AL<br />
Defensor Publico &#8211; ESTADO_AM<br />
Defensor Publico &#8211; ESTADO_CE<br />
Defensor Publico &#8211; ESTADO_MA<br />
Defensor Publico &#8211; ESTADO_SE<br />
Delegado Civil2 &#8211; ESTADO_DF<br />
Delegado Civil3 &#8211; ESTADO_DF<br />
Delegado Civil &#8211; ESTADO_DF<br />
Delegado Civil &#8211; ESTADO_RJ<br />
Delegado da Policia Federal &#8211; MJ_PF_2004<br />
Dentista &#8211; TJ_AM<br />
Depositario Publico &#8211; TJ_AL<br />
Digitador &#8211; ASS. LEGISLATIVA_SP<br />
Digitador &#8211; TJ_BA<br />
Distribuidor &#8211; TJ_AL<br />
Economista &#8211; AGER_MT<br />
Economista &#8211; BNDES<br />
Economista &#8211; CEASA_MG<br />
Economista &#8211; ELETROBRAS<br />
Economista &#8211; INPI<br />
Economista &#8211; MPE_AM<br />
Economista &#8211; MPE_PA<br />
Economista &#8211; MPE_RO<br />
Economista &#8211; PETROBRAS_2004<br />
Economista &#8211; PETROBRAS<br />
Economista &#8211; PREF. CONTAGEM<br />
Economista &#8211; SEAD_AM<br />
Economista &#8211; TCE_ES<br />
Economista &#8211; TJ_AC<br />
Educador Infantil &#8211; PREF. LAJES<br />
Educador Penitenciario &#8211; ESTADO_AP<br />
Educador Penitenciario &#8211; SSP_AP<br />
Encarregado de Recepcao &#8211; TJ_BA<br />
Enfermeiro do Trabalho &#8211; ESTADO_TO<br />
Enfermeiro do Trabalho &#8211; INFRAERO<br />
Enfermeiro &#8211; EAFS_SC<br />
Engenheiro Agronomo &#8211; CONAB<br />
Engenheiro Agronomo &#8211; ESTADO_MA<br />
Engenheiro Agronomo &#8211; INCRA<br />
Engenheiro Agronomo &#8211; INFRAERO<br />
Engenheiro Agronomo &#8211; MPE_MG<br />
Engenheiro Ambiental &#8211; ESTADO_TO<br />
Engenheiro Ambiental &#8211; INFRAERO<br />
Engenheiro ambiental &#8211; PREF. CONTAGEM<br />
Engenheiro Ambiental &#8211; SEAD_AM<br />
Engenheiro &#8211; BADESC<br />
Engenheiro Cartografico &#8211; CEMIG<br />
Engenheiro &#8211; CEASA_MG<br />
Engenheiro Civil2 &#8211; SEAD_AM<br />
Engenheiro Civil &#8211; ESTADO_TO<br />
Engenheiro Civil &#8211; INFRAERO<br />
Engenheiro Civil &#8211; INPI<br />
Engenheiro Civil &#8211; MPE_MG<br />
Engenheiro Civil &#8211; MPE_RO<br />
Engenheiro Civil &#8211; PGM_RJ<br />
Engenheiro civil &#8211; PREF. CONTAGEM<br />
Engenheiro Civil &#8211; PREF. GUARULHOS<br />
Engenheiro Civil &#8211; PREF. QUEIMADOS<br />
Engenheiro Civil &#8211; SEAD_AM<br />
Engenheiro Civil (seguranca no trabalho) &#8211; PGM_RJ<br />
Engenheiro Civil &#8211; TCE_ES<br />
Engenheiro &#8211; CONAB<br />
Engenheiro da Computacao &#8211; INPI<br />
Engenheiro de alimentos &#8211; PREF. CONTAGEM<br />
Engenheiro de Meio-Ambiente &#8211; PETROBRAS<br />
Engenheiro de Minas &#8211; MPE_MG<br />
Engenheiro de Planejamento Eletrico &#8211; CEMIG<br />
Engenheiro de Producao &#8211; ELETROBRAS<br />
Engenheiro de Seguranca do Trabalho &#8211; CASA DA MOEDA<br />
Engenheiro de Seguranca do Trabalho &#8211; INFRAERO<br />
Engenheiro de Seguranca do Trabalho &#8211; MPE_MG<br />
Engenheiro de Seguranca do Trabalho &#8211; PREF. GUARULHOS<br />
Engenheiro de Telecomunicacoes &#8211; INFRAERO<br />
Engenheiro de Telecomunicacoes &#8211; INPI<br />
Engenheiro de transito &#8211; PREF. CONTAGEM<br />
Engenheiro (economia) &#8211; BNDES<br />
Engenheiro Eletricista &#8211; CEMIG<br />
Engenheiro Eletricista &#8211; ELETROBRAS<br />
Engenheiro Eletricista &#8211; ESTADO-TO<br />
Engenheiro Eletricista &#8211; INPI<br />
Engenheiro Eletricista &#8211; MPE_RO<br />
Engenheiro Eletricista (pleno) &#8211; ELETROBRAS<br />
Engenheiro Eletricista &#8211; SEAD-AM<br />
Engenheiro Eletrico &#8211; CEASA_MG<br />
Engenheiro Eletronico &#8211; BHTRANS<br />
Engenheiro Eletronico &#8211; ELETROBRAS<br />
Engenheiro Eletronico &#8211; INFRAERO<br />
Engenheiro em Manutencao Eletrica &#8211; INFRAERO<br />
Engenheiro em Manutencao Eletronica &#8211; INFRAERO<br />
Engenheiro Florestal &#8211; INPI<br />
Engenheiro Florestal &#8211; MPE_RO<br />
Engenheiro Mecanico &#8211; CASA DA MOEDA<br />
Engenheiro Mecanico &#8211; CEMIG<br />
Engenheiro Mecanico &#8211; ELETROBRAS<br />
Engenheiro Mecanico &#8211; INFRAERO<br />
Engenheiro Mecanico &#8211; INPI<br />
Engenheiro Mecanico &#8211; PETROBRAS<br />
Engenheiro Mecanico &#8211; PGM_RJ<br />
Engenheiro Operador de Sistemas &#8211; CEMIG<br />
Engenheiro &#8211; PREF. CONTAGEM<br />
Engenheiro Quimico &#8211; CASA DA MOEDA<br />
Engenheiro Quimico &#8211; ELETROBRAS<br />
Engenheiro Quimico &#8211; MPE_MG<br />
Engenheiro Sanitarista &#8211; MPE_MG<br />
Engenheiro Sanitarista &#8211; MPE_RO<br />
Engenheiro sanitarista &#8211; PREF. CONTAGEM<br />
Engenheiro Sanitarista &#8211; TCE_ES<br />
Escrevente Judiciario &#8211; TJ_SP<br />
Escrevente &#8211; TJ_AL<br />
Escrevente &#8211; TJ_SP<br />
Escriturario &#8211; BB I &#8211; BB<br />
Escriturario &#8211; BB II &#8211; BB<br />
Escriturario &#8211; BB III &#8211; BB<br />
Escriturario &#8211; BB<br />
Escriturario &#8211; CEF_2000<br />
Escriturario &#8211; CEF<br />
Escrivao &#8211; MJ_PF<br />
Escrivao &#8211; TJ_AL<br />
Escrivao &#8211; TJ_AM<br />
Especialista em Politicas Publicas (adm. e planejamento) &#8211; S<br />
Especialista em Politicas Publicas (gestao) &#8211; MARE<br />
Especialista em Politicas Publicas(politicas sociais) &#8211; SAEB<br />
Especialista em Politicas Publicas (regulacao) &#8211; MARE<br />
Especialista em P. Publicas e G. Governamental &#8211; MPOG_2002<br />
Especialista em P. Publicas e G. Governamental &#8211; MPOG_2003<br />
Especialista em P. Publicas e G. Governamental &#8211; MPOG<br />
Especialista em Regulacao (area C) &#8211; ANEEL<br />
Oficial de Chancelaria &#8211; MRE<br />
Oficial de Diligencia &#8211; MPE_RO<br />
Oficial de Justica &#8211; TJ_AL<br />
Oficial de Justica &#8211; TJ_MA<br />
Oficial de Manutencao &#8211; TJ_CE<br />
Oficial &#8211; ENGEPROM<br />
Operador de computador &#8211; ASS. LEGISLATIVA_TO<br />
Operador de computador &#8211; ESTADO_TO<br />
Operador de Informatica &#8211; PRODAM_SP<br />
Operador de maquinas agricolas &#8211; EAFC_SC<br />
Operador &#8211; PETROBRAS<br />
Operador &#8211; TRANSPETRO<br />
Orientador Educacional &#8211; PREF. FLORIANÃ“POLIS<br />
Papiloscopista &#8211; MJ_PF<br />
Papiloscopista &#8211; SSP_RJ<br />
Papiloscopista &#8211; SSP_RR<br />
Pedagogo &#8211; CEFET_SC<br />
Pedagogo II &#8211; PREF. LAJES<br />
Pedagogo &#8211; INFRAERO<br />
Pedagogo I &#8211; PREF. LAJES<br />
Pedagogo &#8211; MPE_MG<br />
Pediatra &#8211; IPSEMG<br />
Perito (contabilidade) &#8211; MJ_PF<br />
Perito Criminal (contabilidadeeconomia) &#8211; MJ_PF<br />
Perito Criminal (engenharia agronoma) &#8211; MJ_PF<br />
Perito Criminal (engenharia civil) &#8211; MJ_PF<br />
Perito Criminal &#8211; ESTADO_MT<br />
Perito Criminal (geologia) &#8211; MJ_PF<br />
Perito (engenharia civil) &#8211; MJ_PF<br />
Perito (engenharia florestal) &#8211; MJ_PF<br />
Perito Legista (anatomia) &#8211; SSP_RJ<br />
Perito (medicina veterinaria) &#8211; MJ_PF<br />
Perito Medico2 &#8211; INSS<br />
Perito Medico &#8211; INSS<br />
Perito (prova comum) &#8211; MJ_PF<br />
Policial Rodoviario Federal &#8211; MJ_PF<br />
Procurador 3 Classe &#8211; PGE_MA<br />
Procurador &#8211; BACEN(FCC)<br />
Procurador &#8211; CONAB(FJPF)<br />
Procurador &#8211; CONAB<br />
Procurador da Fazenda &#8211; FAZENDA_UNIAO_2006<br />
Procurador da Fazenda &#8211; FAZENDA_UNIAO(ESAF)<br />
Procurador da Fazenda &#8211; FAZENDA_UNIAO<br />
Procurador da Fazenda &#8211; PGFN<br />
Procurador da Republica &#8211; MPF<br />
Procurador do Estado &#8211; ESTADO_PE<br />
Procurador do Estado &#8211; MPE_RN<br />
Procurador do Municipio &#8211; PREF. CONTAGEM(FUMARC)<br />
Procurador do Municipio &#8211; PREF. CONTAGEM<br />
Procurador Geral &#8211; 2 Categoria &#8211; AGU_2004<br />
Procurador Geral &#8211; 2 Categoria &#8211; AGU<br />
Procurador Geral de Justica &#8211; PGE_SP(VUNESP)<br />
Procurador Geral de Justica &#8211; PGE_SP<br />
Procurador Geral do Estado &#8211; ESTADO_SE(FCC)<br />
Procurador Geral do Estado &#8211; ESTADO_SE<br />
Procurador Geral do Estado &#8211; PGE_SP<br />
Procurador Judicial &#8211; PREF. RECIFE<br />
Procurador Juridico &#8211; FENIG_RJ(CESGRANRIO)<br />
Procurador Juridico &#8211; FENIG_RJ<br />
Procurador Municipal &#8211; PREF. FORTALEZA<br />
Procurador Municipal &#8211; PREF. GUARULHOS<br />
Procurador Municipal &#8211; PREF. SAO PAULO<br />
Procurador &#8211; PGE_SP(VUNESP)<br />
Procurador &#8211; PGE_SP<br />
Procurador &#8211; PGJ_GO(FCC)<br />
Procurador &#8211; PGJ_GO<br />
Procurador &#8211; PREF. SANTOS(FCC)<br />
Procurador &#8211; PREF. SANTOS<br />
Procurador &#8211; TCE_MA(FCC)<br />
Procurador &#8211; TCE_MA<br />
Procurador &#8211; TCE_PI(FCC)<br />
Procurador &#8211; TCE_PI<br />
Procurador &#8211; TCE_RJ<br />
Procurador &#8211; TCE_SC(FEPESE)<br />
Procurador &#8211; TCE_SC<br />
Procurador &#8211; TJ_DF<br />
Professor de Informatica &#8211; SEC_SE<br />
Professor de Portugues &#8211; SME_RJ<br />
Programador de computador &#8211; ASS. LEGISLATIVA_TO<br />
Programador de Computador &#8211; INFRAERO<br />
Programador &#8211; ESTADO_TO<br />
Programador &#8211; SEAD_AM<br />
Programador &#8211; TRT_ES<br />
Programador Visual &#8211; IBGE<br />
Promotor de Justica2 &#8211; MPE_MG(MPE_MG)<br />
Promotor de Justica2 &#8211; MPE_SP(FCC)<br />
Promotor de Justica2  &#8211; MPE_SP<br />
Promotor de Justica &#8211; AM<br />
Promotor de Justica &#8211; Estado_CE<br />
Promotor de Justica &#8211; MPE_AM(FCC)<br />
Promotor de Justica &#8211; MPE_BA<br />
Promotor de Justica &#8211; MPE_ES(MPE_ES)<br />
Promotor de Justica &#8211; MPE_MA<br />
Promotor de Justica &#8211; MPE_MG(MPE_MG)<br />
Promotor de Justica &#8211; MPE_PE2<br />
Promotor de Justica &#8211; MPE_PE<br />
Promotor de Justica &#8211; MPE_PR<br />
Promotor de Justica &#8211; MPE_RN_2001<br />
Promotor de Justica &#8211; MPE_RN<br />
Promotor de Justica &#8211; MPE_RR<br />
Promotor de Justica &#8211; MPE_SC(FCC)<br />
Promotor de Justica &#8211; MPE_SC<br />
Promotor de Justica &#8211; MPE_SP(FCC)<br />
Promotor de Justica &#8211; MPE_SP<br />
provas.txt<br />
Psicologo &#8211; EAFRS_RS<br />
Psicologo &#8211; ELETROBRAS<br />
Psicologo &#8211; INFRAERO<br />
Psicologo &#8211; PREF. QUEIMADOS<br />
Psicologo &#8211; PREF. SAO PAULO<br />
Psiquiatra &#8211; IPSEMG<br />
Psiquiatra &#8211; MPE_MG<br />
Publicitario &#8211; MPE_MG<br />
Publicitario &#8211; TJ_MG<br />
Quimico de petroleo &#8211; PETROBRAS<br />
Recepcionista &#8211; SEAD_AM<br />
Recepcionista &#8211; TJ_AM<br />
Redator &#8211; MPE_RO<br />
Relacoes Publicas &#8211; ASS. LEGISLATIVA_TO<br />
Relacoes Publicas &#8211; INFRAERO<br />
Revisor &#8211; ASS. LEGISLATIVA_TO<br />
Sanitarista &#8211; PREF. CONTAGEM<br />
Sargento da Policia Militar &#8211; ESTADO_DF<br />
Secretaria &#8211; BHTRANS<br />
Secretario de Procuradoria &#8211; MPE_RJ<br />
Secretario de Promotoria e Curadoria &#8211; MPE_RJ<br />
Secretario &#8211; PREF. SAO PAULO<br />
Secretario &#8211; TJ_BA<br />
Seguranca &#8211; CAMARA DE OURO PRETO<br />
Servicos Gerais &#8211; MPE_MG<br />
Sociologo &#8211; IBGE<br />
Sociologo &#8211; PREF. CONTAGEM<br />
Soldado da Policia Militar &#8211; SSP_AP<br />
Soldado Militar &#8211; ESTADO_AP<br />
Subprocurador &#8211; TCE_SE<br />
Supervisor de Informatica &#8211; PREF. GUARULHOS<br />
Supervisor &#8211; PREF. SAO PAULO<br />
Supervisor &#8211; TJ_BA<br />
Taquigrafo &#8211; ASS. LEGISLATIVA_SP<br />
Taquigrafo &#8211; MPE_MG<br />
Taquigrafo &#8211; PREF. SAO PAULO<br />
Tecnico Administrativo &#8211; ANEEL<br />
Tecnico Administrativo &#8211; BNDES<br />
Tecnico Administrativo &#8211; CONAB<br />
Tecnico Administrativo (Controle Interno) &#8211; MPU<br />
Tecnico Administrativo (financeiro) &#8211; BADESC<br />
Tecnico Administrativo III &#8211; MEC<br />
Tecnico Administrativo &#8211; INCRA<br />
Tecnico Administrativo (Informatica) &#8211; MPU<br />
Tecnico Administrativo &#8211; MPE_RO<br />
Tecnico Administrativo &#8211; MPU<br />
Tecnico Administrativo V &#8211; MEC<br />
Tecnico &#8211; BACEN<br />
Tecnico Bancario &#8211; BANESE<br />
Tecnico Bancario &#8211; CEF<br />
Tecnico Bancario (Norte-Nordeste) &#8211; CEF<br />
Tecnico da Fazenda &#8211; SEFAZ_AM<br />
Tecnico da Receita Federal 2002.1 &#8211; SRF<br />
Tecnico da Receita Federal &#8211; SRF<br />
Tecnico da Receita Federal (tecnologia da informacao) &#8211; SRF<br />
