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	<title>Gustavo Roberto &#187; Linux</title>
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		<title>Ghost for Linux &#8211; Automatizando o Restore</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Dec 2010 13:50:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[shell script]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, Acho que o meu maior desafio ao usar o Ghost for Linux, era fazer um restore automático das imagens. Tive um certo trabalho até descobrir onde estavam as linhas que eu precisava mecher, para que pudesse posteriormente, fazer um restore automático de imagens. Este artigo vai abranger uma forma fácil, porém menos ideal, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal, </p>
<p>Acho que o meu maior desafio ao usar o Ghost for Linux, era fazer um restore automático das imagens. Tive um certo trabalho até descobrir onde estavam as linhas que eu precisava mecher, para que pudesse posteriormente, fazer um restore automático de imagens.</p>
<p>Este artigo vai abranger uma forma fácil, porém menos ideal, de se executar um restore.</p>
<p>Porquê menos ideal ? Simples, porque ela consome mais recursos. </p>
<p>Mas vamos ao que interessa.</p>
<p>1) Dentro da pasta já criada, do g4l, <a href="http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/12/12/ghost-for-linux-preparando-um-servidor-de-pxe/">comentada no artigo anterior</a>, localize o ramdisk.gz</p>
<p>2) Descompacte-o </p>
<blockquote><p># gzip -d ramdisk.gz</p></blockquote>
<p>3) Dentro da raiz do g4l, procure por .bash_profile e insira o seguinte script :</p>
<blockquote><p>
sh ifcheck2.sh &#038;&#038; clear<br />
echo &#8220;Comecando o Restore&#8221;<br />
ncftpget -u user -p password -c -V -d /tmp/out 192.168.0.1 &#8220;img/minha_imagem.lzop&#8221; 2>>/tmp/ncftpstat | lzop -d -c -| dd bs=1M of=/dev/sda 2>/dev/null </p></blockquote>
<p>4) Salve o arquivo e compacte o ramdisk com o comando ( Ele vai virar ramdisk.gz novamente):</p>
<blockquote><p># gzip ramdisk</p></blockquote>
<p>5) Depois desse script, basta deixar a máquina bootar via rede, que ela começará o restore sozinha.</p>
<p>Lembrando que essa não é a solução ideal.</p>
<p>No próximo artigo tratarei do restore via multicast.</p>
<p>Abraços e espero que tenham gostado.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Rotacionando vídeo no Linux</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/04/17/rotacionando-video-no-linux/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rotacionando-video-no-linux</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/04/17/rotacionando-video-no-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Apr 2010 14:52:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Open Source]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal, Essa é apenas uma dica rápida. Bem, ontem precisei de virar um vídeo .AVI, devido o mesmo ter sido filmado de lado. A filmagem das pessoas estava virada para o lado esquerdo, e também tive outro problema, que aproveitei para corrigir, o baixo volume. Para correção usei o mencoder. Veja como proceder : [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal,</p>
<p>Essa é apenas uma dica rápida.</p>
<p>Bem, ontem precisei de virar um vídeo .AVI, devido o mesmo ter sido filmado de lado. A filmagem das pessoas estava virada para o lado esquerdo, e também tive outro problema, que aproveitei para corrigir, o baixo volume.</p>
<p>Para correção usei o mencoder.</p>
<p>Veja como proceder :</p>
<p>mencoder BKP.AVI -vf rotate=1 -oac pcm -af volume=30 -ovc lavc -o BKP_VIRADO2.AVI</p>
<p>Onde:<br />
BKP.AVI é o arquivo que estava virado<br />
BKP_VIRADO2.AVI é o arquivo de saída, ou seja o arquivo que foi corrigido<br />
rotate=1 é igual a girar 90º<br />
volume=30 é subir um pouco o volume, você pode ir testando os valores que melhores se adequam as suas filmagens.</p>
<p>Bem, com isso sua filmagem deverá estar virada, e seu volume corrigido.</p>
<p>O Linux sempre salva <img src='http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Abraços e espero que tenham gostado.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mudar ordem do sistema operacional grub2</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/02/23/mudar-ordem-do-sistema-operacional-grub2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=mudar-ordem-do-sistema-operacional-grub2</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2010/02/23/mudar-ordem-do-sistema-operacional-grub2/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 11:34:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal Essa é uma dica rápida. Se você está precisando trocar a ordem de seus sistema operacional no Grub2 e não tem muita experiência com o Grub2, recomendo a vocês o StartupManager, para baixá-lo basta proceder da seguinte forma no Ubuntu # aptitude install startupmanager Depois de instalado, vá para seu ambiente gráfico, abra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal</p>
<p>Essa é uma dica rápida.</p>
<p>Se você está precisando trocar a ordem de seus sistema operacional no Grub2 e não tem muita experiência com o Grub2, recomendo a vocês o StartupManager, para baixá-lo basta proceder da seguinte forma no Ubuntu</p>
<p># aptitude install startupmanager</p>
<p>Depois de instalado, vá para seu ambiente gráfico, abra um terminal, e como root digite :</p>
<p># sudo startupmanager</p>
<p>ou </p>
<p># startupmanager</p>
<p>Uma tela vai se abrir, escolha o sistema operacional que você deseja colocar em primeiro e feche a tela. No próximo boot a ordem já deverá ter mudado.</p>
<p>Espero que tenham gostado.</p>
<p>Abraços !</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Fobologia</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2009/06/08/fobologia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=fobologia</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 13:32:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos anos percebi que desenvolvi mais uma de minhas fobias. A primeira vista parece uma inquietação inútil, mas se examinada no contexto histórico da humanidade faz sentido. Meu temor é que num futuro não muito distante ficaremos sem referencias de muitas coisas que foram pesquisadas, escritas, experimentadas ou desenvolvidas por nós por falta de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos percebi que desenvolvi mais uma de minhas fobias. A primeira vista parece uma inquietação inútil, mas se examinada no contexto histórico da humanidade faz sentido. Meu temor é que num futuro não muito distante ficaremos sem referencias de muitas coisas que foram pesquisadas, escritas, experimentadas ou desenvolvidas por nós por falta de meios seguros de armazenagem que nos permitam recuperar depois. </p>
<p>Essa cultura tecnológica volátil que desenvolvemos ao longo dos últimos anos, essa idéia de marketing de tramar contra o próprio produto tornando-o obsoleto antes que o concorrente o faça, também se refletiu no ramo do conhecimento, a ponto de achar que daqui a alguns anos não serve mais pra nada, que nunca mais ninguém vai usar, que ninguém precisará mais saber nem nunca mais vai pesquisar a respeito.</p>
<p>Primeiro vieram os cartões e fitas perfuradas, cujos dispositivos reprodutores são hoje peças de museu. </p>
<p>Depois vieram aqueles discos enormes e outros tantos, até o último que cheguei a possuir: o diskete de 5 ¼ , que há muito saiu do mercado juntamente com seu drive de reprodução. Hoje ainda temos o de 3 ½ cujos drives de gravação e leitura ainda são encontrados, no entanto os novos PCs não o possuem mais.. Depois vieram os cards, CDs, pen drives e outros que a cada dia são desenvolvidos tornando os meios já existentes obsoletos o que provavelmente os fará desaparecer do mercado. Assim corremos o risco de no futuro ficar com um volume imenso de informações sem ter como recupera-las.</p>
<p>Confesso que senti um certo desconforto na última vez que joguei uma enorme quantidade de papeis fora, porque os tinha em disquetes, CDs e no PC. alem disso, estavam em péssimo estado de conservação, por estarem contaminados com muitas impurezas e pragas. </p>
<p>A História da humanidade mostra muitos acontecimentos que evidenciam a guarda de muitos objetos, documentos e livros, muitos em forma de rolos de papiros que graças a guarda em meios seguros e condições ambientais favoráveis conseguiram chegar até nós. Pena que uma enormidade foi destruída por razões diversas.</p>
<p>As referencias históricas mais antigas chegaram até nós porque foram gravadas em pedras, tijolos de vários materiais, principalmente de barro e outras peças de cerâmica e metais. Outros meios menos resistentes como os papiros e pergaminhos foram conservados graças a tratamentos com produtos químicos conhecidos na época dos egípcios ou acondicionados em talhas de pedra ou cerâmica em locais cujo clima era de baixa umidade relativa do ar, alem de terem sido guardados em locais seguros, geralmente soterrados.</p>