Tecnico da Receita Federal (tributacao e aduana) &#8211; SRF<br />
Tecnico da Tecnologia da Informacao &#8211; UFT<br />
Tecnico de Arrecadacao Tributaria &#8211; SEFAZ_AM<br />
Tecnico de Controle Interno &#8211; ESTADO_PI<br />
Tecnico de Edit. Grafica &#8211; ASS. LEGISLATIVA_SP<br />
Tecnico de Exploracao de Petroleo &#8211; PETROBRAS<br />
Tecnico de Financa e Controle &#8211; SFC<br />
Tecnico de Financas &#8211; ESTADO_AL<br />
Tecnico de Inspecao de Produtos de Orig. Animal &#8211; MIN. AGRIC<br />
Tecnico de Laboratorio &#8211; MPU<br />
Tecnico de Nivel Superior &#8211; BNB<br />
Tecnico de Orcamento &#8211; MPU<br />
Tecnico de Orcamento &#8211; PREF. QUEIMADOS_RJ<br />
Tecnico de Programacao &#8211; SERPRO<br />
Tecnico de Seguranca do Trabalho &#8211; CEASA_MG<br />
Tecnico de Seguranca do Trabalho &#8211; INFRAERO<br />
Tecnico de Seguranca do Trabalho &#8211; PREF. DE GUARULHOS<br />
Tecnico de Seguranca do Trabalho &#8211; PRODAM_SP<br />
Tecnico de Seguranca &#8211; MPU<br />
Tecnico de Seguranca no Trabalho &#8211; SERPRO<br />
Tecnico de Seguranca &#8211; PETROBRAS<br />
Tecnico de Sustentacao &#8211; SERPRO<br />
Tecnico em Administracao &#8211; IPEA<br />
Tecnico em Agropecuaria &#8211; EAFRS_SC<br />
Tecnico em Assistencia Judiciaria &#8211; PREF. CONTAGEM<br />
Tecnico em Assuntos Educacionais &#8211; CEFET_SC<br />
Tecnico em Comunicacao Social &#8211; CONAB<br />
Tecnico em Contabilidade &#8211; BHTRANS<br />
Tecnico em Contabilidade &#8211; CPP_SANTOS<br />
Tecnico em Contabilidade &#8211; ESTADO_TO<br />
Tecnico em Contabilidade &#8211; INFRAERO<br />
Tecnico em Contabilidade &#8211; MPE_RO<br />
Tecnico em Contabilidade &#8211; MPU<br />
Tecnico em Contabilidade &#8211; PREF. QUEIMADOS_RJ<br />
Tecnico em Edificacoes &#8211; PREF. QUEIMADOS_RJ<br />
Tecnico em Educacao de Transito &#8211; PREF. CONTAGEM<br />
Tecnico em Eletronica &#8211; BHTRANS<br />
Tecnico em Enfermagem &#8211; ASS. LEGISLATIVA_TO<br />
Tecnico em Enfermagem &#8211; MPU<br />
Tecnico em Enfermagem &#8211; SEAD_AM<br />
Tecnico em Enfermagem &#8211; TRE_RJ<br />
Tecnico em Informatica &#8211; FENIG_RJ<br />
Tecnico em Informatica (hardware) &#8211; IPJB<br />
Tecnico em Informatica &#8211; MPE_RN<br />
Tecnico em Informatica &#8211; PREF. CONTAGEM<br />
Tecnico em Informatica &#8211; PREF. GUARULHOS<br />
Tecnico em Informatica &#8211; SEAD-AM<br />
Tecnico em Informatica (suporte) &#8211; IPJB<br />
Tecnico em Informatica &#8211; TJ_AC<br />
Tecnico em Manutencao Eletrica &#8211; CEMIG<br />
Tecnico em Manutencao Eletronica &#8211; CEMIG<br />
Tecnico em Manutencao em Informatica &#8211; ASS. LEGISLATIVA_TO<br />
Tecnico em Manutencao Mecanica &#8211; PETROBRAS<br />
Tecnico em Manutencao &#8211; PREF. GUARULHOS<br />
Tecnico em Meio Ambiente &#8211; CEMIG<br />
Tecnico em Mineracao &#8211; PETROBRAS<br />
Tecnico em Operacoes &#8211; CONAB<br />
Tecnico em Planejamento &#8211; BADESC<br />
Tecnico em Planejamento &#8211; CONAB<br />
Tecnico em Politicas Publicas &#8211; ESTADO_SE<br />
Tecnico em Processamento (cobol) &#8211; IPLAN_RJ<br />
Tecnico em Processamento (DMS II) &#8211; IPLAN_RJ<br />
Tecnico em Processamento (LDA III) &#8211; IPLAN_RJ<br />
Tecnico em Processamento (redes) &#8211; IPLAN_RJ<br />
Tecnico em Processamento (suporte) &#8211; IPLAN_RJ<br />
Tecnico em Psicologia &#8211; PREF. CONTAGEM<br />
Tecnico em Saneamento Basico &#8211; PREF. QUEIMADOS_RJ<br />
Tecnico em Seguranca &#8211; ASS. LEGISLATIVA_TO<br />
Tecnico em Seguranca do Trabalho &#8211; CASA DA MOEDA<br />
Tecnico em Transportes &#8211; BHTRANS<br />
Tecnico em Transportes &#8211; MPU<br />
Tecnico Financeiro Contabil &#8211; CONAB<br />
Tecnico Juciario (informatica) &#8211; STJ<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; STJ<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; STM<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TJ_AM<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TJ_DF<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TRE_AC<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TRE_AL<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TRE_AM<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TRE_AP<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TRE_BA<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TRE_CE<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TRE_ES<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TRE_MG<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TRE_PE<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TRE_PI<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TRE_PR<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TRE_RJ<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TRE_RN<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TRE_RS<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TRF 1<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TRF 3<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TRF 4<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TRF 5<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TRT_AL<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TRT_AM<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TRT_BA<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TRT_CE<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TRT_ES<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TRT_MG<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TRT_MS<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TRT_MTS<br />
Tecnico Judiciario (administrativa) &#8211; TRT_PA<br />
Tecnico Judiciario (contador) &#8211; TRF 3<br />
Tecnico Judiciario (contador) &#8211; TRF 4<br />
Tecnico Judiciario (contador) &#8211; TRT_MG<br />
Tecnico Judiciario (digitador) &#8211; TRE_AM<br />
Tecnico Judiciario (eletricidade e comunicacoes) &#8211; TRT_PI<br />
Tecnico Judiciario (enfermagem) &#8211; TRF 3<br />
Tecnico Judiciario (informatica-software) &#8211; TJ_MA<br />
Tecnico Judiciario (informatica) &#8211; TRF 4<br />
Tecnico Judiciario (informatica) &#8211; TRF 5<br />
Tecnico Judiciario (informatica) &#8211; TRT_PB<br />
Tecnico Judiciario (informatica) &#8211; TRT_PR<br />
Tecnico Judiciario (instalacoes logicas e eletricas) &#8211; TRT_P<br />
Tecnico Judiciario (instalacoes logicas e eletrica) &#8211; TRT_PB<br />
Tecnico Judiciario (judiciaria)2 &#8211; TRT_MG<br />
Tecnico Judiciario (judiciaria-administrativa) &#8211; TRT_SP<br />
Tecnico Judiciario (judiciaria) &#8211; TJ_AM<br />
Tecnico Judiciario (judiciaria) &#8211; TRT_MG<br />
Tecnico Judiciario (mecanica) &#8211; TRT_PI<br />
Tecnico Judiciario (obras e metalurgia) &#8211; TRT_PR<br />
Tecnico Judiciario (operacao de computadores) &#8211; TRE_AM<br />
Tecnico Judiciario (operacao de computadores) &#8211; TRF 4<br />
Tecnico Judiciario (operacao de computadores) &#8211; TRT_MTS<br />
Tecnico Judiciario (operacao de computador) &#8211; TRT_AM<br />
Tecnico Judiciario (operacao de computador) &#8211; TRT_MS<br />
Tecnico Judiciario (operador de computador) &#8211; TRE_RN<br />
Tecnico Judiciario (operador de computador) &#8211; TRF 1<br />
Tecnico Judiciario (operador de computador) &#8211; TRF 4<br />
Tecnico Judiciario (operador de computador) &#8211; TRT_SP<br />
Tecnico Judiciario (operador) &#8211; TRE_BA<br />
Tecnico Judiciario (operador) &#8211; TRE_CE<br />
Tecnico Judiciario (operador) &#8211; TRF 5<br />
Tecnico Judiciario (portaria) &#8211; TRT_SP<br />
Tecnico Judiciario (programacao de sistemas) &#8211; TRE_AL<br />
Tecnico Judiciario (programacao de sistemas) &#8211; TRT_AM<br />
Tecnico Judiciario (programacao) &#8211; TRT_ES<br />
Tecnico Judiciario (programacao) &#8211; TRT_MS<br />
Tecnico Judiciario (programacao) &#8211; TRT_PI<br />
Tecnico Judiciario (programacao) &#8211; TRT_PR<br />
Tecnico Judiciario (programacao) &#8211; TRT_SP<br />
Tecnico Judiciario (programador) &#8211; TJ_DF<br />
Tecnico Judiciario (programador) &#8211; TRE_AM<br />
Tecnico Judiciario (programador) &#8211; TRE_CE<br />
Tecnico Judiciario (programador) &#8211; TRE_RN<br />
Tecnico Judiciario (programador) &#8211; TRT_DF<br />
Tecnico Judiciario (programador) &#8211; TRT_MTS<br />
Tecnico Judiciario (programador) &#8211; TRT_PB<br />
Tecnico Judiciario (programador) &#8211; TRT_RN<br />
Tecnico Judiciario (revisor) &#8211; TJ_MG<br />
Tecnico Judiciario (seguranca e transporte) &#8211; STM<br />
Tecnico Judiciario (seguranca e transporte) &#8211; TJ_DF<br />
Tecnico Judiciario (seguranca e transporte) &#8211; TRE_AC<br />
Tecnico Judiciario (seguranca e transporte) &#8211; TRE_PI<br />
Tecnico Judiciario (seguranca e transporte) &#8211; TRF 1<br />
Tecnico Judiciario (seguranca e transporte) &#8211; TRF 3<br />
Tecnico Judiciario (seguranca e transporte) &#8211; TRF 4<br />
Tecnico Judiciario (seguranca e transporte) &#8211; TRF 5<br />
Tecnico Judiciario (seguranca e transporte) &#8211; TRT_BA<br />
Tecnico Judiciario (seguranca e transporte) &#8211; TRT_MTS<br />
Tecnico Judiciario (seguranca e transporte) &#8211; TRT_PI<br />
Tecnico Judiciario (seguranca e transporte) &#8211; TRT_RN<br />
Tecnico Judiciario &#8211; TJ_AM<br />
Tecnico Judiciario &#8211; TJ_MA</p>
<p>Testes<br />
&#8212;&#8212;-<br />
- Raciocinio Logico<br />
- Direito</p>
<p>Resumos<br />
&#8212;&#8212;&#8211;<br />
- Direito Administrativo<br />
- Direito Civil<br />
- Direito Constitucional<br />
- Direito Penal<br />
- Informatica<br />
- Matematica<br />
- Portugues<br />
- Processual Civil<br />
- Processual Penal</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/01/11/apostila-concurso-tribunal-de-justica-e-outros/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Fotos H2HC</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/01/02/fotos-h2hc/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=fotos-h2hc</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/01/02/fotos-h2hc/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 02 Jan 2011 19:43:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gustavoroberto.blog.br/?p=2035</guid>
		<description><![CDATA[Gustavo Roberto e Fernando Mercês Oscar Marques e Gustavo Roberto]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/01/DSC08496.jpg"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/01/DSC08496-300x225.jpg" alt="" title="DSC08496" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-2036" /></a><br />
<strong>Gustavo Roberto e <a href="http://www.h2hc.org.br/palestrantes.php#Speaker8">Fernando Mercês</a></strong><br />
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/01/DSC08497.jpg"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2011/01/DSC08497-300x225.jpg" alt="" title="DSC08497" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-2037" /></a><br />
<strong>Oscar Marques e Gustavo Roberto</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gustavoroberto.blog.br/2011/01/02/fotos-h2hc/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Xuxa debocha de Jesus.</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/12/29/xuxa-debocha-de-jesus/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=xuxa-debocha-de-jesus</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/12/29/xuxa-debocha-de-jesus/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Dec 2010 12:06:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gustavoroberto.blog.br/?p=2029</guid>
		<description><![CDATA[Olá Pessoal, Para vocês bitolados, alienados e endiabrados, observem a imagem abaixo: Xuxa zombou de Jesus ? Não amigos bitolados. Este sinal do &#8220;chifrinho&#8221;, significa, simplesmente: Amo vocês, na linguagem de sinais. Então, ela é ou não é do Diabo ?! Abraços e podem começar a apedrejar ! Ps.: Essa imagem foi tirada do vídeo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal, </p>
<p>Para vocês bitolados, alienados e endiabrados, observem a imagem abaixo:</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/xuxa.jpg"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2010/12/xuxa-300x242.jpg" alt="" title="xuxa" width="300" height="242" class="aligncenter size-medium wp-image-2030" /></a></p>
<p>Xuxa zombou de Jesus ?</p>
<p><strong>Não amigos bitolados.</strong></p>
<p>Este sinal do &#8220;chifrinho&#8221;, significa, simplesmente: Amo vocês, na linguagem de sinais.</p>
<p>Então, ela é ou não é do Diabo ?!</p>
<p>Abraços e podem começar a apedrejar !</p>
<p>Ps.: Essa imagem foi tirada do vídeo do Youtube &#8211; Xuxa debocha de Deus !!.</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/pjdApeSbw8A?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/pjdApeSbw8A?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/12/29/xuxa-debocha-de-jesus/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Epson C45 &#8211; Final de vida útil ? Não !</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/12/27/epson-c45-final-de-vida-util-nao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=epson-c45-final-de-vida-util-nao</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/12/27/epson-c45-final-de-vida-util-nao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Dec 2010 23:41:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gustavoroberto.blog.br/?p=2027</guid>
		<description><![CDATA[Olá, Se você se deparar com esta mensagem em sua EPSON C45 Stylus : &#8220;Parts inside your printer at the end of their service life, contact your dealer for replacement.&#8221; Não tema ! Baixe esta ferramenta Instale, e proceda da seguinte forma. Na tela que aparece para você, vá na opção Configuration. Em installed printer, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, </p>
<p>Se você se deparar com esta mensagem em sua EPSON C45 Stylus : </p>
<blockquote><p>&#8220;Parts inside your printer at the end of their service life, contact your dealer for replacement.&#8221;</p></blockquote>
<p>Não tema !</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/sscserver.exe">Baixe esta ferramenta</a></p>
<p>Instale, e proceda da seguinte forma.</p>
<p>Na tela que aparece para você, vá na opção Configuration. Em installed printer, seleciona a sua impressora, epson C45. Em printer model, procure Epson Stylus C4. Deixe todas as caixas abaixo desmarcadas.</p>
<p>Perto do relógio, você vai observar um novo ícone de impressora, clique com o outro botão do mouse em cima do icone, e escolha a opção Protection Counter > Reset Protection Counter.</p>
<p>Nas próximas perguntas, responda Yes e OK.</p>
<p>Agora, reinicie a impressora, e faça o processo de limpeza de cabeças, e alinhamento, até obter a configuração desejada.</p>
<p>PS.: Caso não resolva, e a impressora continue exibindo a mensagem antiga,  basta proceder da mesma forma, novamente.</p>
<p>Espero que tenham gostado.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/12/27/epson-c45-final-de-vida-util-nao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Autenticação Biométrica com HP 6710b no Ubuntu</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/12/20/autenticacao-biometrica-com-hp-6710b-no-ubuntu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=autenticacao-biometrica-com-hp-6710b-no-ubuntu</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/12/20/autenticacao-biometrica-com-hp-6710b-no-ubuntu/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Dec 2010 19:17:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gustavoroberto.blog.br/?p=2025</guid>
		<description><![CDATA[Olá Pessoal, Este é um artigo rápido Esses dias precisei ( por curiosidade ) de habilitar o leitor de impressão digital no meu notebook HP6710b, usando Ubuntu. Vamos aos passos : Fiz um lsusb: root@notebook:/home/gustavo# lsusb Bus 007 Device 001: ID 1d6b:0001 Linux Foundation 1.1 root hub Bus 006 Device 001: ID 1d6b:0001 Linux Foundation [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal,</p>
<p>Este é um artigo rápido <img src='http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  </p>
<p>Esses dias precisei ( por curiosidade ) de habilitar o leitor de impressão digital no meu notebook HP6710b, usando Ubuntu. Vamos aos passos :</p>
<p>Fiz um lsusb:</p>
<blockquote><p>root@notebook:/home/gustavo# lsusb<br />
Bus 007 Device 001: ID 1d6b:0001 Linux Foundation 1.1 root hub<br />
Bus 006 Device 001: ID 1d6b:0001 Linux Foundation 1.1 root hub<br />
Bus 005 Device 003: ID 08ff:2580 AuthenTec, Inc. AES2501 Fingerprint Sensor
</p></blockquote>
<p>Aqui está o que precisamos :</p>
<blockquote><p>Bus 005 Device 003: ID 08ff:2580 AuthenTec, Inc. AES2501 Fingerprint Sensor</p></blockquote>
<p>Agora vamos instalar os drivers e programas necessários para podermos autenticar:</p>
<blockquote><p>aptitude install aes2501-wy fprint-demo libfprint-dev libfprint0 libpam-fprint xfprint4  </p></blockquote>
<p>Bem, agora você precisa antes de tudo, cadastrar seu dedo no programa, para que ele funcione, vamos lá :</p>
<blockquote><p># pam_fprint_enroll &#8211;enroll-finger 7</p></blockquote>
<p>Como teste, fiz uma coisa legal, editei o seguinte arquivo :</p>
<blockquote><p># vim /etc/pam.d/su</p></blockquote>
<p>E adicionei as seguinte linha abaixo da linha que termina com pam_rootok.so</p>
<blockquote><p>auth       sufficient pam_fprint.so</p></blockquote>
<p>Salve e saia.</p>
<p>Agora tente fazer o su.</p>
<p>Observe que agora ele vai pedir para você passar o dedo no leitor, caso seja bem sucedido, você cairá direto no root =) , se por acaso você errar, ainda terá a opção de digitar a senha.</p>
<p>PS.: O meu computador tem uma senha especial para o root, não &#8220;sudo comando&#8221; normalmente.</p>
<p>Abraços e espero que tenham gostado.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/12/20/autenticacao-biometrica-com-hp-6710b-no-ubuntu/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>SIOCSIFFLAGS: Operation not possible due to RF-kill</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/12/16/siocsifflags-operation-not-possible-due-to-rf-kill/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=siocsifflags-operation-not-possible-due-to-rf-kill</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/12/16/siocsifflags-operation-not-possible-due-to-rf-kill/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Dec 2010 00:23:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gustavoroberto.blog.br/?p=2022</guid>
		<description><![CDATA[Olá Pessoal, Este é um post rápido. Você que tem uma placa de rede wireless apresentando este problema, poderá resolver da seguinte forma : Primeiro faça: # rfkill list Você deverá obter uma resposta parecida com isso : 0: phy0: Wireless LAN Soft blocked: yes Hard blocked: no Bem, vemos que o Soft blocked está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal,</p>
<p>Este é um post rápido.</p>
<p>Você que tem uma placa de rede wireless apresentando este problema, poderá resolver da seguinte forma :</p>
<p>Primeiro faça:</p>
<blockquote><p># rfkill list</p></blockquote>
<p>Você deverá obter uma resposta parecida com isso :</p>
<blockquote><p>
0: phy0: Wireless LAN<br />
        Soft blocked: yes<br />
        Hard blocked: no</p></blockquote>
<p>Bem, vemos que o Soft blocked está ativo, isto que está impedindo sua placa de rede de funcionar. Então faça o seguinte.</p>
<blockquote><p># rfkill unblock 0</p></blockquote>
<blockquote><p># rfkill list<br />
0: phy0: Wireless LAN<br />
        Soft blocked: no<br />
        Hard blocked: no</p>
</blockquote>
<p>Pronto, feito isso sua placa deverá começar a funcionar.</p>
<p>Ps.: Ative de desative a interface depois de ter feito este procedimento.</p>
<p>Bem, espero que possa ter ajudado.</p>
<p>Abraços !</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/12/16/siocsifflags-operation-not-possible-due-to-rf-kill/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ghost for Linux &#8211; Automatizando o Restore</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/12/16/ghost-for-linux-automatizando-o-restore/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ghost-for-linux-automatizando-o-restore</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/12/16/ghost-for-linux-automatizando-o-restore/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Dec 2010 13:50:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[shell script]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gustavoroberto.blog.br/?p=2003</guid>
		<description><![CDATA[Olá Pessoal, Acho que o meu maior desafio ao usar o Ghost for Linux, era fazer um restore automático das imagens. Tive um certo trabalho até descobrir onde estavam as linhas que eu precisava mecher, para que pudesse posteriormente, fazer um restore automático de imagens. Este artigo vai abranger uma forma fácil, porém menos ideal, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal, </p>
<p>Acho que o meu maior desafio ao usar o Ghost for Linux, era fazer um restore automático das imagens. Tive um certo trabalho até descobrir onde estavam as linhas que eu precisava mecher, para que pudesse posteriormente, fazer um restore automático de imagens.</p>
<p>Este artigo vai abranger uma forma fácil, porém menos ideal, de se executar um restore.</p>
<p>Porquê menos ideal ? Simples, porque ela consome mais recursos. </p>
<p>Mas vamos ao que interessa.</p>
<p>1) Dentro da pasta já criada, do g4l, <a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/12/12/ghost-for-linux-preparando-um-servidor-de-pxe/">comentada no artigo anterior</a>, localize o ramdisk.gz</p>
<p>2) Descompacte-o </p>
<blockquote><p># gzip -d ramdisk.gz</p></blockquote>
<p>3) Dentro da raiz do g4l, procure por .bash_profile e insira o seguinte script :</p>
<blockquote><p>
sh ifcheck2.sh &#038;&#038; clear<br />
echo &#8220;Comecando o Restore&#8221;<br />
ncftpget -u user -p password -c -V -d /tmp/out 192.168.0.1 &#8220;img/minha_imagem.lzop&#8221; 2>>/tmp/ncftpstat | lzop -d -c -| dd bs=1M of=/dev/sda 2>/dev/null </p></blockquote>
<p>4) Salve o arquivo e compacte o ramdisk com o comando ( Ele vai virar ramdisk.gz novamente):</p>
<blockquote><p># gzip ramdisk</p></blockquote>
<p>5) Depois desse script, basta deixar a máquina bootar via rede, que ela começará o restore sozinha.</p>
<p>Lembrando que essa não é a solução ideal.</p>
<p>No próximo artigo tratarei do restore via multicast.</p>
<p>Abraços e espero que tenham gostado.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Resetando password do Switch 3Com SuperStack II</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/12/15/resetando-password-do-switch-3com-superstack-ii/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=resetando-password-do-switch-3com-superstack-ii</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/12/15/resetando-password-do-switch-3com-superstack-ii/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 19:11:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gustavoroberto.blog.br/?p=2017</guid>
		<description><![CDATA[Olá Pessoal, Para resetar a senha do switch 3Com SuperStack II faça o seguinte : - Conecte com o Minicom / Hyperterminal, a 9600 via porta Console. Agora, faça : Login: 3comcso Password : RIP000 Responda &#8220;y&#8221; para pergunta, depois reinicie. Assim que voltar faça : Login: admin Password: ENTER Abraços, espero que tenham gostado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal, </p>
<p>Para resetar a senha do switch 3Com SuperStack II faça o seguinte :</p>
<p>- Conecte com o Minicom / Hyperterminal, a 9600 via porta Console.</p>
<p>Agora, faça :</p>
<p>Login: 3comcso<br />
Password : RIP000</p>
<p>Responda &#8220;y&#8221; para pergunta, depois reinicie.</p>
<p>Assim que voltar faça :</p>
<p>Login: admin<br />
Password: ENTER</p>
<p>Abraços, espero que tenham gostado.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/12/15/resetando-password-do-switch-3com-superstack-ii/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ghost for Linux &#8211; Preparando um Servidor de PXE</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/12/12/ghost-for-linux-preparando-um-servidor-de-pxe/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ghost-for-linux-preparando-um-servidor-de-pxe</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/12/12/ghost-for-linux-preparando-um-servidor-de-pxe/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 12 Dec 2010 13:53:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gustavoroberto.blog.br/?p=2007</guid>
		<description><![CDATA[Olá Pessoal, Esses dias, onde trabalho, chegaram cerca de 6 mil máquinas, todas elas vieram com seus softwares previamente instalados, mas não era o ideal, precisavamos de reinstalar todas, devido as versões dos softwares estarem desatualizadas, podendo gerar problemas de segurança dentre outros. Tinhamos 3 pontos a serem resolvidos : - Não poderíamos comprar licença [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal, </p>