<p>Certamente a maior referencia histórica conhecida até hoje, foi a biblioteca de Alexandria. Essa foi sem dúvida o maior monumento cultural da humanidade. Alem de comportar uma enorme quantidade de livros, foi o que chamamos hoje de uma universidade, onde estiveram reunidos em várias épocas os maiores sábios, de vários ramos da ciência, como Euclides, Eratostenes e muitos outros que contribuíram sobremaneira para os conhecimentos da humanidade. Consta ter sido destruída por incêndios propositais ou acidentais durante várias épocas da história. No Wikipedia encontrei um resumo interessante sobre sua história. Quem quiser pode consultar, entre outras fontes.</p>
<p>Alem disso muitos monumentos como palácios e templos muito antigos, como foram as pirâmides, os palácios e templos de Nínive, Babilônia, os de Salomão , mosteiros medievais e muitos outros que ainda hoje existem seja em forma de bibliotecas, museus, etc.Existem atualmente outros meios mais sofisticados.</p>
<p>Curiosas são as causas que levam a guarda ou a destruição das informações. Sempre se observa que estão permeadas das paixões humanas, se entendidos de uma forma mais holística, como a fé, o respeito aos preceitos religiosos, a preocupação com a posteridade, todos as motivações ideológicas de uma maneira geral. Alem disso muitos sentimentos negativos como a vingança, a ganância, a ignorância a soberba a subjugação do próprio semelhante, a inveja, a intriga, a mentira e muitos outros, como relata abundantemente a história.</p>
<p>Muitos guardaram em seus templos por motivos religiosos vários documentos onde alem de citar cerimônias litúrgicas, tinham preceitos de ética, saúde, convívio social, como é o caso das antigas escrituras que deram origem ao Pentateuco e que aparecem até hoje na bíblia atual. Isso era ao mesmo tempo uma motivação religiosa e civil devido ao sistema teocrático adotado na antiguidade. </p>
<p>Muitos conquistadores, movidos pela ganância inicialmente se apossaram dos objetos de valor em ouro e pedrarias alem de utensílios. Após a pilhagem, decepcionados por constatarem que os maiores tesouros guardados eram escritos em papiros e pergaminhos, destruíam sem ter noção que realmente eram uma preciosidade sem preço, por serem um patrimônio da humanidade.</p>
<p>Na Europa, o pouco que sobrou dos tempos antigos depois do esfacelamento do império romano foi guardada nos mosteiros medievais e ali muitos estudos foram desenvolvidos e muitos livros foram pacientemente confeccionados em manuscritos. Mais tarde somou-se a um acervo inseridos pelos árabes que se instalaram na Europa que continha muito da cultura grega antiga e muitos conhecimentos oriundos de várias partes do mundo como Atenas, Constantinopla e Alexandria e outras, que desembocou no renascimento. Esse foi um sentimento preservacionista da cultura e uma reverencia a posteridade. Mas isso foi seguido de um verdadeiro massacre cultural, quando a inquisição ordenou a queima de muitos livros e instrumentos de pesquisa, bem como o de seus autores. Ficou patente aí a ganância, o egoísmo ideológico, a conquista da hegemonia e todo o sentimento de dominação. No meio de tantas intrigas, delações, ignomínias e infâmias de todo tipo, muita coisa da história da humanidade se perdeu. Outras só chegaram até nós porque foram devidamente ocultas. </p>
<p>Mas esses vandalismos culturais de uns e o sentimento de favorecimento a posteridade de outros não são delitos característicos da antiguidade, na verdade são inerentes a pessoa humana. Em épocas mais recentes, já no século XX aconteceu na reforma cultural da china, na época de Mão Tse Tung e na segunda grande guerra promovida por Hitler, onde muitos livros foram queimados e até hoje anda acontecendo em menor ou maior grau. Isso não acontece só com os ditadores e invasores. Cada um de nós tem sempre uma parcela de culpa devido a má orientação nos processos educacionais e pelo tipo de cultura veloz, volátil e maquinal que se espalha hoje.</p>
<p>Recentemente numa empresa de grande porte onde trabalhei, na época da implantação do sistema de qualidade total, alem de muitas coisas inquestionavelmente úteis apareceu uma filosofia japonesa intitulada lá como 5S, baseado em cinco princípios fundamentais e suas conseqüentes extensões. O primeiro desses, chamado Seiri, que pode entre outras traduções ser interpretado como descarte, foi largamente difundido e deu-se muita ênfase ao jogar fora, geralmente expresso em quilos ou até toneladas de ferrabulhos e vários outros materiais imprestáveis, dentre eles, papeis. Por esse princípio, tudo que já estivesse informatizado, fosse velho, obsoleto ou estar em desuso há uns cinco anos deveria ser descartado. Isso pode ser ótimo, mas se mal interpretado e mal orientado pode levar a atos que chegam as raias do vandalismo. Muita gente jogou fora anotações de pesquisas e trabalhos que serviriam para referencias futuras e ainda não haviam sido digitados só porque estavam guardados e meio empoeirados e porque não sabiam a importância do seu conteúdo. Era a memória da empresa indo para o lixo. Consegui salvar bem pouco das coisas que consegui presenciar depois de fazer uma criteriosa triagem. Até bem pouco tempo atrás, mesmo alguns anos depois de ter saído eu ainda tinha, até que deu praga de traças,  ácaros e baratas e eu fui obrigado a me desfazer. </p>
<p>Alguns poucos eu digitalizei.</p>
<p><strong>Agora já estou preocupado em não poder usar essa informação mais tarde, a menos que eu fique vigilante e acompanhe a evolução e passe para outros meios de armazenamento que forem surgindo.</strong></p>
<p>Eu tenho consciência que esse material e muitos outros que andam por aí são uma quantidade ínfima, um grão de areia no universo e que a minha expectativa de vida útil e lúcida não é muito grande e que provavelmente isso não servirá mais pra nada. Mas não é a mim que me refiro nem especificamente a esses materiais, mas a índole do ser humano atual a respeito da documentação.</p>
<p>Acho que isso vale como um sinal de alerta. Se não for muito exagero de minha parte, vislumbro um apocalipse tecnológico, num futuro não muito distante. Hoje o computador tem tudo, é o grande guardião de todas as informações, comanda a navegação marítima, aérea, espacial, a industria o comercio, a bolsa de valores as instituições de ensino, governamentais e tudo mais que se pensar. Qualquer pane ou apagão por tempo maior do que o esperado é um caos. </p>
<p>Essa dependência exagerada está tornando a humanidade refém de sua própria criação. Isso é preocupante se considerarmos a maneira como estamos tratando o meio ambiente, o que nos expõe cada dia mais a ocorrências catastróficas.</p>
<p><strong>É a minha mais recente fobia.</strong></p>
<p>Roberto Vasco</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Servidor Asterisk e Nokia E71</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2009/03/08/servidor-asterisk-e-nokia-e71/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=servidor-asterisk-e-nokia-e71</link>
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		<pubDate>Sun, 08 Mar 2009 20:07:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[E71]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Open Source]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia Móvel]]></category>
		<category><![CDATA[Asterisk]]></category>
		<category><![CDATA[nokia e71]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, Eu adquiri recentemente um celular Nokia E71, o telefone realmente é sensacional. Esse celular tem uma série de recursos interessantes, dentre eles, a possibilidade de originar ligações VoIP, e o que é melhor, com um cliente nativo do próprio telefone. Para testar tal recurso eu utilizei o Disc-OS, que é uma solução fantástica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal,</p>
<p>Eu adquiri recentemente um celular <a href="http://www.nokia.com.br/produtos/celulares/nokia-e71/especificacoes-tecnicas">Nokia E71</a>, o telefone realmente é sensacional.</p>
<p>Esse celular tem uma série de recursos interessantes, dentre eles, a possibilidade de originar ligações <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Voz_sobre_IP">VoIP</a>, e o que é melhor, com um cliente nativo do próprio telefone.</p>
<p>Para testar tal recurso eu utilizei o <a href="http://www.disc-os.org/">Disc-OS</a>, que é uma solução fantástica desenvolvida por Brasileiros, usando os recursos de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_livre">Softwares Livres</a>, como o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Asterisk">Asterisk</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Servidor_Apache">Apache</a>, dentre outros.</p>
<p>O que me estimulou a escrever esse artigo, foi a falta de uma documentação clara, de como se fazer o Nokia E71 funcionar usando algum servidor SIP*. Muitos documentos escritos em Inglês são cópias de cópias ou seja, na grande maioria, todos dizem as mesmas coisas.</p>
<p>Mas bem, vamos ao que interessa :</p>
<p>Para podermos configurar o telefone Nokia E71, para funcionar com o servidor Asterisk, precisamos fazer o seguinte caminho :</p>
<p><strong>Menu > Ferramentas > Configs. > Conexão > Configuraçs. SIP<br />