<p>Esses dias, onde trabalho, chegaram cerca de 6 mil máquinas, todas elas vieram com seus softwares previamente instalados, mas não era o ideal, precisavamos de reinstalar todas, devido as versões dos softwares estarem desatualizadas, podendo gerar problemas de segurança dentre outros.</p>
<p>Tinhamos 3 pontos a serem resolvidos :</p>
<p>- Não poderíamos comprar licença de nada</p>
<p>- Qual software usar<br />
- Precisavamos de distribuir as imagens da forma mais rápida possível</p>
<p>Nessas situações, o software livre novamente prevaleceu <img src='http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  .</p>
<p>Num primeiro momento, montei um servidor de PXE + Ghost for Linux . Essa solução que este tutorial vai cobrir.</p>
<p>Primeiramente, baixei o Ubuntu Server em <a href="http://www.ubuntu.com/server">http://www.ubuntu.com/server</a> , depois baixei o Ghost for Linux em <a href="http://sourceforge.net/projects/g4l/files/g4l%20ISO%20images/g4l-v0.35.iso/download">http://sourceforge.net/projects/g4l/files/g4l%20ISO%20images/g4l-v0.35.iso/download</a>.</p>
<p>Instalei o Ubuntu Server o mais simples possível, sem selecionar nenhum pacote na instalação padrão, depois de instalado, atualizei o Ubuntu Server.</p>
<blockquote><p># aptitude update &#038;&#038; aptitude safe-upgrade</p></blockquote>
<p>Feito a atualização, instalei os seguintes pacotes : </p>
<blockquote><p># aptitude install dhcp3-server syslinux  tftpd-hpa openbsd-inetd vim
</p></blockquote>
<p>Com isso o ambiente está pronto para fazermos o PXE funcionar, façamos então as modificações necessárias.</p>
<blockquote><p># vim /etc/dhcp3/dhcp.conf</p></blockquote>
<blockquote><p>ddns-update-style interim;<br />
ignore client-updates;<br />
allow bootp;<br />
allow booting;<br />
option option-128 code 128 = string;<br />
option option-129 code 129 = text;<br />
subnet 10.0.0.0 netmask 255.255.255.0 {<br />
range 10.0.0.2 192.168.0.254;<br />
option routers 192.168.0.1;<br />
option subnet-mask 255.255.255.0;<br />
default-lease-time 600;<br />
max-lease-time 7200;<br />
option root-path “/tftpboot/”;<br />
next-server 10.0.0.1; # Servidor PXE<br />
filename “pxelinux.0″;</p>
<p>}</p></blockquote>
<p><strong><br />
Importante, essa máquina deverá estar fora da sua rede de trabalho, porque poderá causar alguns problemas. E o detalhe maior, a configuração do seu dhcp-server tem que estar na mesma faixa de IP que você está usando. </strong></p>
<p>Agora vamos criar os arquivos e pastas necessários:</p>
<blockquote><p>#cp /usr/lib/syslinux/pxelinux.0 /var/lib/tftpboot/</p></blockquote>
<blockquote><p>#cp /usr/lib/syslinux/memdisk /var/lib/tftpboot/
</p></blockquote>
<blockquote><p># mkdir  /var/lib/tftpboot/pxelinux.cfg</p></blockquote>
<blockquote><p># mkdir /var/lib/tftpboot/g4l</p></blockquote>
<blockquote><p># touch /var/lib/tftpboot/pxelinux.cfg/default</p></blockquote>
<blockquote><p># vim /var/lib/tftpboot/pxelinux.cfg/default</p></blockquote>
<blockquote><p>Display images<br />
SAY PXE<br />
DEFAULT bz36<br />
LABEL bz36<br />
KERNEL g4l/bz36<br />
APPEND initrd=g4l/ramdisk.gz ramdisk_size=65536 root=/dev/ram0<br />
PROMPT 1<br />
TIMEOUT 1<br />
ONTIMEOUT bz36
</p></blockquote>
<p>Agora, vamos montar a imagem do ghost :</p>
<blockquote><p># mount -o loop -t iso9660 g4l-v0.35.iso /media/cdrom</p></blockquote>
<p>Agora copiaremos os arquivos de imagem para dentro do servidor do tftp</p>
<blockquote><p># cp -rf /media/cdrom/* /var/lib/tftpboot/g4l</p></blockquote>
<p>Agora, vamos configurar o tftp e seu serviço, dentro de /etc/inetd.conf</p>
<blockquote><p># vim /etc/inetd.conf</p></blockquote>
<p>Este é um arquivo todo comentado, vamos inserir a linha necessária nele :</p>
<blockquote><p>tftp dgram udp wait root /usr/sbin/in.tftpd /usr/sbin/in.tftpd -s /var/lib/tftpboot</p></blockquote>
<p>Salve e saia, agora colocaremos ele para iniciar :</p>
<blockquote><p># update-inetd  &#8211;enable BOOT </p></blockquote>
<p>O comando acima possui dois sinais de menos.</p>
<p>Agora, vamos modificar uma a linha da configuração do tftp</p>
<blockquote><p># vim /etc/default/tftpd-hpa</p>
<p>TFTP_USERNAME=&#8221;tftp&#8221;<br />
TFTP_DIRECTORY=&#8221;/var/lib/tftpboot&#8221;<br />
TFTP_ADDRESS=&#8221;0.0.0.0:69&#8243;<br />
TFTP_OPTIONS=&#8221;-l -s&#8221;
</p></blockquote>
<p>Salve e saia.</p>
<p>Bem, agora está tudo pronto, você pode reiniciar sua máquina agora.</p>
<p>Depois da máquina reiniciar, todos os serviços irão subir.</p>
<p>Agora vem a hora mais interessante, coloque sua máquina que vai precisar receber o boot via pxe para bootar via rede, e veja que a imagem será carregada automaticamente.</p>
<p>Aguardem os próximos artigos da série.</p>
<p>Abraços e espero que tenham gostado.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Série de artigos sobre Ghost for Linux</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/12/09/serie-de-artigos-sobre-ghost-for-linux/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=serie-de-artigos-sobre-ghost-for-linux</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/12/09/serie-de-artigos-sobre-ghost-for-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 02:04:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gustavoroberto.blog.br/?p=2009</guid>
		<description><![CDATA[Olá pessoal, Estou fazendo uma série de artigos sobre Ghost for Linux ou simplesmente g4l, haja visto a falta de documentação interessante na internet. Acompanhem o blog, caso tudo corra bem, começarei lançar os artigos amanhã. Abraços !]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal,</p>
<p>Estou fazendo uma série de artigos sobre Ghost for Linux ou simplesmente g4l, haja visto a falta de documentação interessante na internet.</p>
<p>Acompanhem o blog, caso tudo corra bem, começarei lançar os artigos amanhã.</p>
<p>Abraços !</p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Compilando e instalando o Firesheep no Ubuntu 10.04</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/11/18/compilando-e-instalando-o-firesheep-no-ubuntu-10-04/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=compilando-e-instalando-o-firesheep-no-ubuntu-10-04</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/11/18/compilando-e-instalando-o-firesheep-no-ubuntu-10-04/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 15:26:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Perícia Forense]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal, Inconformado com o fato da extensão Firesheep* não estar disponível para Linux, resolvi correr atrás e tentar achar em algum lugar. Foi trabalhoso confesso, mas me rendeu a inspiração para escrever este artigo. Depois de ter instalado infinitos pacotes no meu Ubuntu, cheguei a conclusão dos que eram realmente necessários. Agora, mãos à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal,</p>
<p>Inconformado com o fato da extensão Firesheep* não estar disponível para Linux,<br />
resolvi correr atrás e tentar achar em algum lugar. Foi trabalhoso confesso, mas me rendeu a inspiração para escrever este artigo. </p>
<p>Depois de ter instalado infinitos pacotes no meu Ubuntu, cheguei a conclusão dos que eram realmente necessários. Agora, mãos à obra !</p>
<p><strong>A extensão estará disponível no final deste artigo. Mas primeiro leiam, depois peguem a extensão !</strong></p>
<p>Sem delongas, faremos o seguinte, primeiro o download dos pré-requisitos:</p>
<blockquote><p># aptitude install git autoconf xulrunner-dev libboost-dev libpcap-dev hal libhal-dev</p></blockquote>
<p>Crie um diretório com o nome firesheep:</p>
<blockquote><p># mkdir /root/firesheep</p></blockquote>
<p>Depois, baixamos o pacote do github :</p>
<blockquote><p># git clone git://github.com/mickflemm/firesheep.git</p></blockquote>
<p>Beleza, depois de uma lista de coisas mostradas na tela, entre no diretório<br />
firesheep</p>
<blockquote><p># cd /root/firesheep</p></blockquote>
<p>Agora, compilaremos a extensão :</p>
<blockquote><p>#./autogen.sh &#8211;with-xulrunner-sdk=&#8221;/usr/lib/xulrunner-1.9.2.12&#8243; &#038;&#038; git submodule update &#8211;init</p></blockquote>
<p>Infinitas linhas depois &#8230;</p>
<p>Poderemos agora fazer o make do firesheep.xpi</p>
<blockquote><p># make</p></blockquote>
<p>Pronto, com isso sua extensão Firesheep estará disponível no diretório build. Eu particularmente a copiei para a pasta do root. Agora vem o pulo do gato !</p>
<blockquote><p># firefox &#038;</p></blockquote>
<p>O firefox precisa ser iniciado como root, senão a extensão não funcionará !</p>
<p>Para instalar a extensão eu fiz o seguinte, onde digitamos o endereço dos sites, simplesmente digitei :</p>
<blockquote><p>
/root/firesheep.xpi</p></blockquote>
<p>Com isso, vai perguntar se você deseja instalar a extensão, eu recomendo aceitar <img src='http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Agora, com sua extensão instalada, vá em View > Sidebar > Firesheep, Deve ser algo como Visualizar > Barra Lateral > Firesheep . Um novo campo aparecerá no Firefox.</p>
<p>Clique em Start Capturing, e provavelmente a extensão funcionará.</p>
<p>Caso não funcione por exemplo, em sua rede wireless, faça </p>
<blockquote><p># airmon-ng start wlan0</p></blockquote>
<p>Ou simplesmente </p>
<blockquote><p># iw wlan0 interface add mon0 type monitor &#038;&#038; ifconfig mon0 up</p></blockquote>
<p>Com esse comando, sua placa será definida como modo monitor e criará uma nova interface chamada de mon0, para monitoração dos pacotes.</p>
<p>Para escolhermos qual placa usar, vá até a aba de extensões, e em Preferences, defina a placa que desejar. Além disso, poderemos definir ainda, outras opções que não serão cobertas neste artigo.</p>
<p>Espero que tenham gostado.</p>
<p>* Esta extensão é bastante perigosa, cuidado ao brincar com ela <img src='http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  . Você poderá fazer download dela <a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/firesheep.xpi">clicando aqui neste link</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Recuperação de Pendrive utilizando técnicas de perícia forense</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/11/11/recuperacao-de-pendrive-utilizando-tecnicas-de-pericia-forense/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=recuperacao-de-pendrive-utilizando-tecnicas-de-pericia-forense</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/11/11/recuperacao-de-pendrive-utilizando-tecnicas-de-pericia-forense/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Nov 2010 13:35:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Perícia Forense]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal, Esses dias me deparei com uma situação intrigante e desafiadora. Meu irmão havia ido à aula. ele copiou alguns arquivos que seriam de grande importância para ele. Chegando em casa, ele começou a estudar, fez alguns slides do Power Point, trabalhou em alguns documentos e viu alguns vídeos referentes à aula que ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal,</p>
<p>Esses dias me deparei com uma situação intrigante e desafiadora.</p>
<p>Meu irmão havia ido à aula. ele copiou alguns arquivos que seriam de grande importância para ele. </p>
<p>Chegando em casa, ele começou a estudar, fez alguns slides do Power Point, trabalhou em alguns documentos e viu alguns vídeos referentes à aula que ele havia participado. Só que, por estar com um pouco de pressa, sacou o pendrive montado. E aí que a saga começa.</p>
<p>Ele entrou em contato comigo pelo MSN, e disse que havia trabalhado em alguns arquivos no pendrive e que esses arquivos, inclusive o mais importante de todos tinha sumido. Dei um pulo na casa dele.</p>
<p>Chegando lá, pude constatar que ao inserir o pendrive no computador, ele até me dizia que os arquivos estavam lá, porém não podiam ser lidos, copiados. Achei bastante estranho, e pedi para que eu pudesse levar o pendrive para minha casa, porque poderia usar o Linux e ter mais alguns recursos.</p>
<p>Ao chegar na minha casa, fui logo ligando o notebook e ao inserir o pendrive, tive uma grande surpresa, os arquivos não estavam sendo lidos pelo Linux. Glup !</p>
<p>Bem, resolvi fazer uma análise física do pendrive, ví que estava tudo normal, e ví que ao espetar o pendrive no notebook ele piscava. Pensei, é capaz do Linux estar conhecendo o dispositivo, resolvi testar.</p>