</strong></p>
<p>Se você já não tiver um perfil, crie um.</p>
<p>Eu coloquei o nome do meu de Asterisk, só para identificar, mas pode ser qualquer coisa, Perfil mesmo, Casa, E71, ou qualquer coisa que te der na telha.</p>
<p>Então vamos lá :</p>
<p><strong>Nome do perfil :</strong> Asterisk<br />
<strong>Perfil de serviço :</strong> IETF<br />
<strong>Ponto de acesso padrão :</strong> ( Aqui você vai definir a sua rede Wifi, ZAP, WAP ou seja aquela que você está utilizando para conectar-se ao Asterisk, no meu caso foi a Rede Wifi interna aqui de casa ).<br />
No meu caso eu criei um usuário 2222 no Disc-OS, que tem o IP 192.168.0.192 , então a configuração ficou assim :<br />
<strong>Nome públ. usuário :</strong> sip:2222@192.168.0.192<br />
<strong>Usar compressão :</strong> Não<br />
<strong>Registo :</strong> Sempre ativado<br />
<strong>Usar segurança :</strong> Não</p>
<p>Aqui um detalhe, independente de você ter ou não um servidor proxy coloque o maldito servidor proxy, sem ele não vai funcionar, eu apanhei muito para chegar até aqui.</p>
<p><strong>Endereço serv. proxy :</strong> sip:192.168.0.192<br />
<strong>Domínio :</strong> asterisk ( Essa foi a pior parte de todas, SEMPRE o Disc-OS define o domínio como asterisk, isso aqui é colocar e funcionar )<br />
<strong>Nome de usuário :</strong> 2222<br />
<strong>Senha :</strong> 2222<br />
<strong>Permitir rot. livre :</strong> Sim<br />
<strong>Tipo de transporte :</strong> UDP<br />
<strong>Porta :</strong> 5060</p>
<p><strong>Ender. serv. reg. :</strong> sip:2222@192.168.0.192<br />
<strong>Domínio :</strong> asterisk ( Use asterisk mesmo )<br />
<strong>Nome de usuário :</strong> 2222<br />
<strong>Senha :</strong> 2222<br />
<strong>Tipo de Transporte:</strong> UDP<br />
<strong>Porta :</strong> 5060</p>
<p>Depois faça <strong>Voltar</strong>, e <strong>Voltar</strong> novamente.</p>
<p>Agora na parte de <strong>Conexão</strong>, vá para : <strong>Tel. Internet</strong></p>
<p>E cadastre dessa forma :</p>
<p><strong>Nome :</strong> Padrão<br />
<strong>Perfis SIP :</strong> Asterisk</p>
<p>Com isso, quando você voltar em Configurs. SIP você verá :</p>
<p><u>Asterisk</u><br />
Registrado</p>
<p>Bem, com isso você poderá usufruir deste maravilhoso recurso do seu telefone.</p>
<p>( SIP, que significa em inglês Session Initiation Protocol (Protocolo de Inicialização de Sessão), é um protocolo de sinalização de telefonia IP usado para estabelecer, modificar e finalizar chamadas telefônicas VoIP. O SIP foi desenvolvido pela IETF e publicado como RFC 3261 )</p>
<p>Abraços, espero que tenham gostado.</p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>23</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Alô Elétrica, O Moinho não desliga</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2009/01/03/alo-eletrica-o-moinho-nao-desliga/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=alo-eletrica-o-moinho-nao-desliga</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2009/01/03/alo-eletrica-o-moinho-nao-desliga/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 03 Jan 2009 22:57:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa era uma típica chamada da Sala de controle de produção, onde falava o nome da manutenção que queria solicitar e a descrição sucinta da ocorrência. O moinho era um equipamento grande que pesava cerca de 250 toneladas, sem carga. Para que funcionasse, exigia uma boa quantidade de equipamentos auxiliares. O conjunto então era assim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa era uma típica chamada da Sala de controle de produção, onde falava o nome da manutenção que queria solicitar e a descrição sucinta da ocorrência.</p>
<p>O moinho era um equipamento grande que pesava cerca de 250 toneladas, sem carga. Para que funcionasse, exigia uma boa quantidade de equipamentos auxiliares. O conjunto então era assim formado:</p>
<p>Dois motores de acionamento principal de 1500 KW,4160 Volts, cada um; dois motores auxiliares de aprox.50KW e 440 volts, cada, 2 reostatos de partida, 2 dispositivos de curto-circuito e levantamento de escovas, 2 bombas de óleo para as redutoras, 1 sistema de levantamento hidráulico, 1 sistema de lubrificação dos mancais dos motores e uma grande quantidade de sensores de temperatura, pressão, fluxo, etc.</p>
<p>É claro que com essa quantidade de equipamentos e sensores, o circuito elétrico de comando era muito grande, ocupando vários armários, porque naquela época ainda não havia PLC e a lógica de comando era feita toda com relés. </p>
<p>Mas de tanto trabalhar em pesquisa de defeitos, etc, a gente acabava decorando muita coisa, o que facilitava enormemente. </p>
<p>Mesmo assim, os diagramas de circuito ou “desenhos”, conforme eram conhecidos, eram imprescindíveis. Os reles eram grandes e isso possibilitava que ao olhar a certa distância  era possível identificar se ele estava energizado ou não.</p>
<p>Uma noite daquelas a sala de controle nos chamou pelo interfone: “ELÉTRICA; O MOINHO NÃO DESLIGA”. Instintivamente fomos até a subestação onde ficavam os circuitos correspondentes, que a essa altura já haviam sido religados, a nosso pedido. </p>
<p>Chegando lá de frente para o painel de comando, solicitamos o desligamento para observar o que ocorria. Aí foi possível observar todos os reles de comando, finais de sequência desligando. Ótimo, desligou normal, pensamos. </p>
<p>Subimos um lance de escada pensando em retornar a sala da manutenção, passando antes pelo local onde fica o moinho. Ao avistá-lo, tivemos a grande surpresa: o moinho estava rodando a uma velocidade bem abaixo da normal. A conclusão era fácil: O comando foi desligado, o sistema de curto-circuito dos anéis saiu e as escovas arriaram sobre os anéis, o reostato voltou para a posição de arranque (toda a resistência inserida no circuito rotórico), mas o disjuntor não desligou a alimentação dos motores principais. A reação seguinte foi rápida: pedimos aos operadores mantivesse ligado todo o sistema, principalmente o de levantamento hidráulico e lubrificação das redutoras e dos mancais dos motores, que eram do tipo casquilhos banhados em óleo.</p>
<p> Tudo isso para não haver nenhum dano ao sistema mecânico. </p>
<p>Depois então de verificar que tudo estava funcionando, fomos a subestação onde ficava o disjuntor que alimentava os dois motores principais. Ao chegar lá, constatamos um cheiro de queimado dento do cubículo do disjuntor e a chave de comando desarmada, indicando que a bobina de abertura do disjuntor havia queimado. Então tentamos desarmar o disjuntor mecanicamente, mas não funcionou pois o sistema estava travado. Aí então não restava nenhuma outra alternativa: tínhamos que retirar o disjuntor “fechado” de dentro do cubículo, substituí-lo e mandá-lo para reparo. Mas isso não era assim tão simples, pois se alguém tentar fazer isso acontecerá um desastre, explodindo esse painel e provavelmente toda a subestação em sequência. </p>
<p>Assim antes disso uma providência era obrigatória: Desligar o transformador alimentador e com isso parar tudo, interrompendo a produção. Normalmente isso seria feito de uma forma programada e levaria algumas horas, mas por se tratar de uma emergência somente comunicamos a sala de controle e logo fizemos o desligamento.</p>
<p>A seguir a tentativa de retirar o disjuntor também não foi tão fácil: tivemos que desmontar parte da estrutura lateral do painel o que atrasou um pouco, mas finalmente conseguimos. Aí então religamos o transformador, arranjamos um disjuntor reserva para os motores dos moinhos e liberamos para a operação dar partida em todo o sistema.</p>
<p>Abaixo o diagrama unifilar simplificado do circuito principal.</p>
<p><img src="http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-content/uploads/2009/01/moinho_nao_desliga-300x174.jpg" alt="moinho_nao_desliga" title="moinho_nao_desliga" width="300" height="174" class="aligncenter size-medium wp-image-910" /></p>
<p>Roberto Vasco robertovasco@hotmail.com</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Remover arquivo que começa com &#8211; (menos ), em Shell Script.</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2007/07/18/remover-arquivo-que-comeca-com-menos-em-shell-script/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=remover-arquivo-que-comeca-com-menos-em-shell-script</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Jul 2007 11:34:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, Muitas pessoas perguntam como podem remover arquivos começados com &#8211; ( menos )  de uma forma mais elegante, em shell script. Bem, é muito simples basta, antes do comando você colocar dois sinais de menos, mas como ? Vejamos um exemplo : # rm &#8212; -teste Agora, tente criar um arquivo que começa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal,</p>
<p>Muitas pessoas perguntam como podem remover arquivos começados com &#8211; ( menos )  de uma forma mais elegante, em shell script.</p>
<p>Bem, é muito simples basta, antes do comando você colocar dois sinais de menos, mas como ? Vejamos um exemplo :</p>