<blockquote><p># tail -f /var/log/messages</p></blockquote>
<p>Tira o pendrive, coloca o pendrive, uhul, achei o bixo ! Ele estava sendo reconhecido como /dev/sdb. Tentei ver como ele estava particionado ou algo assim, e observei um comportamento muito estranho, haviam dezenas de partições dentro do pendrive</p>
<blockquote><p># fdisk -l /dev/sdb</p></blockquote>
<p>Mas não montava, tentei vários comandos e nada acontecia. Vamos partir para ignorância. </p>
<p>Resolvi então fazer uma cópia bit-à-bit dos arquivos, então procedi da seguinte forma:</p>
<blockquote><p>#dd if=/dev/sdb of=pendrive.iso</p></blockquote>
<p>Não deu erro. Pensei: &#8212; menos mal.</p>
<p>Agora, ao tentar montar a imagem, ela montava, porém os arquivos estavam inacessíveis.</p>
<blockquote><p># mount -o loop pendrive.iso /media/pendrive</p></blockquote>
<p>Testes, testes e testes.</p>
<p>Bem, agora, já que tinha tentado tudo quanto era comando do Linux, e não tinha acontecido nada, resolvi instalar uma ferramenta de recuperação de arquivos. O famoso testdisk.</p>
<blockquote><p># aptitude install testdisk</p></blockquote>
<p>Com o programa instalado fiz:</p>
<blockquote><p># testdisk pendrive.iso
</p></blockquote>
<p>Segui as instruções na tela. Ele havia achado o nome do pendrive, e várias outras informações importantes. Naveguei até o diretório que precisava ser recuperado, ele achou informações importantes, e colocou-as em vermelho. Haviam vários arquivos, comparei as datas, resolvi pegar o mais atual. </p>
<p>Informei o diretório que gostaria que o arquivo fosse gravado, sai do programa, ao chegar lá uma surpresa, ainda continuava com problemas. Voltei para o programa, fiz tudo de novo, e fui comparar os arquivos.</p>
<p>Percebi que havia um arquivo com o mesmo tamanho, data e hora do arquivo que estava com problema, porém não estava com a extensão .ppt e sim .TMP, voltei o arquivo .TMP para o diretório que escolhi anteriormente, renomeei o arquivo para .ppt e tudo funcionou. Salve o Linux !</p>
<p>Procedi da mesma forma para os outros arquivos que estavam corrompidos, testei todos ele. Tudo funcionando. Agora só me restava recuperar o pendrive.</p>
<p>Formatei o pendrive normalmente no Ubuntu usando FAT, defini o Label, pronto, tudo funcionando de novo, hora de recopiar os arquivos para o pendrive. Recopiado ! Tudo funcionando !</p>
<p>Depois disso, orientei ao meu irmão que desmontasse o pendrive ao invés de puxá-lo sem desmontar. E também pedi para que ele fizesse sempre o backup dos arquivos, antes de desmontar o pendrive.</p>
<p>Com isso, tudo ficou resolvido.</p>
<p>Espero que tenham gostado !</p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Recuperando arquivos apagados no Linux &#8211; Ext3</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/11/10/recuperando-arquivos-apagados-no-linux-ext3/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=recuperando-arquivos-apagados-no-linux-ext3</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/11/10/recuperando-arquivos-apagados-no-linux-ext3/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Nov 2010 23:52:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Perícia Forense]]></category>
		<category><![CDATA[Ext3]]></category>
		<category><![CDATA[Forense]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Perícia Forense Computacional]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gustavoroberto.blog.br/?p=1994</guid>
		<description><![CDATA[Olá Pessoal Recentemente comecei o curso de &#8220;Perícia Forense Computacional&#8221; na UVV, curso esse ministrado pelo meu grande amigo e chará Gustavo Chagas &#8211; GSEC. E já na primeira aula, uma matéria bastante interessante : Como recuperar um arquivo apagado no FileSystem Ext3. Bem, vou ser direto para não ficar chato, afinal, quem chega aqui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal</p>
<p>Recentemente comecei o curso de &#8220;<strong>Perícia Forense Computacional</strong>&#8221; na <a href="http://www.uvv.br/ensino/extensao/">UVV</a>, curso esse ministrado pelo meu grande amigo e chará <a href="http://www.gsec.com.br">Gustavo Chagas &#8211; GSEC</a>. E já na primeira aula, uma matéria bastante interessante : Como recuperar um arquivo apagado no FileSystem Ext3.</p>
<p>Bem, vou ser direto para não ficar chato, afinal, quem chega aqui quer informação.</p>
<p>Primeiramente, criamos uma imagem :</p>
<blockquote><p># dd if=/dev/zero of=linux.iso bs=1024 count=100000</p></blockquote>
<p>Depois disso, formatamos ela como ext3:</p>
<blockquote><p># mkfs.ext3 linux.iso</p></blockquote>
<p>Responda y, a pergunta, caso seja feita alguma.</p>
<p>Agora, criaremos um lugar para montarmos a imagem :</p>
<blockquote><p># mkdir /media/forense</p></blockquote>
<p>Agora montaremos a imagem nesse diretórios que acabamos de criar.</p>
<blockquote><p># mount -o loop linux.iso /media/forense</p></blockquote>
<p>Com isso a imagem deverá estar montada, e ao acessar esse diretório, veremos uma pasta chamada lost+found</p>
<blockquote><p># cd /media/forense &#038;&#038; ls -la</p></blockquote>
<p>Se você está vendo lost+found, é sinal que está no caminho certo.</p>
<p>Agora criaremos alguns arquivos. Você pode usar por exemplo o nano ( editor de textos ). Crie os arquivos : naoapagar.txt, seraapagado.txt, cobaia.txt, etc&#8230; Coloque algum texto nos arquivos, para que você possa identificá-lo mais tarde.</p>
<p>Apague o arquivo : seraapagado.txt</p>
<blockquote><p># rm seraapagado.txt</p></blockquote>
<p>Feito isso, volte para onde estava e desmonte o /media/forense. Por exemplo :</p>
<blockquote><p># cd /root &#038;&#038; umount /media/forense</p></blockquote>
<p>Feito isso, teremos um &#8220;sistema&#8221; pronto para ser explorado.</p>
<p>Façamos o seguinte :</p>
<blockquote><p>
# debugfs -w linux.iso</p></blockquote>
<p>Com isso entraremos no modo de debug do filesystem. No prompt irá aparecer algo semelhante a isto:</p>
<blockquote><p>
# debugfs -w linux.iso<br />
debugfs 1.41.12 (17-May-2010)<br />
debugfs : </p></blockquote>
<p>Para sabermos qual arquivo foi deletado faça :</p>
<blockquote><p># ls -d</p></blockquote>
<p>Nos meus testes, os arquivos apareceram dessa forma :</p>
<blockquote><p>11  (12) .    2  (12) ..    12  (52) naoseraapagado.txt<br />
<13> (24) seraapagado.txt    14  (948) cobaia.txt
</p></blockquote>
<p>Veja que o arquivo que foi apagado é justamente o arquivo que está diferente, começando pelo inode <13>, o número entre <> significa nesse caso que ele foi apagado. Podemos obter mais detalhes sobre esse arquivo fazendo o seguinte :</p>
<blockquote><p># stat <13></p></blockquote>
<p>A saída desse comando vai resultar em :</p>
<blockquote><p>
Inode: 13   Type: regular    Mode:  0644   Flags: 0&#215;0<br />
Generation: 3864096146    Version: 0&#215;00000000<br />
User:     0   Group:     0   Size: 0<br />
File ACL: 0    Directory ACL: 0<br />
Links: 0   Blockcount: 0<br />
Fragment:  Address: 0    Number: 0    Size: 0<br />
ctime: 0x4cdb2a17 &#8212; Wed Nov 10 21:26:15 2010<br />
atime: 0x4cdb2a04 &#8212; Wed Nov 10 21:25:56 2010<br />
mtime: 0x4cdb2a17 &#8212; Wed Nov 10 21:26:15 2010<br />
dtime: 0x4cdb2a17 &#8212; Wed Nov 10 21:26:15 2010<br />
BLOCKS:
</p></blockquote>
<p>Ótimo, agora temos bastante informações sobre o arquivo. Faremos agora o seguinte :</p>
<blockquote><p># dump_unused</p></blockquote>
<p>Esse comando vai mostrar os blocos não utilizados, nos meus testes ficaram assim :</p>
<blockquote><p>
Unused block 6145 contains non-zero data:</p>
<p>Sera apagado
</p></blockquote>
<p>Bem, agora sabemos qual o bloco em que o arquivo apagado se encontra. E aí que entra a mágica. Faremos o seguinte comando :</p>
<blockquote><p># mi <14></p></blockquote>
<p>O mi <14>, vai modificar o inode do arquivo 14, então continuando com o comando acima teremos :</p>
<blockquote><p>debugfs:  mi <14><br />
                          Mode    [0100644]<br />
                       User ID    [0]<br />
                      Group ID    [0]<br />
                          Size    [15]<br />
                 Creation time    [1289431571]<br />
             Modification time    [1289431571]<br />
                   Access time    [1289431571]<br />
                 Deletion time    [0]<br />
                    Link count    [1]<br />
              Block count high    [0]<br />
                   Block count    [2]<br />
                    File flags    [0x0]<br />
                    Generation    [0xe6516d93]<br />
                      File acl    [0]<br />
           High 32bits of size    [0]<br />
              Fragment address    [0]<br />
<strong>               Direct Block #0    [6657] 6145<br />
               Direct Block #1    [0] 6146</strong><br />
               Direct Block #2    [0]<br />
               Direct Block #3    [0]<br />
               Direct Block #4    [0]<br />
               Direct Block #5    [0]<br />
               Direct Block #6    [0]<br />
               Direct Block #7    [0]<br />
               Direct Block #8    [0]<br />
               Direct Block #9    [0]<br />
              Direct Block #10    [0]<br />
              Direct Block #11    [0]<br />
                Indirect Block    [0]<br />
         Double Indirect Block    [0]<br />
         Triple Indirect Block    [0]
</p></blockquote>
<p>O que fizemos acima ? Explico.</p>
<p>Pegamos o arquivo cobaia.txt emprestado, e usamos o mi para modifica-lo. Sabíamos que o número do bloco seria o 6145, porque pegamos esse número no dump_unused, e como o arquivo era pequeno, &#8220;chutamos&#8221; o próximo bloco, com isso obteremos o seguinte resultado:</p>
<blockquote><p>debugfs:  cat <14><br />
Sera apagado
</p></blockquote>
<p>Veja que conseguimos voltar com o conteúdo do arquivo apagado, simplesmente modificando os Direct Blocks #0 e #1</p>
<p>Agora que sabemos que o arquivo está legível via cat, podemos providenciar a gravação em alguma parte do disco, com por exemplo no /tmp. Então fazemos :</p>
<blockquote><p>debugfs: dump <14> /tmp/recuperado.txt<br />
debugfs:  q
</p></blockquote>
<p>Pronto, com isso você deve ter saido do debugfs, e retornado ao shell. Agora basta proceder da seguinte forma :</p>
<blockquote><p># cat /tmp/recuperado.txt</p></blockquote>
<p>Sendo assim você verá o conteúdo do arquivo.</p>
<p>Bem, não me aprofundarei muito na parte técnica da coisa.</p>
<p>Espero que tenham gostado. E qualquer dúvida ou se acharem algum erro, basta comentar.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Judô como profissão</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Nov 2010 23:48:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gustavoroberto.blog.br/?p=1988</guid>
		<description><![CDATA[Fazendo minhas observações sobre o artigo : http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/poker-na-mesa/2010/11/03/poquer-o-vilao-do-ano/ que provavelmente foi escrito como réplica ao artigo : &#8220;Poker on line, o mal do ano&#8221; do blog http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=4&#038;id_noticia=348438 . Faço aqui as minhas ressalvas : Sobre a parte do artigo que trata do judô : 1) O texto diz que pôquer não é uma profissão porque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazendo minhas observações sobre o artigo : </p>
<p><a href="http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/poker-na-mesa/2010/11/03/poquer-o-vilao-do-ano/ ">http://revistaalfa.abril.com.br/blogs/poker-na-mesa/2010/11/03/poquer-o-vilao-do-ano/ </a></p>
<p>que provavelmente foi escrito como réplica ao artigo : </p>
<p>&#8220;Poker on line, o mal do ano&#8221; do blog <a href="http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=4&#038;id_noticia=348438">http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=4&#038;id_noticia=348438</a> . </p>
<p>Faço aqui as minhas ressalvas :</p>
<p>Sobre a parte do artigo que trata do judô :</p>
<blockquote><p>1) O texto diz que pôquer não é uma profissão porque &#8220;não existe curso técnico, faculdade nem diploma de jogador.&#8221; Mas, depois, você compara o pôquer ao judô e ao futebol. Acontece que também não existe &#8220;curso técnico, faculdade nem diploma de jogador&#8221; nesses esportes. Quer dizer que o futebol e o judô também não são profissões?
</p></blockquote>
<p>Sobre o Judô, ele possui um diploma, a faixa preta que não é do dia para noite que se obtém, e a certificação da FIJ ( Federação Internacional de Judô ).</p>
<p>Para se obter, ambos descritos acima, faz-se necessário o &#8220;exame de faixa&#8221;. Onde são cobradas todas as técnicas com perfeição perante uma banca de &#8220;jurados&#8221;.</p>
<p>E quanto ao judô como profissão / esporte, é plenamente possível, vide os atletas olímpicos.</p>
<p>Enfim, cada um tem sua opinião e viva a democracia <img src='http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Abraços !</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Recuperando o Desktop no Ubuntu</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/11/03/recuperando-o-desktop-no-ubuntu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=recuperando-o-desktop-no-ubuntu</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 23:48:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Para recuperar as configurações originais do seu desktop no Ubuntu, faça como root: sudo gconftool-2 &#8211;shutdown sudo rm -rf /home/usuario_com_desktop_desconfigurado/.gconf/apps/panel sudo pkill gnome-panel Reinicie, e com isso você terá o usuário recuperado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para recuperar as configurações originais do seu desktop no Ubuntu, faça como root:</p>
<p>sudo gconftool-2 &#8211;shutdown<br />
sudo rm -rf /home/usuario_com_desktop_desconfigurado/.gconf/apps/panel<br />
sudo pkill gnome-panel</p>
<p>Reinicie, e com isso você terá o usuário recuperado.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Treinamento de saltos de capoeira &#8211; Praia de Camburi</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/10/23/treinamento-de-saltos-de-capoeira-praia-de-camburi/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=treinamento-de-saltos-de-capoeira-praia-de-camburi</link>
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		<pubDate>Sat, 23 Oct 2010 21:56:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_EbCyC7Yo8M?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/_EbCyC7Yo8M?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object><br />
<object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Q1II9FBILk0?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Q1II9FBILk0?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object><br />
<object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/nNqIv9cO4Yo?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/nNqIv9cO4Yo?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object><br />
<object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/jHQG0zvqd-w?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/jHQG0zvqd-w?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object><br />
<object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-WaS-iz34iA?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/-WaS-iz34iA?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Poeta Racional</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/10/23/o-poeta-racional/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-poeta-racional</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/10/23/o-poeta-racional/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 23 Oct 2010 19:22:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[É uma idéia muito difundida e geralmente aceita é que a poesia é algo que decorre da inspiração, sensibilidade e emana do lado emocional das pessoas. Isso excluiria da lista dos poetas todos que não possuíssem um dom específico para isso. Por essa abordagem eu me sentia um excluído, incapaz de criar, pois apesar de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É uma idéia muito difundida e geralmente aceita é que a poesia é algo que decorre da inspiração, sensibilidade e emana do lado emocional das pessoas. </p>
<p>Isso excluiria da lista dos poetas todos que não possuíssem um dom específico para isso.</p>
<p>Por essa abordagem eu me sentia um excluído, incapaz de criar, pois apesar de gostar de ler poemas, meu lado racional sempre foi bem mais forte e mais presente, ofuscando o emocional, o que sempre me impediria. </p>
<p>Não que eu tivesse uma pedra de gelo no peito no lugar do coração, como dizem, muito pelo contrario, a meu modo eu tinha o lado sentimental e emotivo, mas esse tinha a permissão inconsciente de atuar somente quando a parte racional estivesse resolvida. Isso foi um processo adquirido ao longo dos anos com necessidades de trabalho onde a todo o momento era necessário estudar situações, compreender, planejar e decidir com a maior rapidez e índice de acertos possíveis, ou seja, aplicar constantemente o lado racional, muitas vezes em detrimento do emocional, um conflito interno que incomoda e mortifica.</p>
<p>Confrontando os princípios da racionalidade com o aspecto literário dos poemas, descobri que existe uma enorme relação, pois existem regras rigidamente definidas quanto aos aspectos de ortografia, gramática, tema, métrica silábica, qualidade das rimas e tal. </p>
<p>Quem estiver interessado estude isso nos livros ou publicações na internet.</p>
<p>Isso me animou completamente pois eu descobri que poderia usar essa pretensa dificuldade como ferramenta para criar e alem de tudo adquirir algumas vantagens que as vezes são impedimentos para as pessoas mais emocionais cujos poemas ficam polarizados em temas únicos como amor, paixões, insucessos amorosos, contemplação das belezas da natureza, etc.</p>
<p>- Uma dessas vantagens é abrir o leque de criações, fazendo poemas de qualquer tipo: Homenagens, lamentos, protestos, relatos históricos e mais uma enorme lista que eu apresento no meu poema “Devaneios”.</p>
<p>- Outra grande vantagem é que como não se depende de emoções, como estar alegre, triste, pensativo, amargurado, decepcionado e tal, é possível criar sempre que quiser utilizando as ferramentas da racionalidade.</p>
<p>- Outra questão de ordem prática e produtiva é que se pode trabalhar por “encomenda” caso se queira, basta que dêem o tema, as características principais que se queira ressaltar e a preferência pelo tipo de apresentação: Versos, como sonetos ou outros, prosa, acrósticos, etc, que o poema é feito e depois de pronto ninguém sabe se foi um poeta emotivo ou um poeta racional quem fez. Todos dois aplicam as mesmas regras literárias, a diferença é apenas o processo criativo: No poeta emotivo as palavras simplesmente brotam da mente enquanto o poeta racional obtém tudo da razão.</p>
<p>Vejamos como isso funciona:</p>
<p>- 1º &#8211; Definir um tema sobre o qual se queira discorrer.</p>
<p>- 2º &#8211; Fazer o que chamam de “brain stroming”  ou tempestade cerebral, pegando uma grande quantidade de idéias, palavras e frases e anotando inicialmente sem se importar com a ordem.</p>
<p>- 3º &#8211; Ordenar segundo alguma seqüência que melhor as relacionem e se enquadrem no tema requerido: cronológica, ideológica, etc.</p>
<p>- 4º &#8211; definir o tipo de poema: se vai ser apresentado em verso ou em prosa, se vai ser um acróstico ou outro. No caso de versos pode-se definir o número de estrofes. Sendo um soneto já está definido por regra.</p>
<p>- 5º &#8211; No  caso de versos, definir a métrica ou número de sílabas que definem o comprimento do verso. </p>
<p>- 6º- Ainda no caso de versos, definir as rimas, pensando logo na qualidade dessas segundo as regras. Aí a forma como se organiza a frase pode ser determinante para facilitar ou complicar isso, ou seja uma mesma frase pode ser dita de diversas maneiras permutando a ordem das palavras e construindo-a na forma ativa ou passiva.</p>
<p>- 7º &#8211; Fazer um primeiro esboço do poema.</p>
<p>- 8º &#8211; corrigir as possíveis falhas, as infrações às regras, o ordenamento, o nexo, a concisão, a inteligibilidade, etc.</p>
<p>- 9º &#8211; fazer um primeiro refinamento e ver se já está pelo menos aceitável e apresentável.</p>
<p>- 10º &#8211; Fazer um refinamento final.</p>
<p>Penso que esse processo é dinâmico, isto é, como no princípio do “Kaisen” tudo pode ser melhorado. Assim não se surpreenda se você reler o mesmo poema em épocas diferentes e se sentir tentado a modificá-lo. </p>
<p>Então em termos práticos a regra geral é que não se apresente logo o que se escreve: Leia no dia seguinte, daí a três dias, na próxima semana, no mês seguinte e aí você vai ter a idéia de como a coisa funciona. </p>
<p>Os grandes escritores também sentem isso. Certa vez numa entrevista o grande escritor gaúcho Érico Veríssimo disse que depois que acabava de escrever algo, tinha a sensação de que não era bem isso o que queria escrever. Possivelmente as palavras não são suficientes para exprimir a vastidão e a complexidade da mente.</p>
<p>E assim eu ganhei mais uma habilidade, tornei-me um poeta racional, tendo já escrito várias e sobre temas variados, fiquei satisfeito pela inclusão e continuo racional como antes, trabalhando na área técnica, publicando artigos técnicos, escrevendo trabalhos técnicos e também as poesias, repartindo racionalmente o tempo para cada atividade: Trabalhar, ler, escrever e tudo o mais, sem conflitos de qualquer espécie.</p>
<p>Roberto Vasco.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Feijão no tanque.</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Sep 2010 11:10:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[E olha só quem / o que apareceu no tanque de lavar roupas, aqui de casa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E olha só quem / o que apareceu no tanque de lavar roupas, aqui de casa<br />
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/30092010628.jpg"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/30092010628-300x225.jpg" alt="" title="30092010628" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-1978" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Coisas da Política &#8211; II</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/09/30/coisas-da-politica-ii/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=coisas-da-politica-ii</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/09/30/coisas-da-politica-ii/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Sep 2010 11:08:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Já estamos à “boca da urna’ e nos preparando para daqui a cinco dias, no próximo domingo, cumprir o nosso dever cívico e exercer o nosso direito de votar nos futuros representantes. Ao nos prepararmos para esse exercício da cidadania não podemos deixar de fazer algumas reflexões sobre o nosso sistema político e toda a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já estamos à “boca da urna’ e nos preparando para daqui a cinco dias, no próximo domingo, cumprir o nosso dever cívico e exercer o nosso direito de votar nos futuros representantes. Ao nos prepararmos para esse exercício da cidadania não podemos deixar de fazer algumas reflexões sobre o nosso sistema político e toda a conjuntura que envolve a movimentação eleitora.</p>
<p>A primeira consideração é a respeito do coeficiente eleitoral, ou seja, a quantidade de votos que um candidato precisa para ser eleito. Isso é obtido por um cálculo simples: a somatória de todos os votos dividida pelo numero de vagas. Ótimo, isso é só um cálculo para se chegar a esse coeficiente e não há do que reclamar.</p>
<p>A segunda é uma situação amparada pela lei, onde os votos excedentes de um candidato são destinados a seu partido, que vai então ajudar a eleger outros, complementando o que falta em numero de votos para que seja eleito. Não vejo isso com bons olhos, pois apesar de amparado pela lei vai acabar elegendo quem o eleitor não votou seja lá por qual motivo. Assim os que forem eleitos na sombra de outros não possuem a devida representatividade, sendo ilegítimos apesar de legalizados. Mas suponhamos que o prezado leito seja daqueles que acreditam na ideologia dos candidatos e seus partidos e acham que se deveria eleger um partido ao invés de pessoas. Nesse caso essa proposta os atende plenamente. </p>
<p>A terceira reflexão é a respeito de como se prepara a eleição de um candidato. Na verdade não apresentam um candidato, mas um produto e por isso a vantagem eleitoral se resume numa maciça campanha publicitária onde a criatividade e a experiência dos marqueteiros pode induzir a massa a eleger o seu produto independente de qualquer outra coisa. Mesmo que o seu candidato tenha um nível de rejeição acentuado por esse ou aquele motivo, eles tentam fazer a massa acreditar que a qualificação é desnecessária e que não há nenhum risco, pois as coisas já estão tão ruins que não seria possível piorar mais. Então juntando essa terceira situação com a segunda, tem sido muito comum arranjar uma vedete, </p>
<p>Artista famoso, Jogadores famosos, ou qualquer outra celebridade que tenha um alto índice de popularidade e que consiga angariar muitos votos e eleger o máximo de candidatos que puderem e com isso chegar a quarta consideração, a hegemonia partidária e conseguir depois das eleições usufruir dos maiores e melhores pedaços do bolo, pois além dos eleitos nas urnas tem também todos os cargos em todos os escalões. Muitas coisas que o eleitor possivelmente não concorde são dificílimas de mudar e até impossíveis nesse momento, porque a maioria dessas coisas possuem o respaldo legal e as leis são feitas pelos representantes que o próprio eleitor colocou lá e não há muito o que reclamar afinal estamos numa democracia, onde a minoria a contragosto ajuda a legitimar o que a maioria ( ou a massa induzida) dita. Ou seja estamos democraticamente “lascados” pra não falar de modo muito menos elegante.</p>
<p>Mas o que precisamos hoje é de uma revolução, cuja arma seja fundamentalmente a educação, aquela que é recebida de berço, aquela onde os pais ensinam os filhos a ética, a decência, a partilha e o amor ao próximo que se reverte em benefício para o próprio praticante, pois não é nada inteligente ficar milionário da noite pro dia num país de miseráveis e depois ter que morar numa fortaleza, andar de carro blindado e vidros a prova de balas, sair às ruas com uma penca de guarda costas para si e cada membro da família, ter que mandar os filhos estudarem em outro país por razões de segurança e por aí vai. Aliás a revista “Veja” desta semana trouxe um artigo na página 94 que aborda exatamente esse assunto, quem quiser conferir vai apreciar tudo isso entre outros.</p>
<p>						robertovasco@hotmail.com </p>
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		<title>Organizações e métodos I</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Sep 2010 11:13:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Outro dia um colega visitou o meu local de trabalho e entre outras coisas viu a maleta de ferramentas, onde estas estavam afixadas com elástico em três chapas de polionda sobre os desenhos dos contornos das mesmas, uma variação da técnica que os japoneses chamam de Kam ban, ver foto. Inicialmente ele achou interessante por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia um colega visitou o meu local de trabalho e entre outras coisas viu a maleta de ferramentas, onde estas estavam afixadas com elástico em três chapas de polionda sobre os desenhos dos contornos das mesmas, uma variação da técnica que os japoneses chamam de Kam ban, ver foto. </p>
<p>Inicialmente ele achou interessante por ser útil e agradável. Mas em seguida,brincando, soltou essa pérola: “mas você sabe que isso é coisa de boiola”. Rimos bastante daquilo. </p>
<p>Fui mostrando as outras coisas, ele igualmente gostou, mas logo a seguir disse: “Eu também penso em me organizar mas nunca tenho tempo”. Conversamos mais um pouco ele percebeu que havia muito mais coisas e então disse: “mas também se a gente falar em gastar alguma coisa o pessoal aqui vai dar um pulo &#8220;dessa&#8221; altura”, sinalizando com a palma da mão uma altura de mais de um metro. </p>
<p>Anotei mentalmente essas três premissas e não pude deixar de fazer uma análise e concluir algo sobre o assunto:</p>
<p>Pela primeira afirmação, que na verdade é o pensamento popularmente bastante difundido, percebe-se que há um conceito equivocado e confuso a respeito de organização. </p>