<p># rm &#8212; -teste</p>
<p>Agora, tente criar um arquivo que começa com sinal de menos <img src='http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Se você não conseguiu, faça a mesma coisa, exemplo :</p>
<p># vim &#8212; -teste</p>
<p>Viram como é fácil <img src='http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Tá legal, mas como eu removo diretórios também ?  Vamos ao exemplo :</p>
<p># rm -rf &#8212; -teste/</p>
<p>Pronto, diretório removido, viu como é fácil ?</p>
<p>Espero que tenha ajudado <img src='http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Um Abraço !</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Rootkits, Chkrootkit, Postfix, Falsos Positivos.</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jul 2007 14:14:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Open Source]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, Recentemente, um amigo meu me pediu para dar uma olha no servidor de emails dele, que ele achou que tinha sido invadido. Fiz os procedimentos normais, depois eu pensei em fazer uma análise, para ver se haviam rootkits implantados no servidor dele. Fui ao site http://www.chkrootkit.org , na parte de downloads e baixei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal,</p>
<p>Recentemente, um amigo meu me pediu para dar uma olha no servidor de emails dele, que ele achou que tinha sido invadido.</p>
<p>Fiz os procedimentos normais, depois eu pensei em fazer uma análise, para ver se haviam rootkits implantados no servidor dele.</p>
<p>Fui ao site<a href="http://www.chkrootkit.org"> http://www.chkrootkit.org</a> , na parte de downloads e baixei a última versão da ferramenta de análise de Rootkits.</p>
<p>Rodei a ferramenta no servidor, eis que me aparece uma surpresa, um alerta sobre bindshell ( INFECTED ), na porta 465</p>
<p>Pelo que eu me lembrava, a 465 era uma porta de uso do Postfix, daí fiz um teste, parei o servidor de emails por alguns instantes, passei a ferramenta de novo, e pronto, o bindshell não estava mais lá.</p>
<p>Bem isso é um Falso Positivo.</p>
<p>No mais analisei o restante do servidor, e ví que não havia nada de errado.</p>
<p>Essa ferramenta chkrootkit é muito interessante, aconselho a todos usarem nos servidores.</p>
<p>Um abraço !</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Desativando o Beep do X</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2007/06/01/desativando-o-beep-do-x/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=desativando-o-beep-do-x</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Jun 2007 12:13:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, Para você que usa linux e  quando vai apagar algo, o seu cursor volta demais,  e dá aquele sonzinho BEEP, BEEP, que faz o seu amigo do lado pensar que você está jogando TV GAME. Seus problemas acabaram Para desabilitar esse barulinho, basta dentro do X você chamar um terminal e simplesmente digitar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal,</p>
<p>Para você que usa linux e  quando vai apagar algo, o seu cursor volta demais,  e dá aquele sonzinho BEEP, BEEP, que faz o seu amigo do lado pensar que você está jogando TV GAME.</p>
<p>Seus problemas acabaram <img src='http://www.gustavoroberto.blog.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Para desabilitar esse barulinho, basta dentro do X você chamar um terminal e simplesmente digitar :</p>
<p># xset -b</p>
<p>E pronto, o barulinho sumiu !</p>
<p>Abraços !</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Phaser 3121 no Linux com o CUPS</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2007/05/28/phaser-3121-no-linux-com-o-cups/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=phaser-3121-no-linux-com-o-cups</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2007/05/28/phaser-3121-no-linux-com-o-cups/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 May 2007 10:48:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, Para aqueles que ainda estão tentando fazer a Xerox Phaser 3121 funcionar no Linux, eis a solução. Quando eu fiz um, # lsusb Descobri, que essa impressora Phaser 3121 usa tecnologia da Samsung. Depois de algumas horas de testes com drivers, o driver que funcionou perfeitamente foi o da Samsung ML-1710, que por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal,</p>
<p>Para aqueles que ainda estão tentando fazer a Xerox Phaser 3121 funcionar no Linux, eis a solução.</p>
<p>Quando eu fiz um,</p>
<p># lsusb</p>
<p>Descobri, que essa impressora Phaser 3121 usa tecnologia da Samsung. Depois de algumas horas de testes com drivers, o driver que funcionou perfeitamente foi o da Samsung ML-1710, que por sinal, já vem junto com o CUPS.</p>
<p>Espero que possa acabar com o sofrimento de muita gente.</p>
<p>Abraços.</p>
<p>PS.: O que me impressionou foi que a Xerox manda também os drivers para Linux, mas não funcionaram por alguma incompatibilidade . Eu não parei para testar os drivers da própria impressora. Mas creio, que com mais algumas horas de testes, a coisa vá funcionar.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Ícone de Rede Debian Etch 4.0</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2007/04/17/icone-de-rede-debian-etch-40/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=icone-de-rede-debian-etch-40</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2007 16:51:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, Se você assim como eu achou incomodo um ícone de rede com um sinal de proibido, indicando que o seu computador estava fora da rede, no Debian Etch 4, seus problemas acabaram. Lendo o terrível manual que todos odeiam, me deparei com a solução, hei-la abaixo: Gestor de NIS e Rede A versão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal,</p>
<p>Se você assim como eu achou incomodo um ícone de rede com um sinal de proibido, indicando que o seu computador estava fora da rede, no Debian Etch 4, seus problemas acabaram.</p>
<p>Lendo o terrível manual que todos odeiam, me deparei com a solução, hei-la abaixo:</p>
<blockquote>
<h2>Gestor de NIS e Rede</h2>
<p>A versão do <code>ypbind</code> incluída com o <code>nis</code> na etch tem suporte para o Network Manager.  Este suporte faz com que o <code>ypbind</code> desactive a funcionalidade de cliente NIS quando o Network Manager relata que o computador está desligado da rede ou quando ela não está a ser utilizada, utilizadores NIS e sistemas clientes de NIS devem certificar-se que o suporte para o Network Manager está desactivado nesses sistemas.</p>
<p>Isto pode ser feito desinstalando o pacote <code>network-manager</code>, ou editando o <code>/etc/default/nis</code> adicionando -no-dbus ao YPBINDARGS.</p>
<p>A utilização de -no-dbus é o valor por omissão para novas instalações da Debian, mas não o era em lançamentos anteriores.</p></blockquote>
<p>Bem, sendo assim espero que seus problemas tenha sido resolvidos.</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>VirtualBox, erro ao tentar executar como usuário comum no Debian Etch 4.0</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2007/04/16/virtualbox-erro-ao-tentar-executar-como-usuario-comum-no-debian-etch-40/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=virtualbox-erro-ao-tentar-executar-como-usuario-comum-no-debian-etch-40</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2007/04/16/virtualbox-erro-ao-tentar-executar-como-usuario-comum-no-debian-etch-40/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Apr 2007 20:34:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, Aos que se depararam com a infame mensagem : VirtualBox kernel driver not accessible, permission problem. Make sure that the current user has write permissions to /dev/vboxdrv by adding him to the vboxusers groups. Don&#8217;t forget to logout to take the change effect. Saibam que isso tem solução, na abandonem o barco ainda. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal,</p>
<p>Aos que se depararam com a infame mensagem :</p>
<blockquote><p>VirtualBox kernel driver not accessible, permission problem. Make sure that the current user has write permissions to /dev/vboxdrv by adding him to the vboxusers groups. Don&#8217;t forget to logout to take the change effect.</p></blockquote>
<p>Saibam que isso tem solução, na abandonem o barco ainda.</p>
<p>Como root defina as seguintes permissões :</p>
<blockquote><p># chmod 666 /dev/vboxdrv</p></blockquote>
<p>E pronto, poderá usar normalmente.</p>
<p>Espero que tenha ajudado.</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Instalando o VirtualBox no Debian Etch 4.0</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2007/04/16/instalando-o-virtualbox-no-debian-etch-40/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=instalando-o-virtualbox-no-debian-etch-40</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2007 15:27:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, O VirtualBox é um programa muito útil, semelhante ao vmware, e funciona muito bem por sinal. Esse artigo, estará ensinando, como instalar o VirtualBox no Debian Etch 4.0 Bem, antes de mais nada instale os seguintes pacotes, libxerces27 e libxalan110. Então vamos lá # aptitude -y install libxalan110 libxerces27 Depois disso, baixe o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal,</p>
<p>O <a href="http://www.virtualbox.org" target="_blank">VirtualBox</a> é um programa muito útil, semelhante ao vmware, e funciona muito bem por sinal.</p>
<p>Esse artigo, estará ensinando, como instalar o VirtualBox no Debian Etch 4.0</p>
<p>Bem, antes de mais nada instale os seguintes pacotes, libxerces27 e libxalan110. Então vamos lá</p>
<blockquote><p># aptitude -y install libxalan110 libxerces27</p></blockquote>
<p>Depois disso, baixe o pacote do VirtualBox no seguinte endereço :</p>
<blockquote><p>http://www.virtualbox.org/download/1.3.8/VirtualBox_1.3.8_Debian_etch_i386.deb</p></blockquote>
<p>E depois disso instale-o da seguinte forma :</p>
<blockquote><p># dpkg -i VirtualBox_1.3.8_Debian_etch_i386.deb</p></blockquote>
<p>E pronto, você já tem o VirtualBox pronto para brincar.</p>
<p>Uma das formas de chamá-lo é usar o conjunto de teclas Alt + F2 , e escrever dentro da linha VirtualBox e pronto.</p>
<p>Estará pronto para uso.</p>
<p>Espero que gostem.</p>
<p>Um abraço !</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Instalar o Java no Iceweasel &#8211; O Firefox do Debian Etch 4</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2007/04/14/instalar-o-java-no-iceweasel-o-firefox-do-debian-etch-4/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=instalar-o-java-no-iceweasel-o-firefox-do-debian-etch-4</link>
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		<pubDate>Sat, 14 Apr 2007 12:55:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gustavoroberto.blog.br/2007/04/14/instalar-o-java-no-iceweasel-o-firefox-do-debian-etch-4/</guid>
		<description><![CDATA[Olá Pessoal, O Debian Etch 4 está aí, e sempre surgem algumas dúvidas, quanto a instalação de programas e outras coisas mais. Vou ensinar hoje, como se instalar o JRE no Iceweasel, que nada mais é que o Firefox. Assim que abrirmos uma página que precisa de java, por exemplo : https://www2.bancobrasil.com.br/aapf/aai/login.pbk O Iceweasel vai [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal,</p>
<p>O Debian Etch 4 está aí, e sempre surgem algumas dúvidas, quanto a instalação de programas e outras coisas mais. Vou ensinar hoje, como se instalar o JRE no Iceweasel, que nada mais é que o Firefox.</p>
<p>Assim que abrirmos uma página que precisa de java, por exemplo :</p>
<blockquote><p>https://www2.bancobrasil.com.br/aapf/aai/login.pbk</p></blockquote>
<p>O Iceweasel vai pedir para que você instale o Plugin, o download automático nesse ponto vai falhar, siga normalmente com a instalação manual.</p>
<p>Assim que selecionar esse item, ele te direcionará para a página do java, então escolha o pacote abaixo do pacote RPM.</p>
<p>Esse pacote é um .bin</p>
<p>Feito o download dê permissão de execução para o pacote da seguinte forma :</p>
<blockquote><p># chmod +x  jre-6u1-linux-i586.bin</p></blockquote>
<p>Até quando eu estava escrevendo esse artigo, esse era o nome do pacote mais atual.</p>
<p>Execute da seguinte forma :</p>
<blockquote><p>./jre-6u1-linux-i586.bin</p></blockquote>
<p>Feito isso, ele vai gerar um diretório .</p>
<p>Acesse a sua pasta pessoal exemplo :</p>
<blockquote><p>cd /home/usuario/.mozilla/plugins</p></blockquote>
<p>E crie um link simbólico para  /home/usuario/jre1.6.0_01/plugin/i386/ns7/libjavaplugin_oji.so da seguinte forma:</p>
<blockquote><p>ln -s /home/usuario/jre1.6.0_01/plugin/i386/ns7/libjavaplugin_oji.so libjavaplugin_oji.so</p></blockquote>
<p>Feche o seu Iceweasel, e abra-o novamente, sendo assim, o seu java deve estar funcionando.</p>
<p>Acesse o site :</p>
<blockquote><p>https://www2.bancobrasil.com.br/aapf/aai/login.pbk</p></blockquote>
<p>Espero que tenham gostado.</p>
<p>* Esse artigo foi escrito com falta de atenção, qualquer erro, me contactem.</p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Atalhos do Gaim &#8211; O esc não fecha mais as janelas.</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2007/04/13/atalhos-do-gaim-o-esc-nao-fecha-mais-as-janelas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=atalhos-do-gaim-o-esc-nao-fecha-mais-as-janelas</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2007/04/13/atalhos-do-gaim-o-esc-nao-fecha-mais-as-janelas/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Apr 2007 09:56:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gustavoroberto.blog.br/2007/04/13/atalhos-do-gaim-o-esc-nao-fecha-mais-as-janelas/</guid>
		<description><![CDATA[Bom Dia pessoal, O gaim novo, não sei por que, deixou desabilitado o ESC para fechar as janelas, então como &#8220;bom hacker&#8221; que sou, resolvi futucar os arquivos dentro do gaim . Encontrei dentro da pasta /home/usuario/.gaim/accels a solução para o problema, vejam : Com o Gaim fechado edite o seu arquivo com o seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom Dia pessoal,</p>
<p>O gaim novo, não sei por que, deixou desabilitado o ESC para fechar as janelas, então como &#8220;bom hacker&#8221; que sou, resolvi futucar os arquivos dentro do gaim .</p>
<p>Encontrei dentro da pasta /home/usuario/.gaim/accels a solução para o problema, vejam :</p>
<p>Com o Gaim fechado edite o seu arquivo com o seu editor preferido, encontre as linhas</p>
<blockquote><p>;(gtk_accel_path &#8220;&lt;main&gt;/Conversation/Close&#8221; &#8220;Control+W&#8221;)  # note um &#8221; ; &#8221; na frente da linha</p></blockquote>
<p>substitua por :</p>
<blockquote><p>(gtk_accel_path &#8220;&lt;main&gt;/Conversation/Close&#8221; &#8220;Escape&#8221;)  #  Sem o &#8221; ; &#8220;</p></blockquote>
<p>Salve o arquivo e saia.</p>
<p>Depois só executar o gaim de novo e testar.</p>
<p>Lembre-se que ele deve estar fechado antes de executar tal operação, e que há um ponto e vírgula no arquivo de configuração,  mesmo que você Substitua o Control+W por Escape, se não tirar o &#8221; ; &#8221; da frente da linha ele não irá funcionar, espero ter sido útil.</p>
<p>Um Abraço.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gustavoroberto.blog.br/2007/04/13/atalhos-do-gaim-o-esc-nao-fecha-mais-as-janelas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Unrar no Debian.</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2007/03/08/unrar-no-debian/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=unrar-no-debian</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2007/03/08/unrar-no-debian/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Mar 2007 19:48:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gustavoroberto.blog.br/2007/03/08/unrar-no-debian/</guid>
		<description><![CDATA[Olá Pessoal, Para aqueles que precisam usar o unrar no Debian, e não estão encontrando como fazer eis o caminho. Adicione no seu /etc/apt/source.list as seguintes linhas : deb http://ftp.br.debian.org/debian/ stable main contrib non-free deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ stable main contrib non-free Salve e saia. Faça : # apt-get update Depois : # aptitude -y install unrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal,</p>
<p>Para aqueles que precisam usar o unrar no Debian, e não estão encontrando como fazer eis o caminho.</p>
<p>Adicione no seu /etc/apt/source.list as seguintes linhas :</p>
<p>deb http://ftp.br.debian.org/debian/ stable main contrib non-free</p>
<p>deb-src http://ftp.br.debian.org/debian/ stable main contrib non-free</p>
<p>Salve e saia.</p>
<p>Faça :</p>
<p># apt-get update</p>
<p>Depois :</p>
<p># aptitude -y install unrar</p>
<p>Depois disso o seu unrar estará instalado.</p>
<p>Para descompactar o arquivo a sintaxe é :</p>
<p># unrar x nome.rar</p>
<p>Onde nome.rar é o nome do arquivo a ser descompactado.</p>
<p>Abraços !</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gustavoroberto.blog.br/2007/03/08/unrar-no-debian/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Script para instalação do Fedora 5.</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2006/12/08/script-para-instalacao-do-fedora-5/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=script-para-instalacao-do-fedora-5</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2006/12/08/script-para-instalacao-do-fedora-5/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Dec 2006 12:22:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[fedora 5]]></category>
		<category><![CDATA[instalação]]></category>
		<category><![CDATA[script]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gustavoroberto.blog.br/2006/12/08/script-para-instalacao-do-fedora-5/</guid>
		<description><![CDATA[Se você acompanhou o artigo anterior, sobre instalação de um Servidor com Fedora 5, e gostou do que viu, eis aqui, um script que vai automatizar todas as tarefas. Basta copiar e colar no seu editor preferido, e salvar com uma extensão .sh Vamos ao script : #!/bin/bash echo &#8220;Fazendo a Atualizacao da lista de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você acompanhou o artigo anterior, sobre instalação de um Servidor com Fedora 5, e gostou do que viu, eis aqui, um script que vai automatizar todas as tarefas.</p>