<p>As pessoas confundem organização com delicadeza, beleza, sentimentalismo, como aquele caderninho de menina cheio de florzinha e fitinhas coloridas e portanto não é coisa de macho.</p>
<p>Pela segunda afirmação percebe-se que há outro conceito igualmente errado e confuso de que se organiza quando houver tempo. Aí fica bem claro que nunca vai se organizar.</p>
<p>Pela terceira fica bem claro o pensamento de que é preciso mesmo muita grana para se investir em organização e que possivelmente teria que ser feito um mega projeto por um expert no assunto, tudo de uma só vez, desmanchando tudo o que existe e fazendo tudo do zero. Aí mesmo é que nunca vai acontecer nada mesmo.</p>
<p>Quebrando esses paradigmas e colocando as coisas de modo muito mais simples e eficaz, começamos por definir o que são organizações e métodos de um modo simples e prático para a facilidade do entendimento. </p>
<p>Primeiramente, promover a organização é um processo racional e embasado em conhecimentos técnicos, estudos, análises, etc. Em outras palavras, é um projeto organizacional que como qualquer outro nasce nas idéias que são colocadas no papel e estudadas na mesa de trabalho, onde se antevê todos os entraves, se estima as tarefas a serem executadas e seus tempos de execução alem dos custos. Os objetivos, entre outros, são:</p>
<p>- economia de tempo devido se evitar movimentos inúteis,</p>
<p>- evitar acidentes, </p>
<p>- satisfação dos clientes por reduzir prazos de entrega e conseguir realmente entregar no tempo pactuado, </p>
<p>- aumentar a produtividade devido a racionalização do trabalho, melhor aproveitamento do espaço e adoção<br />
de métodos mais eficazes de execução das tarefas, </p>
<p>- otimizar a guarda dos documentos de modo a poder encontrá-los com facilidade quando for necessário no menor tempo possível.</p>
<p>Em segundo lugar, nunca se espera ter tempo para implementar o projeto organizacional. O tempo tem que estar previsto no planejamento e programação de serviços e deve haver compromisso em aplicá-lo.</p>
<p>Em terceiro lugar não é necessário gastar quantidades vultuosas de dinheiro: de preferência devemos utilizar ao máximo os materiais disponíveis em nosso setor e negociar com os outros que porventura estejam se desfazendo de algo. </p>
<p>Aliás a reclamação na verdade não procedia, pois pelo que pude constatar houve um investimento significativo em organização nos últimos tempos na oficina: As paredes estavam pintadas, o piso mapeado e dividido em áreas para cada atividade e acomodação das peças e equipamentos com os corredores de circulação pintados com tinta apropriada e de cor diferente das áreas, os equipamentos, tomadas e painéis elétricos identificados com as respectivas etiquetas e todo um conjunto de quesitos que são sempre verificados em auditorias periódicas. </p>
<p>Se ficar bonito, tanto melhor, mas a beleza é secundária, a preferência é pelo funcional. O projeto também não precisa ser encomendado a um expert em organização. </p>
<p>Aliás ninguém melhor que o próprio trabalhador de um ambiente para saber das suas dificuldades e do que seria necessário para minimizá-las. Também não é necessário colocar tudo abaixo para começar do zero nem executar tudo de uma só vez. </p>
<p>O projeto pode ser implementado por partes, pausadamente, mas constante. Aliás o processo organizacional é contínuo, nunca tem fim, vai sendo aprimorado no dia a dia e realinhado segundo as novas realidades.</p>
<p>A organização do meu setor alvo dessa história também não estava bonita nem em estágio avançado. </p>
<p>Concebi esse projeto organizacional quando tive que sair do galpão onde estava e tinha um laboratório com uma bancada de trabalho e boa iluminação e ir ocupar um espaço provisório dentro da oficina. Devido as características do meu trabalho o local melhor que consegui foi próximo a área de ensaios elétricos. Ali coloquei a minha bancada e comecei a pensar num projeto organizacional que possibilitasse o desenvolvimento do trabalho satisfatoriamente enquanto o laboratório definitivo não saía. </p>
<p>Na parte de métodos, descrevi as tarefas e elaborei procedimentos operacionais, formulários de ensaios em forma de planilhas e relatórios, etc. Elaborei um projeto elétrico de um painel de alimentação e respectivas fontes sub-alimentadoras segundo cada necessidade e depois o implementei. Providenciei o ferramental necessário, instrumentos de medida, arquivos de documentos técnicos, cabos e terminais de testes e os locais adequados para alocá-los. </p>
<p>Providenciei identificação para cada uma dessas coisas. Realmente não ficou nada bonito, apenas o mínimo necessário para trabalhar e por certo ainda há muito a ser feito. Ver fotos.</p>
<p>Oportunamente poderemos falar sobre melhoria do lay-out, estudo de tempos e movimentos, diagrama PERT, otimização do processo de estocagem, melhorias nos processos de trabalho e alguns trabalhos importantes executados pelos grupos de CCQ.</p>
<p><center>FOTOS:</center><br />
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/Organizações-e-métodos-I_html_22372cc7.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/Organizações-e-métodos-I_html_22372cc7-300x123.png" alt="" title="Organizações e métodos I_html_22372cc7" width="300" height="123" class="aligncenter size-medium wp-image-1969" /></a></p>
<p>Fonte de distribuição | Borneira de distribuição<br />
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/Organizações-e-métodos-I_html_m464d274.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/Organizações-e-métodos-I_html_m464d274-300x111.png" alt="" title="Organizações e métodos I_html_m464d274" width="300" height="111" class="aligncenter size-medium wp-image-1971" /></a></p>
<p>Maleta de Ferro &#8211; Externo | Maleta de Ferro &#8211; Interna<br />
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/Organizações-e-métodos-I_html_m67486aef.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/Organizações-e-métodos-I_html_m67486aef-300x119.png" alt="" title="Organizações e métodos I_html_m67486aef" width="300" height="119" class="aligncenter size-medium wp-image-1972" /></a></p>
<p>Gaveteiro Geral | Gaveteiro e Arquivos | Arquivo técnico<br />
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/Organizações-e-métodos-I_html_7738cd0c.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/Organizações-e-métodos-I_html_7738cd0c-300x104.png" alt="" title="Organizações e métodos I_html_7738cd0c" width="300" height="104" class="aligncenter size-medium wp-image-1968" /></a></p>
<p>Maleta do Multimetro | Prateleira de Ferro<br />
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/Organizações-e-métodos-I_html_m9f3841d.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/Organizações-e-métodos-I_html_m9f3841d-300x95.png" alt="" title="Organizações e métodos I_html_m9f3841d" width="300" height="95" class="aligncenter size-medium wp-image-1970" /></a></p>
<p>Cabo para ensaio de motores<br />
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/Organizações-e-métodos-I_html_2161fc16.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/Organizações-e-métodos-I_html_2161fc16-300x94.png" alt="" title="Organizações e métodos I_html_2161fc16" width="300" height="94" class="aligncenter size-medium wp-image-1967" /></a></p>
<p>Motores de testes<br />
<a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/Organizações-e-métodos-I_html_73fd5fe4.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2010/09/Organizações-e-métodos-I_html_73fd5fe4-300x132.png" alt="" title="Organizações e métodos I_html_73fd5fe4" width="300" height="132" class="aligncenter size-medium wp-image-1966" /></a></p>
<p>Espero que tenham gostado !</p>
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		<title>Uso da palavra Hacker</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/09/23/uso-da-palavra-hacker/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=uso-da-palavra-hacker</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Sep 2010 19:28:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[O uso da palavra Hacker para se referir ao violador de segurança é uma conclusão que vem por parte dos meios de comunicação de massa. Nós, hackers, nos recusamos a reconheçer este significado, e continuamos usando a palavra para indicar alguém que ama programar e que gosta de ser hábil e engenhoso. Richard Stallman]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p>O uso da palavra Hacker para se referir ao violador de segurança é uma conclusão que vem por parte dos meios de comunicação de massa.</p>
<p>Nós, hackers, nos recusamos a reconheçer este significado, e continuamos usando a palavra para indicar alguém que ama programar e que gosta de ser hábil e engenhoso.</p>
<p>Richard Stallman</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Paulo Stein 40963 &#8211; Deputado Estadual no Espírito Santo</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Sep 2010 12:12:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, Gostariam que conhecessem o Paulo Stein 40963 , candidato a Deputado Estadual pelo Espírito Santo. Realmente é um candidato que confio, ainda mais por ser uma pessoa próxima, dêem uma olhada no seu vídeo de campanha : Suas propostas de campanha são : TRABALHO CONTRA AS DROGAS Incentivo aos programas antidrogas em parceria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal, </p>
<p>Gostariam que conhecessem o <a href="http://www.votepaulostein40963.com.br/">Paulo Stein 40963</a> , candidato a Deputado Estadual pelo Espírito Santo.</p>
<p>Realmente é um candidato que confio, ainda mais por ser uma pessoa próxima, dêem uma olhada no seu vídeo de campanha :</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/tAHrYb6VxuM?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/tAHrYb6VxuM?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p>Suas propostas de campanha são :</p>
<p><strong>TRABALHO CONTRA AS DROGAS</strong></p>
<p>Incentivo aos programas antidrogas em parceria com a PM, como o PROERD;</p>
<p>Casas de Recuperação, principalmente cuidar das crianças vítimas de pais viciados.</p>
<p><strong>INCLUSÃO DIGITAL</strong></p>
<p>Propor projeto Cidade Digital para nossa região, interligando todas as comunidades e dando acesso à internet ao cidadão com custo baixo ou zero.</p>
<p>Incentivar cursos de tecnologia visando a empregabilidade do jovem (assessorar os convênios).</p>
<p><strong>AGRICULTURA</strong><br />
Fortalecer nossa região, que é de pequenos produtores, e é a maior produtora de ortifrutigrangeiros do estado;</p>
<p>Propor mudanças nas leis para que o pequeno produtor não seja penalizado por querer produzir.</p>
<p><strong>TURISMO</strong><br />
Incentivo ao turismo, agroturismo e fortalecimento dos circuitos de turismo;</p>
<p>Incentivar e intermediar a construção de um hotel na Sede, que comporte a demanda, com qualidade.</p>
<p><strong>COMÉRCIO</strong><br />
Adequação de compras governamentais segundo a lei de micro e pequenas empresas;</p>
<p>Implantação do E.I. empreendedor individual.</p>
<p>Lei de incentivo para empresas da “nova economia”: tecnologia, turismo, meio ambiente.</p>
<p><strong>ESPORTE</strong><br />
Incentivar a prática de esportes, ampliar a realização de campeonatos nacionais e participar do projeto criançacidadão.</p>
<p>E se você ainda quiser saber mais sobre este candidato, não deixe de acessar <a href="http://www.votepaulostein40963.com.br/sobre-paulo-stein/">http://www.votepaulostein40963.com.br/sobre-paulo-stein/</a></p>
<p>Obrigado à todos !</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Coisas da Política</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/09/10/coisas-da-politica/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=coisas-da-politica</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/09/10/coisas-da-politica/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 21:22:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[O Prefeito recebe a visita do pastor. Conversa vai conversa vem e inevitavelmente cada um inconscientemente começa com seu assunto de trabalho. Por mais que se esforçassem por ajustar sua linguagem e os assuntos, parecia não conseguir inteiramente. O prefeito começa falando dos problemas da municipalidade seus problemas administrativos e as dificuldades orçamentárias e tal. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Prefeito recebe a visita do pastor. Conversa vai conversa vem e inevitavelmente cada um inconscientemente começa com seu assunto de trabalho. Por mais que se esforçassem por ajustar sua linguagem e os assuntos, parecia não conseguir inteiramente. O prefeito começa falando dos problemas da municipalidade seus problemas administrativos e as dificuldades orçamentárias e tal. Não deixa também de mostrar os seus feitos, sempre potencializando-os, na tentativa de arranjar mais um correligionário político de boa influencia sempre pensando nos futuros votos.<br />
O reverendo por sua vez procurava com muito jeito arranjar uma brecha para entrar com sua pregação e sua proposta de conversão e afinal angariar mais alguns fieis naquele meio promissor.<br />
Em dado momento da conversa ele bastante animado com a oportunidade e com o andamento da conversa, que a essa altura já se transformara na pregação, disse para o prefeito: Excelência, o senhor não sabe como é o inferno. È semelhante a uma fornalha colossal&#8230; Rios caudalosos e perenes de água fervente&#8230;<br />
O prefeito arregalava os olhos de tal maneira que esses brilhavam como se refletissem a própria labareda.<br />
O pastor então se empolgava com os resultados cada vez melhores e para reforçar dramatizava: &#8230; Uma caldeira eternamente acesa por uma fonte inesgotável de energia&#8230;<br />
Já estava satisfeitíssimo com seu desempenho como pregador, quando a próxima frase que ouviu caiu como um dilúvio de água gelada sobre ele. O prefeito no auge de sua empolgação exclamou: que ótimo! Isso resolveria todos os nossos problemas energéticos. E mentalmente já elaborava um plano para enviar uma equipe de políticos do seu partido e aliados para fazerem uma visita e verificar o que seria necessário para adquirir aquela fabulosa tecnologia e colher os louros da vitória. Então bastante eufórico disse ao pastor: Ótimo reverendo! Onde fica isso e como se faz pra chegar lá?<br />
O pastor meio atrapalhado tentou desesperadamente realinhar seus argumentos buscando seus fundamentos na bíblia: Cômodo e espaçoso é o caminho e larga é porta que conduz ao inferno. Todos os maus a encontram com muita facilidade.<br />
Reverendo, o senhor tem ótimas idéias. Vou contratá-lo como acessor. Vou ligar agora mesmo para o secretário do partido e mandar trazer sua ficha de adesão, será pra nós uma excelente aquisição.<br />
A essa altura o pobre pastor já estava incomodado com tudo aquilo e sentia-se mesmo acuado. Tentava desesperadamente elaborar algum recurso para reverter aquela situação. Quem sabe se mudasse a retórica, inverter o cenário, substituir a fornalha eterna pela geleira eterna ou coisa assim. Talvez não adiante, pensava, a gente fala em castigo ele entende benefícios. O homem tem uma índole totalmente materialista, só pensa em energia, custos, lucros, aquisições convenientes, dividendos políticos&#8230; Tenho que acabar com essa conversa agora e me recolher para pensar melhor em outro jeito de convencê-lo. Então tentou a última cartada: Mas tem um detalhe excelência, é uma ida sem volta. Quem entrar por aquela porta jamais sairá de lá.<br />
Que maravilha, reverendo!<br />
Aí então o pastor explodiu: Que maravilha o senhor vê nisso?<br />