<p>Basta copiar e colar no seu editor preferido, e salvar com uma extensão .sh</p>
<p>Vamos ao script :</p>
<p>#!/bin/bash<br />
echo &#8220;Fazendo a Atualizacao da lista de pacotes&#8221;<br />
yum -y update<br />
echo &#8220;Instalando ferramentas basicas para o sistema&#8221;<br />
yum -y install fetchmail wget bzip2 unzip zip nmap openssl lynx fileutils ncftp<br />
echo &#8220;Instalando o named, para o servico de DNS&#8221;<br />
yum -y install bind-chroot<br />
echo &#8220;Configurando os diretorios e permissoes do named&#8221;<br />
chmod 755 /var/named/<br />
chmod 775 /var/named/chroot/<br />
chmod 775 /var/named/chroot/var/<br />
chmod 775 /var/named/chroot/var/named/<br />
chmod 775 /var/named/chroot/var/run/<br />
chmod 777 /var/named/chroot/var/run/named/<br />
cd /var/named/chroot/var/named/<br />
ln -s ../../ chroot<br />
chkconfig &#8211;levels 235 named on<br />
/etc/init.d/named start<br />
echo &#8220;Instalando o MySQL server&#8221;<br />
yum -y install mysql mysql-devel mysql-server<br />
chkconfig &#8211;levels 235 mysqld on<br />
/etc/init.d/mysqld start<br />
echo &#8220;Instalando ferramentas para gerenciamento de emails&#8221;<br />
yum -y install cyrus-sasl cyrus-sasl-devel cyrus-sasl-gssapi cyrus-sasl-md5 cyrus-sasl-plain postfix dovecot<br />
postconf -e &#8216;smtpd_sasl_local_domain =&#8217;<br />
postconf -e &#8216;smtpd_sasl_auth_enable = yes&#8217;<br />
postconf -e &#8216;smtpd_sasl_security_options = noanonymous&#8217;<br />
postconf -e &#8216;broken_sasl_auth_clients = yes&#8217;<br />
postconf -e &#8216;smtpd_recipient_restrictions = permit_sasl_authenticated,permit_mynetworks,reject_unauth_destination&#8217;<br />
postconf -e &#8216;inet_interfaces = all&#8217;</p>
<p>#<br />
# Acertar /user/lib/sasl2/smtpd.conf<br />
#<br />
# pwcheck_method: saslauthd<br />
# mech_list: plain login<br />
#</p>
<p>echo &#8220;Criando os diretorios do Postfix/SSL&#8221;<br />
mkdir /etc/postfix/ssl<br />
cd /etc/postfix/ssl/<br />
echo &#8220;Gerando a chave criptografica, algumas perguntas vao ser feitas&#8221;<br />
openssl genrsa -des3 -rand /etc/hosts -out smtpd.key 1024<br />
chmod 600 smtpd.key<br />
openssl req -new -key smtpd.key -out smtpd.csr<br />
openssl x509 -req -days 3650 -in smtpd.csr -signkey smtpd.key -out smtpd.crt<br />
openssl rsa -in smtpd.key -out smtpd.key.unencrypted<br />
mv -f smtpd.key.unencrypted smtpd.key<br />
openssl req -new -x509 -extensions v3_ca -keyout cakey.pem -out cacert.pem -days 3650<br />
echo &#8220;Inserindo as novas configuracoes no Postfix&#8221;<br />
postconf -e &#8216;smtpd_tls_auth_only = no&#8217;<br />
postconf -e &#8216;smtp_use_tls = yes&#8217;<br />
postconf -e &#8216;smtpd_use_tls = yes&#8217;<br />
postconf -e &#8216;smtp_tls_note_starttls_offer = yes&#8217;<br />
postconf -e &#8216;smtpd_tls_key_file = /etc/postfix/ssl/smtpd.key&#8217;<br />
postconf -e &#8216;smtpd_tls_cert_file = /etc/postfix/ssl/smtpd.crt&#8217;<br />
postconf -e &#8216;smtpd_tls_CAfile = /etc/postfix/ssl/cacert.pem&#8217;<br />
postconf -e &#8216;smtpd_tls_loglevel = 1&#8242;<br />
postconf -e &#8216;smtpd_tls_received_header = yes&#8217;<br />
postconf -e &#8216;smtpd_tls_session_cache_timeout = 3600s&#8217;<br />
postconf -e &#8216;tls_random_source = dev:/dev/urandom&#8217;<br />
echo &#8220;Colocando os servicos para iniciarem no boot&#8221;<br />
chkconfig &#8211;levels 235 sendmail off<br />
chkconfig &#8211;levels 235 postfix on<br />
chkconfig &#8211;levels 235 saslauthd on<br />
chkconfig &#8211;levels 235 dovecot on<br />
echo &#8220;Removendo o sendmail e colocando o postfix no lugar&#8221;<br />
/etc/init.d/sendmail stop<br />
/etc/init.d/postfix start<br />
/etc/init.d/saslauthd start<br />
/etc/init.d/dovecot start<br />
echo &#8220;Acertando a caixa de emails dos usuarios&#8221;<br />
postconf -e &#8216;home_mailbox = Maildir/&#8217;<br />
postconf -e &#8216;mailbox_command =&#8217;<br />
echo &#8221; Reiniciando o postfix &#8221;<br />
/etc/init.d/postfix restart<br />
echo &#8221; Instalando ferramentas necessarias para o Apache + PHP &#8221;<br />
yum -y install php php-devel php-gd php-imap php-ldap php-mysql php-odbc php-pear php-xml php-xmlrpc curl curl-devel perl-libwww-perl ImageMagick libxml2 libxml2-devel<br />
echo &#8221; Instalando o analisador web &#8221;<br />
yum -y install webalizer<br />
echo &#8221; Instalando o acerto de hora via ntp&#8221;<br />
yum -y install ntp<br />
chkconfig &#8211;levels 235 ntpd on<br />
echo &#8220;Acertando a hora do servidor&#8221;<br />
ntpdate 0.pool.ntp.org<br />
/etc/init.d/ntpd start<br />
echo &#8220;Instalando dependencias necessarias para o SpamAssassin&#8221;<br />
yum -y install perl-HTML-Parser perl-DBI perl-Net-DNS perl-Digest-SHA1<br />
# Fim do Script</p>
<p>Depois disso, salve e saia.</p>
<p>Dê a permissão de execução :</p>
<p># chmod +x script.sh</p>
<p>E execute-o.</p>
<p>Lembrem-se de acompanhar o script, porque em alguns momentos ele vai pedir para definir senha, lembre-se depois de reiniciar a máquina para que todas as configurações sejam realmente definidas .</p>
<p>Dependendo da máquina e da conexão esse script poderá durar várias horas.<br />
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</script></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Squirrelmail erro ao conectar no Fedora 5</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2006/12/08/squirrelmail-erro-ao-conectar-no-fedora-5/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=squirrelmail-erro-ao-conectar-no-fedora-5</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2006/12/08/squirrelmail-erro-ao-conectar-no-fedora-5/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Dec 2006 12:20:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[conectar fedora 5]]></category>
		<category><![CDATA[squirrelmail]]></category>

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		<description><![CDATA[Bom Dia pessoal, Caso você use o Fedora 5, e esteja passando por problemas de conexão ao Squirrelmail, que você jura que já configurou certo, esse artigo pode ter a solução. É possível que na instalação você tenha habilitado o SELinux sem querer, ou querendo. Então você pode desabilitar a função da seguinte forma : [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom Dia pessoal,</p>
<p>Caso você use o Fedora 5, e esteja passando por problemas de conexão ao Squirrelmail, que você jura que já configurou certo, esse artigo pode ter a solução.</p>
<p>É possível que na instalação você tenha habilitado o SELinux sem querer, ou querendo.</p>
<p>Então você pode desabilitar a  função da seguinte forma :</p>
<p># /usr/sbin/setsebool -P httpd_can_network_connect=1</p>
<p>Com isso é provavél que o seu Squirrelmail funcione numa boa.</p>
<p>Espero que eu tenha ajudado.</p>
<p>Abraços !<br />
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]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Instalação de um servidor com Fedora Core 5.</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2006/12/08/instalacao-de-um-servidor-com-fedora-core-5/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=instalacao-de-um-servidor-com-fedora-core-5</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2006/12/08/instalacao-de-um-servidor-com-fedora-core-5/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Dec 2006 12:16:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gustavoroberto.blog.br/2006/12/08/instalacao-de-um-servidor-com-fedora-core-5/</guid>
		<description><![CDATA[Bom Dia pessoal, Nesse artigo trataremos de um assunto interessante, a montagem de um servidor completo, usando o Fedora Core 5. Vamos lá. Primeiro de tudo altere a sequência de boot na sua máquina para que ele execute o boot via CD/DVD, feito isso, salve e saia do setup. Deixe o CD/DVD no driver, assim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom Dia pessoal,</p>
<p>Nesse artigo trataremos de um assunto interessante, a montagem de um servidor completo, usando o Fedora Core 5.</p>
<p>Vamos lá.</p>
<p>Primeiro de tudo altere a sequência de boot na sua máquina para que ele execute o boot via CD/DVD, feito isso, salve e saia do setup.</p>
<p>Deixe o CD/DVD no driver, assim que o computador iniciar, a tela de boas vindas do Fedora Core 5 vai aparecer, você tem várias opções nesse ponto, mas esse artigo, vai abranger só o básico mesmo.</p>
<p>Depois de pressionado o ENTER, você vai para uma tela perguntando se deseja testar o CD/DVD que vai instalar, eu costumo colocar Skip, ou seja, pular esse passo.</p>
<p>Na próxima tela, você será questionado sobre que linguagem deseja usar no sistema, selecione a que melhor se aplica ao seu caso.</p>
<p>Depois disso, a instalação vai pedir para selecionar o teclado, selecione o teclado que mellhor se encaixe às suas necessidades.</p>
<p>A próxima opção será a de particionamento. O Fedora já tem um esquema de particionamento padrão que já vem definido, com VolGroups, mas eu sempre prefiro alterar.</p>
<p>Para isso eu removo todas as partições do disco, e vou criando passo a passo as novas.</p>
<p>Na primeira partição, eu coloco dessa forma :</p>
<p>/boot = 100 Megas</p>
<p>Na segunda a swap, ou memória de troca:</p>
<p>swap = Mais ou menos o dobro da memória RAM.</p>
<p>Finalmente na terceira coloco:</p>
<p>/ = Preencher com o resto do disco.</p>
<p>Notem que existem diversas formas, estou escrevendo a forma mais simples.</p>
<p>O Próximo passo, será a configuração da sua rede.</p>
<p>Muitas pessoas utilizam o DHCP, ou seja a máquina pega um IP automáticamente.</p>
<p>Nesse artigo, eu não usarei DHCP e sim configuração de rede normal.</p>
<p>Clique na eth0 e defina os parâmetros:</p>
<p>[ ] Configurar usando DHCP<br />
[x] Ativar durante o boot</p>
<p>Deixe desmarcado Configurar usando DHCP e marcado Ativar Durante o boot, isso se encarregará de deixar as coisas funcionando sem DHCP e &#8220;subindo&#8221; durante o boot.</p>
<p>Logo abaixo veremos :</p>
<p>Endereço IP :<br />
Máscara de Sub-Rede:</p>
<p>Preencha com os dados da sua rede.</p>
<p>Defina o seu hostname manualmente, defina o gateway, e os DNS´s.</p>
<p>Defina a localidade em que você se encontra. Por exemplo:</p>
<p>Região Sudeste de uma forma geral, é definido como São Paulo.</p>
<p>Nós ainda podemos usar um servidor de hora. Mas não falarei sobre isso nesse artigo.</p>
<p>Feito isso, coloque a sua senha de root, e a repita novamente, para se certificar que<br />
ela está realmente correta.</p>
<p>Na próxima tela, marque o que você deseja. Eu costumo deixar o padrão, já que muita coisa será baixada posteriormente. Você ainda tem a opção de definir uma instalação personalizada mas não vem ao caso no momento.</p>
<p>Os próximos passos, serão a formatação do sistema, e a instalação do mesmo.</p>
<p>Pronto, podemos retirar o CD/DVD e dar boot.</p>
<p>Eu costumo alterar a sequência de boot novamente para não &#8220;bootar&#8221; mais pelo CD/DVD.</p>
<p>Responda as perguntas iniciais do sistema, e passaremos para a próxima parte.</p>
<p>Para configurar manualmente um endereço de IP adicional, podemos fazer um macete.</p>
<p>Edite o arquivo de placa de rede :</p>
<p>vi /etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-eth0</p>
<p>No meu caso estava assim :</p>
<p>DEVICE=eth0<br />
BOOTPROTO=static<br />
BROADCAST=192.168.0.255<br />
IPADDR=192.168.0.100<br />
NETMASK=255.255.255.0<br />
NETWORK=192.168.0.0<br />
ONBOOT=yes</p>
<p>Agora colocaremos um endereço virtual na placa, dessa forma :</p>
<p>DEVICE=eth0:0<br />
BOOTPROTO=static<br />
BROADCAST=192.168.0.255<br />
IPADDR=192.168.0.101<br />
NETMASK=255.255.255.0<br />
NETWORK=192.168.0.0<br />
ONBOOT=yes</p>
<p>Note as mudanças :</p>
<p>- eth0 foi para eth0:0<br />
- O ip com o final 100, foi para o 101</p>
<p>Sendo assim teremos duas placas de rede em uma só.</p>
<p>Feito isso, execute :</p>
<p># /etc/init.d/network restart</p>
<p>Note que se você está num modo gráfico, é preciso abrir o terminal. konsole ou gnome-terminal</p>
<p>Ainda no terminal faça :</p>
<p># system-config-securitylevel</p>
<p>Deixe o Firewall desabilitado, marque para desabilitar.</p>
<p>Feito isso, faça uma checagem para ver se as regras realmente foram desabilitadas :</p>
<p># iptables -L</p>
<p>Se retornar algo parecido com isso :</p>
<p>[root@gustavo ~]# iptables -L<br />
Chain INPUT (policy ACCEPT)<br />
target     prot opt source               destination</p>
<p>Chain FORWARD (policy ACCEPT)<br />
target     prot opt source               destination</p>
<p>Chain OUTPUT (policy ACCEPT)<br />
target     prot opt source               destination</p>
<p>É sinal que foi desabilitado.</p>
<p>Outro passo muito importante, e que volta e meia causa problemas é o SELinux, desabilite também ele para que ele não encha a tela de logs e nem interrompa a nossa brincadeira.</p>
<p>Edite o arquivo :</p>
<p>vi /etc/selinux/config</p>
<p>Deixe-o dessa forma :</p>
<p># This file controls the state of SELinux on the system.<br />
# SELINUX= can take one of these three values:<br />
#       enforcing &#8211; SELinux security policy is enforced.<br />
#       permissive &#8211; SELinux prints warnings instead of enforcing.<br />
#       disabled &#8211; SELinux is fully disabled.<br />
SELINUX=disabled<br />
# SELINUXTYPE= type of policy in use. Possible values are:<br />
#       targeted &#8211; Only targeted network daemons are protected.<br />
#       strict &#8211; Full SELinux protection.<br />
SELINUXTYPE=targeted</p>
<p>Salve e saia do arquivo.</p>
<p>Depois execute :</p>
<p># shutdown -r now</p>
<p>Seu sistema será reiniciado.</p>
<p>Agora começaremos mais uma parte da diversão, a instalação dos softwares básicos,<br />
para que possamos fazer o nosso servidor .</p>
<p>Nesse primeiro passo de instalação de ferramentas, instalaremos as ferramentas que serão necessárias posteriormente.</p>
<p>Proceda da seguinte forma :</p>
<p># yum -y install fetchmail wget bzip2 unzip zip nmap openssl lynx fileutils ncftp</p>
<p>Vamos instalar agora um Servidor de DNS Chroot ( BIND9 )</p>
<p>Para instalar basta proceder da seguinte forma :</p>
<p># yum -y install bind-chroot</p>
<p>Se der algum erro nesse momento, você pode ignorar sem problemas.</p>
<p>Faça os ajustes necessários assim :</p>
<p>chmod 755 /var/named/<br />
chmod 775 /var/named/chroot/<br />
chmod 775 /var/named/chroot/var/<br />
chmod 775 /var/named/chroot/var/named/<br />
chmod 775 /var/named/chroot/var/run/<br />
chmod 777 /var/named/chroot/var/run/named/<br />
cd /var/named/chroot/var/named/<br />
ln -s ../../ chroot</p>
<p>&#8220;Ligue&#8221; o named na inicialização :</p>
<p>chkconfig &#8211;levels 235 named on</p>
<p>Inicie o serviço dele :</p>
<p>/etc/init.d/named start</p>
<p>Agora o named deve estar rodando sob ambiente chroot.</p>
<p>Para o pessoal que gosta de instalar o MySQL, proceda da seguinte forma :</p>
<p># yum -y install mysql mysql-devel mysql-server</p>
<p>Depois de instalado, &#8220;ligue&#8221; o serviço dele na inicialização</p>
<p># chkconfig &#8211;levels 235 mysqld on</p>
<p>Inicie o serviço :</p>
<p>/etc/init.d/mysqld start</p>
<p>Observer se ele está habilitado :</p>
<p># netstat -tap</p>
<p>tcp        0      0 *:mysql                     *:*                         LISTEN      2008/mysqld</p>
<p>Se existir uma linha parecida com essa, ele está habilitado.</p>
<p>Se não existir, edite o arquivo my.cnf</p>
<p>vi /etc/my.cnf</p>
<p>Ele deverá ficar dessa forma :</p>
<p>#skip-networking</p>
<p>Feito isso, reinicie o serviço</p>
<p># /etc/init.d/mysqld restart</p>
<p>Para definirmos a senha para o mysql, façamos da seguinte forma :</p>
<p># mysqladmin -u root password suasenhadomysql</p>
<p># mysqladmin -h gustavo.exemplo.com -u root password suasenhadomysql</p>
<p>Onde a letra h, é o nome do host.</p>
<p>Agora instalaremos o Postfix com SMTP-AUTH e TLS</p>
<p>Façamos download dos softwares necessários :</p>
<p># yum -y yum install cyrus-sasl cyrus-sasl-devel cyrus-sasl-gssapi cyrus-sasl-md5 cyrus-sasl-plain postfix dovecot</p>
<p>Agora configuraremos o SMTP-AUTH e o TLS</p>
<p># postconf -e &#8216;smtpd_sasl_local_domain =&#8217;<br />
# postconf -e &#8216;smtpd_sasl_auth_enable = yes&#8217;<br />
# postconf -e &#8216;smtpd_sasl_security_options = noanonymous&#8217;<br />
# postconf -e &#8216;broken_sasl_auth_clients = yes&#8217;<br />
# postconf -e &#8216;smtpd_recipient_restrictions = permit_sasl_authenticated,permit_mynetworks,reject_unauth_destination&#8217;<br />
# postconf -e &#8216;inet_interfaces = all&#8217;</p>
<p>Eu habilitei a linha PLAIN e LOGIN do Postfix, no seguinte arquivo:</p>
<p># vi /usr/lib/sasl2/smtpd.conf</p>
<p>Caso esteja usando o Fedora 64 a linha será essa :</p>
<p># vi /usr/lib64/sasl2/smtpd.conf</p>
<p>O arquivo deverá estar dessa forma :</p>
<p>pwcheck_method: saslauthd<br />
mech_list: plain login</p>
<p>Crie o diretório do ssl:</p>
<p># mkdir /etc/postfix/ssl</p>
<p>Entre no diretório :</p>
<p># cd /etc/postfix/ssl/</p>
<p>Defina a chave :</p>
<p># openssl genrsa -des3 -rand /etc/hosts -out smtpd.key 1024</p>
<p>Nesse momento será pedido uma senha :</p>
<p>Dê a permissão necessária.</p>
<p># chmod 600 smtpd.key</p>
<p>Depois disso, faça :</p>
<p># openssl req -new -key smtpd.key -out smtpd.csr<br />
# openssl x509 -req -days 3650 -in smtpd.csr -signkey smtpd.key -out smtpd.crt<br />
# openssl rsa -in smtpd.key -out smtpd.key.unencrypted</p>
<p>Use as senhas.</p>
<p>Renomeie as chaves :</p>
<p># mv -f smtpd.key.unencrypted smtpd.key</p>
<p>E por fim :</p>
<p># openssl req -new -x509 -extensions v3_ca -keyout cakey.pem -out cacert.pem -days 3650</p>
<p>Agora colocaremos mais configurações no PostFix:</p>
<p># postconf -e &#8216;smtpd_tls_auth_only = no&#8217;<br />
# postconf -e &#8216;smtp_use_tls = yes&#8217;<br />
# postconf -e &#8216;smtpd_use_tls = yes&#8217;<br />
# postconf -e &#8216;smtp_tls_note_starttls_offer = yes&#8217;<br />
# postconf -e &#8216;smtpd_tls_key_file = /etc/postfix/ssl/smtpd.key&#8217;<br />
# postconf -e &#8216;smtpd_tls_cert_file = /etc/postfix/ssl/smtpd.crt&#8217;<br />
# postconf -e &#8216;smtpd_tls_CAfile = /etc/postfix/ssl/cacert.pem&#8217;<br />
# postconf -e &#8216;smtpd_tls_loglevel = 1&#8242;<br />
# postconf -e &#8216;smtpd_tls_received_header = yes&#8217;<br />
# postconf -e &#8216;smtpd_tls_session_cache_timeout = 3600s&#8217;<br />
# postconf -e &#8216;tls_random_source = dev:/dev/urandom&#8217;</p>
<p>Edite o arquivo /etc/postfix/main.cf e retire os comentários ( Preciosismo ).</p>