É simples reverendo. O senhor disse que só os maus conseguem chegar lá e não poderão voltar nunca mais. Na verdade seria bastante conveniente que não voltassem  Tudo que preciso é que me mandem o relatório completo de tudo e que fiquem por lá. Afinal nós os temos aos montes por aqui e ninguém sentirá sua falta. Sem falar que vai reduzir bastante as despesas.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O medo da perda é um caminho para o lado sombrio</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 12:16:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;O medo da perda é um caminho para o lado sombrio. Morte é uma parte natural da vida. Alegre-se por aqueles que ao seu redor na Força se transformam. Lamentar, jamais. Sentir falta, jamais. Laços emocionais levam ao ciúme. Na sombra da cobiça se transforma. Treinar a si próprio para se libertar de tudo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O medo da perda é um caminho para o lado sombrio.<br />
Morte é uma parte natural da vida.<br />
Alegre-se por aqueles que ao seu redor na Força se transformam.<br />
Lamentar, jamais. Sentir falta, jamais.<br />
Laços emocionais levam ao ciúme.<br />
Na sombra da cobiça se transforma.<br />
Treinar a si próprio para se libertar de tudo o que você tem medo de perder.&#8221;</p>
<p>Mestre Yoda.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>UFC 117 &#8211; Anderson Silva Fight</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/08/08/ufc-117-anderson-silva-fight/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ufc-117-anderson-silva-fight</link>
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		<pubDate>Sun, 08 Aug 2010 18:48:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
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		<title>Twitcam ao vivo</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Aug 2010 01:17:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
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		<title>jarsigner on Ubuntu 10.04</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 13:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[English]]></category>

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		<description><![CDATA[Hi all, This is a flash tip. To install jarsigner on Ubuntu 10.04, do : # aptitude install sun-java6-jdk And be happy !]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hi all, </p>
<p>This is a flash tip.</p>
<p>To install jarsigner on Ubuntu 10.04, do :</p>
<p># aptitude install sun-java6-jdk</p>
<p>And be happy !</p>
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		<title>Misturei Activia com &#8230;&#8230; e &#8230;..</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/06/26/misturei-activia-com-e/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=misturei-activia-com-e</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 00:35:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>

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		<description><![CDATA[Tirado de um e-mail que caiu em minha caixa de SPAM, esse mereceu ! Após alguém ter a criativa idéia de fazer a piada “Misturei Activia com Johnny Walker e agora tô cagando e andando” que de fato é genial, pipocaram piadinhas sobre “Misturei Activia com…”. Eis algumas pérolas… Misturei Activia com Sazón e caguei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tirado de um e-mail que caiu em minha caixa de SPAM, esse mereceu !</strong></p>
<p>Após alguém ter a criativa idéia de fazer a piada “Misturei Activia com Johnny Walker e agora tô cagando e andando” que de fato é genial, pipocaram piadinhas sobre “Misturei Activia com…”.</p>
<p>Eis algumas pérolas…<br />
Misturei Activia com Sazón e caguei com amor…<br />
Misturei Activia com a Tele-sena e tô cagando de hora em hora…<br />
Misturei Activia com a nova Skin e caguei um cocôzãoooo… (Cervejãoo… )<br />
Misturei Activia com a Oi e virei um cagador…<br />
Misturei Activia com Activia e não consegui chegar no banheiro!!!<br />
Misturei Activia com a Xuxa e to cagando Monange…<br />
Misturei Activia com Ricky Martin e CaGAY.<br />
Misturei Activia com Skol e caguei redondo…<br />
Misturei Activia com Silvio Santos… Tô cagando dinheiro…<br />
Misturei Activia com Jack Bauer e agora estou cagando 24h…<br />
Misturei Activia com Luan Santana e agora estou cagando meteoros.<br />
Misturei Activia com Maradona agora tô cagando em pó.<br />
Misturei Activia com Flamego x Corinthians. .. E roubaram meu intestino!<br />
Misturei Activia com Dollynho e fiz do cocô o meu amiguinho…<br />
Misturei Activa com Red Bull… Tô cagando e voando…<br />
Misturei Activia com a Tim e caguei sem fronteiras.. .<br />
Misturei Activia com o SAC e to demorando 3 horas pra cagar…<br />
Misturei Activia com Rubinho Barrichelo e nunca caguei.<br />
Misturei Activia com Viagra e caguei duro…<br />
Misturei Activia com Omo e descobri que se sujar faz bem.<br />
Misturei Activia com Michael Jackson: Tô cagando pra trás.<br />
Misturei Activia com Dunga e saiu a convocação pra copa.<br />
Misturei Activia com Cheetos e foi impossível cagar um só.<br />
Misturei Activia com Sandálias Ipanema e fiz cocô anatômico.<br />
Misturei Activia com Doril e meu cocô sumiu.<br />
Misturei Activia com o Itaú e caguei Feito para você.<br />
Misturei Activia com Mcdonald’s e meu cocô foi preso pela vigilância sanitária.<br />
Misturei Activia com o Prof. Pasquale e não caguei. Defequei.<br />
Misturei Activia com Corega e meu cocô grudou no intestino…<br />
Misturei Activia com Havaianas e agora meu cocô recusa imitações!<br />
Misturei Activia com a Dona Florinda e agora meu cocô não se mistura com essa gentalha.<br />
Misturei Activia com Vanessa da Mata e agora meu cocô é só isso, não tem mais jeito; Acabou, boa sorte.<br />
MISTUREI ACTIVA COM A DILMA E O BRASIL INTEIRO FICOU TODO CAGADO!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Comando de força série paralelo</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/06/26/comando-de-forca-serie-paralelo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=comando-de-forca-serie-paralelo</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Jun 2010 21:14:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[eletricida]]></category>

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		<description><![CDATA[- Circuito de força - Circuito de comando convencional - Circuito de comando por PLC – Diagrama Ladder - Circuito de comando por PLC – Diagrama de blocos lógicos No artigo anterior, atendendo pedidos apresentamos o fechamento de motores nas formas série e paralelo que permite funcionar com uma determinada tensão ou o dobro desta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- Circuito de força</p>
<p>- Circuito de comando convencional</p>
<p>- Circuito de comando por PLC – Diagrama Ladder</p>
<p>- Circuito de comando por PLC – Diagrama de blocos lógicos</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/06/25/motor-de-9-pontas/">No artigo anterior</a>, atendendo pedidos apresentamos o fechamento de motores nas formas série e paralelo que permite funcionar com uma determinada tensão ou o dobro desta conforme o fechamento que for feito. Informamos que para isso é necessário um motor de no mínimo 9 pontas.</p>
<p>Agreguemos agora um maior valor prático, apresentando um circuito de comando de força que permite partir com a tensão menor e depois comutar para a tensão nominal das bobinas. O desenho a seguir mostra o circuito de força:</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2010/06/COMANDO-DE-FORÇA-SÉRIE-PARALELO_html_7ccc64a0.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2010/06/COMANDO-DE-FORÇA-SÉRIE-PARALELO_html_7ccc64a0-300x246.png" alt="" title="COMANDO DE FORÇA SÉRIE PARALELO_html_7ccc64a0" width="300" height="246" class="aligncenter size-medium wp-image-1928" /></a></p>
<p>Aqui se observa a presença de dois reles térmicos, o que se explica porque em cada tipo de ligação há uma corrente característica e bem diferente uma da outra. Quando funciona com dupla estrela cada um térmico protege um grupo de bobinas.</p>
<p>Aqui falamos de tempo. Esse tempo é determinado pelo tempo de aceleração do motor e para contá-lo há um relé temporizado no circuito de comando que executa a seqüência de ligação e desligamentos dos contatores, mencionadas no quadro da figura acima.  </p>
<p>F1, F2, e F3 são os fusíveis do circuito de força. K1,K2,K3 e K4 são os contatores que alimentam e/ou fazem os fechamentos necessários.</p>
<p>Os relés térmicos possuem os bornes de força por onde circula a corrente do motor e também os de comando que comutam quando a corrente escolhida foi atingida. </p>
<p>O circuito de comando na forma convencional utiliza os próprios contatos auxiliares dos contatores para fazer a lógica de programa. Por isso não foi necessário nenhum outro componente além do relé temporizado. </p>
<p>Ver figura abaixo:</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2010/06/COMANDO-DE-FORÇA-SÉRIE-PARALELO_html_45c907f9.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2010/06/COMANDO-DE-FORÇA-SÉRIE-PARALELO_html_45c907f9-300x214.png" alt="" title="COMANDO DE FORÇA SÉRIE PARALELO_html_45c907f9" width="300" height="214" class="aligncenter size-medium wp-image-1929" /></a></p>
<p>Aqui esse KT1 é o relé temporizado. FT1 e FT2 são os contatos de comando dos relés térmicos, dos quais foram utilizados os contatos fechados. </p>
<p>Liga e desliga são botões de comando para essa finalidade. SH1 é uma lâmpada de sinalização que indica o final do processo de partida. </p>
<p>Aquele retângulo acima sem marcação é o fusível de comando.</p>
<p>Observem a seqüência: </p>
<p>Estando o fusível de comando em perfeito estado e os contatos de comando dos reles térmicos fechados, indicando que não desarmaram e o botão desliga em perfeito estado, contato fechado, o circuito está apto a iniciar seu processo de partida. </p>
<p>Assim, ao apertar momentaneamente o botão liga, o contator K4 é ligado através do contato fechado do relé temporizado e do contato fechado do contator K2 que por enquanto ainda não ligou. </p>
<p>Quando K4 ligou, imediatamente ele abre um contato fechado auxiliar impedindo a ligação de K3 e K2 e fecha outro contato auxiliar fazendo o contator K1 ligar e também o relé temporizado através do contato fechado de K2. </p>
<p>Quando K1 ligou, ele fecha dois contatos auxiliares: um provê a auto alimentação depois que o botão liga for liberado e abrir seu contato. O outro  mantém K1 ligado quando K4 desligar. </p>
<p>Quando o relé temporizado concluir sua contagem de tempo o seu contato comuta, fazendo K4 desligar. </p>
<p>Quando K4 desliga, o contato normalmente fechado que estava aberto volta a fechar permitindo a ligação do contator K3. </p>
<p>Quando K3 ligou, seu contato auxiliar liga o contator K2 que o mantém ligado juntamente com K3 e a lâmpada de sinalização, pois ele também desligará o temporizado fazendo seu contato voltar a posição inicial. </p>
<p>Esses circuitos são os sugeridos no manual “Chaves de partida”. </p>
<p>Vários fabricantes de componentes elétricos possuem manuais de treinamento de cursos que administram para as empresas. </p>
<p>Peguei um que tinha em mãos no momento.</p>
<p>Agora vamos agregar um pouco mais de valor. </p>
<p>Vamos utilizar o mesmo exemplo, porem, construindo a lógica de comando da forma como os PLCs utilizam. </p>
<p>Existem duas possibilidades: </p>
<p>O diagrama Ladder(escada), aquele que parece com circuito de comando na norma NEMA, e o diagrama de blocos lógicos. </p>
<p>Essa parte eu tive que desenvolver e o fiz baseado num equipamento que tinha em mãos. </p>
<p>Usei o programa de um micro controlador ou um micro PLC modular. </p>
<p>Nesse caso o circuito ficou um pouco mais extenso porque o programa admite no máximo três entradas e uma saída por linha. </p>
<p>Assim quando temos mais de três entradas na mesma linha, temos que recorrer a uma saída interna intermediária e associá-la com as entradas restantes. </p>
<p>O mesmo acontece com os blocos lógicos que só admitem no máximo 3 entradas. Ver o desenho:</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2010/06/COMANDO-DE-FORÇA-SÉRIE-PARALELO_html_5e1bd0d6.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2010/06/COMANDO-DE-FORÇA-SÉRIE-PARALELO_html_5e1bd0d6-300x216.png" alt="" title="COMANDO DE FORÇA SÉRIE PARALELO_html_5e1bd0d6" width="300" height="216" class="aligncenter size-medium wp-image-1930" /></a></p>
<p>Aqui as entradas físicas, contatos de comando dos reles térmicos e dos botões liga e desliga são representados por I01, I02 e I03. </p>
<p>Como são dois térmicos, arbitrei que seriam ligados em série externamente e então conectados à entrada I01. Q1,Q2,Q3 e Q4 são respectivamente as saídas externas onde serão ligadas as bobinas dos contatores K1,K2,K3 e K4. T01 é o temporizado KT1 e Y01,Y02 e Y03 são saídas internas.</p>
<p>A vantagem desses micro controladores é que se pode simular o funcionamento. </p>
<p>Isso é ótimo, pois no computador assim como no papel não fecha curto, não queima, não da tiro nem nada, é como um jogo, se acerta tudo bem é só partir para a montagem física, caso contrário a gente tem a oportunidade de acertar até que funcione.</p>
<p>Como se observa, fisicamente só precisou das entradas (chaves, botões, etc) e as saídas onde são conectados aquilo que será ligado ( contatores, solenóides, etc). </p>
<p>Todos os contatos de reles e contatores adicionais que os circuitos possuem só servem mesmo para executar seqüências lógicas, ou seja, fazer a lógica de programa. </p>
<p>Isso é uma tarefa ótima para ser executado por um computador cujo serviço é exatamente esse: executar instruções de programa. </p>
<p>Aí surgiram os PLCs ou CLPs ou controladores lógicos programáveis que na verdade são computadores dedicados a esse tipo de serviço. </p>
<p>Um dos diagramas simbólicos mais conhecidos são os diagramas Ladder, ótimo para adaptar aos que já trabalhavam com circuitos elétricos dessa forma. </p>
<p>Vale dizer então que as barras paralelas que simbolizam os contatos abertos ou essas intercaladas por um traço oblíquo que representam contatos fechados, na verdade não o são. </p>
<p>São apenas símbolos chamados examine ON e examine OFF respectivamente. </p>
<p>Cada um deles na verdade é um bit de uma palavra digital formada pelo conjunto de entradas ou as internas. </p>
<p>Se além das entradas e saídas tudo então não passa de instruções lógicas então podemos utilizar um diagrama de blocos lógicos para realizar a representação dessa mesma seqüência de comando. Ver o desenho:</p>
<p><a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2010/06/COMANDO-DE-FORÇA-SÉRIE-PARALELO_html_m374bc270.png"><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2010/06/COMANDO-DE-FORÇA-SÉRIE-PARALELO_html_m374bc270-300x187.png" alt="" title="COMANDO DE FORÇA SÉRIE PARALELO_html_m374bc270" width="300" height="187" class="aligncenter size-medium wp-image-1931" /></a></p>
<p>Somos totalmente livres quanto a forma de conceber o circuito de comando, elaborar um diagrama Ladder ou arrumar os blocos lógicos, desde que executem a mesma função que seja necessária e é claro, no final das contas funcione bem na simulação e depois quando for montado tudo fisicamente. </p>
<p>Da mesma forma somos livres para escolher o fabricante e produto que nos seja conveniente. </p>
<p>Existe muita coisa no mercado: desde aqueles PLCs grandões para atender subestações inteiras até os modulares com até 60 entradas e saídas e até os pequeninos como esse usado aqui de seis entradas e quatro saídas. </p>
<p>Outra vantagem desses pequeninos é que a programação também pode ser feita diretamente no frontal dele com as teclas que possui alem de serem fixados em trilho no painel como os relés comuns. </p>
<p>Os grandes admitem muito mais entradas por linha de programa o que torna os circuitos menos extensos. </p>
<p>Os circuitos lógicos aqui representados em blocos com três entradas e uma saída, também são representados de outras formas, como aparecem nos data sheets dos fabricantes de chips eletrônicos contendo esses circuitos, que quem quiser pode montar usando esse mesmo programa para interligá-los. </p>
<p>Olha gente, esse assunto de lógica é coisa antiga mesmo. </p>
<p>Nasceu como filosofia na Grécia antiga, passou pela matemática, eletrônica e agora já está no mundo dos computadores. </p>
<p>Mas isso é assunto para outra oportunidade.</p>
<p>robertovasco@hotmail.com</p>
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