<p># vi /etc/postfix/main.cf</p>
<p>Ele deverá ficar parecido com esse :</p>
<p>queue_directory = /var/spool/postfix<br />
command_directory = /usr/sbin<br />
daemon_directory = /usr/libexec/postfix<br />
mail_owner = postfix<br />
inet_interfaces = all<br />
mydestination = $myhostname, localhost.$mydomain, localhost<br />
unknown_local_recipient_reject_code = 550<br />
alias_maps = hash:/etc/aliases<br />
alias_database = hash:/etc/aliases</p>
<p>debug_peer_level = 2<br />
debugger_command =<br />
PATH=/bin:/usr/bin:/usr/local/bin:/usr/X11R6/bin<br />
xxgdb $daemon_directory/$process_name $process_id &amp; sleep 5</p>
<p>sendmail_path = /usr/sbin/sendmail.postfix<br />
newaliases_path = /usr/bin/newaliases.postfix<br />
mailq_path = /usr/bin/mailq.postfix<br />
setgid_group = postdrop<br />
html_directory = no<br />
manpage_directory = /usr/share/man<br />
sample_directory = /usr/share/doc/postfix-2.2.8/samples<br />
readme_directory = /usr/share/doc/postfix-2.2.8/README_FILES<br />
smtpd_sasl_local_domain =<br />
smtpd_sasl_auth_enable = yes<br />
smtpd_sasl_security_options = noanonymous<br />
broken_sasl_auth_clients = yes<br />
smtpd_recipient_restrictions = permit_sasl_authenticated,permit_mynetworks,reject_unauth_destination<br />
smtpd_tls_auth_only = no<br />
smtp_use_tls = yes<br />
smtpd_use_tls = yes<br />
smtp_tls_note_starttls_offer = yes<br />
smtpd_tls_key_file = /etc/postfix/ssl/smtpd.key<br />
smtpd_tls_cert_file = /etc/postfix/ssl/smtpd.crt<br />
smtpd_tls_CAfile = /etc/postfix/ssl/cacert.pem<br />
smtpd_tls_loglevel = 1<br />
smtpd_tls_received_header = yes<br />
smtpd_tls_session_cache_timeout = 3600s<br />
tls_random_source = dev:/dev/urandom</p>
<p>Agora colocaremos o Postfix, saslauthd e o dovecot para iniciar :</p>
<p>Desilga o sendmail da inicialização :<br />
# chkconfig &#8211;levels 235 sendmail off</p>
<p>Liga o postfix na inicialização<br />
# chkconfig &#8211;levels 235 postfix on</p>
<p>Liga o saslauthd na inicialização<br />
# chkconfig &#8211;levels 235 saslauthd on</p>
<p>Liga o dovecot na inicialização<br />
# chkconfig &#8211;levels 235 dovecot on</p>
<p>Pára o sendmail<br />
# /etc/init.d/sendmail stop</p>
<p>Inicia o postfix<br />
# /etc/init.d/postfix start</p>
<p>Inicia o saslauthd<br />
# /etc/init.d/saslauthd start</p>
<p>Inicia o dovecot<br />
# /etc/init.d/dovecot start</p>
<p>É hora dos testes :</p>
<p>Façamos o seguinte :</p>
<p># telnet localhost 25</p>
<p>Você deve ver algo assim :</p>
<p>250-STARTTLS</p>
<p>e</p>
<p>250-AUTH</p>
<p>quit</p>
<p>Caso esteja Ok, nós somos pessoas de sorte.</p>
<p>Agora configuraremos o Maildir:</p>
<p># postconf -e &#8216;home_mailbox = Maildir/&#8217;<br />
# postconf -e &#8216;mailbox_command =&#8217;</p>
<p>Reinicie o serviço do Postfix<br />
# /etc/init.d/postfix restart</p>
<p>Agora instalaremos o Apache2 com o PHP5</p>
<p># yum -y yum install php php-devel php-gd php-imap php-ldap php-mysql php-odbc php-pear php-xml php-xmlrpc curl curl-devel perl-libwww-perl ImageMagick libxml2 libxml2-devel</p>
<p>Edite o httpd.conf, que fica em /etc/httpd/conf/httpd.conf</p>
<p># vi /etc/httpd/conf/httpd.conf</p>
<p>DirectoryIndex index.html index.htm index.shtml index.cgi index.php index.php3 index.pl</p>
<p>Agora vamos iniciar o apache.</p>
<p># /etc/init.d/httpd start</p>
<p>Disabilite o PHP Globalmente</p>
<p># vi /etc/httpd/conf.d/php.conf</p>
<p>#<br />
# PHP is an HTML-embedded scripting language which attempts to make it<br />
# easy for developers to write dynamically generated webpages.<br />
#</p>
<p>LoadModule php5_module modules/libphp5.so</p>
<p>#<br />
# Cause the PHP interpreter to handle files with a .php extension.<br />
#<br />
#AddHandler php5-script .php<br />
#AddType text/html .php</p>
<p>#<br />
# Add index.php to the list of files that will be served as directory<br />
# indexes.<br />
#<br />
DirectoryIndex index.php</p>
<p>#<br />
# Uncomment the following line to allow PHP to pretty-print .phps<br />
# files as PHP source code:<br />
#<br />
#AddType application/x-httpd-php-source .phps</p>
<p>Depois disso, reinicie o Apache:</p>
<p># /etc/init.d/httpd restart</p>
<p>Instalando o ProFTPd</p>
<p># yum -y remove vsftpd<br />
# yum -y install proftpd</p>
<p>Coloque o ProFTPd na inicialização.</p>
<p># chkconfig &#8211;levels 235 proftpd on</p>
<p>Instalando o Webalizer:</p>
<p># yum -y install webalizer</p>
<p>Agora para sincronizar o relógio façamos o seguinte :</p>
<p># yum -y install ntp</p>
<p>Coloque na inicialização<br />
# chkconfig &#8211;levels 235 ntpd on</p>
<p>Sincronize o seu relógio :</p>
<p># ntpdate 0.pool.ntp.org</p>
<p>Inicie o ntpd</p>
<p># /etc/init.d/ntpd start</p>
<p>Instale algumas dependências para o SpamAssassin</p>
<p># yum -y yum install perl-HTML-Parser perl-DBI perl-Net-DNS perl-Digest-SHA1</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gustavoroberto.blog.br/2006/12/08/instalacao-de-um-servidor-com-fedora-core-5/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Amule no Debian</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2006/12/08/amule-no-debian/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=amule-no-debian</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2006/12/08/amule-no-debian/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Dec 2006 12:13:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, Para as pessoas que gostariam de instalar o Amule no debian, ou em algum sistema Debian-Like basta seguir o seguinte procedimento : - Editar o arquivo sources.list que fica em /etc/apt/sources.list, e adicionar a seguinte linha : deb http://amule-debian.dyndns.org/ debian/ Salve e saia do editor. Rode um : # apt-get update E em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal,</p>
<p>Para as pessoas que gostariam de instalar o Amule no debian, ou em algum sistema Debian-Like basta seguir o seguinte procedimento :</p>
<p>- Editar o arquivo sources.list que fica em /etc/apt/sources.list, e adicionar a seguinte linha :</p>
<p><span class="highlight">deb</span> http://amule-debian.dyndns.org/ debian/</p>
<p>Salve e saia do editor.</p>
<p>Rode um :</p>
<p># apt-get update</p>
<p>E em seguida :</p>
<p># apt-get -y install amule</p>
<p>É só esperar.</p>
<p>Depois procure na aba de Internet o programa amule, entre nele pela primeira vez.</p>
<p>Se estiver como root ele te alertará sobre isso, mas não esquente a cabeça, você sabe o que está fazendo ( assim espero ).</p>
<p>Depois que entrar no programa, clique na seta para direita, para que ele possa buscar os servidores. E comece a baixar as suas músicas favoritas.</p>
<p>Detalhe, as músicas sempre vão para uma pasta oculta do seu usuário, tipo :</p>
<p>/home/gustavo/.aMule/Incoming</p>
<p>Pronto, agora é só criar um link simbólico para pasta e chamá-la de mp3, por exemplo :</p>
<p>ln -s /home/gustavo/.aMule/Incoming MP3</p>
<p>Daí você pode escutar direto da sua pasta MP3</p>
<p>Bem espero que tenha ajudado.</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Entrar como root no Kubuntu ?</title>
		<link>http://www.gustavoroberto.blog.br/2006/12/08/entrar-como-root-no-kubuntu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=entrar-como-root-no-kubuntu</link>
		<comments>http://www.gustavoroberto.blog.br/2006/12/08/entrar-como-root-no-kubuntu/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Dec 2006 12:01:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Roberto Rodrigues Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal, O site agora está de cara nova, e isso, me dá vontade de voltar a escrever novamente. Para logar como root no Kubuntu, Ubuntu e outros *untu, podemos proceder da seguinte forma : 1) Definir o password do root com o comando : $ sudo passwd rootEle deve pedir para você digitar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal,</p>
<p>O site agora está de cara nova, e isso, me dá vontade de voltar a escrever novamente.</p>
<p>Para logar como root no Kubuntu, Ubuntu e outros  *untu, podemos proceder da seguinte forma :</p>
<p>1) Definir o password do root com o comando :</p>
<p>$ sudo passwd rootEle deve pedir para você digitar a senha 2 vezes.</p>
<p>Feito isso, está definida a senha do root.</p>
<p>Mas como logar com o root no KDE ? Simples !</p>
<p>Use o seu editor de textos favorito, e edite o arquivo kdmrc, que deve ficar dentro de /etc/kde3/kdm/kdmrc . Lá devemos procurar pela seguinte linha :</p>
<p>AllowRootLogin=false</p>
<p>E alterá-la para :</p>
<p>AllowRootLogin=true</p>
<p>Então, você pode reiniciar a sessão, e agora logar como root. Se mesmo assim não funcionar, reinicie a máquina, e faça o login novamente.</p>
<p>Espero que eu tenha ajudado.</p>
<p>Abraços !</p>
]]></content:encoded>
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